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16 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Da suplementação mineral à pecuária de precisão: a trajetória de uma marca do agro

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Como a ciência ajudou a transformar a pecuária brasileira: Bellman celebra 35 anos de inovação no campo

Empresa que nasceu no interior de São Paulo e consolidou forte atuação em Mato Grosso comemora 35 anos acompanhando a evolução da pecuária nacional, marcada por mais tecnologia, produtividade e sustentabilidade.

Há pouco mais de três décadas, a realidade da pecuária brasileira era bastante diferente da atual. A suplementação mineral ainda dava seus primeiros passos em muitas propriedades, os índices produtivos eram inferiores aos registrados hoje e tecnologias que atualmente fazem parte da rotina das fazendas ainda eram restritas a poucos produtores.

Foi nesse cenário que nasceu, em 1991, a Bellman Nutrição Animal. Fundada em um galpão de apenas 400 metros quadrados no interior de São Paulo, a empresa acompanhou uma das maiores transformações da história da bovinocultura brasileira e, em 2026, comemora 35 anos de atuação consolidando um legado voltado à inovação, pesquisa e transferência de tecnologia para o campo.

A trajetória da companhia também acompanha o crescimento do agronegócio nacional e, principalmente, de estados como Mato Grosso, que hoje lidera a produção de carne bovina, concentra o maior rebanho comercial do país e se tornou referência mundial em eficiência produtiva.

Uma pecuária que mudou de patamar

Nas últimas três décadas, produzir carne bovina deixou de ser apenas uma atividade baseada na experiência prática para incorporar ciência, tecnologia e gestão. O resultado dessa transformação aparece em indicadores como ganho de peso, redução da idade de abate, melhor aproveitamento das pastagens e aumento da produtividade por hectare.

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Esse avanço ocorreu graças à combinação entre genética, manejo, sanidade, nutrição e investimentos em pesquisa aplicada.

Desde o início de suas operações, a Bellman direcionou esforços para desenvolver soluções nutricionais capazes de melhorar o desempenho do rebanho e oferecer maior retorno econômico ao produtor rural.

Para isso, estabeleceu parcerias com instituições como USP/Esalq e Unesp, além de formar um corpo técnico composto por mestres e doutores especializados em nutrição de ruminantes.

Mato Grosso tornou-se protagonista dessa evolução

O avanço da pecuária moderna encontrou em Mato Grosso um ambiente favorável para crescer. O estado reúne o maior rebanho bovino do Brasil, forte presença de sistemas intensivos de produção e uma cadeia frigorífica altamente voltada ao mercado internacional.

Ao longo dos anos, a Bellman ampliou sua presença em regiões estratégicas como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, desenvolvendo projetos voltados às diferentes realidades produtivas encontradas nessas regiões.

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Esse movimento acompanhou a profissionalização das fazendas, que passaram a investir cada vez mais em planejamento nutricional, gestão zootécnica e eficiência produtiva.

 

Do confinamento tradicional ao ganho de peso a pasto

Entre as tecnologias desenvolvidas ao longo dessa trajetória está o programa Confinamento Expresso, que propôs um novo modelo de suplementação intensiva a pasto.

A proposta permitiu aproximar o desempenho de animais mantidos em pastagens daquele observado em sistemas convencionais de confinamento, reduzindo a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura.

A tecnologia ganhou espaço em diferentes estados brasileiros e passou a ser utilizada em milhares de propriedades, contribuindo para acelerar o ciclo produtivo e aumentar a eficiência econômica da atividade.

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A chegada da Nutreco abriu uma nova etapa

Em 2012, a Bellman passou a integrar o grupo holandês Nutreco, uma das maiores empresas globais voltadas à nutrição animal.

Com isso, a marca passou a fazer parte da Trouw Nutrition, presente no Brasil desde 2002 e reconhecida mundialmente pelo desenvolvimento de soluções nutricionais para diferentes sistemas de produção.

A incorporação ampliou os investimentos em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico, preservando a identidade construída ao longo de mais de duas décadas de atuação junto ao produtor rural.

Ciência aplicada ao campo

Ao longo dos últimos anos, a empresa expandiu seu portfólio para atender diferentes fases da produção pecuária, desde a cria até a terminação.

Entre as soluções desenvolvidas estão suplementos proteicos, minerais e proteico-energéticos adaptados às diferentes condições climáticas e sistemas produtivos brasileiros.

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Outro destaque é a tecnologia Dry Technology, criada para reduzir perdas causadas pela chuva sobre suplementos minerais, preservando o consumo adequado dos animais mesmo durante períodos úmidos.

Na área reprodutiva, soluções específicas também passaram a auxiliar produtores na melhoria dos índices de prenhez e na redução de perdas embrionárias em matrizes.

Sustentabilidade passou a fazer parte da produtividade

A evolução da pecuária não está relacionada apenas ao aumento da produção.

Nos últimos anos, eficiência produtiva e sustentabilidade passaram a caminhar juntas, principalmente diante da crescente exigência dos mercados consumidores por alimentos produzidos com responsabilidade ambiental.

Dentro desse contexto, estratégias nutricionais capazes de acelerar o ganho de peso e reduzir o tempo necessário para o abate também contribuem para diminuir a emissão de gases de efeito estufa por unidade produzida.

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Esse conceito integra o propósito global da Nutreco, denominado Feeding the Future (Alimentando o Futuro), que busca conciliar produtividade, inovação e sustentabilidade.

Uma história que acompanha a evolução do agro brasileiro

Ao completar 35 anos, a Bellman celebra não apenas a própria trajetória empresarial, mas também um período de profundas transformações da pecuária nacional.

Hoje integrada à Trouw Nutrition, empresa presente em mais de 100 países e com dezenas de unidades industriais ao redor do mundo, a marca mantém o compromisso de aproximar ciência e campo por meio de soluções voltadas ao aumento da eficiência produtiva.

Para um setor que segue ampliando sua importância na economia brasileira e, especialmente, em Mato Grosso, investir em conhecimento, inovação e tecnologia continuará sendo um dos principais caminhos para produzir mais, com melhor desempenho e de forma cada vez mais sustentável.

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Agro Mato Grosso

Semente Forte orienta produtores sobre cuidados para garantir boa implantação da soja

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Aprosoja MT reforça a importância de planejar cada etapa do plantio, desde o armazenamento das sementes até a regulagem dos equipamentos e as condições do solo

Com a liberação do plantio em Mato Grosso, o produtor rural intensifica os preparativos para garantir uma boa implantação da lavoura. Antes mesmo de colocar a semente no solo, uma série de cuidados precisa ser observada, desde a escolha e o armazenamento do material até as condições de umidade e a operação de semeadura. Pequenas falhas nessas etapas podem comprometer o estande de plantas e impactar o desenvolvimento da lavoura ao longo da safra.

Por isso, a qualidade da semente é um dos primeiros pontos que devem ser observados pelo produtor. Por meio do programa Semente Forte, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) acompanha a qualidade das sementes adquiridas pelos produtores. A amostragem das sementes adquiridas comercialmente é realizada por técnicos habilitados pelo Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM), e as amostras são encaminhadas a laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), onde passam por análises para verificar sua qualidade.

Para o vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, o primeiro cuidado deve começar ainda na aquisição da semente. Ele orienta que o produtor procure empresas com experiência e procedência no mercado e confira os índices de germinação e vigor antes de realizar o plantio.

“O ideal é que o produtor compre uma semente de boa qualidade, de empresas idôneas que estão a tempo no mercado, né, que se certifique que essa sementa que ele adquiriu esteja com germinação boa e com vigor excelente para que ela possa já chegar com nível alto de qualidade e germinar bem na lavoura”, disse.

Depois de receber o material na propriedade, os cuidados precisam continuar. Gilson explica que a avaliação da qualidade antes do plantio, aliada ao tratamento adequado das sementes e à observação da umidade do solo, ajuda o produtor a reduzir os riscos de falhas na germinação e garantir uma melhor formação do estande.

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“Na hora que a semente chega na fazenda, o ideal é que chame o supervisor da Aprosoja MT da região para que colete essa semente. Se tiver dúvidas, mande para o laboratório antes de realizar o plantio. Com o resultado de qualidade em mãos, o produtor pode tomar decisão em relação ao tratamento do material, e também, decidir qual o melhor momento para plantar levando em consideração a umidade do solo, fator que contribui para uma boa germinação”, completou.

Em Jaciara, o produtor rural Alberto Chiapinotto também destaca que os cuidados realizados antes da semeadura são fundamentais para evitar problemas durante a implantação da lavoura. Segundo ele, testar a qualidade das sementes e armazená-las adequadamente são medidas que ajudam o produtor a identificar possíveis problemas antes de iniciar o plantio.

“Receber a semente e armazenar em câmara fria, realizar os testes em laboratório e também em canteiros antes do plantio para confirmar a qualidade são cuidados essenciais. Ao cuidar da qualidade da semente, o produtor está evitando que ocorra um erro no plantio. A qualidade da semente é essencial, pois é o início de toda sua safra, não apenas da soja, mas da segunda safra também. Pois se houver a necessidade do replantio, afetará todo o ciclo da produção da safra agrícola, comprometendo a rentabilidade do produtor”, salienta.

Além da qualidade da semente, Alberto chama atenção para as condições no momento da semeadura. A recomendação é que o produtor observe as condições do solo e ajuste a operação de acordo com a capacidade do equipamento, evitando comprometer a distribuição e a emergência das plantas.

“Tenha o máximo de capricho, faça o plantio nas condições ideais, velocidade adequada de acordo com a capacidade do equipamento e do solo para garantir um bom estande de plantas e ter uma colheita farta”, recomenda.

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Os cuidados com a semente e com a operação de plantio são importantes para garantir que a lavoura comece o ciclo produtivo com boas condições de desenvolvimento. Além de reduzir o risco de falhas e da necessidade de replantio, uma boa implantação contribui para o aproveitamento do potencial produtivo da cultura e para a rentabilidade do produtor.

Com a nova safra se aproximando, a Aprosoja MT reforça a importância de que o produtor planeje cada etapa do plantio, desde a escolha e o armazenamento das sementes até a regulagem dos equipamentos e as condições do solo. A atenção aos detalhes antes e durante a semeadura pode fazer a diferença para alcançar um bom estande e iniciar a safra com mais segurança e produtividade.

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Agro Mato Grosso

Javalis avançam em áreas rurais e preocupam produtores em MT

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A presença de javalis e porcos selvagens em áreas rurais em todo o país, principalmente em Mato Grosso, foi tema de um fórum realizado nesta terça-feira (15). O evento focou a preocupação de produtores pelos danos que os animais podem provocar nas lavouras. Lucas do Rio Verde e Sorriso estão entre as cidades prejudicadas pela presença dos animais. Além dos prejuízos diretos à produção, a presença da espécie também representa um desafio para o manejo e a segurança sanitária das propriedades.

A preocupação com os impactos provocados pelos javalis foi tema do Fórum Javali – Impactos, Estratégias e Ação Coordenada de Sanidade, Produção, Meio Ambiente e Manejo em uma Estratégia Integrada, realizado nesta semana com a participação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), especialistas, pesquisadores e entidades do setor.

O avanço dos animais sobre áreas agrícolas pode resultar em perdas de plantas, danos ao solo e destruição de áreas cultivadas, especialmente quando os grupos invadem lavouras em busca de alimento. Em regiões de forte produção agrícola, como o médio-norte de Mato Grosso, o problema ganha dimensão ainda maior devido à extensão das áreas cultivadas e à dificuldade de monitoramento.

Um levantamento realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com 76 Sindicatos Rurais, mostra a dimensão do problema em outras regiões produtoras do país. Entre as entidades que participaram da pesquisa, 85,5% das regiões representadas registraram a presença de javalis nas lavouras.

Durante o fórum, o presidente da Faesp, Tirso Meirelles, destacou que o controle da espécie precisa envolver diferentes setores e ser realizado de maneira contínua. Entre as medidas apontadas estão a simplificação de normas, capacitação para o manejo, treinamento em biossegurança e saúde animal, rastreabilidade, monitoramento e utilização de novas tecnologias.

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“O javali é uma ameaça à segurança do produtor rural e à produção. Precisamos investir nesse processo de manejo e controle de forma coletiva, com esforços reunidos em torno da sanidade animal e vegetal”, afirmou Meirelles.

Para o especialista da CNA Julio Daniel do Vale, o enfrentamento do problema não pode depender apenas da caça. Segundo ele, é necessário estabelecer estratégias de acordo com a realidade de cada região, levando em consideração a presença e a concentração dos animais, os impactos provocados e a capacidade de controle.

A orientação apresentada durante o encontro é que regiões onde a espécie ainda não está presente priorizem ações de prevenção. Em locais onde existem populações em baixa densidade, o objetivo deve ser a erradicação, enquanto áreas com maior concentração exigem medidas de contenção, monitoramento e avaliação dos prejuízos.

A preocupação também está relacionada à sanidade animal. A circulação de javalis entre propriedades pode ampliar riscos sanitários e exige atenção às medidas de biossegurança, principalmente em regiões onde há criação de animais e intensa movimentação de pessoas, máquinas e veículos entre propriedades rurais.

Em Mato Grosso, onde a agricultura ocupa extensas áreas e a produção de soja, milho e outras culturas tem forte participação na economia regional, o controle dos animais representa um desafio adicional para os produtores.

Javalis avançam em áreas rurais e preocupam produtores

Imagens aéreas mostram estrago feito pelos animais em lavoura de milho (Reprodução)

A proposta defendida no fórum é a construção de uma estratégia nacional de controle, combinando prevenção, monitoramento, manejo, tecnologia e rastreabilidade.

Para regiões produtoras como Lucas do Rio Verde e Sorriso, a discussão ganha importância justamente pela necessidade de evitar que a expansão da população de javalis resulte em novos prejuízos às lavouras e aumente os custos de produção para quem vive da atividade rural.

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Agro Mato Grosso

Syngenta leva inovações para os desafios da cotonicultura no 15º Congresso do Algodão

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Companhia destaca portfólio completo e reforça parcerias em prol da qualidade e sustentabilidade da fibra brasileira

A Syngenta participa da 15ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva da fibra no País, que acontece entre os dias 22 e 24 de setembro, em Belo Horizonte (MG). Durante o evento, a companhia apresentará soluções voltadas aos principais desafios da cotonicultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade das lavouras brasileiras.

 

Entre os destaques está o lançamento de INVENCIS®, inseticida de última geração desenvolvido para o controle do bicudo-do-algodoeiro, considerada a principal praga da cultura. A solução também oferece alta eficácia no manejo de ácaros, tripes e lagartas, contribuindo para um manejo integrado mais eficiente e sustentável. A empresa também destaca VICTRATO®, tratamento de sementes baseado na incomparável tecnologia TYMIRIUM®, que protege as lavouras contra doenças de solo e foliares e contra todos os nematoides, preservando o potencial produtivo da cultura.

 

O portfólio apresentado no congresso inclui ainda soluções biológicas, como o bioativador YIELDON™, desenvolvido para potencializar a produtividade e apoiar o desenvolvimento das culturas em fases estratégicas. Combinando inovação química, biológica e digital, a Syngenta reforça sua atuação como parceira do produtor na construção de sistemas agrícolas mais resilientes e competitivos.

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“O Congresso Brasileiro do Algodão é um dos momentos mais importantes para o setor, pois reúne produtores, pesquisadores, empresas e lideranças que ajudam a construir o futuro da cotonicultura nacional. Para a Syngenta, estar presente nesse encontro é uma oportunidade de apresentar tecnologias que respondem aos desafios atuais do campo e que contribuem para elevar os padrões de produtividade, qualidade e sustentabilidade da fibra brasileira”, afirma Rafael Borba, Gerente de Marketing Algodão da Syngenta.

 

“Nosso compromisso vai além da oferta de soluções. Trabalhamos lado a lado com o produtor rural e com entidades representativas do setor para fortalecer toda a cadeia do algodão. Essa parceria de longo prazo nos permite apoiar o desenvolvimento de uma produção cada vez mais eficiente, rentável e alinhada às demandas dos mercados globais, consolidando o protagonismo do algodão brasileiro no cenário internacional”, completa o executivo.

 

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