Politica
Conselheiro do TCE propõe regulamentação dos consórcios de saúde para os municípios

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Guilherme Antonio Maluf recebeu a prestação de contas do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá (CISVARC), que reúne 12 municípios da Baixada Cuiabana. Em reunião com prefeitos, nesta quinta-feira (26), foram debatidos temas como a regulamentação dos consórcios públicos e a permanência da Capital no grupo.
Presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social do TCE-MT, Maluf garantiu que vai dialogar com o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, para tratar do assunto. “Cuiabá dentro do grupo traria uma economicidade muito grande para os outros municípios também. O prefeito pode somar e tenho certeza de que é muito bem-vindo.”
Com aproximadamente 1,1 milhão de habitantes atendidos, o consórcio beneficia especialmente os municípios menores da Baixada Cuiabana. Nesse contexto, o conselheiro destacou a importância do modelo de compras compartilhadas e afirmou que o TCE-MT deve avançar na regulamentação dessa modalidade, ampliando a eficiência, a transparência e a economicidade dos recursos públicos.
Maluf sugeriu ainda a padronização e regulamentação do funcionamento dos consórcios, para garantir uniformidade, controle e legalidade aos procedimentos. “Eles estão nos provocando com o ofício, eu vou levar isso ao colegiado dos conselheiros para que juntos possamos deliberar um termo de ajuste ou um manual que traga mais informações ao funcionamento desses consórcios”, pontuou.
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, enfatizou que a adesão ao consórcio tem garantido economia significativa nas compras públicas. “Viemos para trazer as demandas do município via consórcio e para mostrar a solidez do grupo, que vem crescendo de forma técnica, transparente, com eficiência nos pregões para aquisição coletiva de medicamentos e insumos, com descontos de 30% a 40%.”
Já o presidente do Consórcio e prefeito de Nobres, José Domingos, ressaltou que a participação de cidades como Cuiabá e Várzea Grande melhora os resultados para todos os integrantes. “Várzea Grande e Cuiabá são os maiores demandadores de insumos, medicamentos, equipamentos, viaturas e isso faz com que o nosso volume de aquisição seja muito maior”, explicou.
De acordo com o secretário-executivo do bloco, Neurilan Fraga, cerca de R$ 300 milhões em compras já foram realizadas na atual gestão. “Foram pregões voltados a diferentes áreas da saúde: compra de ambulâncias, medicamentos, material cirúrgico, odontológico, hospitalar, contratação de serviços, consultas, cirurgias, exames de imagem e laboratoriais”, acrescentou.
Na ocasião, também foi solicitado apoio do TCE-MT para ajustes técnicos na execução do programa Fila Zero, especialmente nos casos em que os repasses estaduais não cobrem integralmente os custos dos procedimentos realizados na rede privada. Além disso, os representantes do consórcio defenderam a implantação de um hospital regional em Várzea Grande para atender à crescente demanda da Baixada Cuiabana.
“A ideia é nos movimentarmos por meio de audiências públicas com apoio da Assembleia Legislativa, do Governo do Estado e do Tribunal de Contas, visando ter um hospital com estrutura de porta aberta para atender a população não só dessa região metropolitana, mas de todo Mato Grosso”, concluiu o prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner.
Agro Mato Grosso
Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.
A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.
Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.
De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.
A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.
Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..
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Politica
PL de autoria de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

O texto ainda reconhece a cidade de Dom Aquino como a capital mato-grossense das Folias de Reis
Em sessão ordinária desta quinta-feira (19) foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025, de autoria do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural de Mato Grosso. O projeto também reconhece o município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.
“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max Russi.
A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus.
A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes que se mantêm vivos graças à atuação diligente de mestres e brincantes, como são chamados os festeiros.
Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o poder executivo municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.
O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.
Agro Mato Grosso
Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.
“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.
A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).
O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.
Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.
“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.
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