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6 de maio de 2026

Sustentabilidade

O mapa do sucesso: vazio sanitário pode turbinar sua próxima safra – MAIS SOJA

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vazio sanitário da soja é uma ferramenta essencial de manejo fitossanitário para o controle da ferrugem asiática, uma das doenças mais severas da cultura. Agora, com a recente publicação da Portaria nº 1.271 do MAPA, que define oficialmente os períodos de vazio e calendário de semeadura em nível nacional para a safra 2025/2026, a prática ganha ainda mais peso.

“O vazio sanitário não é apenas uma janela sem plantio. Ele é parte fundamental de uma estratégia ampla que protege toda a cadeia produtiva da soja, garantindo um ponto de partida mais seguro e sustentável para a próxima safra”, explica Roberto Rodrigues, gerente de marketing da Ourofino Agrociência.

O executivo reforça que a medida contribui diretamente para a redução do inóculo da ferrugem asiática no ambiente, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi: com potencial de causar perdas de produtividade que chegam a até 90%, a doença pode se manifestar em qualquer estádio da planta e exige um controle rigoroso e técnico — e o vazio sanitário é o primeiro passo nesse processo.

A obrigatoriedade do vazio sanitário, que estabelece um período mínimo de 90 dias sem plantas vivas de soja nas lavouras, está oficialmente regulamentada em 22 estados e no Distrito Federal, com variações de datas conforme clima e dinâmica fitossanitária local. A medida é parte do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), que também institui o calendário de semeadura como ação complementar, com o objetivo de reduzir a pressão de seleção de fungicidas e o risco de resistência fúngica.

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“Essa abordagem integrada entre vazio sanitário, calendário de plantio e uso consciente de defensivos é o que sustenta a produtividade da cultura no longo prazo. É uma responsabilidade compartilhada entre produtores, indústrias, pesquisadores e o poder público”, reforça o especialista da Ourofino Agrociência.

Soja: o Brasil como protagonista mundial

Segundo dados da Conab, o Brasil segue como líder mundial na produção de soja, com mais de 45 milhões de hectares plantados na última safra. A cultura movimenta milhares de empregos diretos e indiretos e representa um dos pilares econômicos do agronegócio brasileiro, com protagonismo especialmente em estados como Mato Grosso, Paraná, Goiás, Bahia e Rio Grande do Sul.

Para que a cultura se desenvolva eficazmente, o especialista orienta que, encerrado o período do vazio sanitário, os produtores retomem o manejo com inteligência e planejamento técnico, valorizando o uso adequado de defensivos que maximizam a eficiência do controle e reduzem riscos fitossanitários, como:

🔹 Herbicidas: essenciais no controle de plantas daninhas e tigueras – plantas que crescem espontaneamente em uma lavoura, geralmente após a colheita de uma cultura anterior -, com destaque para o Terrad’or®, herbicida à base de tiafenacil, eficaz inclusive em áreas com resistência.

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🔹 Inseticidas: para proteção contra pragas iniciais, como percevejos e lagartas, a indicação é o Vivantha®, que combina alta performance e seletividade.

🔹 Fungicidas: o uso preventivo de soluções como o Dotte®, lançamento recente da Ourofino Agrociência, que proporciona alto controle da ferrugem e manchas foliares, promovendo sanidade e longevidade da lavoura.

Serviço:

Informações sobre a nova portaria do MAPA, acesse: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/mapa-publica-portaria-que-estabelece-vazio-sanitario-e-calendario-de-semeadura-da-soja-para-a-safra-2025-2026

Sobre a Ourofino Agrociência

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A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica, considerada uma das mais modernas do mundo no segmento, está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilo/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de Reimaginar a Agricultura Brasileira. Mais informações no site www.ourofinoagro.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa Ourofino Agrociência



 

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Sustentabilidade

Manejo da resistência de fungos a fungicidas – MAIS SOJA

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O manejo da resistência de patógenos, especialmente de origem fúngica, é um dos principais desafios relacionados ao controle de doenças em culturas como a soja. Embora medidas integradas possam ser empregadas para manejo das doenças em soja, os fungicidas químicos continuam sendo as ferramentas mais utilizadas para o controle de doenças em escala comercial.

Nesse contexto, estratégias de manejo necessitam ser adotadas visando “frear” a evolução dos casos de resistência das doenças aos fungicidas. Considerando a dificuldade em desenvolver e registrar novas moléculas, assegurar a manutenção da eficácia dos fungicidas atuais é crucial para a sustentabilidade do sistema de produção.

Uma das grandes preocupações relacionadas a isso é o desenvolvimento das resistências cruzadas. De acordo com o Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas, a resistência cruzada é o fenômeno em que uma população de patógenos que se torna resistente a um fungicida também passa a apresentar resistência a outros produtos que possuem o mesmo modo de ação ou compartilham o mesmo sítio-alvo bioquímico (figura 1).

Figura 1. Representação gráfica de como ocorre a resistência cruzada a fungicidas.
Fonte: FRAC-BR (2026)

Isso ocorre porque, mesmo sendo moléculas diferentes, esses fungicidas atuam sobre o mesmo processo metabólico, de modo que uma única mutação gênica pode conferir resistência a vários compostos simultaneamente. Esse risco é maior em fungicidas de sítio específico, que atuam em um único alvo, enquanto fungicidas multissítio apresentam menor probabilidade de seleção de resistência, tornando fundamental o conhecimento do modo de ação para estratégias eficazes de manejo (FRAC-BR, 2026).

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Estratégias de manejo

De forma prática, o uso dos fungicidas multissítios associada a rotação de modos de ação, é a estratégia mais eficaz de prevenção da resistência aos fungicidas, no entanto, algumas estratégias associadas podem contribuir de forma significativa para reduzir a pressão de seleção sobre indivíduos, bem evolução dos casos de resistência.

 Dentre essas estratégias, o FRAC-BR destaca para a cultura da soja, a rotação de moléculas de fungicidas dentro do mesmo grupo químico; a adoção de boas práticas agronômicas como evitar semeaduras tardias, dar preferências por variedades de ciclo precoce, respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas voluntárias, evitando a exposição desnecessária dos produtos a altas populações dos patógenos.

Não menos importante, deve-se evitar programas de manejo que priorizem a aplicações curativas, uma vez que favorecem a pressão de seleção contínua e aceleram o desenvolvimento de populações menos sensíveis do patógeno. Além das estratégias supracitadas, a utilização de produtos biológicos também contribui para o manejo da resistência das doenças a fungicidas, considerando que esses compostos apresentam múltiplos modos de ação. No entanto, para maior performance, recomenda-se que os produtos biológicos sejam utilizados preferencialmente de forma associada a fungicidas sítios específicos e multissítios (FRAC-BR, s. d.).

Vale ressaltar que o manejo da resistência de doenças a fungicidas vai além das perdas quantitativas de produtividade, impactando diretamente a viabilidade econômica e a longevidade do sistema produtivo. Diante da elevada complexidade, do custo e do tempo necessários para o desenvolvimento de novas moléculas, preservar a eficácia dos fungicidas disponíveis torna-se uma estratégia indispensável para garantir a sustentabilidade da cultura da soja a médio e longo prazo.

Clique aqui e confira as novas recomendações para o manejo de doenças em soja.

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Referências:

FRAC. NOVAS RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS EM SOJA. FRAC-Brasil, s.d. Disponível em: < https://3f2c8573-584c-4b16-985f-14dc48f9ab81.filesusr.com/ugd/6c1e70_f591d8b1a2934a109259af440b049052.pdf >, acesso em: 06/05/2026.

FRAC. O QUE É RESISTÊNCIA CRUZADA? Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas: FRAC-Brasil, 2026. Disponível em: < https://www.frac-br.org/post/o-que-e-resistencia-cruzada >, acesso em: 06/05/2026.

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preços sobem impulsionados por exportações e paridade – MAIS SOJA

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Os preços do algodão em pluma no mercado interno brasileiro subiram em abril pelo quinto mês consecutivo, atingindo os maiores patamares nominais desde julho de 2025. Segundo o Cepea, o movimento é sustentado, sobretudo, pelo bom desempenho das exportações, que reduziu os estoques domésticos, e pela valorização do petróleo.

De acordo com o Centro de Pesquisas, no mercado doméstico, a liquidez permaneceu limitada, refletindo a combinação de disparidades de preço e/ou qualidade com a postura cautelosa dos agentes. Indústrias priorizam o consumo de estoques e o cumprimento de contratos a termo, enquanto comerciantes concentram-se em negociações “casadas” e aquisições pontuais para atender a programações previamente estabelecidas.

O Indicador CEPEA/ESALQ (pagamento em oito dias) do algodão em pluma subiu 5,74% no acumulado de abril (de 31 de março a 30 de abril), encerrando a R$ 4,1421/lp no dia 30, o maior valor nominal desde 25 de julho de 2025. Segundo pesquisadores do Cepea, a paridade de exportação também influenciou as altas em abril. A cotação interna ficou, em média, 6,6% acima da paridade no mês, a maior vantagem para o mercado doméstico desde agosto de 2025. Ainda assim, os preços no Brasil permanecem 5,02% inferiores aos de abril de 2025, em termos reais (deflacionados pelo IGP-DI de março/26).

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Plantio do milho segunda safra foi concluído em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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O plantio do milho segunda safra 2025/2026 foi concluído em Mato Grosso do Sul, conforme levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc. A área estimada destinada ao cereal é de 2,206 milhões de hectares.

Segundo o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o encerramento da semeadura marca o início de uma nova etapa de acompanhamento das lavouras em campo.“Com o plantio finalizado, o foco agora passa a ser o desenvolvimento das áreas e o comportamento climático nas próximas semanas, fatores que serão determinantes para o potencial produtivo da cultura”, explica.

Atualmente, 72,7% das lavouras de milho no Estado são avaliadas como boas, 16,9% como regulares e 10,4% como ruins. As equipes seguem monitorando, além das condições climáticas, a incidência de pragas e doenças nas principais regiões produtoras.

A estimativa inicial aponta produtividade média de 84,2 sacas por hectare, com produção projetada em 11,139 milhões de toneladas.

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Paralelamente ao encerramento do plantio do milho, a área colhida de soja safra 2025/2026 alcançou 99,8% em Mato Grosso do Sul. A região centro está com a colheita concluída, enquanto a região sul registra média de 99,8% e a região norte 99,6%. A área colhida até o momento é de aproximadamente 4,7 milhões de hectares. Com o avanço das amostragens de produtividade, a Aprosoja/MS revisou a média estadual para 61,73 sacas por hectare, índice 19,2% superior ao ciclo anterior.

“Os levantamentos de campo mostram uma safra de soja com resultados consistentes em boa parte do Estado. Mesmo com perdas pontuais em algumas regiões, a produtividade média foi revisada positivamente à medida que as amostras avançaram”.

A  expectativa é de produção de 17,759 milhões de toneladas de soja no Estado.

O boletim completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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