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Mato Grosso é o segundo estado do país que mais gerou empregos formais em julho, aponta caged

Mato Grosso se destacou em julho de 2025 como o segundo estado do país com o maior número de empregos gerados com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O estado registrou a criação de 9.540 novas vagas em julho, um aumento de 63,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 5.824 empregos formais.
Em termos absolutos, Mato Grosso ficou atrás apenas de São Paulo, que criou 42.798 empregos no mesmo mês.
As cinco cidades que mais se destacaram na geração de empregos em julho foram Cuiabá (1.632 vagas), Sapezal (791), Lucas do Rio Verde (743), Campo Verde (721) e Campo Novo do Parecis (683).
O setor agropecuário foi o principal responsável pelo aumento de vagas, com 3.805 empregos gerados, o que representa um crescimento de cerca de 198% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram criadas 1.277 vagas.
A indústria criou 1.539 postos; a construção, 1.600; os serviços, 1.872; e o comércio, 724. Com isso, Mato Grosso passou a contabilizar 995.536 pessoas empregadas com carteira assinada.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, esses números demonstram a tendência de crescimento do mercado de trabalho em Mato Grosso e indicam a expansão de diversos setores da economia estadual.
“Os dados do Caged reforçam o bom momento do mercado de trabalho em Mato Grosso e demonstram que nossas políticas de incentivo à economia e ao desenvolvimento regional estão gerando resultados concretos. É gratificante ver diferentes setores da nossa economia contribuindo para a criação de empregos e oferecendo oportunidades para a população”, afirmou.
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Onda de calor chega ao Brasil e eleva termômetros aos 40°C

A primeira onda de calor de 2026 já liga o sinal de alerta nas lavouras de soja, especialmente no interior da região Sul e em Mato Grosso do Sul. As temperaturas máximas devem ficar acima dos 35°C, podendo alcançar os 40°C em algumas áreas.
O cenário preocupa principalmente os produtores que ainda estão no plantio do milho segunda safra, já que o calor excessivo eleva a temperatura do solo e compromete a germinação. A recomendação, neste momento, é aguardar a passagem desse período mais crítico antes de avançar com a semeadura.
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Enquanto o calor domina parte do Centro-Sul, a chuva ganha força no Norte do país. Nos próximos dias, os maiores volumes devem se concentrar no Acre, norte do Pará e centro-norte do Maranhão, com acumulados entre 50 e 70 mm em apenas cinco dias. Esse padrão reforça o contraste climático entre as regiões e mantém o produtor atento às janelas ideais de manejo.
Como fica o tempo?
A mudança começa a aparecer na próxima semana. Com o enfraquecimento da onda de calor, a chuva volta gradualmente para a região Sul a partir de quarta e quinta-feira, com volumes entre 40 e 45 mm. Esse retorno também deve alcançar áreas de São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais, ajudando na recomposição da umidade do solo e criando melhores condições para o avanço das atividades no campo.
7 a 11 de abril
Já no período entre 7 e 11 de abril, a tendência é de intensificação das chuvas no Norte e no Matopiba, com volumes mais expressivos. Os acumulados podem ultrapassar os 70 mm em cinco dias no norte de Minas Gerais e no norte de Mato Grosso, reforçando um cenário de maior regularidade hídrica nessas regiões e exigindo atenção redobrada dos produtores quanto ao manejo e ao planejamento da safra.
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Colheita de soja avança no Brasil, mas segue atrasada em comparação à safra passada

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 71,5% da área plantada até o dia 27 de março, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. Apesar do avanço semanal, o ritmo dos trabalhos no campo ainda segue abaixo do registrado em anos anteriores.
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Na semana anterior, o índice era de 63,8%, indicando progresso nas operações. No entanto, em igual período do ano passado, a colheita já atingia 83,1% da área, enquanto a média histórica para o período é de 77,5%, o que reforça o atraso atual.
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‘Expectativas são boas, mas margens apertadas exigem eficiência no campo’, diz sojicultor de RR

Com a liberação do plantio da soja em Roraima a partir de 18 de março, os produtores dão início a uma nova safra em um cenário que mistura desafios financeiros e expectativa positiva. O estado segue um calendário diferente de semeadura e vazio sanitário, o que exige organização e estratégia. Mesmo diante das dificuldades, o sentimento no campo é de resiliência.
O Soja Brasil conversou com o produtor rural Leonardo Vendruscolo, de Alto Alegre, que detalha o momento vivido no estado. ”As expectativas são muito boas, por mais que o produtor esteja passando por dificuldades com margens apertadas. A gente segue sempre otimista, uma nova safra começa e o nosso papel é buscar uma boa produtividade”, afirma.
Segundo ele, o produtor está mais cauteloso, mas não perde o foco. “Acredito que o produtor está mais cauteloso pelo momento da agricultura no Brasil, mas ao mesmo tempo otimista, esperando uma melhora no preço até a colheita.”
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No campo, o clima tem dado algum suporte. Chuvas pontuais ajudam no preparo das áreas e na dessecação, enquanto a expectativa é de que o período chuvoso se consolide a partir de 20 de abril, marcando o início efetivo do plantio. Outro ponto positivo é a palhada formada ao longo de 2025. “Uma das principais estratégias nesta safra é a boa palhada que conseguimos construir. Isso vai ser muito positivo para a safra 26”, destaca Vendruscolo.
Por outro lado, o peso dos custos é um dos maiores desafios, principalmente para quem busca expandir a área. “O maior impacto que vejo aqui em Roraima é a abertura de novas áreas, porque demanda mais corretivos e fertilizantes. Isso exige crédito, e hoje o crédito está mais limitado, com juros elevados”, explica. Mesmo com parte dos insumos adquiridos antecipadamente, o cenário ainda preocupa. “Conseguimos comprar fertilizantes entre outubro e dezembro com preços melhores, mas hoje os custos estão muito elevados.”
Diante desse cenário, a saída tem sido investir em eficiência. “O produtor está cada vez mais tecnificado. É usar semente de qualidade, agricultura de precisão, colocar só o necessário, principalmente porque os fertilizantes estão caros”, afirma. Para ele, o momento exige decisões mais assertivas. “Agora é produzir bem, fazer o básico bem feito e esperar que o preço da soja melhore até a colheita, para termos um cenário mais animador.”
Mesmo com os desafios, o sentimento predominante ainda é de esperança. “As expectativas são muito boas. Mesmo com as dificuldades, o produtor segue otimista e focado em fazer o seu papel dentro da porteira”, conclui.
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