Sustentabilidade
Você sabe a diferença entre tempestade, temporal e tempo severo?

O céu escurece, o vento começa a soprar mais forte e, de repente, a primeira gota d’água cai sobre a lavoura de soja. Mas o que isso significa? Estamos diante de uma chuva passageira, de uma tempestade, de um temporal ou de um caso de tempo severo? Entender essa diferença pode ser decisivo para proteger não só o trabalho no campo, mas também a própria vida.
- Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!
Quando cai uma chuva intensa acompanhada de ventos e raios, muita gente logo se pergunta: isso foi uma tempestade ou um temporal? Em parte, os dois termos parecem iguais e são usados quase como sinônimos no dia a dia. Mas há uma diferença importante: “temporal” é uma expressão popular, enquanto “tempestade” é o termo técnico e oficial adotado pela meteorologia. Ambos indicam um tempo adverso, mas não significam, necessariamente, uma ameaça grave.
Tempo severo
A confusão aumenta quando entra na conversa o chamado “tempo severo”. Esse, sim, merece atenção redobrada. Diferente de uma tempestade comum, o tempo severo traz risco direto à vida e pode causar prejuízos expressivos às lavouras. Segundo o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, para um evento ser classificado dessa forma, ele precisa cumprir alguns critérios específicos. Entre eles, estão rajadas de vento acima de 93 km/h, granizo com pedras maiores que uma polegada, alagamentos, enchentes e, em casos mais extremos, tornados ou microexplosões.
Nem toda tempestade chega a esse nível de intensidade. Ainda assim, fenômenos considerados moderados, como granizo de menor porte, já são suficientes para causar estragos em áreas agrícolas. Mas a classificação de “severo” só se aplica quando as condições são realmente destrutivas, capazes de dizimar uma lavoura em minutos ou causar acidentes graves em zonas urbanas, com quedas de árvores, destelhamentos e até perdas humanas.
Por isso, entender esses conceitos não é só uma questão de curiosidade, mas uma ferramenta de proteção. Saber diferenciar os tipos de fenômeno ajuda o produtor a interpretar melhor os alertas meteorológicos e a se preparar de forma mais eficiente. A informação é uma aliada poderosa na prevenção de danos. Com atenção ao céu e aos boletins confiáveis, é possível proteger não só as safras, mas também a vida de quem vive do campo.
Sustentabilidade
Milho/Conab: 1ª Safra praticamente concluída e safrinha avança no País – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra – 93,7% colhido.
Em SC, SP, PR, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. No RS, restam áreas pontuais para a finalização da colheita. Na BA, a colheita segue lenta. No PI, a colheita se aproxima da finalização no sudoeste do estado. No MA, a colheita avança em todo o estado.
Milho 2ª Safra 11,0% colhido.
Em MT, a colheita avança nas primeiras áreas semeadas com altas produtividades sendo obtidas.
No PR, o tempo úmido interrompeu a colheita em várias regiões. Em MS, as chuvas favoreceram as lavouras tardias no nordeste do estado. Em GO, as chuvas reduziram a perda de umidade dos grãos. As precipitações ocorridas pouco favoreceram as lavouras, pois o enchimento de grãos já havia encerrado.
Em SP, a colheita foi iniciada. Em MG, as primeiras áreas semeadas têm apresentado bom rendimento, mas muitas áreas semeadas fora da janela ideal não serão colhidas. No TO, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas. No MA, devido ao plantio mais atrasado, a colheita foi iniciada lentamente.
No PI, a colheita já ocorre nas primeiras áreas semeadas. Nas lavouras tardias, a falta das chuvas afeta o potencial produtivo. No PA, a colheita avança nos polos da BR-163 e Redenção, com produtividades satisfatórias. Nos polos de Santarém e Paragominas, muitas áreas se encontram em florescimento e enchimento de grãos, apresentando bom desenvolvimento, favorecidas pelas precipitações.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Trigo/BR: Semeadura avança e chega a 74,3% da área nacional estimada – MAIS SOJA

No RS, a semeadura avançou em todas as regiões produtoras, favorecida pelas condições adequadas de umidade no solo e pelo tempo firme. As lavouras apresentam emergência regular e boa sanidade.
No PR, há o início de floração. As temperaturas mais baixas favorecem o perfilhamento e contribuem para o bom desenvolvimento. Em SC, a semeadura segue avançando no Oeste e Extremo Oeste, beneficiada pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e desenvolvimento vegetativo satisfatório. As condições de elevada umidade favorecem a ocorrência de doenças fúngicas, porém sem registros significativos.
Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. Em MG, com o início da maturação, as lavouras de sequeiro apresentam menor perfilhamento e espigas menores em razão das
temperaturas mais elevadas. As expectativas permanecem favoráveis nas áreas irrigadas.
Em GO, as lavouras apresentam baixa produtividade em decorrência do deficit hídrico ao longo do ciclo. As áreas irrigadas mantêm bom desenvolvimento, com parte das lavouras entrando em pré-florescimento. Em MS, as noites frias e as chuvas regulares favorecem o desenvolvimento da cultura. Na BA, o plantio foi finalizado e as lavouras seguem com bom desenvolvimento.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
TRIGO/CEPEA: Clima e menor oferta no spot mantêm preços em alta no BR – MAIS SOJA

Os preços do trigo em grão seguem em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. As negociações estão pontuais, refletindo a menor disponibilidade do cereal no mercado spot.
Pesquisadores do Cepea destacam também que agentes permanecem atentos às condições climáticas para a safra 2026/27, especialmente no Sul do País, onde a perspectiva de maior volume de chuvas ao longo do ciclo pode comprometer a qualidade dos grãos. Esse cenário mantém compradores e vendedores cautelosos, o que contribui para a sustentação dos preços domésticos.
No campo, segundo a Conab, até 12 de junho, 59,5% da área destinada ao trigo na safra 2026 já havia sido semeada no Brasil. Os trabalhos já estavam concluídos em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Goiás, a semeadura atingia 99% da área prevista; no Paraná, 78%; na Bahia, 60%; no Rio Grande do Sul, 36%; e em Santa Catarina, 7,3%.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Agro Mato Grosso20 horas agoPreço do milho recua nos últimos cinco anos, enquanto custos de produção avançam em MT
Sustentabilidade17 horas agoVazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA
Featured19 horas agoSequestro, tortura e morte: polícia desarticula grupo que matou jovem confundido com rival
Featured18 horas agoQuer um telão na sua rua? Prefeitura abre votação para novo jogo do Brasil
Featured23 horas agoBrasil encara Escócia nesta quarta-feira (24) em jogo decisivo pela liderança do Grupo C
Business16 horas agoBoi gordo sente ausência da China e frigoríficos ajustam produção
Sustentabilidade23 horas agoRotação de culturas pode reduzir perdas no trigo – MAIS SOJA
Business22 horas agoInstituto Brasileiro de Geografia e Estatística agenda reuniões sobre Censo Agropecuário e estatísticas do setor
















