Sustentabilidade
Chicago/CBOT: Milho fechou em baixa com menor produção diária de etanol desde maio – MAIS SOJA

Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 27/08/2025
FECHAMENTOS DO DIA 27/08
Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em baixa de 1,29% ou $ -5,00 cents/bushel, a $ 382,50. A cotação para dezembro fechou em baixa de 0,85% ou $ -3,50 cents/bushel, a $ 406,00.
ANÁLISE DA BAIXA
O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta quarta-feira. As cotações do cereal foram pressionadas pela proximidade da colheita da safra recorde dos EUA e pela entrada da safrinha brasileira no mercado. A forte concorrência do Brasil tem levado os preços a níveis mínimos. No entanto, o bom desempenho das exportações americanas tem ajudado a sustentar o mercado, com projeções de vendas semanais que devem se manter altas para atingir a meta anual. A produção diária de etanol nos EUA diminuiu no comparativo semanal, sendo este o menor volume diário desde o final de maio.
B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou de forma mista com suporte vindo do mercado físico
Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. O contrato de setembro fechou em baixa, visto a proximidade da data de entrega. Maio 26 registou um pequeno ajuste negativo, enquanto os demais conseguiram algum apoio vindo do mercado físico. Com os preços em baixa, o produtor segue negociando a safra de soja, esperando melhores negócios para o milho. A dificuldade de acesso a maiores lotes de milho tem mantido o preço spot firme no interior. O que sustenta a atual linha de suporte na B3.
OS FECHAMENTOS DO DIA 27/08
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,77, apresentando baixa de R$ 0,35 no dia e alta de R$ 0,40 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 69,89, com alta de R$ 0,17 no dia e alta de R$ 1,69 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 72,05, com alta de R$ 0,26 no dia e alta de R$ 1,31 na semana.
NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-BOAS EXPORTAÇÕES E RELUTÂNCIA DOS AGRICULTORES (altistas)
Os únicos fatores que sustentam a safra de ração dos EUA hoje são o desempenho favorável das exportações previstas e uma certa relutância por parte dos agricultores em entregar seus novos grãos a preços que oscilam dentro dos níveis mínimos para grande parte dos contratos ativos.
EUA-ETANOL-MENOR PRODUÇÃO, MENORES ESTOQUES (altistas)
O relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) teve pouco impacto no mercado de milho dos EUA hoje, pois reduziu a produção diária de etanol de 1.072.000 para 1.070.000 barris, quase em linha com os 1.071.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 22.688.000 para 22.549.000 barris, um nível que permaneceu abaixo dos 23.572.000 barris em estoque no ano anterior.
BRASIL PERDEU OUTRA LICITAÇÃO NA COREIA DO SUL
A empresa MFIG, da Coréia do Sul, promoveu outra licitação para adquirir milho no mercado internacional, mas quem venceu foi o milho americano, que ofertou preços ao redor de US$ 237, contra R$ 245 CIF, do milho sul-americano (Brasil e Argentina), que continuam muito caros.
Fonte: T&F Agroeconômica

Sustentabilidade
Milho/BR: Colheita avança e chega à 8,6% da área total – MAIS SOJA

Milho/Colheita:Em MG, a maioria das lavouras se encontra nos estádios reprodutivos e apresentam boas condições. No RS, o tempo seco do início da semana favoreceu o avanço da colheita. Na BA, as condições climáticas continuam a favorecer as lavouras.
No PI, a irregularidade das chuvas compromete o potencial produtivo de algumas áreas do centro-norte do estado. No PR, o tempo mais seco e as altas temperaturas têm acelerado a maturação do cereal.
Em SC, a colheita avança timidamente e está muito atrasada em relação à média das últimas safras. Em SP, as precipitações frequentes têm favorecido, principalmente, as áreas
em enchimento de grãos.
No MA, o plantio continua nas regiões Nordeste e Leste, e é favorecido pela maior regularidade das precipitações. Em GO, tem aumentado a pressão de pragas no leste do estado, mas ainda sem comprometer o potencial produtivo da cultura. As chuvas frequentes têm favorecido o desenvolvimento do cereal em todo o estado. No PA, a regularização das chuvas favorece a cultura em todas as regiões do estado.
Fonte: CONAB
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Chicago fecha em baixa no trigo sob influência da ampla oferta global – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta segunda-feira (2) em baixa, em um pregão marcado pela influência negativa do cenário de ampla oferta global e pelo fraco desempenho dos mercados vizinhos. Apesar de as perdas terem sido mais acentuadas ao longo do dia, o cereal reduziu o ritmo de queda no fechamento.
O mercado acompanhou o movimento negativo da soja e do milho, além do forte recuo dos preços do petróleo em Nova York, fatores que ampliaram a pressão sobre as cotações do trigo. Ao mesmo tempo, o suporte climático perdeu força diante da presença de cobertura de neve em áreas produtoras, o que reduziu os riscos imediatos às lavouras de inverno.
No campo da demanda, as inspeções de exportação norte-americanas de trigo somaram 326.828 toneladas na semana encerrada em 29 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume ficou abaixo do registrado na semana anterior, de 378.991 toneladas, mas superou o observado em igual período do ano passado, quando totalizou 253.137 toneladas.
No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de junho de 2025, as inspeções alcançam 16.685.581 toneladas, acima das 14.067.849 toneladas registradas no mesmo intervalo da temporada anterior.
Os contratos com entrega em março de 2026 fecharam cotados a US$ 5,27 3/4 por bushel, baixa de 10,25 centavos, ou 1,90%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em maio de 2026 encerraram a US$ 5,36 1/2 por bushel, recuo de 9,50 centavos, ou 1,73%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Chicago fecha em baixa no milho seguindo queda do petróleo e dólar forte – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com os preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela forte queda do petróleo em Nova York, associada à redução das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. A valorização do dólar frente a outras moedas complementou o quadro negativo.
Além disso, as chuvas recentes no oeste da Argentina melhoraram a umidade do solo, embora a Bolsa de Buenos Aires destaque que novas precipitações ainda serão necessárias nas próximas semanas para evitar perdas de rendimento. O quadro de demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos limitou uma maior queda.
As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.136.352 toneladas na semana encerrada no dia 29 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.547.064 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.260.984 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro de 2025, as inspeções somam 32.611.083 toneladas, contra 21.761.284 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,25 3/4, com baixa de 2,50 centavos, ou 0,58%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio fechou a sessão a US$ 4,33 1/2 por bushel, recuo de 2,25 centavos ou 0,51% em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Safras News)
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