Politica
Governador destaca confiança na gestão e investimentos em Cuiabá chegam a R$ 3 bilhões

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, foi recebido nesta quinta-feira (10) no Palácio Paiaguás pelo governador Mauro Mendes, em uma reunião que contou também com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta, do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, e do chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Willian Campos.
A agenda institucional reforçou a continuidade do diálogo entre a Prefeitura e o Governo do Estado, com foco em obras estruturantes e parcerias em áreas estratégicas para melhorar a qualidade de vida da população cuiabana.
Durante o encontro, o prefeito Abilio apresentou pessoalmente uma série de projetos para execução de obras importantes na capital, como duplicações de vias, construção de viadutos, asfaltamento de bairros e reestruturação de corredores urbanos.
O governador Mauro Mendes entregou ao prefeito uma relação de obras que o Estado já executou ou mantém em andamento em Cuiabá, cujos investimentos ultrapassam R$ 3 bilhões. Ele também sinalizou apoio às novas demandas apresentadas e enfatizou confiança na atual gestão.
“Agora temos confiança de que os recursos aplicados em Cuiabá serão bem geridos. Isso nos dá segurança para voltar a investir com força na cidade. Sempre estivemos dispostos a ajudar Cuiabá e vamos continuar investindo. Recebemos os pedidos e informamos o que já estamos investindo e o que vamos continuar”, afirmou Mauro Mendes.
A pauta também contemplou obras que devem ter continuidade nos próximos meses, como a duplicação da Avenida do CPA até o Contorno Leste, a finalização da pavimentação do Contorno Leste até a MT-251, além da construção de novos viadutos em pontos estratégicos para melhorar o fluxo do trânsito na cidade.
Abilio destacou a responsabilidade financeira encarada pela atual gestão e agradeceu ao chefe do Executivo estadual. “Desde o início da nossa gestão, temos trabalhado com responsabilidade fiscal e planejamento técnico. Estamos mostrando que é possível fazer diferente e garantir que Cuiabá avance com seriedade. Com o governador, falamos de diversos assuntos, como a criação de uma usina de asfalto, a pavimentação de bairros e o apoio na saúde, com doação de leitos e equipamentos”, afirmou o prefeito.
O prefeito também solicitou apoio do Estado para o envio de maquinário e equipamentos para o mobiliário do novo Centro Médico Infantil da Santa Casa, que está sendo construído no prédio do antigo Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. A unidade será voltada exclusivamente ao atendimento pediátrico, com estrutura moderna e equipamentos próprios.
A agenda institucional também abordou parcerias nas áreas da habitação e segurança pública, com foco em ações conjuntas entre as secretarias municipais e estaduais. A partir de agora, novas reuniões técnicas serão realizadas para alinhar os projetos e definir o cronograma de execução.
“A parceria com o Governo do Estado é essencial para destravar obras que ficaram paradas por anos. Queremos que Cuiabá cresça com planejamento e apoio mútuo”, reforçou Abilio.
Agro Mato Grosso
Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.
A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.
Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.
De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.
A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.
Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..
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Politica
PL de autoria de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

O texto ainda reconhece a cidade de Dom Aquino como a capital mato-grossense das Folias de Reis
Em sessão ordinária desta quinta-feira (19) foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025, de autoria do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural de Mato Grosso. O projeto também reconhece o município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.
“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max Russi.
A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus.
A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes que se mantêm vivos graças à atuação diligente de mestres e brincantes, como são chamados os festeiros.
Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o poder executivo municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.
O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.
Agro Mato Grosso
Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.
“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.
A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).
O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.
Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.
“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.
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