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23 de junho de 2026

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Chicago reabre em baixa com clima favorável e perspectiva de ampla oferta global

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Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira (30).

Os contratos com entrega em setembro estão cotados a US$ 4,10 por bushel, recuo de 1,50 centavo de dólar, ou 0,36%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro operam com baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,29% cotados a US$ 4,25 3/4.

O mercado mantém o movimento de queda diante das perspectivas de ampla oferta global, com clima ideal para o desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste dos Estados Unidos e projeções elevadas para a segunda safra brasileira.

As temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas reforçam o cenário de bom desenvolvimento nos EUA, enquanto os produtores do Brasil avançam na colheita da safrinha, que tende a ser volumosa neste ano.

De acordo com levantamento da Safras & Mercado, até sexta-feira (27), a colheita havia atingido 11,1% da área estimada de 15,407 milhões de hectares. Em igual período do ano passado, o índice era de 30%. A média dos últimos cinco anos é de 16,4%.

Além disso, os investidores seguem cautelosos antes da divulgação de dados importantes pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para esta segunda-feira, às 13h. A expectativa é de que os estoques trimestrais de milho, na posição 1º de junho, sejam indicados em 4,648 bilhões de bushels, abaixo dos 4,997 bilhões reportados em igual período de 2024.

Já a área plantada para a safra 2025/26 deve ser estimada em 95,242 milhões de acres, abaixo da projeção de março (95,326 milhões), mas acima dos 90,954 milhões cultivados no ciclo 2024/25.

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Programa Caminho Verde Brasil é apresentado em fórum internacional do agro

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O Programa Caminho Verde Brasil, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi apresentado na quinta-feira (18) durante o Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP), em Campo Grande (MS). A iniciativa integrou o painel “A nova revolução do agro: mais produção e desmatamento zero”, voltado à expansão da produção agropecuária com sustentabilidade ambiental.

Segundo o material divulgado, o fórum reuniu autoridades, lideranças do setor produtivo, especialistas e representantes de 16 países e da União Europeia para discutir segurança alimentar, produção sustentável e oportunidades para a agropecuária brasileira diante da demanda mundial por alimentos e energia limpa.

No painel, o assessor especial do ministro e coordenador do programa, Pedro Cunto, apresentou as ações do Caminho Verde Brasil. De acordo com ele, a iniciativa atua na recuperação de áreas degradadas, no aumento da produtividade e na promoção de sistemas produtivos sustentáveis. Em declaração divulgada pelo Mapa, Cunto afirmou que o programa contribui para restaurar áreas degradadas, reduzir a pressão por desmatamento em áreas de vegetação nativa e diminuir emissões de gases de efeito estufa.

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Ainda segundo o coordenador, o Governo Federal e o Banco do Brasil desenvolveram um modelo para viabilizar a participação de grandes investidores públicos e privados no financiamento da agropecuária sustentável. Ele citou o Fiagro Multimercado como um dos mecanismos para financiar o programa e informou que a meta é restaurar 40 milhões de hectares de áreas degradadas, com necessidade de US$ 6 bilhões por ano. Também disse que novos leilões com o Tesouro Nacional devem buscar recursos externos.

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Jorge Meza, destacou a relevância do Brasil para a segurança alimentar global e afirmou que as mudanças climáticas estão entre os principais desafios para a agricultura, exigindo avanço em ações de mitigação de longo prazo.

Coordenado pelo Mapa, o Caminho Verde Brasil prevê a incorporação de áreas degradadas a sistemas produtivos sustentáveis. Os produtores que aderirem ao programa assumem compromissos relacionados a desmatamento zero, certificação trabalhista, monitoramento de carbono e adoção de práticas sustentáveis. Para a primeira fase, a iniciativa conta com aproximadamente US$ 6 bilhões para financiar produtores rurais por meio de dez instituições financeiras habilitadas.

A apresentação no FIAP colocou o programa no centro do debate sobre produção, sustentabilidade e financiamento no campo, com foco na recuperação de áreas degradadas e na ampliação de sistemas produtivos sustentáveis.

Fonte: gov.br

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USDA mantém estáveis as condições das safras de milho e soja nos EUA

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou, na segunda-feira (22), que as condições das safras de milho e soja no país permaneceram estáveis até o último domingo. Segundo o relatório semanal, 68% do milho e 66% da soja estavam em condição boa ou excelente, sem mudança em relação à semana anterior.

No milho, o USDA apontou que 68% da safra apresentava condição boa ou excelente, ante 70% um ano antes. A emergência atingiu 97% da área, em linha com o registrado na mesma época de 2025 e com a média dos cinco anos anteriores. A formação de espiga chegou a 5%, acima dos 4% de um ano antes e dos 3% da média de cinco anos.

Na soja, a semeadura foi concluída na última semana. De acordo com o USDA, 66% da safra estava em condição boa ou excelente, mesma parcela da semana anterior e também igual à observada há um ano. A emergência alcançou 93%, ante 89% em 2025 e 90% na média de cinco anos. O porcentual de lavouras em floração foi de 9%, acima dos 7% de um ano antes e dos 6% da média.

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No trigo de inverno, 26% da safra apresentava condição boa ou excelente, recuo de 1 ponto porcentual na semana e abaixo dos 49% registrados um ano antes. A colheita avançou para 40%, ante 18% no ano passado e 24% na média de cinco anos.

Para o trigo de primavera, o USDA indicou que 54% da safra estava em condição boa ou excelente, queda de 1 ponto porcentual ante a semana anterior e mesmo nível de um ano antes. O porcentual de lavouras em perfilhamento foi de 16%, contra 15% em 2025 e 16% na média de cinco anos.

No algodão, os produtores haviam semeado 92% da área prevista até o último domingo, ante 91% um ano antes e 94% na média quinquenal. A floração atingiu 27%, acima dos 25% observados tanto no ano passado quanto na média. Já a formação de maçãs estava em 5%, em linha com os dois comparativos. A parcela de lavouras em condição boa ou excelente subiu 3 pontos porcentuais na semana, para 53%, acima dos 47% de um ano antes.

O relatório semanal do USDA mostra estabilidade nas lavouras de milho e soja nos Estados Unidos, avanço no desenvolvimento das culturas de verão e continuidade da colheita do trigo de inverno, além de melhora nas condições do algodão.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Imea integra rede global e vai comparar custos de Mato Grosso com produtores dos EUA

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Foto: Sistema Famato

Os custos de produção agrícola de Mato Grosso passaram a integrar uma base de dados internacional que permite a comparação direta de rentabilidade entre propriedades locais e concorrentes globais. Os primeiros indicadores enviados são do município de Querência e marcam a entrada do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) no Agri Benchmark, oficializada neste mês de junho.

A instituição mato-grossense é a segunda do Brasil a fazer parte da rede global, que centraliza análises econômicas e de sistemas de cultivo. Os números utilizados na plataforma internacional são apurados por meio do projeto de Custo de Produção Agropecuária (CPA), mantido em parceria com o Senar MT.

Para viabilizar o envio dos dados, as planilhas locais passaram por ajustes metodológicos recentes. A mudança foi necessária para alinhar o modelo de cálculo do estado aos critérios padrão adotados pelos demais países membros da rede.

Com a padronização, os analistas locais conseguem confrontar os gargalos e as vantagens competitivas da produção regional frente aos principais players do mercado exterior.

Comparação direta com o mercado americano

Segundo o coordenador de inteligência de mercado do Imea, Rodrigo da Silva, as metodologias já eram compatíveis, mas o alinhamento agora permite que o estado fale a mesma linguagem de instituições de diversos países. Ele pontua que isso viabiliza análises mais precisas sobre competitividade e rentabilidade.

Na prática, o intercâmbio de dados permite avaliar a diferença real de custos operacionais entre as regiões produtoras brasileiras e os principais competidores globais.

Silva exemplifica que o sistema possibilita balizar o cenário local diretamente com a realidade norte-americana. “Agora podemos comparar, por exemplo, a competitividade de um produtor de Querência com a de um produtor do Mississippi, nos Estados Unidos, utilizando exatamente os mesmos critérios de análise”, destacou.

Acesso a dados de concorrentes estrangeiros

A contrapartida da adesão é a abertura do banco de dados dos demais países membros para os analistas do estado. No último encontro do grupo, em Budapeste, na Hungria, foram compartilhados relatórios de custos de produção de grãos, mercado de etanol e novos métodos de cultivo adotados no exterior.

Criado em 2006, o Agri Benchmark funciona como uma plataforma de comparação internacional de desempenho e custos. O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, avalia que o ingresso leva dados regionais para um ambiente global de discussão. Para ele, o processo “demonstra a credibilidade dos nossos levantamentos e reforça o protagonismo do estado no cenário agrícola internacional”.

O cruzamento de dados deve ser utilizado para identificar oscilações de margens de lucro e concorrência no exterior antes que elas impactem o mercado local.

Gauer conclui que o acesso a informações de diversas regiões produtoras do mundo “amplia nossa capacidade de análise, permite identificar tendências e fortalece ainda mais a qualidade dos estudos que entregamos”.


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