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8 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em baixa com boas condições climáticas para as lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/06/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/06

O contrato de soja para julho, referência para a safra brasileira, fechou em baixa de -2,05%, ou $ -21,50 cents/bushel a $ 1025,25. A cotação de agosto, fechou em baixa de -1,98% ou $ -20,75 cents/bushel a $ 1029,50. O contrato de farelo de soja para julho fechou em baixa de -1,60 % ou $ -4,5 ton curta a $ 276,0 e o contrato de óleo de soja para julho fechou em baixa de -0,67 % ou $ -0,35/libra-peso a $ 51,82.

ANÁLISE DA BAIXA

A soja negociada em Chicago fechou em baixa nesta quarta-feira. As cotações do cereal cederam pelo quarto dia consecutivo. As boas condições ambientais, pressionaram as cotações “Apesar das temperaturas mais altas do que o normal em grande parte da região central dos EUA esta semana, algumas chuvas oportunas podem ser um bom sinal para o potencial de produção, dando início a mais uma rodada de vendas técnicas hoje.” Disse Bem Potter da FarmProgress.

O mercado ajustou posições antes do relatório de área cultivada que será divulgado no dia 30 de junho, onde, a média do mercado espera um leve aumento na área cultivada. Está quinta-feira é o primeiro dia de aviso de entrega do contrato de julho, o que também pesou sobre os contratos.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
BRASIL-GOVERNO APROVA E30 E B15 (altistas)

O governo brasileiro aprovou o aumento da mistura de etanol para 30% (E30) e de biodiesel para 15% (B15), para entrar em vigou a partir de 1º de agosto (era para ser em março passado). Aparentemente não haverá grãos suficientes para todos. Se esta falta se confirmar (há quem duvide) deverá desencadear alta dos preços do milho e da soja a curto prazo, no mercado físico, no Brasil e uma retomada das exportações de soja americana, elevando também as cotações de soja e óleo em Chicago e reduzindo as de farelo.

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CHINA E CLIMA (baixistas)

A soja completou o quarto dia consecutivo de queda em Chicago devido a uma combinação da falta de demanda chinesa, que continua adiando a compra de soja americana para 2025/2026, apesar da trégua tarifária que o país firmou com o governo Trump, e às condições ambientais favoráveis no Centro-Oeste para o desenvolvimento da safra, com previsões estendidas de 6 a 14 dias, prevendo chuvas mais intensas do que o normal e temperaturas mais amenas do que as previstas há poucos dias.

BRASIL-FORTES VENDAS (baixista)

As fortes vendas brasileiras, necessárias para abrir espaço para a logística de armazenagem, que já está sendo testada com a chegada de uma safra recorde de milho, continuam pressionando o mercado americano.

BRASIL-AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES (alista para o Brasil, baixista para CBOT)

A Associação Nacional dos Exportadores de Grãos do Brasil (ANEC) elevou sua projeção para as exportações brasileiras de soja em junho de 14,37 para 14,99 milhões de toneladas, ante 14,23 milhões de toneladas em maio e 13,83 milhões de toneladas no mesmo mês de 2024. Em relação às vendas de farelo de soja, a entidade reduziu sua estimativa para os embarques de junho de 1,97 para 1,92 milhão de toneladas, ante 2,20 milhões de toneladas no mês anterior e 2,05 milhões de toneladas no sexto mês do ano passado.

ARGENTINA-MOAGEM 14,14% SUPERIOR (altista)

O Ministério da Agricultura registrou a moagem de soja em maio em 3.878.549 toneladas, 14,14% superior às 3.397.993 toneladas registradas em abril, mas 2,45% inferior às 3.976.076 toneladas registradas no mesmo mês de 2024. Os estoques de soja mantidos pelo setor em 1º de junho foram registrados em 3.515.610 toneladas, 41,29% superior às 2.488.301 toneladas registradas em 1º de maio.

Fonte: T&F Agroeconômica

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Sustentabilidade

Colheita do milho avança lentamente no RS, com safrinha sustentando potencial produtivo – MAIS SOJA

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A colheita da cultura evoluiu lentamente, condicionada principalmente ao ciclo das lavouras de safrinha, que ainda estão em fases de enchimento de grãos e maturação fisiológica. A priorização operacional de culturas mais suscetíveis às precipitações do período também contribuiu para a menor intensidade das operações.

As áreas implantadas em épocas mais precoces ou intermediárias se encontram majoritariamente colhidas (93%). Restam parcelas conduzidas em sistemas de menor escala, frequentemente com colheita manual ou mecanização de menor capacidade.

As condições meteorológicas do período (chuvas e menor demanda evaporativa) favoreceram a manutenção da umidade no solo e sustentaram o potencial produtivo das lavouras em enchimento de grãos (3%). A ocorrência de geadas de baixa intensidade, seguida por dias ensolarados, tende a acelerar a perda de umidade dos grãos em maturação (4%), sem impacto relevante sobre cultivos ainda em fase reprodutiva.

A sanidade das lavouras em safrinha, de modo geral, continua adequada, com baixa incidência de enfezamentos, refletindo o controle satisfatório do vetor. A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.

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intensidade, seguidas por dias ensolarados, o que favoreceu a perda de umidade dos grãos em lavouras conduzidas principalmente pela agricultura familiar na Campanha e Fronteira Oeste, onde a colheita ocorre de forma escalonada, manual ou com colhedoras adaptadas. Os cultivos de segunda safra, inclusive de implantação tardia, não sofreram impactos significativos e mantêm o bom enchimento de grãos. Em Maçambará e Manoel Viana, observa-se planejamento antecipado da próxima safra. Porém, a elevação expressiva no preço dos fertilizantes deve refletir diretamente no nível de investimento nas lavouras e, consequentemente, no seu potencial produtivo.

Na de Caxias do Sul, a colheita supera 80%, com predominância de áreas já colhidas em sistemas empresariais. Ainda há lavouras por colher em pequenas propriedades, conduzidas com colheita gradual.

Na de Erechim, a colheita atinge 95%, e a produtividade média está estimada em aproximadamente 9.000 kg/ha. O desempenho é considerado satisfatório, e há relativa uniformidade entre áreas já colhidas.

Na de Pelotas, 54% foram colhidos. As remanescentes se distribuem entre enchimento de grãos (20%), florescimento (2%) e maturação (24%). As condições de umidade do solo, associadas à menor evapotranspiração e à ocorrência de chuvas, têm favorecido a recuperação do potencial produtivo nas áreas ainda em definição de rendimento.

Na de Santa Maria, a colheita supera 75%. Aproximadamente 22% das lavouras se encontram em maturação, enquanto 8% — correspondentes à safrinha — estão em enchimento de grãos.

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Na de Santa Rosa, a colheita alcança 95%. Os cultivosremanescentes estão em estádios de floração (1%), enchimento de grãos (3%) e maturação (1%). Na de Soledade, 70% foram colhidos. As lavouras implantadas entre novembro e janeiro estão principalmente em enchimento de grãos (22%), e há parcelas em maturação fisiológica (3%) e maturação de colheita (5%). As condições de temperatura relativamente elevada para o período, associadas à boa disponibilidade hídrica e radiação solar, favorecem a continuidade do desenvolvimento e a definição do peso de grãos, apesar do alongamento do ciclo em função da redução sazonal de radiação.

Comercialização (saca de 60 quilos)

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho reduziu 0,12%, de R$ 58,19 para R$ 58,12 em média no Estado.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Preço da soja no Brasil não resiste à nova queda de Chicago: veja as cotações

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Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão de pouca movimentação, com negócios pontuais e ritmo lento tanto nos portos quanto no mercado interno.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.

Ao longo do dia, o analista menciona que a Bolsa de Chicago operou em queda, enquanto os prêmios não conseguiram compensar o movimento recente de baixa. "As ofertas continuam depreciadas em termos de valor", acrescenta.

Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. Segundo Silveira, o ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Todo mundo está esperando os números da próxima semana, que serão divulgados na próxima terça-feira, dia 12”, resume.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): R$ 123,50
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 118,50 para R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 107,50
  • Dourados (MS): R$ 110,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 109,50 para R$ 109
  • Porto de Paranaguá (PR): baixou de R$ 128,50 para R$ 128
  • Porto de Rio Grande (RS): permaneceu em R$ 128,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), mas acima das mínimas do dia.

Silveira pontua que o comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo, foi determinante para as oscilações da soja, em dia de muita volatilidade e de ajustes.

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O petróleo iniciou o dia com fortes perdas, mas reduziu a retração na parte da tarde, chegando até mesmo a operar no território positivo.

“Tudo gira em torno das negociações entre Irã e Estados Unidos em busca de uma solução para o conflito no Oriente Médio. A falta de novidades trouxe certo ceticismo ao mercado”, relata o analista.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,50 centavos de dólar, ou 0,2%, a US$ 11,92 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,86 3/4 por bushel, com retração de 2,25 centavos de dólar ou 0,18%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,15 centavos de dólar, com perda de 0,87 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 4,9222 para venda e a R$ 4,9202 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8954 e a máxima de R$ 4,9304.

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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