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23 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em baixa perspectivas da boa safra nos EUA – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/06/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/06

Chicago: A cotação de julho, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,44% ou $ -6,00 cents/bushel a $ 410,25. A cotação para setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em baixa de -1,76% ou $ -7,25 cents/bushel a $ 405,00.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta quarta-feira. As cotações do cereal seguiram a tendencia de baixa, visto as boas condições climáticas no cinturão do milho/soja e a perspectiva do mercado que o USDA aponte uma leve alta na área semeada nos EUA. Caso concretizado a alta, as chances de os produtores americanos colherem a maior safra de milho será mais realista. A produção de etanol voltou a cair e os estoques do subproduto subiram no comparativo semanal. A aprovação de um uso maior da mistura de etanol na gasolina e do biodiesel no diesel no Brasil foram amplamente citados nos comentários americanos.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: Milho B3 fechou em baixa pressionado pela queda de Chicago

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta quarta-feira. As cotações do milho na B3 fecham com perdas, após se descolar por dois dias da forte queda em Chicago. As cotações seguem oscilando dentro de um canal de tendencia lateral, com ajustes positivos e negativos limitados.

A ANEC indicou uma melhora nas exportações em junho em relação aos meses anteriores, mas com números menores que os inicialmente projetados para o período e abaixo do saldo mensal exportado em 2024. O Rally da Safra elevou consideravelmente o volume de produção da 1 ª e 2ª safra de milho no Brasil. Segundo a estimativa, o país poderá colher até 20 milhões de toneladas a mais que o estimado pelo USDA e a Conab.

OS FECHAMENTOS DO DIA 25/06

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de julho/25 foi de R$ 64,31 apresentando baixa de R$ -0,28 no dia, alta de R$ 1,44 na semana; julho/25 fechou a R$ 63,08, baixa de R$ -1,30 no dia, baixa de R$ -0,78 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 67,04, baixa de R$ -0,69 no dia e baixa de R$ -0,57 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
QUARTO DIA DE QUEDA CONSECUTIVA (Veja as razões baixistas)

O milho caiu pelo quarto dia consecutivo em Chicago devido às boas condições ambientais nas áreas produtoras de grãos secundários dos EUA, com chuvas regulares favorecendo o desenvolvimento das plantas e falta de acordos concretos entre a Casa Branca e os países que buscam tratamento diferenciado sob a política tarifária imposta pelos Estados Unidos, na contagem regressiva para 9 de julho, data em que as tarifas recíprocas voltariam a vigorar.

BRASIL-FORTE AUMENTO NA PRODUÇÃO DA SAFRINHA (baixista)

Além disso, o avanço da segunda safra de milho no Brasil também pressionou o mercado, apesar de sua lenta entrada. Isso foi ainda mais acentuado pelo fato de que ontem, após seu “Rally da Safra”, a empresa Agroconsult surpreendeu ao elevar sua projeção para o volume de safrinha de 112,90 para 123,30 milhões de toneladas e ao elevar sua estimativa recorde para a produção total de milho em 2024/2025 para 150,30 milhões de toneladas, número muito acima dos 130 milhões de toneladas projetados pelo USDA nem com os 128,25 milhões de toneladas previstos pela Conab.

BRASIL-EXPORTAÇÕES MENORES (baixista para o Brasil, altista para CBOT)

Em relação à comercialização do milho brasileiro, em sua revisão semanal, a ANEC ajustou sua estimativa do volume a ser exportado em junho de 913.316 para 828.959 toneladas, superior às 68.400 toneladas de maio, mas inferior às 982.812 toneladas do sexto mês de 2024. Assim, o segundo semestre do ano verá uma quantidade significativa de milho brasileiro entrando no mercado, mesmo com o início da colheita do grão nos Estados Unidos.

EUA-MENOS DEMANDA DE MILHO PARA ETANOL (baixista)

O relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) de hoje não foi positivo, com a produção diária de etanol caindo de 1.109.000 para 1.081.000 barris, número que se manteve acima do número do ano anterior, de 1.043.000 barris. Os estoques de biocombustíveis aumentaram de 24.120.000 para 24.404.000 barris, número que superou os 23.423.000 barris estocados no mesmo período em 2024.

BRASIL-CNP APROVA AUMENTO PARA E30 (altista)

O Conselho Nacional de Política Energética aprovou hoje o aumento do percentual de etanol na mistura de combustíveis fósseis de 27% para 30% a partir de 1º de agosto. Além de impulsionar o crescimento da capacidade instalada de produção de etanol de milho no Brasil, essa medida ampliará a demanda interna por milho e, ao mesmo tempo, poderá reduzir as exportações de etanol — duas medidas que, em tese, devem dar algum suporte ao mercado americano.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Clima e menor oferta no spot mantêm preços em alta no BR – MAIS SOJA

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Os preços do trigo em grão seguem em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. As negociações estão pontuais, refletindo a menor disponibilidade do cereal no mercado spot.

Pesquisadores do Cepea destacam também que agentes permanecem atentos às condições climáticas para a safra 2026/27, especialmente no Sul do País, onde a perspectiva de maior volume de chuvas ao longo do ciclo pode comprometer a qualidade dos grãos. Esse cenário mantém compradores e vendedores cautelosos, o que contribui para a sustentação dos preços domésticos.

No campo, segundo a Conab, até 12 de junho, 59,5% da área destinada ao trigo na safra 2026 já havia sido semeada no Brasil. Os trabalhos já estavam concluídos em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Goiás, a semeadura atingia 99% da área prevista; no Paraná, 78%; na Bahia, 60%; no Rio Grande do Sul, 36%; e em Santa Catarina, 7,3%.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Como ficaram os preços da soja? Cotações variam entre queda e estabilidade em regiões do Brasil

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e sem registro de grandes volumes negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nesta segunda-feira (22), as melhores ofertas apareceram no porto de Santos, mas o ritmo dos negócios permaneceu lento.

As cotações oscilaram entre estáveis e mais fracas ao longo do dia, refletindo o comportamento do dólar e da Bolsa de Chicago. Os prêmios apresentaram alguma alta, fator que ajudou a conter quedas mais acentuadas nos preços.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Segundo o analista, a semana começou com poucos movimentos e sem negociações de maior relevância, mantendo o mercado em espera.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pela queda dos preços do petróleo, diante dos avanços das conversas entre Irã e Estados Unidos em busca de um acordo para o encerramento do conflito no Oriente Médio.

O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas reforçou o cenário baixista para os preços na abertura da semana. Ainda nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará seu relatório mensal com os dados sobre o avanço da soja americana.

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 241.045 toneladas na semana encerrada em 18 de junho, segundo relatório semanal do USDA. Na semana anterior, o volume havia sido de 533.438 toneladas. No mesmo período do ano passado, o total inspecionado alcançou 202.391 toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 0,62%, a US$ 11,15 3/4 por bushel. A posição agosto encerrou cotada a US$ 11,22 1/2 por bushel, com recuo de 5,75 centavos de dólar, ou 0,50%.

Nos subprodutos, o farelo para julho fechou com queda de US$ 1,50, ou 0,49%, a US$ 299,80 por tonelada. Já o óleo de soja para julho terminou a sessão em 71,15 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 1,46 centavo, ou 2,09%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,1422 para venda e R$ 5,1402 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1237 e a máxima de R$ 5,1685.

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Sustentabilidade

Vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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O vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul desde o dia 15 de junho e segue até 15 de setembro de 2026. Durante esse período, é proibida a manutenção de plantas vivas de soja em qualquer estágio de desenvolvimento, incluindo plantas voluntárias (guaxas) que possam surgir após a colheita. A medida é uma das principais estratégias para o controle da ferrugem asiática.

De acordo com a Portaria SDA/MAPA nº 1.579/2026, após o término do vazio sanitário, a semeadura da soja para a safra 2026/2027 estará autorizada entre 16 de setembro e 31 de dezembro de 2026.

A ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, pode provocar perdas expressivas na produtividade quando não controlada adequadamente. Como o fungo necessita de plantas vivas para sobreviver e se multiplicar, a eliminação da soja durante a entressafra reduz significativamente a quantidade de inóculo presente no ambiente e contribui para retardar o aparecimento da doença na safra seguinte.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o cumprimento do vazio sanitário é uma responsabilidade coletiva que beneficia toda a cadeia produtiva.

“O vazio sanitário é uma ferramenta fundamental para reduzir a pressão da ferrugem asiática nas lavouras. Quando cada produtor faz sua parte e elimina as plantas vivas de soja durante esse período, contribuímos para diminuir a sobrevivência do fungo e aumentar a eficiência das estratégias de controle na próxima safra”, destaca Balta.

Além de contribuir para a sanidade das lavouras, o respeito ao calendário fitossanitário ajuda a reduzir a necessidade de aplicações de fungicidas ao longo do ciclo produtivo, favorecendo a sustentabilidade da produção e reduzindo os riscos de desenvolvimento de resistência dos patógenos aos produtos utilizados no manejo.

Datas importantes para a safra 2026/2027 em MS
  • Vazio sanitário da soja: 15 de junho a 15 de setembro de 2026;
  • Semeadura: 16 de setembro a 31 de dezembro de 2026.

A Aprosoja/MS orienta os produtores a seguirem rigorosamente as determinações fitossanitárias, contribuindo para a manutenção da produtividade, competitividade e sustentabilidade da soja sul-mato-grossense.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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