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18 de outubro de 2026

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Semeadura do trigo atinge 83% da área prevista no Rio Grande do Sul

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A semeadura do trigo no Rio Grande do Sul alcançou, em média, 83% da área prevista para a Safra 2026, estimada em 814.220 hectares. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), os trabalhos estão próximos da conclusão na maior parte das regiões e seguem em fases inicial e intermediária nas áreas de maior altitude.

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (2), as lavouras de trigo apresentam estabelecimento e estandes adequados, com desenvolvimento vegetativo compatível com o período de cultivo. As baixas temperaturas e as geadas de fraca intensidade favorecem o perfilhamento, sem registro de danos significativos. Por outro lado, a elevada nebulosidade e a menor disponibilidade de radiação solar, especialmente nas manhãs, reduzem a velocidade de crescimento das plantas em diversas áreas.

Entre as demais culturas de inverno, o plantio da aveia-branca está em conclusão. A área estimada para a safra é de 387.697 hectares, com produtividade média projetada em 2.322 kg/ha. As áreas implantadas mais cedo estão em perfilhamento e início da elongação do colmo, com bom potencial produtivo inicial.

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Na canola, a semeadura está tecnicamente concluída no Estado, com finalização apenas em áreas marginais. A cultura ocupa área estimada de 353.397 hectares, com produtividade média de 1.619 kg/ha. As lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório, e nas áreas mais precoces já houve início do florescimento. As precipitações causaram lixiviação de nutrientes em pontos localizados.

A cevada também está em finalização de plantio. A Emater/RS-Ascar estima 20.320 hectares cultivados e produtividade média de 3.020 kg/ha. O desenvolvimento inicial é considerado satisfatório, com estandes uniformes e quadro fitossanitário estável.

Nas culturas de verão, a colheita da soja e do milho já foi concluída no Estado. A soja teve produtividade média de 2.707 kg/ha em uma área de 6.697.172 hectares. No milho, a produtividade estimada foi de 7.362 kg/ha, em 812.540 hectares.

Entre as olerícolas e raízes, o excesso de umidade ainda interfere no manejo. Na cebola, a chuva dificulta a semeadura e o transplantio em parte das áreas. Na mandioca, o encharcamento do solo favorece podridão de raízes e leva produtores a antecipar ou intensificar a colheita em algumas regiões do Estado.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Geada pode atingir 20 municípios em três estados

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A previsão da Climatempo indica risco de geada em 20 municípios do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entre segunda-feira (19) e terça-feira (20). Em Caçador (SC), a temperatura mínima prevista para segunda-feira (19) é de 3 °C.

No Paraná, Guarapuava (PR), Pinhão (PR) e Prudentópolis (PR) devem registrar temperatura mínima de 4 °C na segunda-feira (19). Os três municípios estão na área com previsão de risco de geada.

No Rio Grande do Sul, a temperatura mínima também deve ficar em 4 °C em Muitos Capões (RS), Não-Me-Toque (RS) e Vacaria (RS), na segunda-feira (19).

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Em Santa Catarina, Abelardo Luz (SC), Água Doce (SC), Campos Novos (SC) e Canoinhas (SC) têm previsão de temperatura mínima de 4 °C para a segunda-feira (19).

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A geada está associada a risco de danos a lavouras sensíveis ao frio e de perda de qualidade em pastagens.

Em Curitibanos (SC), a temperatura mínima prevista para segunda-feira (19) é de 3 °C.

Fonte: Climatempo Advisor API

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Chuva pode chegar a 112 mm em 24 horas em Santa Helena

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A Climatempo prevê chuva forte em 13 municípios de dois estados, Paraná e Santa Catarina, entre quinta-feira (22) e sábado (24). Em Santa Helena (PR), o acumulado previsto para sábado (24) é de 112 mm em 24 horas. Toledo (PR) também deve superar 100 mm no mesmo intervalo, com previsão de 101 mm.

No Paraná, a previsão para Missal (PR) indica acumulado de 110 mm em 48 horas para sexta-feira (23). Esse volume corresponde a um período diferente dos totais de 24 horas previstos para Santa Helena e Toledo.

Para sábado (24), Palotina (PR) deve ter 72 mm em 24 horas, enquanto São Miguel do Iguaçu (PR) tem previsão de 71 mm no mesmo intervalo. Os acumulados esperados em Medianeira (PR) e Assis Chateaubriand (PR) são de 66 mm e 62 mm em 24 horas, respectivamente, também no sábado (24).

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Em Santa Catarina, os volumes previstos para sábado (24) são de 66 mm em Pinhalzinho (SC), 65 mm em Abelardo Luz (SC), 64 mm em Concórdia (SC) e 63 mm em Maravilha (SC). Todos esses acumulados correspondem a períodos de 24 horas.

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Chuva forte e acumulados elevados estão associados a risco de interrupção da colheita, dificuldade em operações com máquinas no campo, encharcamento do solo e restrição de tráfego em estradas rurais.

Já na quinta-feira (22), Cianorte (PR) deve receber 61 mm de chuva em 24 horas.

Fonte: Climatempo Advisor API

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Brasil se aproxima dos EUA nas exportações do agro; ASSISTA

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O Brasil está próximo de ultrapassar os Estados Unidos em receita com exportações agrícolas, mas a disputa pela liderança mundial ocorre em meio a desafios comerciais e geopolíticos. Como o próximo governo brasileiro vai lidar com essa relação?

O assunto foi destaque no Radar Rural, videocast do Canal Rural.

Dados apresentados no programa mostram que a diferença entre os dois países diminuiu nos últimos anos. Em 2025, os Estados Unidos registraram US$ 171,5 bilhões em receita com exportações agrícolas, ante US$ 169,2 bilhões do Brasil. A diferença foi de US$ 2,3 bilhões, enquanto, em 2021, a vantagem americana era de US$ 56 bilhões.

Soja e tecnologia impulsionam o agro brasileiro

O avanço brasileiro tem entre seus destaques a produção de soja. Na safra 2019/20, o Brasil superou os Estados Unidos, com 126 milhões de toneladas, contra cerca de 114 milhões de toneladas dos americanos. Para a safra 2026/27, a projeção apresentada no episódio é de 181 milhões de toneladas no Brasil.

Além da soja, o país ampliou sua participação em mercados como algodão e carne bovina. O desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições tropicais, com contribuição da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), também ajudou a elevar a produtividade e consolidar a posição brasileira no comércio internacional.

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Alinhamento político garante vantagens comerciais?

No episódio, os jornalistas também discutem como as eleições de 2026 podem influenciar a relação com os Estados Unidos. A aproximação diplomática, porém, não significa necessariamente ganhos econômicos.

Segundo José Pimenta, da BMJ Consultores Associados, um eventual alinhamento ideológico entre o próximo presidente brasileiro e Donald Trump pode facilitar o diálogo, mas não garante vantagens comerciais ao Brasil.

O programa também aborda os efeitos do tarifaço americano e a disputa entre Estados Unidos e China, que coloca o Brasil diante do desafio de preservar suas relações comerciais com as duas potências.

Para entender o que está por trás do avanço brasileiro nas exportações agrícolas e os desafios para o próximo governo, assista ao episódio completo do Radar Rural:

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