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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Seminário debate os desafios da liderança brasileira no mercado mundial de soja – MAIS SOJA

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Estão abertas as inscrições para o sétimo Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 19 e 20 de agosto de 2025, na Embrapa Soja, em Londrina (PR). O evento reunirá pesquisadores, técnicos, agentes governamentais, especialistas e representantes das indústrias e de produtores rurais para debater os principais temas que impactam a competitividade da cadeia da soja.

Os debates irão abranger desde a evolução da sojicultura no Brasil, desafios vencidos e o que vem pela frente, na visão de todos os elos da cadeia, a China, desafios técnicos, regulatórios e comerciais e a geopolítica da soja, estratégias, dependência e protagonismo global.

O Seminário é gratuito, presencial e é promovido pela Embrapa Soja, em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), a Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), Associação dos Produtores de Soja do Paraná (Aprosoja/PR), a Associação das Supervisoras e Controladoras do Brasil (ASCB), Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

Programação

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Terça-feira, 19 de agosto de 2025

Conferência de abertura: Perfil e mapeamento da sojicultura no Brasil nos últimos 50 anos: evolução da produtividade, desafios vencidos e o que vem pela frente
Painel: Evolução da sojicultura brasileira: desafios e realidades regionais
Panorama técnico da produção de soja no Brasil: mapeamento da produtividade e análise das oscilações regionais
Setor produtivo: desafios e cenários que impactaram a produção e produtividade da soja nas últimas safras
O papel das cooperativas na produção de soja

Quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Painel: Mercado China: desafios técnicos, regulatórios e comerciais da soja brasileira
Barreiras fitossanitárias na exportação de soja para a China: vigilância, controle e rastreabilidade
Critérios de qualidade da soja exigidos pelo mercado chinês: da colheita ao embarque
Aspectos legais e normativos para exportação de soja geneticamente modificada (OGM) à China
Painel: Geopolítica da soja: estratégias, dependência e protagonismo global
Visão China – centralidade da China na geopolítica da soja frente aos crescentes controles e demanda
Visão União Europeia – o papel da soja brasileira na pauta ambiental europeia

Serviço

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VII Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja,
Data: 19 e 20 de agosto
Local: Embrapa Soja, em Londrina (PR).
Inscrições gratuitas e vagas limitadas: www.seminariodesafiosdasoja.com.br.

Fonte: Embrapa Londrina, disponível em Aprosoja MS



 

FONTE

Autor:Embrapa Londrina, disponível em Aprosoja MS

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Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



 

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