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produtor agrega valor em cada etapa da produção

A produção de milho ganhou uma função estratégica na diversificação dos negócios da família Vesz em Mato Grosso. Em Campo Verde, parte dos grãos é destinada à alimentação do gado, que passa por recria e engorda na própria fazenda antes de chegar ao mercado da família na forma de carne.
Esse modelo integra agricultura, pecuária e comércio em diferentes etapas da cadeia produtiva e é resultado de uma trajetória iniciada em 1984, quando a família chegou à região de Campo Verde. Além da produção rural, o grupo mantém negócios no comércio e estruturou a sucessão familiar ao longo das décadas.
A combinação entre comércio e produção rural acompanhou a trajetória da família desde então. O supermercado surgiu tanto pela necessidade de atender os moradores que chegavam à nova fronteira agrícola quanto pela oportunidade de negócio. Nos primeiros anos, a loja comercializava alimentos, roupas, calçados, bicicletas e outros produtos que eram difíceis de encontrar na região.
A atividade comercial cresceu junto com a chegada de produtores vindos principalmente do Paraná e do Rio Grande do Sul. Muitos traziam recursos para abrir áreas próprias ou arrendadas e precisavam de um local para se abastecer. O supermercado chegou a receber clientes de municípios e fazendas distantes de Campo Verde, em uma época em que as opções de comércio ainda eram restritas.
O início, porém, exigiu adaptações. Sem fornecedores que circulassem pela região, Vitor Vesz precisava viajar até Cuiabá para comprar produtos como mussarela e mortadela. Enquanto um dos irmãos ajudava na abertura das áreas agrícolas, ele ficava mais ligado ao comércio e às compras.
“Eu fui filho de agricultor, neto de agricultor e me criei na roça. Com sete anos, oito anos, a gente já estava trabalhando na roça”, conta Vitor ao Especial Mais Milho, ao recordar a infância no Rio Grande do Sul. A experiência familiar no campo acabou se tornando uma das bases para a expansão dos negócios após a mudança para Mato Grosso.
Da fronteira gaúcha à nova fronteira agrícola
Antes de chegar a Campo Verde, Vitor e a esposa, com quem se casou em 1970, mantinham atividades de comércio e agricultura no Rio Grande do Sul. A decisão de mudar para Mato Grosso ganhou força depois da Guerra das Malvinas, em 1982, que afetou diretamente os negócios da família na região de fronteira com a Argentina.
A desvalorização da moeda argentina reduziu o poder de compra dos clientes que movimentavam boa parte do comércio da família. Mesmo com a loja cheia e uma estrutura já estabelecida, o produtor rural e empresário passou a procurar alternativas para continuar crescendo. As informações sobre a expansão da fronteira agrícola em Mato Grosso ajudaram a direcionar a mudança.
Durante uma viagem, ele recebeu novas referências sobre a região da BR-070 e decidiu conhecer o local. Antes mesmo de retornar ao Sul, ligou para a esposa para contar que havia encontrado uma possibilidade para a família. A resposta dela acabou sendo decisiva: “Se isso for bom para ti, vai ser bom para nós, para a nossa família”.

A família chegou a Campo Verde em 1984 e, desde então, ampliou a atuação tanto no comércio quanto na produção agropecuária. Atualmente, as áreas agrícolas estão concentradas em Campo Verde e também em Juara, onde a família iniciou uma frente mais recente de produção.
Em Campo Verde, são cultivadas soja, milho e algodão. Parte da produção agrícola passou a contar com maior estrutura de logística com a proximidade de uma ferrovia na região. Na Fazenda Brasil, a busca por maior segurança produtiva também levou à implantação de irrigação.
A propriedade conta atualmente com 12 pivôs, que atendem 1,5 mil hectares hectares, além de uma outorga para outros 500 hectares. A irrigação permite produzir milho para consumo, milho destinado à produção de sementes para empresas e outras culturas em uma área em que parte dos solos apresenta maior arenosidade.
Milho conecta lavoura e pecuária
A diversificação ganhou uma função ainda mais direta quando o milho passou a ser utilizado dentro da própria propriedade. Parte da produção é destinada à alimentação do gado, enquanto a outra parcela é comercializada. O sistema também inclui sorgo e milho produzido fora das áreas irrigadas.
Na avaliação de Vitor, a expansão das usinas de etanol de milho em Mato Grosso alterou o cenário para a cultura, ao ampliar as alternativas de comercialização e gerar coprodutos utilizados na alimentação animal. “Essas usinas de etanol que estão vindo para o Mato Grosso nos ajudaram demais a alavancar o nosso milho”, afirma ao Canal Rural Mato Grosso.
Na última safrinha, a Fazenda Brasil alcançou média de 135 sacas de milho por hectare para produção de grãos destinados ao consumo. Em Juara, onde as condições de chuva e solo favoreceram a lavoura, a média no milho chegou a 155 sacas por hectare.

A pecuária também foi incorporada à propriedade a partir de uma iniciativa da própria família. Quando a Fazenda Brasil foi comprada, em 1988, havia apenas cinco vacas e um cavalo. Valtair Vesz, filho mais velho de Vitor, insistiu para que a atividade fosse desenvolvida junto à agricultura.
O trabalho com gado ganhou escala e passou a envolver melhoramento genético, inseminação e confinamento. Segundo Valtair, a propriedade trabalha com animais abatidos antes dos 24 meses e realiza o acabamento do gado na própria fazenda. Cerca de 900 a 1.000 cabeças são abatidas por ano para abastecer o mercado da família.
A integração também permite aproveitar parte do milho produzido na lavoura e resíduos gerados durante o processo de secagem. “A gente transforma o milho em carne e ajuda a agregar muito valor”, resume Valtair.
A escolha pelo Senepol também faz parte da estratégia da pecuária. Valtair destaca a capacidade da raça taurina de trabalhar em condições de campo e o desempenho dos animais no sistema adotado pela propriedade. Para ele, a integração entre lavoura e pecuária tende a continuar avançando dentro da atividade da família.
Gestão familiar e continuidade dos negócios
A divisão das atividades entre os filhos ocorreu de forma gradual. O filho do meio permaneceu ligado ao supermercado, o mais novo assumiu a agricultura e Valtair ficou à frente da pecuária. A filha caçula, Marcele, também participa dos negócios da família, de acordo com Vitor.
A organização passou a ser estruturada por meio de uma holding familiar, com participação definida entre os integrantes. A intenção é manter a gestão conjunta e preparar a continuidade dos negócios para as próximas gerações.
A trajetória também foi construída com apoio financeiro para a expansão das atividades. Vitor conta que, antes da chegada do Sicredi a Campo Verde, a família dependia de instituições financeiras de outras cidades. Posteriormente, participou da formação da cooperativa no município e manteve uma relação de crédito ao longo dos anos.
“Com certeza, a gente sozinho não é ninguém. Tem sempre que ter os parceiros, porque para tocar essa vida tem que sempre ter apoio”, afirma o produtor rural. Segundo ele, o acesso ao crédito foi importante para investimentos em máquinas, estrutura e capital de giro.
A gerente de negócios agro do Sicredi em Campo Verde, Leidiane Freitas, relata que a relação com a família começou ainda na implantação da cooperativa no município. O atendimento, pontua ela, envolve visitas à propriedade e identificação das necessidades de cada produtor para definir as modalidades de financiamento.
A gerente de agência Kely Lewandowski destaca ainda a ligação histórica da cooperativa com o setor agropecuário e a atuação junto à comunidade. No caso da família Vesz, a relação financeira acompanha diferentes momentos da expansão dos negócios, incluindo investimentos ligados à agricultura e à pecuária.
Para Vitor Vesz, a continuidade passa principalmente pela organização dos sucessores e pela manutenção da união entre os integrantes da família. A estrutura societária já foi definida e os filhos participam dos negócios em diferentes áreas.
“Eu tenho muita confiança nesse futuro e talvez nós não vamos acompanhar uma parte desse futuro aí. Mas, como diz o outro, as coisas estão muito bem encaminhado”, afirma.
A perspectiva do produtor rural e empresário, portanto, é de continuidade de um modelo construído desde a chegada a Mato Grosso: comércio, agricultura e pecuária funcionando em diferentes etapas do mesmo negócio e com a participação das novas gerações.
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Vazio sanitário do algodão começa na quinta-feira em parte de Mato Grosso

O vazio sanitário do algodão começa nesta quinta-feira (1º) em parte de Mato Grosso, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT). Durante o período, que vai até 14 de dezembro conforme a região, fica proibida a manutenção de plantas de algodão no campo com risco fitossanitário. O calendário para a safra 2026/27 foi mantido pelo estado.
As datas seguem a Instrução Normativa nº 003/2024 e permanecem inalteradas para a safra 2026/27, informou o Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).
Mato Grosso é dividido em duas regiões para a aplicação da medida. Na Região I, que inclui Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis, o vazio sanitário vai de 1º de outubro a 30 de novembro. Na Região II, onde estão Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Sapezal e Campo Novo do Parecis, o período será de 15 de outubro a 14 de dezembro.
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A restrição busca controlar o bicudo-do-algodoeiro, apontado pelo Sistema Famato como a principal praga da cultura. Segundo a entidade, a permanência de plantas vivas entre uma safra e outra, especialmente soqueiras e tigueras, mantém alimento e abrigo para o inseto. O período sem hospedeiros interrompe esse ciclo antes da implantação da nova lavoura.
O assessor técnico em Agricultura da Famato, Alex Rosa, afirmou que o bicudo pode provocar perdas significativas quando não é controlado. De acordo com ele, os insetos atacam inicialmente os botões florais, que caem depois de abertos, e também danificam fibras e sementes dentro da maçã do algodão.
Segundo o diretor técnico do Indea-MT, Renan Tomazele, a área plantada com algodão em Mato Grosso na safra 2025/26 foi de 1,36 milhão de hectares. O estado responde por cerca de 70% da produção brasileira da fibra, conforme o Indea-MT.
Com o início do vazio sanitário, produtores de algodão em Mato Grosso passam a seguir o calendário regional de eliminação de plantas hospedeiras para o controle do bicudo antes da safra 2026/27.
Fonte: Estadão Conteúdo
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USDA deve indicar estoques menores de soja e maiores de milho nos EUA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deve estimar na próxima quarta-feira (30) que os estoques domésticos de soja em 1º de setembro de 2026 ficaram levemente abaixo do registrado um ano antes. A média das projeções de analistas consultados pelo Wall Street Journal aponta 323 milhões de bushels, ou 8,79 milhões de toneladas, ante 325 milhões de bushels, ou 8,85 milhões de toneladas, em igual data de 2025.
Para soja e milho, os números de 1º de setembro correspondem aos estoques finais da safra 2025/26. No relatório de oferta e demanda de setembro, o USDA estimou os estoques finais de soja em 325 milhões de bushels, equivalentes a 8,85 milhões de toneladas.
No caso do milho, a expectativa é de aumento das reservas. A média das estimativas indica estoques de 1,924 bilhão de bushels, ou 48,87 milhões de toneladas, no começo de setembro. Em 1º de setembro de 2025, o volume era de 1,551 bilhão de bushels, ou 39,4 milhões de toneladas.
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A projeção dos analistas para o milho fica próxima da estimativa mais recente do próprio USDA para os estoques finais de 2025/26, de 1,922 bilhão de bushels, equivalentes a 48,82 milhões de toneladas.
Para o trigo, o relatório trimestral deve trazer estoques de 1,849 bilhão de bushels, ou 50,33 milhões de toneladas, em 1º de setembro deste ano. No mesmo período do ano passado, as reservas eram de 2,134 bilhões de bushels, ou 58,08 milhões de toneladas.
As projeções reunidas antes da divulgação do USDA apontam, portanto, para leve recuo dos estoques de soja, avanço no milho e queda nas reservas de trigo na comparação anual, com base nos volumes existentes em 1º de setembro nos Estados Unidos.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Tecnologia e genética transformam áreas sombreadas em motores de produtividade na pecuária

A intensificação da pecuária em bases sustentáveis e a expansão de sistemas integrados de produção exigem soluções tecnológicas capazes de superar gargalos históricos do campo.
Nas regiões tropicais, mais de 90% da carne bovina é produzida a partir do pasto. No entanto, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estima que cerca de 70% dessas pastagens apresentam algum grau de degradação. Esse cenário é provocado por gramíneas inadequadas às condições locais, manejo incorreto e falta de fertilidade do solo. Cerca de 70% das áreas utilizam uma única variedade lançada há quatro décadas.
Para reverter esse quadro, o avanço do melhoramento genético de forrageiras surge como uma ferramenta decisiva. A seleção de novos híbridos permite aos pecuaristas maximizar a produção por hectare sem a necessidade de expandir a fronteira agrícola. Além de restaurar a produtividade, a tecnologia assegura a rentabilidade e a preservação ambiental.
A Papalotla atua no desenvolvimento de híbridos gerados por ferramentas avançadas de melhoramento genético em parceria com a Aliança Bioversity-CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropical), localizado na Colômbia, possui o mais avançado programa de melhoramento de pastagens tropicais do mundo. A empresa produz sementes no México, na Tailândia e no Brasil para atender produtores de mais de 60 países. “Toda a nossa energia está em entregar ao pecuarista tropical uma forrageira que produza mais e melhor, enquanto ajuda na preservação do meio ambiente”, destaca o diretor global de pesquisa e desenvolvimento da Papalotla, Adriano Alves da Silva.
A variabilidade genética gerada no cruzamento de espécies distintas do gênero Brachiaria possibilita reunir em uma só planta características antes separadas. Essa tecnologia permite selecionar materiais específicos para diferentes ambientes do campo. “Nossos híbridos permitem endereçar dores dos pecuaristas de forma mais assertiva, aumentando a produtividade e rentabilidade da fazenda de forma sustentável”, pontua Silva.
Antes de chegarem ao mercado, os materiais passam por rigorosa validação no centro de pesquisa da Papalotla Sementes, o Centro de Investigação de Pastagens Tropicais – CIPAT, que mantém mais de 300 híbridos sob avaliação constante. Além disso, a empresa acompanha o desempenho técnico em condições reais em mais de 100 propriedades rurais brasileiras. “Este resultado ajuda o pecuarista a enxergar e perceber os benefícios de uma pastagem melhorada, o retorno sobre o investimento. Por isso hoje, 3 em cada 4 pecuaristas que experimentam nossos híbridos, voltam para comprar mais”, reforça o diretor.
Manejo e potencial nutricional no campo
O desenvolvimento de materiais voltados para ambientes sombreados viabiliza a manutenção do rendimento de forragem mesmo em áreas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e silvipastoris. O híbrido OKAPI® alcança até 17% de proteína bruta e 68% de digestibilidade, combinando elevado valor nutricional com resiliência de produção. Nos ensaios comparativos com o Marandu, o OKAPI® produziu cerca de 20 toneladas de matéria seca por hectare/ano sob 25% de sombra contra 15 toneladas, e atingiu 13 toneladas sob 50% de sombreamento ante 9 toneladas da variedade tradicional.
A arquitetura do pasto é marcada pelo hábito de crescimento decumbente e estolonífero, favorecendo o fechamento rápido e uniforme do solo. Essa estrutura reduz o solo descoberto, combate a emergência de plantas invasoras e auxilia na estruturação do solo, protegendo a área contra processos erosivos e auxiliando na ciclagem de nutrientes.
De acordo com a especialista em desenvolvimento de produto da empresa, Úrsula Bianchi Valença, a condução da pastagem exige planejamento do nível de luminosidade desde o plantio. “Para uma boa formação, o OKAPI® deve ser implantado a pleno sol ou em áreas com, no máximo, 25% de sombreamento. Essa condição favorece o estabelecimento rápido antes do fechamento do dossel”, explica Úrsula.
A especialista ressalta a capacidade de adaptação do material após o período inicial de estabelecimento da planta na área. “Depois de bem estabelecido, o híbrido tolera até 50% de sombra, mantendo boa produção de forragem, além da qualidade nutricional”, complementa a especialista em desenvolvimento de produto.
Para o manejo de pastejo rotacionado, a orientação técnica estabelece a entrada dos animais quando o pasto atinge entre 50 cm e 55 cm, com saída entre 20 cm e 25 cm. No manejo contínuo, a orientação é manter a altura média em cerca de 40 cm, utilizando a taxa de semeadura de 8 kg por hectare. O OKAPI® demonstra resiliência em solos bem drenados com pH entre 5 e 8 e fertilidade média a alta, mantendo o rendimento durante a seca e respondendo com vigor ao retorno das chuvas.
Ganho animal e resultado econômico
O desempenho em ganho de peso e capacidade de suporte reflete a eficiência na conversão da massa de forragem em produto final. Em acompanhamentos técnicos conduzidos em condições reais de produção, foram registrados ganhos médios diários de 650 g a 778 g por animal. As taxas de lotação mantidas nas áreas avaliadas variaram entre 2,2 UA/ha e 3,7 UA/ha sob diferentes níveis de sombreamento.
A oferta de forragem com alto teor de proteína e digestibilidade fornece nitrogênio aos microrganismos do rúmen e melhora o aproveitamento energético. Essa combinação favorece maior ganho diário individual, encurta o tempo necessário para o término do lote e eleva o total de arrobas produzidas por hectare.
Os dados obtidos nas avaliações de campo são traduzidos em fichas técnicas objetivas sobre adubação, palatabilidade, capacidade de suporte e velocidade de rebrota. Esse trabalho orienta a escolha correta do híbrido para cada tipo de solo e sistema de produção.
O diretor ressalta a importância de auxiliar o produtor a mensurar o retorno sobre o investimento realizado no pasto. “Esta informação é muito importante porque nós vendemos pasto e o pecuarista vende carne, leite, não é a mesma ‘moeda’. Precisamos ajudá-los nesta conversão”, argumenta Adriano Alves da Silva.
A ampliação do rendimento por hectare estimula a continuidade dos investimentos no manejo e na reforma das áreas rurais. “Quando o pecuarista investe corretamente, a rentabilidade aumenta e, com ela, vem o reinvestimento, criando um ciclo virtuoso”, conclui Silva.
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