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Wellington Fagundes evita falar em punições e diz que “conquistará” apoio de prefeitos

Senador é pré-candidato ao governo diz que manifestações neste momento são normais e podem mudar depois das convenções partidárias
O senador e pré-candidato ao governo, Wellington Fagundes (PL), evitou falar em regras de partido quanto às declarações de apoio de prefeitos do PL (Partido Liberal) à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Ele afirmou que irá “conquistar” o apoio dos gestores, para até as convenções partidárias, ter condições políticas de concorrer com peso à eleição ao governo.
“Cada um tem o direito de escolher o que for melhor. Eu vou conquistar, trabalhar [para ter o voto e o apoio] principalmente da população. As convenções acontecerão ainda em julho ou agosto, até lá, somos todos pré-candidatos, não existe candidato. É o momento de trabalharmos muito”, disse.
Três prefeitos já declararam do PL já declararam apoio à reeleição de Pivetta. O governador disse que espera que outros gestores se manifestem a favor de sua candidatura, inclusive os prefeitos de Cuiabá Abilio Brunini e de Várzea Grande, Flávia Moretti.
O apoio a políticos de outros partidos pode gerar punições. Os partidos geralmente possuem uma regra em seu estatuto que proíbe esse tipo de manifestação, quando algum filiado concorrer na campanha eleitoral ao mesmo cargo. A ato é popularmente conhecido como traição partidária.
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Durante jogo do Brasil, Prefeitura destrava licitação e confirma asfalto no Serra Dourada

Prefeito aproveitou evento com moradores para anunciar a infraestrutura e o saneamento básico completo para a 1ª e 2ª etapas do bairro
_PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA_
*Prefeito anuncia asfalto no Serra Dourada durante transmissão do jogo do Brasil no Minha Rua é Show de Bola*
Mais do que entretenimento, a edição desta segunda-feira (29) da campanha Minha Rua é Show de Bola levou uma importante notícia aos moradores da Rua Cruz da Malta, no bairro Serra Dourada, em Cuiabá. Durante a transmissão do jogo da Seleção Brasileira, com telão instalado e a torcida reunida em clima de festa, o prefeito Abilio Brunini anunciou a pavimentação da via e de todo o bairro, além de obras de saneamento básico.
A Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta segunda-feira (29), mais uma edição da campanha Minha Rua é Show de Bola, levando estrutura com telão, cadeiras, tenda, água e apoio logístico para que moradores acompanhassem a partida da Seleção Brasileira. Desta vez, quatro ruas foram contempladas, entre elas a Rua Cruz da Malta, no bairro Serra Dourada, na região norte da capital.
O momento de confraternização da comunidade foi marcado por um importante anúncio para os moradores. Durante o evento, o prefeito Abilio Brunini confirmou a pavimentação completa do bairro Serra Dourada, contemplando tanto a primeira quanto a segunda etapa, além da implantação da rede de esgoto e demais obras de saneamento básico.
“Fiz questão de vir pessoalmente trazer essa grande notícia para vocês. A licitação da segunda etapa demorou por causa de um impedimento, mas esse problema já foi resolvido e a segunda empresa foi contratada. Agora, o asfalto vai chegar à porta da casa de cada morador. E não é só pavimentação. Todo o bairro também será contemplado com rede de esgoto e saneamento básico, levando mais dignidade e qualidade de vida para a população”, afirmou o prefeito.
A Rua Cruz da Malta é uma das vias que ainda não possui pavimentação asfáltica. O anúncio foi recebido com entusiasmo pelos moradores, que aproveitaram a oportunidade para celebrar tanto a conquista da infraestrutura quanto o clima de união proporcionado pela campanha.
Um dos responsáveis por levar o telão ao bairro foi o morador Daniel Henry, que teve a iniciativa de inscrever a rua no concurso.
“Tudo começou quando um vizinho colocou um enfeite na porta de casa. Perguntei a ele se a gente não podia gravar um vídeo e participar. No domingo, reunimos os moradores, gravamos, editei o vídeo e enviei. Muita gente criticou a ideia e até pensei em desistir, mas resolvemos seguir em frente. Hoje estamos aqui vivendo esse momento e ainda recebendo uma notícia tão importante para o nosso bairro.”
Daniel destaca que a campanha foi além do futebol e ajudou a aproximar os moradores.
“Além do jogo, a campanha uniu as famílias e fortaleceu a amizade entre os vizinhos. Todo mundo trabalhou junto para deixar a rua bonita e hoje estamos colhendo o resultado desse esforço. A gente agradece à Prefeitura por incentivar esse movimento e proporcionar esse momento de convivência para a comunidade.”
Moradora do bairro Jardim Vitória, Fernanda Xavier fez questão de atravessar a cidade para acompanhar a partida ao lado de amigos e familiares no Serra Dourada.
“Quando soube que teria telão aqui, combinei com a minha família e vim participar. O bairro ficou muito bonito, bem organizado, e a energia das pessoas é contagiante. É muito bom ver as ruas cheias novamente e as famílias reunidas.”
Para a dona de casa Maria Aparecida dos Santos, moradora da Rua Cruz da Malta há mais de duas décadas, o anúncio da pavimentação tornou o momento ainda mais especial.
“Esperamos por esse asfalto há muitos anos. Receber essa confirmação justamente em um momento de festa, com toda a comunidade reunida, foi emocionante. É uma conquista que vai mudar a realidade de quem mora aqui.”
Criado pela Prefeitura de Cuiabá, o concurso Minha Rua é Show de Bola busca resgatar a tradição das ruas decoradas durante os jogos da Seleção Brasileira e incentivar a participação popular. Os moradores gravam vídeos mostrando a decoração e o envolvimento da comunidade e enviam o material para os canais oficiais da Prefeitura. As gravações são publicadas no Instagram da administração municipal, e as ruas vencedoras são escolhidas de acordo com a mobilização da comunidade e a interação nas redes sociais.
As vias contempladas recebem toda a estrutura necessária para acompanhar as partidas da Seleção Brasileira, transformando as ruas em espaços de convivência, lazer e fortalecimento dos laços entre os vizinhos.
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É hora de atualizar o Simples Nacional

O Brasil vive um novo ciclo de empreendedorismo. Somente no mês de maio, quase 97% das empresas abertas no país foram pequenos negócios, segundo levantamento do Sebrae Nacional a partir de dados da Receita Federal. No acumulado do ano, já são mais de 2,5 milhões de novos empreendimentos, sendo 78% deles enquadrados como Microempreendedores Individuais (MEIs).
Em Mato Grosso, essa realidade também se confirma de forma expressiva. Os pequenos negócios representam cerca de 93% das empresas ativas no estado e exercem papel decisivo na geração de emprego, renda e dinamismo econômico, tanto nos grandes quanto nos pequenos municípios. São empreendedores que movimentam os setores de comércio, serviços, agroindústria, transporte, tecnologia e tantas outras atividades essenciais para o desenvolvimento regional.
Esses números mostram que o pequeno negócio deixou de ser apenas uma alternativa de renda. Hoje, ele é um dos principais motores da economia mato-grossense e brasileira.
Por isso, a atualização das regras do Simples Nacional e do MEI deixou de ser apenas uma pauta tributária. Trata-se de uma necessidade econômica e social.
O anúncio do governo federal de encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta de atualização do teto de faturamento do MEI representa um avanço importante. O limite atual, de R$ 81 mil anuais, está congelado há anos e já não corresponde à realidade econômica do país. A proposta de elevação para algo entre R$ 130 mil e R$ 140 mil, com implantação escalonada até 2028, corrige parcialmente uma defasagem causada pela inflação acumulada ao longo da última década.
Da mesma forma, a possibilidade de ampliação do número de empregados permitidos ao MEI responde a uma demanda legítima de quem deseja crescer, contratar e gerar oportunidades sem perder competitividade.
O debate, no entanto, precisa ir além do MEI. É fundamental avançar também na atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional para micro e pequenas empresas. Muitos empreendedores acabam penalizados justamente no momento em que começam a expandir suas atividades, enfrentando aumento abrupto de carga tributária e burocracia.
Outro ponto essencial é a criação de um mecanismo permanente de correção dos limites, vinculado à inflação. Não é razoável que os empreendedores passem anos aguardando atualizações legislativas enquanto os custos operacionais aumentam continuamente.
O Brasil precisa de um ambiente de negócios mais moderno, previsível e compatível com a realidade de quem empreende. Atualizar o Simples Nacional e o MEI significa fortalecer milhões de brasileiros que geram emprego, renda e desenvolvimento em todos os municípios do país, inclusive em Mato Grosso, onde o empreendedorismo segue como uma das maiores forças da economia estadual.
Defender os pequenos negócios é defender o crescimento econômico com inclusão. E essa deve ser uma prioridade permanente do Estado brasileiro.
Jonas Alves
Presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), presidente do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae/MT e presidente da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACCuiabá)
Agro Mato Grosso
Instituições ambientais recorrem ao STF para anular lei que proíbe pesca comercial por 5 anos em MT

A lei que entrou em vigou em 2024 restringe a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das principais espécies de peixes de interesse comercial no estado.
Entidades ambientais protocolaram uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (29), pedindo que seja declarada a inconstitucionalidade da Lei da Cota Zero, em vigor em Mato Grosso desde 2024. O documento foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator das ações que discutem a validade da norma.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A lei restringe a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das principais espécies de peixes de interesse comercial no estado.
A manifestação foi apresentada nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) por Instituto Gaia, Instituto Centro de Vida, Fórum Nacional da Sociedade Civil na Gestão de Bacias Hidrográficas e Fórum Popular Socioambiental de Mato Grosso.
Segundo as entidades, não existem evidências técnico-científicas que comprovem que a proibição resultou na recuperação dos estoques pesqueiros desde que entrou em vigor, e gerou impactos econômicos e sociais para comunidades que dependem da pesca.
Na petição, as entidades afirmam que diversos órgãos federais já se manifestaram pela inconstitucionalidade da lei, entre eles a Defensoria Pública da União, a Procuradoria-Geral da República, a Advocacia-Geral da União, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.
As organizações também citam um estudo da WWF-Brasil, que aponta que a Cota Zero pode gerar prejuízos sociais e econômicos de até R$ 187 milhões por ano. O levantamento estima ainda uma perda média anual de R$ 5,85 mil por pescador, o equivalente a cerca de 39% da renda anual desses trabalhadores.
Para as entidades, a legislação impôs uma restrição severa a uma atividade que movimenta a economia de diversas comunidades ribeirinhas, sem atacar os principais fatores que afetam os estoques pesqueiros
As organizações também sustentam que a norma criou um “padrão de exclusão distributiva”, ao concentrar os impactos da política ambiental sobre populações tradicionais “marginalizadas e que atuam reconhecidamente como guardiões do meio ambiente”.
Para as entidades, embora a proteção ambiental seja um objetivo legítimo, a atual política não demonstrou eficácia na recuperação das populações de peixes e, por isso, viola princípios constitucionais como a proporcionalidade, a liberdade profissional e a dignidade das populações tradicionais.
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