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Politica

Na TV Cuiabá, Cidinho confirma chancelamento de nome de Pivetta para disputar Governo em 2026

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Conteúdo/ODOC – O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), foi oficializado como pré-candidato ao Palácio Paiaguás em 2026 pelo núcleo político e empresarial que sustenta a atual gestão estadual. A confirmação ocorreu durante entrevista por telefone ao apresentador Roberto França, no programa Resumo do Dia, da TV Cuiabá.

Segundo o empresário e ex-senador Cidinho (PP), o chancelamento aconteceu durante um jantar realizado na noite desta terça-feira (8), na chácara da Bom Futuro, propriedade do empresário Eraí Maggi, em Cuiabá.

“A tratativa foi no sentido de o governador Mauro Mendes e os demais presentes reafirmarem o compromisso com a candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo do Estado, pela continuidade da atual gestão. Mas, uma decisão pessoal do governador pelo nome de Pivetta. As definições partidárias vão acontecer dentro dos prazos legais e junto aos partidos aliados. É por um Mato Grosso mais próspero para todos”, disse.

O ex-senador Blairo Maggi (PP) também participou do encontro. “A reuniao foi ótima, saímos daqui arredondado com a candidatura de Pivetta. Precisamos eleger o homem para ter 12 anos de prosperidade nesse Estado”, afimou.

Alem de Blairo Maggi, o encontro reuniu lideranças de peso, como o governador Mauro Mendes (União), o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), o empresário e ex-senador Cidinho Santos (PP) e o presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira. A reunião teve clima de definição e serviu para consolidar a aliança em torno de Pivetta, que até então vinha mantendo perfil discreto nas articulações eleitorais.

O movimento visa preparar o grupo com antecedência para o pleito estadual, evitando os desgastes provocados por disputas internas como as que marcaram a eleição de 2024 em Cuiabá. Na capital, a base governista se dividiu entre as candidaturas de Eduardo Botelho (União) e Fábio Garcia (União), o que gerou fissuras ainda presentes.

No jantar, tanto Max Russi quanto Cidinho Santos — nomes cotados anteriormente como possíveis candidatos — reafirmaram apoio à pré-candidatura de Pivetta. O gesto foi interpretado como um sinal claro de unidade interna e comprometimento com a manutenção da hegemonia conquistada nas últimas eleições.

A bancada estadual do Republicanos também compareceu em peso. Os deputados Diego Guimarães, Valmir Moretto e Ondanir Bortolini, o Nininho, reforçaram o alinhamento com a candidatura de Pivetta. Diego, inclusive, já vinha defendendo publicamente o nome do vice-governador desde 2022.

A cúpula partidária foi representada ainda pelo presidente estadual do Republicanos, Adilton Sachetti, e por nomes influentes como o ex-ministro Blairo Maggi, o deputado estadual Paulo Araújo (PP), presidente da sigla no estado, o ex-deputado federal Neri Geller e o ex-secretário da Casa Civil Mauro Carvalho (PRD).

O retorno de Geller ao grupo governista também foi simbolicamente marcado no encontro. Ele havia se distanciado nas eleições de 2022, quando disputou o Senado pela chapa encabeçada por Márcia Pinheiro (PV), adversária de Mauro Mendes naquele pleito.

Mauro Carvalho, que é suplente de Wellington Fagundes (PL) no Senado — hoje posicionado no campo oposto — também participou do jantar e declarou apoio a Pivetta. Considerado um dos principais articuladores políticos do grupo e com forte trânsito no setor empresarial, Carvalho reforçou a coesão em torno do projeto de continuidade.

O atual secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, e o presidente da MT Par, Wenner Santos, completaram a lista de presenças representando o governo estadual.

A estratégia do grupo é se antecipar ao calendário eleitoral e articular uma aliança sólida, evitando brechas para a oposição. Com o nome de Pivetta já definido, a base governista inicia a corrida por apoios em todo o estado, mirando mais uma vitória nas urnas.



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Agro Mato Grosso

Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.

A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.

Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.

De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.

A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.

Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..

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Politica

PL de autoria de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

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O texto ainda reconhece a cidade de Dom Aquino como a capital mato-grossense das Folias de Reis

Em sessão ordinária desta quinta-feira (19) foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025, de autoria do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural de Mato Grosso. O projeto também reconhece o município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.

“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max Russi.

A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus.

A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes que se mantêm vivos graças à atuação diligente de mestres e brincantes, como são chamados os festeiros.

Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o poder executivo municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.

O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.

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Agro Mato Grosso

Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

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O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.

“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.

A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.

Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.

“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.

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