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6 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Análise Ceema: Cotação do milho em Chicago pouco se alterou na semana, fechando a quarta-feira em US$4,33/bushel – MAIS SOJA

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Por Argemiro Luís Brum

A cotação do milho em Chicago, para o primeiro mês, pouco se alterou na semana, pois o reflexo da guerra Israel x Irã é menor junto ao cereal. Além disso, o mercado espera uma safra recorde nos EUA, na medida em que o plantio foi concluído e o clima continua positivo. Assim, o bushel do cereal recuou na semana, fechando a quarta-feira (18) em US$ 4,33, contra US$ 4,38 uma semana antes (quinta-feira, 19/06, foi feriado nos EUA).

Também neste mercado se espera com expectativa os relatórios de plantio definitivo e de estoques trimestrais, previstos para o dia 30/06.

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Dito isso, os embarques estadunidenses de milho, na semana encerrada em 12/06, fecharam em 1,67 milhão de toneladas, o que levou o somatório do atual ano comercial a alcançar 52 milhões de toneladas no período, sendo 28% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

E no Brasil, os preços do milho continuam com viés de baixa. No Rio Grande do Sul, a média caiu para R$ 63,74/saco, enquanto as principais praças se mantiveram em R$ 61,00. Já no restante do país as médias oscilaram entre R$ 48,00 e R$ 64,00/saco.

Com a produção total sendo esperada, agora, entre 128 e 131 milhões de toneladas, diante de um clima geralmente positivo para a safrinha, e exportações lentas, os preços não reagem. A Conab vem esperando uma safrinha de 101 milhões de toneladas, ou seja, 12% acima do registrado em 2024, segundo suas estatísticas.

A colheita da segunda safra vai se realizando, porém, em ritmo ainda lento. Até o dia 14/06 a mesma chegava a 3,9% no país, segundo a Conab, contra 13,1% no mesmo período do ano passado e 8,4% na média dos últimos anos. Naquela data, 61,2% das áreas estavam em maturação, 32,2% em enchimento de grãos e 2,7% em floração.

Já no Centro-Sul brasileiro a colheita da segunda safra atingia a 5,2% até o dia 12/06, contra 21% um ano atrás (cf. AgRural). As chuvas nestes últimos dias estão atrasando mais a mesma em regiões do Paraná.

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No Mato Grosso, a colheita da safrinha teria chegado a 7,2% no final da semana anterior, continuando atrasada. Em meados de junho do ano passado o estado já havia colhido 21,7% de sua safrinha, enquanto a média histórica é de 15,2% nesta época. Apesar disso, a produtividade está vindo melhor, reforçando a estimativa de um volume final de safrinha em 50,4 milhões de toneladas no Mato Grosso (cf. Imea).

Por outro lado, o mesmo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária divulgou relatório apontando que o custeio do milho de alta tecnologia, para a safra 2025/26 no Mato Grosso, está em R$ 3.216,06 por hectare, queda de 0,29% em maio diante do levantamento de abril. Com a redução do custeio, o Custo Operacional Efetivo apresentou queda de 0,19% frente ao mês de abril e ficou em R$ 4.706,30 por hectare.

Já o Custo Total teve alta de 0,07%, alcançando R$ 6.638,14/ha, influenciado pelos acréscimos no custo de oportunidade da terra, capital circulante e máquinas e equipamentos, que subiram em decorrência da elevação da Taxa Selic. Assim, para que o produtor mato-grossense de milho consiga cobrir apenas o Custo Operacional, considerando a produtividade média das últimas três safras, de 116,7 sacos/ha, é necessário que ele comercialize seu cereal a pelo menos R$ 40,33/saco para a safra 2025/26. E para cobrir o Custo Total, será preciso vender o milho safrinha, em 2025/26, a R$ 56,88/saco. Neste momento, o preço do milho, em Campo Novo do Parecis, por exemplo, está em R$ 48,00/saco, com pressão baixista, pois ainda falta a quase totalidade da área de safrinha para ser colhida.

E no Paraná, segundo o Deral, 8% da safrinha estaria colhido no início da presente semana, com o restante das áreas registrando 54% em maturação, 43% em frutificação e 3% em floração. Por sua vez, 67% dessas áreas estavam em boas condições, 20% médias e 13% ruins.

Enfim, as exportações brasileira de milho, segundo a Secex, nos primeiros 10 dias úteis de junho atingiram a apenas 67.091 toneladas, com a média diária ficando 84,2% abaixo da média de todo o mês de junho do ano passado. Se as exportações não aumentarem significativamente no segundo semestre, o quadro de preços internos do cereal irá piorar bastante. O problema é o conflito atual entre Israel e Irã, já que este último país comprou quase 40% do milho brasileiro exportado no último ano comercial.

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A Anec, por sua vez, se mantém otimista esperando que o país exporte, em todo o mês de junho, um volume de 913.316 toneladas. Por enquanto, está muito difícil isso ocorrer.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).



 

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Sustentabilidade

Soja/RS: Clima firme impulsiona plantio, mas produtores monitoram umidade do solo – MAIS SOJA

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A semeadura de soja avançou com maior intensidade no período, alcançando 23% da área estadual projetada. A sequência de dias sem precipitação, a redução da umidade excessiva na camada superficial do solo e a elevação das temperaturas diurnas favoreceram a retomada das operações, permitindo ampliar as áreas implantadas para o plantio em talhões anteriormente ocupados por culturas de inverno.

O avanço dos trabalhos ocorre em ritmos distintos entre as regiões, conforme a disponibilidade de máquinas e a conclusão da colheita de inverno. Em áreas anteriormente encharcadas, a melhoria do balanço hídrico também permitiu retomar as operações de dessecação pré-semeadura.

As lavouras apresentam emergência uniforme e estandes satisfatórios. O estabelecimento inicial está adequado, embora a disponibilidade de umidade na camada superficial já estivesse limitada em algumas áreas em 01/11, especialmente na Fronteira Oeste. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 6.645.384 hectares e produtividade de 3.183 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a redução da umidade do solo e o tempo seco favoreceram a colheita das lavouras de inverno e a implantação sequencial de soja. Em Itacurubi, a semeadura alcança 64% dos 12.700 hectares previstos; em Maçambará 45% dos 55.000 hectares; e, em São Borja, 20% dos 105 mil hectares projetados. Em São Gabriel, parte dos produtores substituiu as sementes próprias da safra anterior por sementes adquiridas, após identificar baixo vigor e germinação no material reservado.

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Na Campanha, o plantio ainda está em fase inicial: em Dom Pedrito, foram semeados 5% dos 170.000 hectares previstos. A germinação e o estabelecimento das primeiras lavouras estão satisfatórios. Em Hulha Negra, as áreas anteriormente utilizadas para o pastoreio apresentam compactação e baixa cobertura vegetal, exigindo operações de lavra do solo. Os produtores estão realizando o plantio escalonado, visando à minimização de riscos. A escassez de umidade nos primeiros centímetros do perfil do solo e a expectativa de chuvas intensas deixam os produtores cautelosos em relação à continuidade da semeadura.

Na de Caxias do Sul, a sequência de dias sem chuva e a manutenção de umidade adequada no solo permitiram avanço expressivo da semeadura. As primeiras lavouras implantadas se encontram em emergência, com boa uniformidade de estabelecimento. Nas regiões de Frederico Westphalen, Passo Fundo e Santa Maria, a semeadura alcança 12%, 40% e 25% das áreas previstas respectivamente.

Na de Ijuí, a semeadura avançou para 22% da área. As primeiras lavouras apresentam emergência satisfatória, estandes bem estabelecidos e bom estado fitossanitário. Prosseguem as operações de implantação, dessecação e controle de plantas daninhas, além de aplicações de fungicidas em algumas áreas.

Na de Pelotas, a semeadura corresponde a 10% da área projetada. As condições estão favoráveis à implantação. O mês de novembro constitui o período preferencial de semeadura na região, concentrando a maior parte dos trabalhos.

Na de Santa Maria, o plantio ultrapassa 15% da área prevista. Porém, a continuidade dos trabalhos dependerá da manutenção de uma sequência de dias sem chuva. Na de Santa Rosa, o plantio alcança 29% da área projetada. As lavouras implantadas apresentam boa emergência e estabelecimento. A liberação de áreas após a colheita do trigo também contribuiu para o avanço do plantio. Nas áreas em sucessão à canola, a semeadura ocorre de forma mais gradual em razão do intervalo entre culturas adotado pelos produtores.

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Na de Soledade, a semeadura chega a 37% da área prevista, com intensificação dos trabalhos na segunda metade do período. As lavouras implantadas apresentam germinação, emergência e estabelecimento inicial satisfatórios.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,85% passando de R$ 138,00 para R$ 139,17. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o preço da saca é de R$ 147,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Plantio do milho chega a 82% no RS com boa evolução favorecida pelo sol e calor – MAIS SOJA

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A cultura do milho apresenta evolução satisfatória na maior parte das regiões produtoras, beneficiada pela elevação das temperaturas e pela maior disponibilidade de radiação solar ao longo do período.

As áreas semeadas cresceram apenas 2%, totalizando 82% do previsto, em decorrência do escalonamento do plantio e da priorização das operações de colheita das lavouras de inverno e do plantio de soja ou arroz.

Nas lavouras, predomina o desenvolvimento vegetativo (90%), e as mais precoces estão em fase reprodutiva (10%). Após períodos de baixa luminosidade e temperaturas reduzidas, as condições climáticas no período favoreceram a expansão foliar e o crescimento das plantas. O dossel e a sanidade das plantas têm sustentado, neste momento, expectativas produtivas favoráveis, cuja consolidação dependerá da regularidade das precipitações durante o desenvolvimento reprodutivo.

Em relação ao aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho continua sob monitoramento, embora as capturas nas armadilhas estejam reduzidas em algumas regiões. Também há registros de bacterioses e doenças fúngicas, especialmente em lavouras submetidas a condições de elevada umidade. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 896.401 hectares e produtividade projetada de 7.711 kg/ha.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as lavouras apresentam boa resposta ao aumento das temperaturas e da incidência de radiação solar. É realizado o manejo de plantas daninhas e a adubação em cobertura. O monitoramento em São Borja, Maçambará e Santa Margarida do Sul registrou presença de cigarrinha-do-milho, especialmente nas lavouras que ainda não atingiram dez folhas expandidas. Na Campanha, a semeadura deverá começar nos próximos dias, seguindo o calendário regional mais tardio.

Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom estabelecimento inicial e estão predominantemente em germinação e desenvolvimento vegetativo. Apesar das condições favoráveis de implantação, a baixa soma térmica e a menor atividade fotossintética, decorrentes das temperaturas baixas e da luminosidade limitada em parte do período, retardaram o crescimento.

Na de Frederico Westphalen, a semeadura foi finalizada. Estão 97% das lavouras em estádios vegetativos, e 3% em florescimento. O excesso de chuvas comprometeu a eficiência da adubação nitrogenada. A bacteriose constitui a principal preocupação fitossanitária, e o monitoramento indica baixa infestação de percevejos e cigarrinha. Prosseguiram as aplicações de fungicidas para o controle de doenças e a adubação em cobertura.

Na de Ijuí, o plantio alcança 95% da área prevista. As lavouras apresentam evolução vegetativa satisfatória, que estimulou a emissão de novas folhas e o alongamento dos entrenós. Foram realizados tratamentos fitossanitários, com destaque para as aplicações aéreas de fungicidas preventivos. Na de Passo Fundo, a semeadura atinge 95% da área projetada. As lavouras estão predominantemente em germinação e em início do desenvolvimento vegetativo, e as áreas mais precoces receberam adubação nitrogenada em cobertura.

Nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o plantio atinge 12% e 50% das áreas previstas respectivamente. As lavouras apresentam bom estabelecimento, com estandes adequados e plantas bem formadas.

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Na de Santa Rosa, 90% foram semeados. Entre as lavouras implantadas, 87% estão em desenvolvimento vegetativo, 12% na fase reprodutiva e 1% em enchimento de grãos. A adubação nitrogenada de cobertura está praticamente concluída, assim como o controle de plantas daninhas em pós-emergência. As primeiras lavouras avançam para a fase de formação de espigas. O quadro fitotécnico está favorável, mas as ocorrências localizadas de bacterioses e sintomas de doenças foliares têm motivado as aplicações de fungicidas e o acompanhamento fitossanitário.

Na de Soledade, a área semeada corresponde a 66% da área prevista. Foram concluídos os plantios mais precoces e a implantação pontual de áreas intermediárias. Prosseguem as aplicações de nitrogênio em cobertura, inclusive a segunda aplicação em parte das lavouras, e os tratamentos para controle de cigarrinha-do-milho.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,53%, passando de R$ 62,50 para R$ 62,83. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o valor da saca é de R$ 75,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS



 

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Com reservatórios cheios e sol forte, semeadura do arroz avança expressivamente no RS – MAIS SOJA

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A semeadura do arroz apresentou avanço expressivo após a sequência de dias sem precipitações e a elevação das temperaturas, que favoreceram a entrada de máquinas nos talhões ainda não cultivados, superando 70% da área projetada. Contudo, há tanto áreas próximas da conclusão quanto em fase menos avançada de implantação.

Nas lavouras mais precoces, foram realizadas adubação nitrogenada em cobertura e o estabelecimento da irrigação, procedimentos favorecidos pelas condições de tempo firme. A
maior disponibilidade de radiação solar e o aquecimento durante o dia também aceleraram o desenvolvimento vegetativo, que vinha sendo limitado pelas baixas temperaturas e pela nebulosidade das semanas anteriores.

A disponibilidade de água para a irrigação apresenta condições favoráveis em decorrência da recuperação dos níveis de reservação dos mananciais. A área projetada de cultivo pelo IRGA para a Safra 2026/2027 alcança 861.779 hectares, e a produtividade inicial estimada pela Emater/RS-Ascar é de 8.741 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período seco e a elevação das temperaturas favoreceram o avanço da semeadura e o desenvolvimento das lavouras implantadas. Em Dom Pedrito, o plantio alcança 90% dos 34 mil hectares previstos. Em São Gabriel, a semeadura atinge 55% da área projetada. Nas lavouras mais precoces, iniciaram-se as aplicações de herbicidas pós-emergentes e de nitrogênio em cobertura, seguidas pelo início da irrigação, visando ao melhor aproveitamento do fertilizante e à eficiência dos tratamentos herbicidas. Parte dos produtores também está realizando tratamento de sementes para a proteção das plântulas contra efeitos fitotóxicos de herbicidas pré-emergentes.

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Na de Pelotas, a semeadura alcança 85% da área projetada. As lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, com crescimento acelerado em resposta aos dias ensolarados e à elevação das temperaturas diurnas. O preparo antecipado das áreas, realizado entre março e julho, contribuiu para o avanço expressivo da implantação durante outubro e início de novembro.

Na de Santa Maria, a semeadura ultrapassou 50% da área prevista. As primeiras lavouras implantadas estão recebendo adubação nitrogenada em cobertura com ureia. Na de Santa Rosa, o tempo seco permitiu a continuidade da semeadura. Os rizicultores também acompanham o manejo da água nas lavouras, considerando a possibilidade de precipitações em alto volume, que podem comprometer as taipas. Em Santo Antônio das Missões, foram semeados 52% da área projetada; em Garruchos, 25%; e, em Caibaté, 20%.

Na de Soledade, a semeadura alcança 45% da área prevista, e houve avanço tanto nos sistemas pré-germinados quanto na implantação em solo seco. O predomínio de tempo firme nas duas últimas semanas permitiu recuperar parte do atraso provocado pelo excesso de chuvas. As lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial satisfatórios.

Comercialização (saca de 50 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,52%, passando de R$ 80,17 para R$ 80,67.

Fonte: Emater/RS

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