Connect with us
22 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Trigo/BR: Semeadura atinge 63,8% das áreas destinadas ao cultivo – MAIS SOJA

Published

on


No RS, após um período de tempo instável, houve avanço na semeadura, mas, em muitas áreas, a alta umidade do solo impediu a entrada das máquinas. Observam-se atrasos no plantio, especialmente nas regiões mais a oeste. As chuvas causaram erosão, lixiviação de fertilizantes e perdas de sementes, principalmente, em regiões de solos arenosos como Fronteira Oeste, Missões e Campanha.

No PR, o plantio avançou e as lavouras se encontram desde a emergência até o enchimento de grãos. O frio e os níveis de umidade do solo favoreceram o desenvolvimento, mas algumas áreas em estágios reprodutivos foram atingidas por geadas, com danos ainda a serem mensurados. Em SC, a semeadura evoluiu, com condições climáticas favoráveis no Planalto Norte e Meio-Oeste. No Extremo Oeste, o plantio progrediu mesmo com as chuvas recentes, mas em algumas áreas houve erosão do solo. Nas poucas lavouras em desenvolvimento vegetativo, o excesso de umidade e a baixa luminosidade limitaram o crescimento e o perfilhamento, além de inviabilizar os tratos culturais.

Em GO, a colheita do trigo de sequeiro avançou pouco na semana, mas as áreas colhidas apresentaram médias acima das expectativas. Em MG, as lavouras continuaram com bom desenvolvimento devido ao clima favorável. Em MS, a ocorrência de geada, na região Sul e de fronteira, causou danos significativos em algumas lavouras mais adiantadas. Na BA, as lavouras apresentaram bom desenvolvimento, sem registros de perdas por pragas ou doenças. Em SP, as condições climáticas permaneceram favoráveis ao cereal.

Advertisement

Previsão Agrometeorológica de 30/06/2025 a 07/07/2025

Norte-Nordeste: Há previsão de chuvas volumosas no Norte da região Norte, Noroeste do MA e Leste da região Nordeste, principalmente, no Leste da BA, SE e AL, que incluem áreas do Sealba. No Leste do AC, RO, Sul do AM e do PA e no TO, não há previsão de chuvas, assim como, no interior do Nordeste, reduzindo a umidade do ar, principalmente, no Sul do PI e do MA e no Oeste da BA. As condições continuarão favoráveis para a maturação e colheita do algodão e do milho segunda safra no Matopiba, bem como, para o desenvolvimento do feijão e do milho terceira safra no Sealba.

Centro Oeste: A previsão é de tempo aberto e redução da umidade do ar, principalmente, no Nordeste de MT, em GO e DF. O tempo seco continuará favorecendo a maturação e colheita do algodão e do milho segunda safra. No entanto, a baixa umidade no solo manterá a restrição nas lavouras de milho segunda safra que ainda se encontram em enchimento de grãos em GO.

Sudeste: A semana começa com chuvas em áreas do Leste de SP, RJ e ES, que contribuirão para a manutenção da umidade no solo. Nas demais áreas, o tempo aberto e a redução da umidade do ar, principalmente, no Centro-Oeste de MG, continuarão favorecendo a maturação e colheita do algodão e do milho segunda safra, além da cana-de-açúcar e do café. No entanto, a baixa umidade no solo manterá a restrição nas lavouras de milho segunda safra que ainda se encontram em enchimento de grãos em parte de SP e MG.

Sul: Há previsão de chuvas no Leste do PR no início da semana. No restante da região, a previsão de tempo aberto favorecerá a redução do armazenamento hídrico do solo no RS. No geral, as condições serão favoráveis para a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de inverno, assim como, para o milho segunda safra em enchimento de grãos, maturação e colheita no PR. Há previsão de geadas nas áreas de maior altitude, que não devem causar danos significativos.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 30 de junho de 2025 completo, clicando aqui!

Advertisement

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras

Site: CONAB

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Quanto custa produzir soja? Calculadora ajuda produtor a estimar custos antes do plantio – MAIS SOJA

Published

on


A Aprosoja/MS disponibiliza uma nova ferramenta gratuita que permite calcular o custo de produção, comparar os dados com a média estadual e visualizar o ponto de equilíbrio e a margem da atividade.

A Calculadora de Custo e Margem foi desenvolvida para uso pelo celular e pode ser acessada diretamente pelo produtor. A ferramenta funciona offline e permite realizar os cálculos mesmo sem conexão com a internet.

Para o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, conhecer os custos antes do plantio permite ao produtor trabalhar com informações da própria propriedade e ter uma referência para as decisões da safra.

“O produtor precisa conhecer o custo da própria lavoura para tomar decisões antes de plantar. A média estadual é uma referência importante, mas cada propriedade tem uma realidade. A calculadora permite colocar os dados da própria produção, entender o ponto de equilíbrio e visualizar a margem esperada para a safra”.

Advertisement

Segundo Gabriel, a ferramenta também aproxima o produtor das informações produzidas pela Associação.

“O produtor pode acessar pelo celular, inserir as informações da sua propriedade e comparar o resultado com os dados levantados pela Aprosoja/MS para Mato Grosso do Sul. É uma forma de levar a análise econômica para dentro da propriedade”.

Ferramenta gratuita

O acesso à calculadora é gratuito e pode ser feito pelo celular. O produtor deve informar os dados solicitados para obter a previsão do custo de produção, a comparação com a média da Aprosoja/MS, o ponto de equilíbrio e a margem estimada.

A ferramenta foi desenvolvida para funcionar offline, permitindo o uso também em locais sem conexão com a internet. O produtor pode realizar o cálculo diretamente pelo aparelho e utilizar os resultados como referência para o planejamento da safra.

Advertisement

“O aplicativo permite ao produtor realizar uma análise completa do seu custo de produção, identificando os principais pontos de gasto e os itens que demandam maior atenção. Com essas informações, ele obtém maior clareza sobre a composição dos custos, facilitando o acompanhamento, o planejamento e a tomada de decisões, tanto no início quanto ao longo de toda a safra”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Raphael Gimenes.

Acesse a calculadora aqui.

Custo de Produção

 Segundo o Estudo Técnico “Custo de Produção da Soja — Safra 2026/2027”, elaborado pela Aprosoja/MS, produzir um hectare de soja custa, em média, R$ 5.024,82.

Considerando o preço médio de R$ 119,52 por saca, o produtor precisa colher 42,04 sacas por hectare para cobrir todos os custos da atividade.

Os insumos continuam sendo o principal componente da conta. Eles representam R$ 3.078,63 por hectare, o que representa 61,27% do custo total.

Advertisement

Dentro desse grupo, os fertilizantes são responsáveis por R$ 1.367,31 por hectare, enquanto os defensivos somam R$ 1.071,42. As sementes representam outros R$ 542,50 por hectare.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Expansão de usinas cria nova alternativa de comercialização para o milho produzido em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

Published

on


De acordo com estudo publicado pela Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), a expansão da indústria de etanol de milho está mudando a dinâmica da cadeia produtiva de grãos. Desde a instalação da primeira usina, em 2022, o Estado passou a contar com uma nova alternativa para o consumo da produção de milho, fortalecendo a industrialização dentro do próprio território e criando um mercado de grande escala para os produtores.

Na safra 2024/2025, Mato Grosso do Sul cultivou mais de 2 milhões de hectares de milho, com produção de 13,9 milhões de toneladas. No mesmo período, aproximadamente 2 milhões de toneladas foram exportadas, enquanto a expansão das usinas passou a absorver uma parcela crescente da produção estadual.

Atualmente, três unidades de etanol de milho, localizadas em Dourados, Sidrolândia e Maracaju, estão em operação. Uma nova unidade está em implantação em Nova Alvorada do Sul, com proposta de integrar a produção de etanol de milho à estrutura de uma usina de cana-de-açúcar.

 De acordo com os dados apresentados no estudo, o Brasil passou de 18 usinas de etanol de milho em operação, em 2023, para 29 na safra 2025/2026. Mato Grosso do Sul responde por cerca de 20,9% da produção nacional, com 2,128 bilhões de litros estimados para a safra 2025/2026, ocupando a segunda posição entre os estados produtores.

Advertisement

Para o produtor, um dos principais efeitos desta expansão é a ampliação das possibilidades de comercialização. Em anos anteriores, a produção da segunda safra era direcionada principalmente para exportação e para as fábricas de ração.

“A instalação das usinas acrescenta um novo comprador de grande porte dentro do próprio estado, criando uma terceira alternativa de comercialização para o grão. Além disso, a proximidade entre as lavouras e as indústrias pode reduzir a distância percorrida pelo milho e, consequentemente, a exposição aos custos logísticos das operações de longa distância”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

Segundo levantamento citado no estudo, cerca de 80% da produção agrícola de Mato Grosso do Sul é transportada por rodovias. Em determinadas rotas de exportação, o custo do frete pode representar parcela significativa do valor do milho. A comercialização para uma indústria instalada próxima à região produtora pode alterar essa composição logística.

A verticalização não se limita à produção de etanol. As usinas utilizam o milho no processo de moagem seca e obtêm diferentes produtos a partir do mesmo grão.

Além do etanol, são produzidos DDG ou DDGS, óleo de milho e CO₂ industrial. Os subprodutos atendem mercados como alimentação animal, indústria de alimentos, biodiesel e bebidas. A utilização de diferentes componentes do milho amplia os mercados associados à produção e à indústria.

Advertisement

O DDG, em especial, ganhou espaço na pauta de exportações de Mato Grosso do Sul. Em 2025, o estado produziu 1,4 milhão de toneladas do produto, das quais 1,15 milhão de toneladas foram exportadas para países como Nova Zelândia, Turquia e Vietnã. Também foram registrados os primeiros embarques para a China.

Esse modelo amplia a participação do milho na economia estadual. Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária citados no estudo mostram que o milho apresentou alta de 88,1% no Valor Bruto da Produção agropecuária de Mato Grosso do Sul em 2025, passando a representar 16,8% do VBP estadual.

Impactos na economia regional

A expansão das usinas também movimenta atividades ligadas à logística, armazenagem, manutenção industrial, prestação de serviços e fornecimento de insumos.

O setor sucroenergético de Mato Grosso do Sul, formado por usinas de cana e milho, está presente em 42 municípios e gera cerca de 33 mil empregos diretos. No caso das novas plantas de milho, a construção da unidade de Nova Alvorada do Sul deve envolver aproximadamente 2 mil trabalhadores, enquanto a operação da unidade de Maracaju já soma 150 empregos diretos e cerca de 600 indiretos.

Advertisement

Logística como próximo desafio

A expansão industrial também aumenta a necessidade de infraestrutura para movimentação de grãos e dos produtos resultantes do processamento.

O estudo aponta a Rota Bioceânica como uma alternativa estratégica para os próximos anos, especialmente para o escoamento de produtos como o DDG para mercados asiáticos. A previsão é de que o corredor conecte Mato Grosso do Sul aos portos do Pacífico, no Chile, ampliando as possibilidades de acesso a mercados internacionais.

Ao mesmo tempo, o aumento da capacidade industrial eleva a demanda por milho. O estudo aponta que a competição pelo grão entre as usinas de etanol e as fábricas de ração tende a aumentar com a entrada de novas plantas. Nesse cenário, a expansão da produtividade e da oferta de milho passa a ser um dos pontos de atenção para acompanhar o crescimento da indústria.

Perspectiva de expansão

Advertisement

Com a expansão das plantas, Mato Grosso do Sul passou, em pouco mais de quatro safras, de nenhuma usina de etanol de milho em operação para a segunda posição entre os maiores produtores nacionais.

Para o produtor de grãos, o principal efeito econômico está na diversificação dos canais de comercialização. Para o estado, o avanço da indústria amplia a necessidade de infraestrutura e cria oportunidades para transformar uma parcela maior da produção agrícola dentro de Mato Grosso do Sul.

O Estudo “Verticalização da Produção: Etanol de Milho”, pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE
Advertisement

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Plantio da safra de verão de milho 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atinge 27%, indica Safras – MAIS SOJA

Published

on


O plantio de milho da safra de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atingia 27% da área estimada de 3,561 milhões de hectares até sexta-feira (18), segundo levantamento de Safras & Mercado.

O cultivo de milho chegou a 59,4% da área prevista de 940 mil hectares no Rio Grande do Sul, a 35,9% da área estimada de 597 mil hectares em Santa Catarina e a 30,8% da área prevista de 537 mil hectares no Paraná. Em São Paulo, 2,2% da área prevista de 293 mil hectares estava completa. Em Minas Gerais, a área prevista de 847 mil hectares estava 2,1% encerrada.

Nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás/Distrito Federal e Mato Grosso o plantio ainda não teve início.

No mesmo período do ano passado, o plantio estava concluído em 29% da área estimada de 3,608 milhões de hectares. Já a média de plantio dos últimos cinco anos é de 25,3% no período.

Advertisement

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT