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Agro Mato Grosso

Seaf/MT participa do Interleite Brasil 2025 e reforça compromisso com cadeia leiteira em Mato Grosso

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Produtores de pequena escala representam 98% da produção de leite no país

A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf/MT) marcou presença no Interleite Brasil 2025, um dos principais eventos da cadeia produtiva do leite no país. Essa foi a terceira participação de representantes da pasta no encontro, que reuniu produtores, técnicos, especialistas, representantes de cooperativas e empresários de todo o Brasil para debater os desafios e o futuro do setor. O evento foi realizado nesta quarta (20) e quinta (21.08), em Goiânia (GO).

O técnico da cadeia leiteira da Seaf/MT, Eduardo Silva Dantas, destacou que o Interleite Brasil deste ano reforça a necessidade de olhar para os produtores de pequena escala, que representam 98% do setor no país. Segundo ele, as informações obtidas comprovam que as políticas públicas executadas pela Seaf/MT, em parceria com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), estão no caminho certo.

“Já temos esse trabalho de investimento em ordenhadeiras e resfriadores. Temos o programa de melhoramento genético em que fomentamos todos esses produtores de pequena escala. Levar assistência técnica ao campo é muito importante, pois o principal problema é a falta de conhecimento de gestão de propriedade, tema que voltou a ser discutido no evento, e a dificuldade de acesso a crédito, que trabalhamos na Seaf/MT”, destacou.

A médica veterinária Vania Angela Kohl, responsável pela cadeia leiteira da Seaf/MT, reforçou que a participação no Interleite Brasil é estratégica para fortalecer o trabalho no Estado. “A presença da secretaria no evento é fundamental para fortalecer ainda mais nossa atuação na cadeia produtiva do leite. Com as informações recebidas, vamos aprimorar nossas ações junto às cooperativas e associações de agricultores familiares”, ressaltou.

Também participou do evento o técnico Jurandyr José Pinto, compondo a equipe da Seaf/MT dedicada ao setor. Entre os principais debates do encontro estiveram temas como crédito público e privado, gestão de fazendas familiares, sucessão no campo, inovação tecnológica e o papel de cooperativas e laticínios na profissionalização da atividade.

Com mais de duas décadas de realização, o Interleite Brasil é considerado um dos maiores espaços de debate da cadeia leiteira no país. Em 2025, o encontro teve como tema central “Como fazer mais produtores participarem do futuro do leite no Brasil?”, reforçando que a profissionalização, aliada à tecnologia e à assistência técnica, é o caminho para fortalecer os pequenos produtores.

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Veja o vídeo – Pescador fisga piraíba de 2,27 metros durante pesca em Feliz Natal I MT

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Sandro Mick estava na aldeia Morená, em Feliz Natal, em projeto coordenado por cacique

Um pescador de pesca esportiva teve uma experiência inesquecível em Feliz Natal (536 km de Cuiabá), na semana passada. Durante um projeto de pesca esportiva, Sandro Mick fisgou um piraíba de 2,27 metros, considerado um dos maiores já registrados na região.

O pescador contou que a captura levou cerca de uma hora até conseguir retirar o peixe da água. Com mais de 20 anos de prática no esporte, Sandro afirmou que nunca havia pescado um exemplar desse porte.

VIDEO:

“Já peguei pirara de 1,5 metro, jaú parecido com isso, mas desse tamanho não”, relatou em entrevista ao Só Notícias.

No momento da fisgada, Sandro estava acompanhado da esposa, que também compartilha da paixão pela pesca. Com o auxílio de indígenas e outros pescadores, foi feita a medição que confirmou os 2,27 metros de comprimento.

O peixe permaneceu na água durante todo o processo, garantindo sua integridade física. Após os registros fotográficos e medições, o piraíba foi devolvido ao rio.

 

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Menor município de MT perde 9 habitantes e é o 4° menos populoso do Brasil; conheça

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Araguainha, o menor município de Mato Grosso, perdeu nove habitantes em um ano e agora contabiliza 997 moradores, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nessa quinta-feira (28).

Localizada a 471 km da capital, a cidade se mantém como a quarta menor do país há três anos. No censo realizado pelo IBGE, em 2022, o município tinha 1.010 habitantes.

A cidade foi emancipada em fevereiro de 1964 e herdou o nome do Rio Araguainha, que corta o território e deságua no Rio Araguaia.

O município também é berço da maior cratera criada por um meteoro na América do Sul, o Domo de Araguainha. A cratera é um dos 100 principais sítios geológicos do mundo, com um diâmetro de 40 quilômetros e área total de aproximadamente 1,3 mil km², a cratera é maior que a cidade do Rio de Janeiro, que tem 1,2 mil km².

Conforme publicado no Diário Oficial da União, os cinco municípios menos populosos do Brasil são:

  1. Serra da Saudade (MG) com 856 habitantes,
  2. Anhanguera (GO) com 913 pessoas,
  3. Borá (SP) com 932 moradores,
  4. Araguainha (MT) com 997 habitantes,
  5. Nova Castilho (SP), com população estimada em 1.072

 

📝História do município

Araguainha foi colonizada nos anos 40, com a chegada de garimpeiros. Em 1947, o Prefeito do município de Alto Araguaia, requereu junto ao governo estadual a criação de um povoado para a região, que recebeu o nome de Couto Magalhães, em homenagem ao ex-presidente da Província.

A Lei estadual nº 1.964 de 11 de novembro de 1963 criou o município de Araguainha, desmembrando do município de Ponte Branca. O nome foi escolhido pela cidade estar situada à margem esquerda do rio Araguainha que deságua no rio Araguaia.

O território do município de Araguainha ocupa 690,35 Km. Geograficamente está a 400 metros de altitude, ao leste do estado, limitando-se com os municípios de Alto Garças (ao oeste), Ponte Branca (ao norte) e Alto Araguaia (ao sul). As principais vias de acesso são a rodovia MT 100 ligada à BR 364.

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Amaggi e Inpasa criam joint venture para usina de etanol de milho com investimento inicial de R$ 2,5 bi

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A Amaggi e a Inpasa anunciaram nesta sexta-feira (29) a criação de uma joint venture para a construção de indústrias de etanol de milho em Mato Grosso. Inicialmente serão três plantas, sendo a primeira a ser construída em Rondonópolis. A previsão é que R$ 2,5 bilhões sejam investidos no município.

De acordo com a Amaggi e a Inpasa, o investimento representa um passo a mais “no plano de expansão das companhias, com foco na industrialização de commodities e geração de maior valor agregado à cadeia produtiva”.

“A parceria deverá contar com a sólida atuação da Amaggi nas áreas de originação de grãos e logística e com a expertise da Inpasa, maior produtora e referência nacional na fabricação de biocombustível à base de milho e outros cereais”, diz nota da Amaggi e Inpasa.

As plantas terão capacidade inicial para processar aproximadamente dois milhões de toneladas de milho. Além de Rondonópolis, estudos são realizados para a implantação de unidades fabris em Campo Novo do Parecis e Querência.

O anúncio da parceria foi realizado de modo online e contou com a presença do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL/MT).

Para o prefeito, o investimento deverá “dinamizar a economia local”, além de outros municípios que circundam Rondonópolis.

“Nosso primeiro ato governamental foi regulamentar a lei de liberdade econômica. Estamos conversando com empresas locais, brasileiras e internacionais. Nossa luta contra a burocracia tem sido intensa. Nós tínhamos um ambiente hostil aos negócios, estamos construindo uma cultura acolhedora e honrosa com quem quer empreender com seriedade”, salienta Cláudio Ferreira.

Foto: Prefeitura de Rondonópolis

A previsão, segundo a prefeitura, é que sejam gerados cerca de dois mil empregos na construção e 300 durante a operação.

“A nossa empresa e família tem uma história em Rondonópolis, por isso estamos felizes em poder investir nessa cidade. Além dos empregos diretos, a instalação dessa planta vai impactar positivamente a pecuária intensiva e o comércio local”, declarou Blairo Maggi durante o anúncio.

Rondonópolis está localizada na região sudeste de Mato Grosso. Conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a região semeou pouco mais de 1,08 milhão de hectares nesta safra 2024/25 com milho e possui uma projeção de colheita de 8,426 milhões de toneladas, 22,12% a mais do que na temporada anterior.

Estimativas do Instituto, apresentadas durante o evento Florestar 2025, promovido pela Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), em Sinop, nesta quinta-feira (28), apontam que o estado deverá produzir 5,62 milhões de litros de etanol de milho nesta temporada 2025/26. A previsão para 20233/24 é que o volume supere os 13,14 milhões de litros, um crescimento de 133,78%.


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