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15 de setembro de 2026

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Advogados são detidos após entrarem com uísque no parlatório da maior penitenciária de MT

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Dois advogados foram flagrados com pequenas porções de uísque no parlatório da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, na tarde desta segunda-feira (14). Os profissionais já haviam passado pelo procedimento de entrada na unidade prisional e aguardavam para atender um cliente quando foram abordados por policiais penais.

Após a ocorrência, os dois foram detidos e encaminhados para a Central de Flagrantes. Conforme informações divulgadas pelo portal Lapada Lapada, posteriormente os advogados foram levados ao Cisc Verdão, onde o delegado plantonista registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)

As circunstâncias em que a bebida entrou na penitenciária não foram detalhadas nas informações divulgadas até o momento. O caso, além do procedimento policial, também passou a ser acompanhado pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).

OAB acompanhou ocorrência

Procurada para comentar o episódio, a OAB-MT informou que o Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP) acompanhou a ocorrência envolvendo os profissionais. Segundo a entidade, a atuação teve como objetivo assegurar que as prerrogativas profissionais fossem respeitadas durante o procedimento.

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A Ordem também informou que o episódio poderá passar por análise interna para verificar se houve eventual infração ética. Essa avaliação ficará sob responsabilidade do Tribunal de Ética e Disciplina (TED), órgão competente para examinar possíveis condutas disciplinares envolvendo inscritos na entidade.

“Quanto a eventual falta ética, o caso será avaliado pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED) para medidas cabíveis”, informou a OAB-MT em nota.

A eventual análise pelo TED é independente do procedimento registrado na delegacia e não representa, por si só, conclusão antecipada sobre a existência de infração ética. Caberá ao órgão avaliar as circunstâncias do episódio e definir se há necessidade de adoção de alguma medida no âmbito da Ordem.

 

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Polícia Civil apura possível uso de aeronave para tráfico internacional de drogas em Água Boa

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Avião saiu de Goiânia com provável destino à Venezuela; três ocupantes morreram no acidente

As investigações da Polícia Civil sobre a queda de uma aeronave, ocorrida em 10 de setembro, na zona rural de Água Boa, apontam para a possível utilização do avião no tráfico internacional de drogas. O acidente matou três pessoas.

Entre os ocupantes estavam um brasileiro, que teria adquirido a aeronave há cerca de quatro meses, e dois paraguaios. A investigação apura a origem e o destino do voo, além das circunstâncias que podem indicar o envolvimento da aeronave com o transporte de drogas.

As diligências da Delegacia de Água Boa identificaram a aeronave como um Cessna 402. O avião havia sido apreendido anos atrás em um processo criminal relacionado ao tráfico de drogas e, posteriormente, vendido em leilão público pela Justiça.

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Cerca de quatro meses antes do acidente, a aeronave foi adquirida pelo novo proprietário, que, segundo a investigação, tinha conhecimento de que o avião não estava habilitado para operar no Brasil. A aeronave também não havia passado pelo processo de nacionalização, não possuía matrícula brasileira nem certificado de aeronavegabilidade.

Identificação dos ocupantes

O trabalho policial identificou os três ocupantes como um brasileiro e dois paraguaios. A partir da reconstituição do itinerário e da análise de imagens de câmeras de segurança que registraram o embarque, os agentes chegaram aos familiares, que auxiliaram no reconhecimento das vítimas.

A Polícia Civil ressalta, no entanto, que a identificação definitiva depende da conclusão dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Rota internacional

As diligências indicam que a aeronave decolou de Goiânia sem autorização, documentação regular ou plano de voo aprovado. A análise do itinerário aponta como provável rota o deslocamento para países vizinhos, com possível destino à Venezuela. A hipótese foi reforçada por familiares dos passageiros, que relataram aos investigadores que um dos ocupantes havia informado que seguiria para o país.

Indícios de atividade ilícita

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A análise dos elementos reunidos até o momento sustenta a hipótese de que a aeronave seria novamente utilizada em atividade ilícita, possivelmente relacionada ao tráfico internacional de drogas.

Entre os pontos analisados estão as circunstâncias da aquisição do avião e a forma de pagamento, que ainda são apuradas pela investigação.

Levantamento aponta que a aeronave teria sido adquirida por valor elevado por uma pessoa cuja situação financeira não seria compatível com a negociação. O pagamento teria sido feito parte em dinheiro e parte com um veículo de alto valor.
O veículo usado na negociação já esteve registrado em nome de uma pessoa investigada por tráfico internacional de drogas. Além disso, um dos ocupantes tinha pendências judiciais no país de origem e restrição para deixar o território nacional.

Outro ponto considerado pela investigação é a decolagem sem documentação válida, autorização de voo ou plano de voo aprovado, circunstâncias que reforçam a hipótese de uma operação clandestina.

As investigações estão em fase final e aguardam a conclusão dos laudos periciais, especialmente aqueles relacionados à identificação técnica das vítimas. A Polícia Civil continua reunindo e analisando os elementos necessários para o completo esclarecimento dos fatos e das circunstâncias que envolveram o voo.

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Agro Mato Grosso

Syngenta leva inovações para os desafios da cotonicultura no 15º Congresso do Algodão

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Companhia destaca portfólio completo e reforça parcerias em prol da qualidade e sustentabilidade da fibra brasileira

A Syngenta participa da 15ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva da fibra no País, que acontece entre os dias 22 e 24 de setembro, em Belo Horizonte (MG). Durante o evento, a companhia apresentará soluções voltadas aos principais desafios da cotonicultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade das lavouras brasileiras.

 

Entre os destaques está o lançamento de INVENCIS®, inseticida de última geração desenvolvido para o controle do bicudo-do-algodoeiro, considerada a principal praga da cultura. A solução também oferece alta eficácia no manejo de ácaros, tripes e lagartas, contribuindo para um manejo integrado mais eficiente e sustentável. A empresa também destaca VICTRATO®, tratamento de sementes baseado na incomparável tecnologia TYMIRIUM®, que protege as lavouras contra doenças de solo e foliares e contra todos os nematoides, preservando o potencial produtivo da cultura.

 

O portfólio apresentado no congresso inclui ainda soluções biológicas, como o bioativador YIELDON™, desenvolvido para potencializar a produtividade e apoiar o desenvolvimento das culturas em fases estratégicas. Combinando inovação química, biológica e digital, a Syngenta reforça sua atuação como parceira do produtor na construção de sistemas agrícolas mais resilientes e competitivos.

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“O Congresso Brasileiro do Algodão é um dos momentos mais importantes para o setor, pois reúne produtores, pesquisadores, empresas e lideranças que ajudam a construir o futuro da cotonicultura nacional. Para a Syngenta, estar presente nesse encontro é uma oportunidade de apresentar tecnologias que respondem aos desafios atuais do campo e que contribuem para elevar os padrões de produtividade, qualidade e sustentabilidade da fibra brasileira”, afirma Rafael Borba, Gerente de Marketing Algodão da Syngenta.

 

“Nosso compromisso vai além da oferta de soluções. Trabalhamos lado a lado com o produtor rural e com entidades representativas do setor para fortalecer toda a cadeia do algodão. Essa parceria de longo prazo nos permite apoiar o desenvolvimento de uma produção cada vez mais eficiente, rentável e alinhada às demandas dos mercados globais, consolidando o protagonismo do algodão brasileiro no cenário internacional”, completa o executivo.

 

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Após pausa para o almoço, sessão do STF acumula 45 minutos de atraso

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Ministros deveriam retornar ao plenário às 14h do horário de Brasília para continuar julgamento envolvendo Moraes, mas trabalhos ainda não foram retomados

A sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa a possível abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes acumula 45 minutos de atraso na tarde desta terça-feira (15).

Os ministros interromperam os trabalhos para o almoço e deveriam retornar ao plenário às 14h. Até as 14h45, porém, a sessão ainda não havia sido retomada.

O STF não informou o motivo da demora nem apresentou uma nova previsão para o reinício do julgamento.

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A primeira parte da sessão foi marcada por uma forte troca de acusações entre Alexandre de Moraes, André Mendonça e Gilmar Mendes. Após o intervalo, os ministros devem dar continuidade à análise do relatório da Polícia Federal sobre as supostas mensagens trocadas entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

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Agro MT