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19 de junho de 2026

Sustentabilidade

Dessecação pré-semeadura: Fundamentos e benefícios no manejo de plantas daninhas – MAIS SOJA

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O manejo e controle de plantas daninhas em culturas agrícolas é fundamental para o sucesso produtivo da lavoura. Plantas daninhas matocompetem com culturas agrícolas por recursos como radiação solar, água e nutrientes do solo, além de servirem como ponte verde para a sobrevivência de pragas e doenças. Dependendo da espécies de planta daninha, densidade populacional e período em que convive com a cultura agrícola, perdas de produtividade superiores a 91% podem ser observadas, como é o caso do caruru-gigante (Amaranthus palmeri) na cultura do milho. Essa mesma espécie de planta daninha, pode causar perdas de produtividade superiores a 79% em soja e 77% em algodão (Gazziero & Silva, 2017).

Figura 1. Matocompetição de caruru com a soja.

Considerando o impacto das planta daninhas nas culturas agrícolas, o controle efetivo delas é fundamental para assegurar o potencial produtivo da lavoura. Dentre os métodos de controle de planta daninhas, o controle químico com é o método mais empregado em escala comercial. Nesse contexto, visando reduzir o impacto das planta daninhas nas culturas produtoras de grãos, uma das principais e mais importantes estratégias de manejo é a dessecação pré-semeadura.

O que é a dessecação pré-semeadura?

A dessecação pré-semeadura, também chamada de dessecação antecipada, consiste na aplicação de herbicidas específicos para o controle de plantas daninhas antes da semeadura da cultura principal. Essa prática também pode ser empregada para o manejo de culturas de cobertura, com o objetivo de criar condições adequadas para a implantação da cultura sucessora.

Benefícios da dessecação pré-semeadura

Dentre os principais benefícios da dessecação pré-semeadura de culturas agrícolas, especialmente aquelas inseridas no sistema plantio direto, podemos destacar a melhoria da condição de palhada para a prática da semeadura (eliminação da biomassa verde), o controle das planta daninhas emergidas anteriormente a semeadura e consequentemente a redução da matocompetição inicial com a cultura comercial (estabelecimento do limpo), e a redução da pressão de controle sobre as pulverizações pós-semeadura, não deixado todo o controle apenas para as aplicações na capina (controle pós-emergente em V3-V4).

Além disso, a dessecação pré-semeadura possibilitam uma melhor uniformidade de emergência das plantas, uma vez que reduzindo as plantas hospedeiras (plantas daninhas), pode-se ter a redução de pragas e patógenos que acometem as culturas no início do desenvolvimento, contribuindo para o melhor estabelecimento da cultura no campo.

Cuidados com a dessecação pré-semeadura

Para um controle eficaz das plantas daninhas na dessecação pré-semeadura, é fundamental identificar as espécies presentes na área de produção e as características dessas espécies e do sistema de produção, a fim de posicionar adequadamente os herbicidas na pré-semeadura. Durante muito tempo, em função das suas características físico-químicas, facilidade de manipulação, bom custo benefícios e amplo espectro de ação, o glifosato foi um dos herbicidas mais utilizados para a dessecação pré e pós-semeadura da soja.

Contudo, a elevada pressão de seleção sobre esse herbicida resultou em diversos casos de resistência de plantas daninhas ao herbicida, em diferentes regiões no mundo, fazendo com que plantas comuns como buva (Conyza spp.), caruru (Amaranthus), capim-amargoso (Digitaria insularis), apresentassem resistência ao glifosato. Essas espécies daninha possuem elevada habilidade competitiva, rápido crescimento e desenvolvimento, e elevada produção de sementes, fatores que associados, tornam essa planta daninhas difíceis de ser controladas e com elevada capacidade em causar danos às culturas agrícolas.

Figura 2. Distribuição Global de espécies de plantas daninhas com resistência ao glifosato.
Adaptado: Heap (2024)

A resistência das plantas daninhas ao glifosato resultou em diversas falhas de controle na pré e pós-semeadura de culturas RR, dificultando ainda mais o controle efetivo dessas plantas daninhas (figura 3). Nesse sentido, a identificação das espécies presentes na lavoura antes da semeadura, bem como a sensibilidade dessas espécies aos herbicidas é fundamental para embasar o posicionamento dos herbicidas, devendo-se dar  preferencia por mecanismos de ação e princípios ativos mais eficientes no controle das plantas daninhas.

Figura 3. Plantas de buva remanescentes da dessecação pré-semeadura.

O controle eficaz das plantas daninhas na pré-semeadura é fundamental para garantir o bom desenvolvimento inicial da lavoura, livre da competição com plantas daninhas. Embora varie em função da cultura e espécies de plantas daninhas, estima-se que, para a cultura da soja, o período anterior a interferência (período em que as plantas daninhas e cultivadas podem conviver em conjunto, sem que haja redução da produtividade), não seja superior a 26 dias (Franceschetti et al., 2018). Nesse sentido, o controle efetivo na pré-semeadura é determinante para o bom estabelecimento da soja.

Em casos mais complexos, em que elevadas populações de plantas daninhas e/ou populações em avançado estádio de desenvolvimento estejam presentes, aplicações sequenciais de herbicidas podem ser necessárias na pré-semeadura para controlar eficientemente essas plantas daninhas. Dependendo das espécies de plantas daninhas, distintos herbicidas podem ser empregados no controle pré-semeadura, conduto, dependendo da molécula e princípio ativo, deve-se levar em consideração o efeito residual do herbicida.



No geral, recomenda-se um período de 15 a 20 dias de intervalo entre a dessecação pré-semeadura e a semeadura da soja, devendo-se observar a condição da lavoura, para que haja a certificação da efetividade de funcionamento dos produtos (Embrapa, 2021). Contudo, dependendo do herbicida utilizado, esse intervalo pode ser maior para evitar efeitos fitotóxicos à cultura (figura 4).

Figura 4. Intervalo entre aplicação de herbicidas e semeadura das culturas agrícolas.

Em situações em que há a presença de populações de pragas, em especial lagartas que acometem as plantas no início do desenvolvimento, inseticidas podem ser associados aos herbicidas na dessecação pré-semeadura, desde que haja compatibilidade entre os produtos, otimizando assim a operação. Em suma, a dessecação pré-semeadura é uma prática de manejo indispensável para o estabelecimento da lavoura, especialmente se tratando do sistema plantio direto, e possibilita controle das plantas daninhas, para o estabelecimento da lavoura no limpo, livre da matocompetição.

Referências:

EMBRAPA. SISTEMA PLANTIO DIRETO: SUBSISTEMA SOJA. EMBRAPA, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/agencia-de-informacao-tecnologica/tematicas/sistema-plantio-direto/agrossistemas/sistema-santanna/producao/subsistema-soja?_ga=2.115430470.199159665.1749814102-1073496040.1749814102 >, acesso em: 13/06/2025.

FRANCESCHETTI, M. B. et al. PERÍODOS DE INTERFERÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA. Anais da VIII Jornada de Iniciação Cientifica e Tecnológica – VIII JIC, 2018. Disponível em: < https://portaleventos.uffs.edu.br/index.php/JORNADA/article/view/8650 >, acesso em: 15/12/2020.

GAZZIERO, D. L. P.; SILVA, A. F. CARACTERIZAÇÃO E MANEJO DE Amaranthus palmeri. Embrapa, Documentos, n. 384, 2017. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1069527/1/Doc384OL.pdf >, acesso em: 13/06/2025.

HEAP, I.  THE INTERNATIONAL HERBICIDE-RESISTANT WEED DATABASE, 2023. Disponível em: < https://weedscience.org/Pages/crop.aspx >, acesso em: 23/10/2024.

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Sustentabilidade

Calagem do solo e custos: o perigo das soluções “mágicas” – MAIS SOJA

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O agricultor vive um momento bastante desafiador. O mercado apresenta um conjunto de situações que tornam difíceis as tomadas de decisão – como elevação dos custos e dos insumos.

Nesse cenário, surgem soluções “mágicas” ou que prometem milagres no cultivo. Em contraponto, profissionais pregam a adoção de técnicas consagradas de calagem do solo, com produtos já comprovados cientificamente.

Essa postagem tem o objetivo de proteger o patrimônio do agricultor, trazendo-o de volta para a ciência do solo de forma prática. Fique conosco até o final e saiba mais!

. 5 pontos para o agricultor ficar de olho

1. A armadilha: o “barato que sai caro”

Precisamos desmistificar as promessas de calcários em outros formatos que não sejam pó. Sim, há produtos diferenciados, em outros formatos. Porém, não se trata de calcários, dentro do que é preconizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Também surgem fórmulas “superconcentradas”, que prometem substituir calcário. As mensagens enchem os olhos, com a promessa de reduzir custos na aplicação e no frete.

Lembre-se: o calcário agrícola é vendido acompanhado de documentação que apresenta suas características, como a granulometria, por exemplo. A autorização do MAPA também é citada nessa documentação e pode ser checada no site do ministério.

2. A matemática do solo gera neutralização real

A correção da acidez é uma reação química que depende de quantidade, ou seja, massa. Para neutralizar o alumínio tóxico e elevar o pH de um hectare de área plantada ou pastagem, o solo precisa de volume real de Cálcio e Magnésio.

O Cálcio é essencial para os tecidos da planta. Já o Magnésio surge na clorofila e garante a energia da lavoura.

3. O tripé da calagem tradicional

O calcário traz vários benefícios, mas há 3 principais: fornecimento de Cálcio e Magnésio, melhoria do ambiente para as raízes da planta e aumento da eficiência dos fertilizantes, como os conhecidos NPK.

4. Alerta: prejuízo duplo à vista!

O agricultor não perde apenas o dinheiro investido quando se socorre do produto “milagreiro”, mas perde também o potencial produtivo da safra inteira porque o solo continuará ácido.

E, em algum momento, esse desequilíbrio trará prejuízos.

5. “Mas o que devo ficar de olho nos produtos que corrigem a acidez do solo?”

A orientação é seguir um “passo a passo” que ajuda a identificar eventuais falhas. Exigir o PRNT e o registro no Mapa é uma ação necessária. Fazer a análise do solo é fundamental.

Em resumo

A aplicação de calcário permanece como a prática mais segura, barata e eficiente para o bolso do produtor.

Em momentos de custos altos, a melhor estratégia é errar menos.

Proteger o seu solo com o calcário e a orientação técnica correta é a única garantia de que todo esforço se transformará em sacas colhidas no final da temporada.

Esse vídeo do pesquisador Heitor Cantarella, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), aborda medidas simples que podem ser adotadas.

Fonte: Abracal

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Sustentabilidade

Conheça os vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26!

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Mauricio Buffon entrega prêmio Personagem Soja Brasil | Foto: Junner Schmidt

E chegou o momento de conhecer os vencedores do Personagem Soja Brasil 25/26. A premiação realizada em Campo Grande (MS) reconheceu produtores e pesquisadores que se destacam pelo trabalho, pela inovação e pela contribuição ao desenvolvimento do agro brasileiro.

Na categoria pesquisador por voto popular, o troféu foi entregue pelo presidente licenciado da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, ao vencedor Leandro Paiola, pesquisador da Supra Pesquisa e da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A entrega foi realizada por Rafael Scapini, gerente comercial da Ihara.

“Todos merecem ser premiados. Nosso agro só é o que é porque temos pesquisadores e produtores que fazem a diferença. Agradeço à minha família pelo apoio e a todos que fazem parte dessa caminhada. Ninguém faz nada sozinho, construímos resultados a partir de interações e conexões”, afirmou Leandro Paiola.

Produtores homenageados

Na categoria produtor por voto popular, o presidente da Aprosoja MS, Jorge Michel, apresentou o vencedor João Damasceno. Ele destacou que todos os indicados já representam uma conquista pelo trabalho desenvolvido no campo.

“Todos já são ganhadores só de serem indicados. O reconhecimento valoriza produtores que fazem a diferença e ajudam a fortalecer o agro brasileiro”, afirmou Jorge Michel.

O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, entregou o prêmio ao vencedor da categoria produtor pela comissão julgadora. A homenagem reconheceu a trajetória e a dedicação dos produtores que representam a força do campo.

A vencedora foi Maira Lelis, que agradeceu o reconhecimento e destacou a emoção de representar produtores e pesquisadores do setor. Ela explicou que a premiação simboliza a importância da ciência, da pesquisa e da tecnologia para o avanço do agro.

“É uma honra muito grande estar aqui. Estou emocionada, meu coração está saltitando. Poder representar tantos produtores e pesquisadores, levar o agro que transforma, que inova e mostrar que somos produtores responsáveis é uma alegria muito grande. Se não fosse a ciência e a pesquisa, hoje o agro do Brasil não estaria nesses patamares”, afirmou.

Maira também ressaltou que acompanha de perto a evolução dentro da fazenda e como as novas tecnologias contribuem para uma produção mais sustentável. “Estamos na quarta geração dentro da fazenda e vemos toda essa inovação chegando ao campo. Junto com as tecnologias conseguimos fazer um agro mais sustentável”, concluiu.

Premiação se faz pela coletividade

A premiação também contou com homenagens especiais na categoria pesquisador e produtor. Subiram ao palco Fernando Adegas, pesquisador da Embrapa Soja, e Carlos Eduardo Carnieletto, produtor com atuação em manejo integrado de pragas.

Fernando Adegas explicou que o reconhecimento representa um trabalho coletivo envolvendo diferentes profissionais e instituições. “É um grande prazer participar deste prêmio. Esse reconhecimento individual é um prêmio coletivo para todos que estão comigo, pesquisadores, universidades, instituições de pesquisa e a Embrapa”, afirmou.

Carlos Eduardo Carnieletto falou sobre a emoção de receber a homenagem e destacou a importância da família e dos parceiros nessa trajetória. “É uma satisfação enorme. Nunca sonhei em estar em um lugar como esse. Agradeço ao meu pai, minha mãe, que começaram essa história no interior do Paraná, e a todos os parceiros que fizeram parte dessa caminhada”, concluiu.

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Coinoculação: uma estratégia eficiente para o aumento de produtividade da soja – MAIS SOJA

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O nitrogênio (N) é o nutriente mais requerido pela soja, desempenhando papel fundamental na formação de proteínas, no crescimento vegetativo e na definição do potencial produtivo da cultura. Sua deficiência pode limitar significativamente o desenvolvimento das plantas e reduzir a produtividade. Embora a adubação nitrogenada seja uma alternativa para suprir a demanda de N, seu uso em soja apresenta baixa viabilidade econômica, já que por meio da fixação biológica de nitrogênio (FBN) bactérias fixadoras de N, do gênero Bradyrhizobium, são capazes de fornecer todo o nitrogênio necessário para boas produtividades, via simbiose.

Além da inoculação padrão com bactérias do gênero Bradyrhizobium, estudos demonstram que a coinoculação da soja, com o uso adicional de bactérias do gênero Azospirillum tem demonstrado grande viabilidade técnicas e econômica para a cultura da soja, principalmente pelos bons resultados decorrentes da FBN e do estímulo ao crescimento radicular promovido pelo Azospirillum. Conforme observado por  Santos et al., (2024), a coinoculação da soja o uso combinado dessas bactérias contribui de forma efetiva para o melhor desenvolvimento vegetal, especialmente do sistema radicular da planta.

Ganhos na produtividade

Embora os benefícios da coinoculação na produtividade da soja sejam amplamente relatados, principalmente quando comparada a cultivos sem inoculação ou apenas inoculados, os ganhos proporcionados em relação à adubação mineral ainda constituem uma importante linha de investigação. Avaliando parâmetros biométricos e produtivos de plantas de soja submetidas à inoculação, coinoculação e adubação com fertilizantes químicos no Cerrado Sul-Mato-Grossense, Barboza & Costa (2026) observaram que a coinoculação promoveu incremento de aproximadamente 8,5% na produtividade da cultura, equivalente a um aumento de cerca de 3,5 sacas ha⁻¹ em comparação à adubação química (Tabela 1).

Tabela 1. Avaliação da Inoculação com bactéria fixadora de nitrogênio, Bradyrhizobiume da coinoculação com Bradyrhizobium+ Azospirillum na cultura da soja, na cultivar Brasmax 65i65 Intacta.
Médias seguidas da mesma letra na mesma coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05). AP: altura de planta; AV: altura de inserção da primeira vagem; NV: número de vagens; NG: número de grãos; M100: massa de 100 grãos; PROD: produtividade; CV: coeficiente de variação. *Adubação química consistiu no uso de 200 kg ha-1 do fertilizante N-P-K 07-40-02.
Fonte: Barboza & Costa (2026)

Os resultados obtidos por Barboza & Costa (2026) corroboram os dados reportados na literatura, incluindo os ensaios conduzidos pela Embrapa, que evidenciam incrementos médios de produtividade de 8% com a inoculação tradicional e de 16% com a coinoculação utilizando Bradyrhizobium + Azospirillum (Prando et al., 2019). Esses resultados reforçam o potencial da coinoculação como uma estratégia eficiente para otimizar a contribuição da fixação biológica de nitrogênio e favorecer o desempenho produtivo da soja, inclusive em ambientes de Cerrado.

Confira o estudo completo desenvolvido por Barboza & Costa (2026) clicando aqui!



Referências:

BARBOZA, A. F.; COSTA, F. A. EFEITO DA COINOCULAÇÃO DE Bradyrhizobiume Azospirillumna PRODUTIVIDADE DA CULTURA DA SOJA NO CERRADO SUL-MATO-GROSSENSE. Research, Society and Development, 2026. Disponível em: < https://rsdjournal.org/rsd/article/view/51133/40113 >, acesso em: 18/06/2026.

PRANDO, A. M. et al. COINOCULAÇÃO DA SOJA COM Bradyrhizobium e Azospirillum NA SAFRA 2018/2019 NO PARANÁ. Embrapa, Circular Técnica, n. 156, 2019. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1117312/1/Circtec156.pdf >, acesso em: 18/06/2026.

SANTOS, A. L. G. et al. IMPORTÂNICA DAS TÉCNICAS DE INOCULAÇÃOE COINOCULAÇÃO NA CULTURA DA SOJA. Scientific Electronic Archives, 2024. Disponível em: < https://scientificelectronicarchives.org/index.php/SEA/article/view/2019 >, acesso em: 18/06/2026.

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