Sustentabilidade
Guerra entre Israel e Irã afeta setor de fertilizantes – MAIS SOJA

Se aumentar conflito israelense-iraniano, ou se espalhar para tensões regionais mais amplas no Mar Vermelho ou no Golfo Pérsico-Árabe, pode impactar significativamente o comércio global de fertilizantes. O maior risco e os mecanismos por trás, podem provocar possíveis interrupções. O Cloreto de Potássio, vem diretamente de Israel. O principal exportador a ICL (Israel Chemicals Ltd.), produz 3-4 milhões de toneladas por ano. Os principais destinos são a Europa, Brasil, Índia, Sudeste Asiático. Existe o risco em qualquer escalada, ou fechamento de portos (por exemplo, Ashdod, Haifa), que afetaria diretamente a capacidade de exportação da ICL.
Como impacto teremos desligamento ou redirecionamento do Potássio israelense e pode restringir a oferta, principalmente na Europa e na América Latina, onde a ICL é um dos principais fornecedores. No caso do Nitrogênio (ureia-amônia) poderá ter interrupção indireta via Golfo Pérsico-Árabe. Os principais produtores são o Irã, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã, Egito. Poderá ter ponto de estrangulamento estratégico: O Estreito de Ormuz, através do qual ~ 20% do GNL e do petróleo globais passam. Conflitos ou tensões navais podem interromper os fluxos de gás, aumentando os custos da matéria-prima.
O Egito já sofreu interrupções no fornecimento de gás. No caso dos Fosfatados, poderá ter atrasos devido à interrupção de Canal do Suez/Mar Vermelho. Os principais exportadores de fosfatos são Marrocos (OCP), Egito (Abu Zaabal, Alexfert), Arábia Saudita (Ma’aden). As exportações de fosfato transitam em grande parte pelo Mar Vermelho e pelo Canal de Suez. Há riscos de ataques renovados ou escalados e forçaria o redirecionamento de embarcações ao redor do Cabo da Boa Esperança, aumentando os custos de frete e os tempos de envio para a Índia, Sudeste Asiático e África Oriental.
Em resumo, a guerra no oriente médio tende a provocar além do aumento do petróleo edo gás, também dos fertilizantes e do frete marítimo que já vem acontecendo desde a semana passada; além do risco de não chegar os fertilizantes no Brasil, no momento necessário para o plantio.
O Sistema Faesc/Senar e a com a Safras & Mercado promovem o webinar “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado de Fertilizantes”. A iniciativa é voltada a produtores rurais, dirigentes sindicais, técnicos e profissionais do agronegócio, com o objetivo de apresentar análises e projeções sobre o mercado de fertilizantes, tema essencial para a tomada de decisões no setor.
A programação será na próxima segunda-feira, dia 23 de junho, às 19 horas, e contará com explanação da engenheira agrônoma Maísa Romanello, especialista em fertilizantes da Safras & Mercado, que abordará os principais movimentos da oferta e demanda de fertilizantes em nível global e suas implicações para o Brasil.
O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca a relevância da iniciativa ao comentar que a parceria com a Safras & Mercado tem sido estratégica para levar ao setor produtivo informações confiáveis e análises consistentes. “Em um ambiente cada vez mais dinâmico e competitivo, o acesso a informações de qualidade é essencial para as tomadas de decisões. Este webinar busca fortalecer o conhecimento e a capacidade de planejamento de todos que atuam no agronegócio.”
O evento é aberto ao público, com ênfase especial para Sindicatos Rurais, lideranças do setor, produtores e demais interessados em compreender o cenário do mercado agrícola. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do site da Faesc: https://sistemafaesc.com.br/, mediante preenchimento de um breve cadastro. Informações pelo WhatsApp 48 99182-5661.
Fonte: Fecoagro com informações Mb comunicação
Autor:Fecoagro com informações Mb comunicação
Site: FECOAGRO
Sustentabilidade
O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.
Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.
“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.
- Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
- Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.
Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.
Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.
Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.
O post O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.
As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.
Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.
Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.
De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.
O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Agro Mato Grosso9 horas agoMT se prepara para bater recorde de produtividade no algodão
Featured22 horas agoConvenção do MDB confirma Janaina Riva ao Senado e apoio a Wellington ao Governo
Sustentabilidade22 horas agoTrigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA
Sustentabilidade10 horas agoColheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA
Sustentabilidade21 horas agoLine-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA
Agro Mato Grosso9 horas agoSicredi lidera operações do MT Garante e avança para a linha de crédito aos associados
Sustentabilidade23 horas agoMilho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA
Featured4 horas agoLatam lança voos diretos de Rondonópolis a Guarulhos e Cuiabá a Curitiba
















