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18 de junho de 2026

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Aprosoja MT promove debate sobre os impactos da Reforma Tributária no agronegócio

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O encontro virtual contou com a participação do advogado Leonardo Furtado Loubet, especialista em tributação no agronegócio

A Comissão de Política Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) realizou, na segunda-feira (07.07), uma live para discutir os principais impactos da Reforma Tributária no setor agropecuário. O encontro virtual contou com a participação do advogado Leonardo Furtado Loubet, especialista em tributação no agronegócio, e do consultor de relações governamentais da Aprosoja MT, Thiago Brás Rocha, que atuou como mediador.

Logo no início do bate-papo, o advogado Leonardo Loubet destacou que a Reforma Tributária não seria tão urgente quanto se propaga, uma vez que, segundo ele, não promoverá simplificação e tende a sobrecarregar segmentos estratégicos, como o setor de prestadores de serviços e o agronegócio.

“A Reforma Tributária não vai modificar a complexidade e a carga tributária. A reforma não vai modificar nem uma coisa e nem outra. Ela, em termos gerais, teve como objetivo manter a carga fiscal atual. Agora, quando se tem um segmento que terá benefícios, isso significa que alguém está se beneficiando pagando menos, outro grupo pagará mais. Quem pagará mais? Os prestadores de serviço e o agro”, afirmou.

O advogado também apontou uma mudança estrutural relevante que afetará diretamente o produtor rural, que se trata da substituição de cinco tributos que atualmente não recaem sobre o setor por dois que passarão a incidir obrigatoriamente.

“O mais importante é que de cinco tributos que o produtor não paga, será trocado por dois que o produtor passará a pagar, que são o IBS e CBS. Não precisa ser um gênio para deduzir que haverá, sim, um aumento de carga fiscal para o produtor rural. Na prática, o produtor rural passa a integrar a cadeia econômica da perspectiva fiscal e toda a operação será tributada, seja ela o fornecimento de insumos (antes da porteira), a atividade desenvolvida dentro da porteira, o produtor rural pessoa física ou jurídica e a agroindústria. Todas essas etapas serão tributadas”, alertou Leonardo.

Durante a conversa, o advogado Leonardo Loubet  reforçou os pontos mais críticos da reforma, como a incidência sobre pessoas físicas, contratos de locação, o setor imobiliário e, especialmente, o agronegócio e os prestadores de serviço. “Unificar os dois tributos que recaem sobre as empresas, unificar ICMS e IPI não me pareceria um grande problema. O problema foi querer adotar a mesma régua para todo mundo. A grande dificuldade da Reforma Tributária está aí”, destacou.

O consultor de relações governamentais da Aprosoja MT, Thiago Brás Rocha, ressaltou que a entidade acompanha de perto a tramitação das mudanças e tem buscado orientar o produtor rural para minimizar os impactos da nova Reforma Tributária.

“Depois do desdobrar dessa questões que foram para a Constituição e Lei Complementar, a gente chegou à conclusão que precisamos preparar o produtor para ele sofrer o quanto menos possível. E a gente está orientando até que o produtor, se tiver condições, para ser contribuinte e ter um cuidado grande sobre o livro caixa”, finalizou.

A Aprosoja MT segue firme no compromisso de levar informação de qualidade ao produtor rural sobre os impactos da Reforma Tributária. Além das lives promovidas pela entidade, a temática também está sendo abordada no podcast Apro360, por meio de um quadro especial que conta com a participação de especialistas e representantes de destaque no setor, com o objetivo de esclarecer dúvidas e orientar o produtor de forma acessível e prática.

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Com ar e Wi-Fi, Cuiabá conquista 2º lugar no Brasil com a frota de ônibus mais nova

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Capital mato-grossense fica atrás apenas do Distrito Federal. Somente neste ano, 62 veículos zero quilômetro foram incorporados para atender 180 mil passageiros diários

 

Cuiabá alcançou um importante marco na mobilidade urbana ao conquistar a segunda posição entre as capitais brasileiras com a frota de ônibus mais nova do país. O reconhecimento foi apontado em levantamento da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), entidade que reúne e representa as operadoras do transporte coletivo urbano em todo o Brasil. Os dados foram divulgados no início de junho.

De acordo com o relatório, a capital mato-grossense possui atualmente idade média de apenas 3,5 anos em sua frota de ônibus urbanos, ficando atrás somente do Distrito Federal, que registra média de 2,2 anos. O resultado coloca Cuiabá em destaque nacional e muito à frente da média brasileira, atualmente em 6,4 anos.

O desempenho reflete uma política contínua de renovação e modernização do transporte coletivo, que tem garantido mais conforto, segurança, acessibilidade e sustentabilidade aos usuários. Somente em 2026, foram incorporados 62 novos ônibus zero quilômetro ao sistema, fortalecendo a operação que atende diariamente cerca de 180 mil passageiros.

Os novos veículos contam com ar-condicionado, internet gratuita, acessibilidade para pessoas com deficiência e motores equipados com tecnologia Euro 6, que reduz significativamente a emissão de poluentes e contribui para a melhoria da qualidade ambiental da cidade.

A renovação registrada em 2026 foi distribuída entre as empresas operadoras do sistema. A Rápido Cuiabá incorporou 26 novos ônibus, a VPAR recebeu 25 veículos zero quilômetro e a Integração Transportes colocou em circulação mais 11 novos veículos. Juntas, as empresas reforçaram a qualidade do atendimento e ampliaram a capacidade operacional do sistema.

Atualmente, o transporte coletivo de Cuiabá opera com uma frota de 365 ônibus distribuídos em 86 linhas, que percorrem aproximadamente 83.767 quilômetros por dia. De segunda a sexta-feira, são realizadas, em média, 5.579 viagens diárias para garantir o deslocamento da população entre os diversos bairros da cidade.

A modernização da frota também atende às exigências estabelecidas pelo contrato de concessão do serviço, acompanhado pela Cuiabá Regula, Agência de Fiscalização e Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Município de Cuiabá. Entre as determinações vigentes está o limite máximo de 10 anos de fabricação para os veículos em operação, garantindo um padrão elevado de qualidade e segurança para todas as pessoas que utilizam o sistema.

Segundo a secretária municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, coronel Francyanne Lacerda, além de proporcionar mais conforto aos passageiros, a renovação contínua da frota fortalece a mobilidade urbana, reduz custos operacionais e contribui para um sistema mais eficiente e alinhado às necessidades de uma cidade que continua crescendo.

“Seguiremos trabalhando para fortalecer o transporte coletivo como um serviço essencial para a qualidade de vida dos cuiabanos”, destacou.

Para o presidente da Associação Mato-grossense de Transporte Urbano (MTU), Ricardo Caixeta, “o reconhecimento nacional obtido por Cuiabá reforça o compromisso das empresas do setor de transporte público, da administração municipal e dos órgãos reguladores em oferecer um transporte coletivo cada vez mais moderno, eficiente e sustentável, consolidando a capital mato-grossense como referência em renovação de frota e qualidade dos serviços prestados à população”, pontuou.

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Seduc nega descarte irregular e afirma que livros foram destinados à reciclagem

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Secretaria informa que material estava fora do ciclo de utilização e que procedimento seguiu normas do FNDE, sem apontamento de irregularidades pelo Ministério Público

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) esclarece que não houve descarte irregular de livros didáticos. Mas sim, a doação para a recicladora Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Água Boa (ACAMARA) de livros que estavam fora do ciclo de utilização, ou que já haviam sido utilizados pelos estudantes, seguindo a legislação vigente (Resoluções CD/FNDE nº 11/2023 e CD/FNDE nº 12/2020).

Todos os registros e documentos foram encaminhados à 1ª Promotoria de Justiça Cível de Água Boa, que constatou ausência de irregularidades ou condutas ilegais.

A Seduc-MT reitera seu compromisso com a transparência e a eficiência na gestão pública e segue à disposição dos órgãos de controle e toda a comunidade para esclarecer quaisquer dúvidas.

 

Com Assessoria

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Polícia Civil mira integrantes de facção em operação contra o tráfico em Comodoro

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Mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra suspeitos de atuar na movimentação financeira e logística de organização criminosa

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta quinta-feira (18.6), mandados de busca e apreensão domiciliar contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos com o tráfico de drogas no município de Comodoro.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Comodoro.

Segundo as investigações, um dos alvos seria responsável pela movimentação financeira da facção criminosa, recebendo valores oriundos da comercialização de entorpecentes por meio de transferências eletrônicas. Outro investigado atuaria na logística do grupo, enquanto um terceiro alvo foi identificado por manter vínculos operacionais com integrantes já investigados por tráfico de drogas e outros crimes correlatos.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais realizaram buscas em imóveis urbanos e rurais vinculados aos investigados visando reunir elementos probatórios da movimentação financeira do tráfico e promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo criminoso.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

 

Com Assessoria

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