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Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em leve alta com robusto relatório de exportação – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/09

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,35% ou $ 1,50 cents/bushel, a $425,75. A cotação para março fechou em alta de 0,28% ou $ 1,25 cents/bushel, a $ 442,25.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quinta-feira. As cotações do cereal ganharam suporte, novamente, na demanda. As vendas para exportação do milho subiram 56,17% no comparativo semanal. México, destinos desconhecidos, Colômbia, Espanha e Japão foram os cinco principais destinos. Os robustos relatórios de vendas estão evitando maiores perdas durante a colheita da nova safra, que mesmo com diferenças entre os volumes estimados pelo USDA e pelo mercado, será recorde.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em alta com Chicago e dólar

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quinta-feira, As cotações do cereal acompanharam a alta de Chicago e do dólar na maioria das cotações, apenas março e maio 26 fecharam em queda. Com o mercado físico firme, o mercado achou suporte para uma alta após algumas rodadas negativas. O rápido fechamento da meta de arrecadação de dólares na Argentina, com a retirada temporária de impostos para exportação, também deu suporte, uma vez que as retenciones já voltaram a serem cobradas.

A ANEC estima que as exportações de milho 7.610.000 de toneladas em setembro, um aumento de 6,9% em relação à projeção da semana anterior.

OS FECHAMENTOS DO DIA 25/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 66,52, apresentando alta de R$ 0,40 no dia e baixa de R$ 0,75 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 69,27, com alta de R$ 0,29 no dia e baixa de R$ 0,89 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,70, com baixa de R$ 0,14 no dia e baixa de R$ 1,43 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
ARGENTINA-RETORNO DAS RETENCIONES (altista)

Os preços do milho estão subindo ligeiramente em Chicago, em grande parte devido às notícias inesperadas da Argentina, com a reversão acelerada da tarifa zero de exportação de grãos, que restabelece um imposto de 9,5% sobre o milho, depor de ter atingido a meta de US$ 7 bilhões arrecadados, reduzindo assim a competitividade dos produtos argentinos no mercado mundial.

EUA-EXPORTAÇÕES MAIORES (altista)

Mas o relatório semanal sobre as exportações dos EUA também contribui para o tom positivo. O USDA reportou hoje as vendas de milho para 2025/2026 em 1.923.400 toneladas, acima das 1.231.600 toneladas reportadas no relatório anterior, acima da faixa esperada pelos traders de 1 a 1,80 milhão de toneladas e da média semanal necessária para atingir a meta oficial de exportação para toda a safra (75,57 milhões de toneladas) de 1,453 milhão de toneladas. O México foi o principal comprador, com 891.100 toneladas.

EUA-SECA NO CENTRO-OESTE (altista)

Tanto para o milho quanto para a soja, o limite para as altas é imposto pelas condições climáticas secas no Centro-Oeste, que devem continuar por pelo menos os próximos 10 dias e podem acelerar a colheita de grãos nos EUA.

COMPRA DA COREIA DO SUL (altista)

Um importador sul-coreano lançou uma licitação para 140.000 toneladas de milho durante a noite, com ofertas previstas para sexta-feira.

BRASIL-EXPORTAÇÕES MAIORES (altista para o Brasil, baixista para a CBOT)

As exportações brasileiras de milho em setembro estão estimadas em 7,61 milhões de toneladas, segundo a ANEC, um aumento de 0,49 milhão de toneladas em relação ao número anterior.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

PIB-Agro SP/CEPEA: PIB do agronegócio paulista cresce 4% em 2024 – MAIS SOJA

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O PIB do agronegócio do estado de São Paulo avançou 3,96% em 2024 frente ao ano anterior, segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, calculados em parceria com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Diante disso, em 2024, as participações do PIB do agronegócio paulista foram de 24% no PIB do agronegócio brasileiro, de 5,6% no PIB nacional e de 18,9% no PIB do estado de São Paulo.

Pesquisadores do Cepea indicam que, entre 2023 e 2024, o PIB do agronegócio paulista cresceu via preços (+7,1% nos preços relativos), pois o volume agregado encolheu (-2,93% no PIB-volume), devido sobretudo às quebras de safra e seus desdobramentos.

O PIB do segmento de insumos caiu 3,76% em relação a 2023. Os insumos agrícolas reduziram 9,02%, influenciados negativamente pela menor rentabilidade das lavouras, pelos altos custos de crédito, entre outros fatores. Os insumos pecuários cresceram 4,67%, em linha com a expansão das cadeias pecuárias.

O PIB do segmento primário caiu 11,36% frente a 2023. O segmento primário agrícola caiu 13,31%, e o pecuário recuou apenas 0,98%. A agricultura foi prejudicada pela estiagem prolongada no ano, além de impactos de incêndios sobre a cana e do greening sobre a laranja. Já na pecuária, a pressão veio dos preços menos favoráveis para a bovinocultura de corte e leite e dos ovos.

O PIB da agroindústria cresceu 6,89% frente a 2023. A de base agrícola aumentou 4,41% e a de base pecuária registrou expressivo crescimento de 27,53%. No ramo agrícola, o impulso veio dos preços, com recuo nos volumes após dois anos de avanços – devido às menores produções de açúcar e etanol. Na indústria pecuária, volumes e preços impulsionaram o PIB, com a firme demanda favorecendo os abates.

O PIB dos agrosserviços cresceu 7,83% em comparação ao ano anterior. Os serviços agrícolas cresceram 3,33% e os serviços pecuários tiveram expansão de 29,19% – refletindo o desempenho dos segmentos a montante.

Comparando os comportamentos do PIB e do mercado de trabalho do agronegócio de São Paulo entre 2012 e 2024: a produtividade do trabalho caiu no agronegócio e no estado nesse período. Nos dois casos, porque o número de empregos cresceu mais que o volume do PIB – em 2024, a produção de bens e serviços do agronegócio paulista foi apenas 0,1% superior à de 2012.

Outras informações sobre índices do PIB Agro de São Paulo: AQUI e por meio da Comunicação do Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Nicole Rennó e Leandro Gilio: (19) 3429-8836 / 8837 e cepea@usp.br

Fonte: Cepea



 

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Autor:CEPEA

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Margem da indústria avança com queda no custo da soja e alta dos derivados – MAIS SOJA

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A margem de esmagamento (“crush margin”) da soja avançou na semana passada no Brasil e nos Estados Unidos, impulsionada sobretudo pela valorização dos derivados, apontam dados do Cepea. No mercado brasileiro, além do menor custo da matéria-prima (soja em grão), o aumento da margem reflete a alta no preço do óleo de soja. Pesquisadores do Cepea apontam que a demanda por óleo de soja por parte das indústrias de biodiesel está aquecida atualmente, diante de preocupações relacionadas ao abastecimento de combustíveis e de rumores de paralisações no transporte rodoviário.

Nos Estados Unidos, o avanço na margem é influenciado pelo farelo de soja, que voltou a operar nos maiores patamares desde 2024. Quanto aos preços da soja em grão no mercado doméstico, pesquisadores do Cepea apontam que a pressão sobre os valores está associada às desvalorizações do mercado externo e do câmbio, fatores que reduzem a competitividade da oleaginosa nacional no mercado externo.

Além disso, o avanço da colheita no País, as condições climáticas favoráveis na Argentina e as expectativas de aumento de área nos Estados Unidos reforçam o viés de baixa. Ressalta-se que o movimento de queda foi limitado pela postura cautelosa dos produtores, que têm priorizado o armazenamento da soja recém-colhida, diante das incertezas relacionadas ao frete rodoviário e ao cenário geopolítico.

Fonte: Cepea



 

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Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Cotações do milho seguem firmes no Brasil e nos EUA – MAIS SOJA

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Os preços do milho seguem firmes nos cenários interno e externo. No Brasil, o foco dos produtores nas atividades de campo limita a liquidez, enquanto a demanda segue aquecida, com compradores buscando a recomposição de estoques. Contudo, pesquisadores do Cepea indicam que o volume de negócios se mantém restrito, por conta de incertezas geradas pelo atual contexto geopolítico e das inseguranças relacionadas à logística nacional, diante de possíveis paralisações no transporte de cargas. Esse cenário reforça a posição retraída dos agentes.

Quanto ao mercado externo, os valores do cereal subiram, impulsionados pela boa demanda dos Estados Unidos e pela valorização do petróleo, que melhora a competitividade relativa do etanol, que é feito principalmente com milho no país norte-americano. Por outro lado, segundo pesquisadores do Cepea, as altas externas foram contidas por preocupações com a área a ser semeada nos Estados Unidos. Com os custos de insumos como fertilizantes e combustíveis mais altos, diante do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, a produção de milho pode ser prejudicada.

Fonte: Cepea



 

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Autor:CEPEA

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