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8 de maio de 2026

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Açúcar atinge o menor patamar desde 2021

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Os preços médios do açúcar cristal branco no mercado spot do estado de São Paulo seguem em queda. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Na sexta-feira, 27, o Indicador Cepea/Esalq, para o cor Icumsa de 130-180, fechou na casa dos R$ 117,00 por saca de 50 kg. Este é o menor patamar nominal desde o final de julho de 2021. 

Pesquisadores explicam que a pressão sobre as cotações domésticas continua atrelada à baixa demanda para pronta-entrega e também à desvalorização externa do açúcar. 

No balanço da última semana, a média do Indicador foi de R$ 120,25/sc de 50 kg, recuo de 4,4% em relação à do período anterior. 

Ainda assim, mesmo diante das contínuas quedas, os valores pagos pelo açúcar no spot paulista seguem mais vantajosos que as cotações externas, ainda conforme o centro de pesquisas.

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*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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Safra 2026/27 de laranja deve cair quase 13% no cinturão citrícola de SP e MG

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Foto: Jaelson Lucas/AEN

A safra de laranja 2026/27 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro/Sudoeste de Minas Gerais deve somar 255,2 milhões de caixas de 40,8 quilos.

A estimativa foi divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) e aponta queda de 12,9% em relação ao ciclo anterior, quando a produção alcançou 292,94 milhões de caixas. O volume também fica 14,7% abaixo da média registrada nos últimos dez anos na principal região produtora de laranja para suco do mundo.

Segundo o levantamento, a redução da safra está ligada à bienalidade dos pomares, ao menor número de frutos por árvore e ao aumento da queda prematura de laranjas. Esses fatores acabaram superando os ganhos obtidos com o maior peso médio dos frutos e com a ampliação do número de árvores produtivas.

Clima definiu perfil da safra

De acordo com a Pesquisa de Estimativa de Safra (PES), o clima teve impacto direto sobre as floradas e o desenvolvimento dos frutos ao longo do ciclo.

A estiagem registrada em maio de 2025 provocou estresse hídrico nas plantas. Nas regiões com maior presença de irrigação, o manejo ajudou a estimular a primeira florada, embora as temperaturas acima da média em setembro tenham prejudicado parte do pegamento dos frutos.

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Já nas áreas menos irrigadas, a combinação entre calor e baixo volume de chuvas entre julho e setembro limitou a primeira florada. Com a volta das chuvas a partir de outubro, a segunda florada ganhou força e passou a predominar na safra.

Mesmo assim, as temperaturas elevadas em dezembro também afetaram parte desses frutos. As chuvas mais regulares entre dezembro e março ajudaram a reduzir as perdas e sustentaram o desenvolvimento das laranjas.

“O cenário afetou não apenas o potencial produtivo, mas também a uniformidade e a qualidade da safra, exigindo maior atenção no manejo”, afirmou o gestor da PES, Guilherme Rodriguez.

Greening segue como desafio

O diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, afirmou que a nova estimativa reforça o cenário de maior pressão sobre a citricultura.

“Esta é uma safra impactada pela variabilidade climática e pela maior pressão do greening, com efeitos no pegamento, na carga e na queda de frutos”, disse.

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Segundo o último levantamento do Fundecitrus, realizado em setembro de 2025, o greening atingiu 47,6% das laranjeiras do parque citrícola.

Além da doença, o setor também enfrenta pressão da leprose, previsão de El Niño no segundo semestre de 2026 e tendência de colheita mais tardia.

Frutos maiores e menor produtividade

Com menos frutos por árvore, a tendência é de laranjas maiores nesta safra. A projeção indica peso médio de 160 gramas por fruto no momento da colheita, acima do registrado no ciclo anterior.

Mesmo assim, a produtividade média deve cair para 697 caixas por hectare, retração de 13,8% frente à safra passada.

O levantamento também estima taxa de queda prematura de frutos em 23,7% e perda total de frutos em 31,3%. Segundo o Fundecitrus, os números também refletem mudanças na metodologia de medição, que passou a considerar dados de derriça durante a colheita.

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*Com informações da assessoria de imprensa

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Escassez de vacina contra clostridioses gera alerta na pecuária de Mato Grosso

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Foto: PEdro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Pecuaristas de Mato Grosso enfrentam dificuldades para imunizar o rebanho devido ao desabastecimento de vacinas contra clostridioses. A escassez ocorre em um momento crítico para a produção: o período de desmama dos bezerros, o início do primeiro giro do confinamento e a chegada da estiagem. A falta do imunizante eleva o risco sanitário e pode causar prejuízos financeiros diretos às propriedades.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) tem acompanhado as discussões junto ao Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT), ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e ao Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). O objetivo é acelerar a normalização do fornecimento, que ainda não tem um prazo definitivo para ser totalmente restabelecido.

O Ministério da Agricultura informou, em nota oficial no dia 7 de maio, que houve a liberação de 14,6 milhões de doses de vacinas entre os meses de março e abril, entre produtos de fabricação nacional e importados. No entanto, o setor produtivo avalia que o montante está longe de suprir a necessidade total do campo, mantendo o estado de alerta entre os criadores.

Risco ao status sanitário

A entidade que representa os produtores mato-grossenses manifestou preocupação com a imagem do setor no mercado externo. A clostridiose é uma doença bacteriana que pode levar a mortes súbitas no rebanho, comprometendo a produtividade de uma das regiões mais importantes para o mercado de proteína animal.

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“É lamentável que o Brasil, maior produtor e exportador de carne bovina do mundo, esteja exposto a uma situação como esta, que compromete a segurança sanitária do rebanho e gera insegurança ao setor”, afirmou a Acrimat em comunicado.

Até o momento, a orientação para os pecuaristas é manter o monitoramento rigoroso dos animais e aguardar a distribuição dos novos lotes liberados pelo governo federal. A associação reforçou que manterá a interlocução com os órgãos competentes para minimizar os impactos e garantir que o abastecimento retorne ao fluxo normal o mais rápido possível.


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Nova geração de cana-de-açúcar do CTC é aprovada pela CTNBio

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Foto: Governo do Estado de São Paulo

A nova geração de cana-de-açúcar geneticamente modificada desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), a VerdPRO2, foi aprovada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

A tecnologia foi desenvolvida para enfrentar a broca-da-cana e o manejo de plantas daninhas. A broca, presente em quase todos os canaviais do país, provoca perdas estimadas em cerca de R$ 8 bilhões por ano, afetando produtividade, peso da cana e teor de açúcar.

Já o controle de plantas daninhas demanda mais de R$ 6 bilhões anuais em herbicidas e operações agrícolas. Nesse aspecto, a VerdPRO2 promete simplificar o manejo de invasoras, como grama-seda, capim colonião, capim colchão e braquiária.

Segundo o CTC, a variedade reduz riscos de fitotoxicidade, oferece maior estabilidade ao longo do ciclo da cultura e contará com mais de 14 produtos.

Chegada ao mercado

Após a conclusão dos trâmites legais, a previsão de chegada da nova geração ao mercado é na safra 2026/27. “A introdução da tecnologia será realizada em proximidade com os clientes, com o intuito de demonstrar seus benefícios e valor no canavial”, informa o CTC.

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De acordo com o Centro, essa etapa combina a experimentação com acompanhamento técnico próximo, capturando as necessidades de manejo dos clientes e gerando dados em condições reais de cultivo sobre os benefícios da tecnologia.

A primeira geração da variedade foi lançada pela companhia em 2017 e a atual é considerada fundamental para impulsionar a estratégia do CTC em desenvolver soluções capazes de dobrar a produtividade da cana-de-açúcar até 2040.

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