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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Trigo/BR: Semeadura do trigo atinge 56,6% das áreas destinadas ao cultivo – MAIS SOJA

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No RS, houve avanço da semeadura, mas as chuvas interromperam as operações. Nas Missões e Alto Uruguai, o atraso preocupa. As chuvas fortes, em especial em Missões, causaram erosão de solo e perda de sementes e plântulas. No PR, 85% da área prevista foi semeada, com lavouras em emergência, desenvolvimento vegetativo e florescimento. O frio e a umidade do solo favoreceram o desenvolvimento. Em SC, a semeadura foi iniciada com boas condições de umidade e temperatura para o início do desenvolvimento.

Em GO, a colheita do trigo de sequeiro avançou rapidamente na região Leste, superando as expectativas nas áreas colhidas. As lavouras semeadas tardiamente enfrentaram estresse hídrico. O trigo irrigado apresenta bom estado fitossanitário. Em MG, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, favorecidas pelas temperaturas amenas. Em MS, o perfilhamento segue favorecido por chuvas pontuais e clima ameno, com pragas e doenças sob controle.

Na BA, as lavouras estão com bom desenvolvimento, sem registro de perdas fitossanitárias. Em SP, as precipitações ocorridas e as baixas temperaturas favorecem o desenvolvimento do cereal.

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Previsão Agrometeorológica de 23/06/2025 a 30/06/2025

Norte-Nordeste: Há previsão de chuvas intensas no Norte e Oeste da região Norte. Em áreas pontuais do Nordeste e Oeste do PA, são previstos volumes menores, que favorecerão o milho segunda safra em estádio reprodutivo. No litoral do Nordeste, as chuvas previstas, principalmente em PE e AL, continuarão beneficiando o desenvolvimento do feijão e do milho terceira safras cultivados no Sealba. Nas demais áreas da região N-NE, haverá pouca ou nenhuma precipitação, favorecendo a maturação e colheita do algodão e do milho segunda safra no Matopiba.

Centro Oeste: A semana começa com volumes reduzidos de chuva em áreas do Sul de MT, GO e MS, seguidos de redução das temperaturas, devendo atrasar a maturação e colheita dos cultivos de segunda safra, além de prejudicar pontualmente a qualidade da fibra do algodão. Nas demais áreas, o tempo predominantemente aberto favorecerá a secagem natural do milho segunda safra.

Sudeste: Há previsão de volumes reduzidos de chuva em áreas do Sul de MG e SP, que amenizarão o deficit hídrico no solo. No Centro-Norte de MG, parte do RJ e ES, a previsão é de tempo aberto, favorecendo a maturação e colheita dos cultivos de segunda safra, além da canade-açúcar e do café. Há possibilidade de geadas no Sudoeste e Sul de SP, que poderão causar danos pontuais ao milho segunda safra ainda em estádio reprodutivo, mas que beneficiarão o trigo em fase inicial de desenvolvimento.

Sul: A semana começa com chuvas volumosas em parte do RS, em SC e PR, que devem prejudicar a semeadura e o desenvolvimento inicial dos cultivos de inverno, principalmente nas áreas onde o solo se encontra saturado. No dia 24, há previsão de geada ampla nos três estados, com intensidade de moderada a forte, podendo atingir áreas de milho segunda safra no Sul do PR. Nas demais áreas do estado, as condições serão, no geral, favoráveis.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 23 de junho de 2025 completo, clicando aqui!

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Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras

Site: CONAB

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Sustentabilidade

Preço da soja se mantém no final de abril, aponta Cepea

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As últimas semanas no mercado da soja foram marcadas por preços firmes. Apesar da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, as cotações se mantiveram sustentadas pela forte demanda, tanto no mercado interno quanto externo.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os conflitos no Oriente Médio e a valorização do petróleo tem reforçado essa constância no mercado. Com os preços do diesel em alta, a procura pelo biodiesel tem aumentado e consequentemente o interesse pelo óleo de soja também.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Em relação às lavouras, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que a colheita atingiu 92,1% da área, com variações entre regiões. No Sul do país, o ritmo é mais lento: Santa Catarina registra 71% e o Rio Grande do Sul, 69%, ambos abaixo dos índices observados no ano passado.

Enquanto isso, no Matopiba o ritmo é heterogêneo e em Tocantis a colheita está próxima ao fim, com 98% da área colhida. Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior. No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025.

Colheita internacional

Na Argentina, chuvas tem atrapalhado a colheita, o que forçou uma pausa por período indeterminado na região.

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Enquanto nos EUA, a chuva chegou como notícia boa e trouxe alívio, apesar de limitar as atividades. Mesmo dessa forma, a semeadura chegou a 23% da área projetada para a safra 2026/27, até 26 de abril, quantidade superior ao ano passado e da média dos últimos 5 anos.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

  • Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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