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Polícia Civil desmantela quadrilha que causou R$ 2 milhões de prejuízo em furtos de energia solar em MT

Sete pessoas foram presas nesta terça-feira (18) em operação contra grupo especializado em furtar cabos de cobre em propriedades rurais do norte do estado
Polícia Civil deflagra operação contra grupo criminoso especializado em furto de cobre de sistemas de energia solar em Sorriso
Investigação aponta que os crimes geraram prejuízo estimado em R$ 2 milhões para as vítimas; sete pessoas foram presas
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu nove ordens judiciais, nesta terça-feira (18.8), em Cuiabá, durante ação contra um grupo criminoso especializado em furtos de cabos de cobre de sistemas de energia solar instalados em propriedades rurais da região norte do Estado, nas cidades de Sorriso, Ipiranga do Norte, Nova Ubiratã, Boa Esperança do Norte, Campo Verde e Primavera do Leste.
A ação foi desencadeada pela Delegacia de Polícia de Sorriso por meio do Departamento de Roubos e Furtos (Derf), após investigação apontar a atuação de um grupo criminoso envolvido na subtração dos cabos e na revenda do material na Capital do Estado. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo das Garantias – Polo Sinop.
Dos 19 mandados, dois foram cumpridos no Presídio Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, com apoio das equipes responsáveis pela unidade prisional. Sete pessoas foram presas.
Investigação qualificada
As investigações tiveram início a partir de um furto ocorrido em abril de 2026, em uma propriedade rural, no município de Boa Esperança do Norte (distante 136 km de Sorriso). A apuração identificou atuação estruturada e divisão de tarefas na subtração de cabos de cobre utilizados nos sistemas de geração de energia solar de fazendas. A Polícia Civil continua as investigações para identificar possíveis integrantes da organização criminosa e receptadores.
Segundo as investigações, após os furtos, o material era retirado das propriedades e, posteriormente, revendido na região metropolitana de Cuiabá. A apuração aponta que a atuação do grupo criminoso teria causado prejuízo estimado em aproximadamente R$ 2 milhões de reais às vítimas.
Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça e cumpridas nesta terça-feira.
Os presos foram encaminhados para os procedimentos legais cabíveis e permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e esclarecer a extensão da atuação do grupo criminoso.
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Museu do Morro da Caixa D’Água Velha oferece oficina gratuita de argila para crianças neste sábado

Atividade “Peixes do Pantanal” integra a exposição da artista Adaiele Almeida. Inscrições já estão abertas para crianças de 5 a 12 anos, com vagas limitadas
Museu do Morro recebe oficina gratuita de arte para crianças
Crianças de 5 a 12 anos poderão conhecer elementos da fauna pantaneira por meio da arte durante a oficina “Peixes do Pantanal”, no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá. A atividade será realizada das 15h30 às 17h, com participação gratuita, materiais inclusos e vagas limitadas, no sábado (22).
A oficina integra as ações relacionadas à exposição “Pantanal em Mim”, da artista Adaiele Almeida, em cartaz no museu. Durante o encontro, os participantes serão convidados a criar peixes do Pantanal em argila, explorando formas, texturas e diferentes possibilidades de expressão.
“Será uma experiência sensorial e lúdica. As crianças vão trabalhar com argila e criar seus próprios peixinhos inspirados nos peixes do Pantanal, de forma livre, explorando a imaginação, a criatividade e a coordenação motora”, explica Adaiele.
A artista estará presente durante toda a atividade, conduzindo a experiência e acompanhando as crianças no processo de criação. A proposta é permitir que cada participante produza sua peça com liberdade, a partir das próprias referências e percepções.
Segundo Adaiele, a oficina também aproxima o público infantil das obras apresentadas na exposição. “Será uma oportunidade para as crianças vivenciarem a arte de maneira diferente, não apenas observando as obras, mas também criando. As atividades foram pensadas para estimular os sentidos, a imaginação e a relação com elementos do nosso Pantanal”, afirma.
A exposição “Pantanal em Mim”, com curadoria de Dayana Trindade, reúne trabalhos que retratam elementos da paisagem, da fauna e da identidade regional. A mostra permanece aberta à visitação no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha até 10 de setembro.
As inscrições para a oficina devem ser feitas antecipadamente pelo código QR disponível no material de divulgação, disponível na galeria de fotos da notícia no site da Prefeitura de Cuiabá (link no final do texto), ou pelo perfil da artista no Instagram, @adaiele_almeida. Ainda há vagas, mas a participação depende de inscrição prévia.
SERVIÇO
O quê: Oficina artística e sensorial “Peixes do Pantanal”
Quando: 22 de agosto de 2026, sábado
Horário: Das 15h30 às 17h
Local: Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá
Público: Crianças de 5 a 12 anos
Inscrições: Pelo código QR do material de divulgação ou pelo Instagram @adaiele_almeida
Entrada: Gratuita, com materiais inclusos
Vagas: Limitadas
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Da chave à mudança, imóveis chegam mais preparados para morar

Soluções que reduzem a espera refletem uma busca crescente por praticidade, conforto e ambientes preparados para o dia a dia
A praticidade vem ganhando um novo significado dentro dos projetos residenciais. Mais do que plantas funcionais ou recursos tecnológicos, empreendimentos recentes têm incorporado soluções pensadas para reduzir etapas entre a entrega das chaves e o momento de, efetivamente, começar a morar.
O movimento acompanha mudanças no estilo de vida de quem busca um imóvel. Em meio a rotinas mais dinâmicas, cresce a valorização de apartamentos que exigem menos adaptações posteriores e de espaços de convivência que oferecem conforto e privacidade sem depender de grandes preparações por parte do morador.
Entre as soluções que aparecem nesse contexto estão unidades entregues com mobiliário planejado, ambientes de uso comum mais reservados e áreas de lazer estruturadas para receber familiares e amigos. São características que ajudam a tornar a hora da mudança mais simples e permitem que os espaços sejam aproveitados de forma mais imediata.
Para o especialista em imóveis e superintendente regional da Plaenge Cuiabá, Diogo Marchioto, esse comportamento mostra que a percepção de praticidade no mercado imobiliário ficou mais ampla. “Hoje, quando falamos em funcionalidade, não estamos tratando apenas da localização ou da distribuição dos ambientes. Ela também está relacionada ao quanto o imóvel consegue facilitar a rotina desde o primeiro momento, seja por meio de soluções já incorporadas ao apartamento ou por espaços que atendam diferentes situações do dia a dia”, explica.
Em Cuiabá, ele cita como um exemplo dessa proposta o Hampton, empreendimento residencial com apartamentos de 165 metros quadrados e entrega prevista para outubro. Entre as unidades disponíveis, algumas serão entregues com mobiliário planejado da Florense, reduzindo uma das etapas que normalmente acompanham a mudança para um imóvel novo.
A proposta também aparece nas áreas de convivência. O projeto conta com dois espaços gourmet que possuem piscinas privativas, permitindo realizar encontros e receber convidados em ambientes mais reservados, separados das demais áreas de lazer do condomínio.
Segundo Marchioto, soluções desse tipo também estão relacionadas à forma como os moradores passaram a utilizar os espaços residenciais. “Os ambientes precisam funcionar bem tanto para a rotina quanto para os momentos de convivência. Ter áreas onde é possível receber convidados com mais privacidade ou encontrar parte do apartamento já preparada para uso são detalhes que contribuem para uma experiência de morar mais simples e confortável”, afirma.
Além da conveniência, a proximidade da entrega também influencia esse perfil de escolha. Para quem pretende se mudar em um intervalo mais curto, imóveis em fase final de obra diminuem o período entre a decisão de compra e a ocupação, ao mesmo tempo em que permitem visualizar com mais clareza o resultado do projeto.
Nesse cenário, a ideia de um imóvel “pronto para viver” deixa de estar relacionada apenas à conclusão da obra. Ela passa a envolver um conjunto de escolhas de arquitetura, interiores e lazer que procura antecipar necessidades e reduzir tarefas depois da mudança — uma combinação que vem encontrando espaço entre consumidores que valorizam conforto, funcionalidade e, principalmente, tempo.
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Polícia Civil mira grupo suspeito de fraudar SIMCAR e tentar usar fazenda avaliada em R$ 84 milhões como garantia

Dema cumpre 14 mandados em três cidades de MT e no Pará nesta terça-feira (18). Esquema criminoso envolvia engenheiros, falsificação cartorária e deslocamento ilegal de limites rurais
Polícia Civil MT mira grupo criminoso investigado por fraude no sistema de cadastro ambiental rural
As ordens judiciais foram cumpridas em três cidades de Mato Grosso e no Estado do Pará
Assessoria | Polícia Civil-MT
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (18.8), a Operação Canadá, para cumprimento de 14 mandados judiciais, oriundos de uma investigação que apura fraudes no sistema de regulamentação de cadastro ambiental rural de uma propriedade localizada em Confresa.
As investigações da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), apuram a suspeita de fraudes praticadas no Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental Rural (SIMCAR). Não há indicios de envolvimento de servidores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que configura como vítima, assim como os proprietários da fazenda Canadá, no municipio de Confresa.
Os alvos da operação incluem profissionais credenciados no sistema de cadastro ambiental, entre eles engenheiros florestais e técnicos em agrimensura, responsáveis por empresas de topografia e engenharia, e pessoas apontadas como procuradoras em atos cartorários suspeitos, distribuídos entre Cuiabá, Rondonópolis, Ribeirão Cascalheira e o município Tailândia (PA),
As quatorze ordens de busca e apreensão foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças, e são cumpridas em Cuiabá, Rondonópolis, Ribeirão Cascalheira, e na cidade de Tailândia no Estado do Pará.
Os suspeitos são investigados pelos crimes de fraude em informações ambientais, falsidade ideológica, falsificação de documento público, uso de documento falso, estelionato, corrupção ativa e associação criminosa.
Investigação
A Dema iniciou as diligências após os legítimos proprietários de uma fazenda na zona rural do município de Confresa, constatarem que a forma geométrica inicial da propriedade do cadastro ambiental rural (CAR) do imóvel havia sido indevidamente deslocada, por meio eletrônico, para outra região do estado, com alteração das senhas e dos e-mails de acesso ao sistema.
Conforme apurado pela Dema, o grupo criminoso inseriu dados fraudulentos no sistema mato-grossense de cadastro ambiental rural (SIMCAR), criando novos cadastros ambientais em nome dos proprietários sem qualquer autorização e produzido documentos cartorários ideologicamente falsos, entre procurações públicas, substabelecimentos de poderes e escrituras de compra e venda, com o objetivo de forjar a transferência da titularidade de parte da fazenda.
Um dos cadastros fraudulentos serviu de base para uma avaliação rural no valor de R$ 84 milhões, documento apresentado como garantia em tentativas de obtenção de crédito junto a instituições financeiras.
A Dema identificou, também, indícios de corrupção praticada contra a fé pública cartorária, com o pagamento de propina a um escrevente para viabilizar o reconhecimento fraudulento de assinaturas em documento falso de arrendamento da propriedade.
Cumprimento dos mandados
O trabalho operacional contou com a participação de 54 policiais civis das delegacias da Diretoria de Atividades Especiais, das Delegacias da Regional de Rondonópolis e de Ribeirão Cascalheira, além do apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e da Polícia Civil do Pará para cumprimento das diligências realizadas em Tailândia.
Continuidade
Todo o material apreendido será submetido a exames periciais e à análise do Núcleo de Inteligência da Delegacia Especializada do Meio Ambiente, visando a conclusão do inquérito policial e possível indiciamento dos envolvidos.
Nome da Operação
Canadá faz referência ao nome da propriedade rural de uma das vítimas.
Com Assessoria
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