Sustentabilidade
Soja trava com queda em Chicago enquanto produtor se atenta com o plantio; como ficaram os preços no Brasil?

O mercado brasileiro de soja apresentou cotações predominantemente mais baixas nesta segunda-feira (28), refletindo as perdas registradas pela soja na Bolsa de Chicago. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as fortes quedas na Bolsa deixaram o mercado físico basicamente travado.
Silveira afirma que não houve registro de movimentos firmes de negócios, com os players fora do mercado e os produtores também afastados das negociações. Segundo ele, houve alta do dólar e prêmios praticamente neutros, sem movimentações agressivas. “Tivemos altas no dólar e prêmios praticamente neutros, sem movimentações agressivas. Houve queda geral de preços e o mercado segue com pouquíssima liquidez, com ofertas escassas”, comentou.
O analista concluiu que o foco do produtor agora deve estar no plantio da nova safra de soja.
No mercado físico, as cotações ficaram assim:
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 156,00 para R$ 155,00
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 157,00 para R$ 156,00
- Cascavel (PR): caiu de R$ 151,00 para R$ 150,00
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 147,00 para R$ 148,00
- Dourados (MS): caiu de R$ 148,00 para R$ 147,00
- Rio Verde (GO): caiu de R$ 147,00 para R$ 145,00
- Paranaguá (PR): caiu de R$ 162,00 para R$ 161,00
- Rio Grande (RS): caiu de R$ 164,00 para R$ 163,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços bem mais baixos. O dia foi bastante negativo, marcado por um movimento de liquidação de posições compradas. A frustração com a exclusão da soja da proposta de redução de tarifas sobre produtos agrícolas, após a cúpula entre Estados Unidos e China realizada na semana passada, abriu espaço para a correção dos preços.
A China deve reduzir as tarifas sobre uma ampla variedade de produtos agrícolas dos Estados Unidos, incluindo milho, trigo, carnes e laticínios. No entanto, a soja, principal produto agrícola importado pelo país asiático, foi excluída da lista de redução tarifária divulgada conjuntamente pelo Ministério do Comércio da China e pela Casa Branca.
Além disso, os investidores se posicionam diante do relatório de estoques trimestrais norte-americanos de soja, referente à posição de 1º de setembro. A expectativa é de que os estoques fiquem levemente abaixo do registrado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no mesmo período do ano anterior.
A projeção de analistas e corretores entrevistados por agências internacionais aponta para estoques trimestrais de 323 milhões de bushels. O relatório será divulgado às 13 horas, no horário de Brasília, desta quarta-feira (30). Em igual período do ano anterior, os estoques eram de 325 milhões de bushels. Em 1º de junho, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,061 bilhão de bushels.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2026 fecharam com baixa de 30,75 centavos de dólar por bushel, ou 2,33%, a US$ 12,88 1/4 por bushel. A posição janeiro de 2027 teve cotação de US$ 13,03 por bushel, com recuo de 29,50 centavos de dólar por bushel, ou 2,21%.
Nos subprodutos, a posição dezembro de 2026 do farelo fechou com perda de US$ 11,60 por tonelada, ou 3,12%, a US$ 359,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2026 fecharam a 67,66 centavos de dólar por libra-peso, com retração de 0,18 centavo, ou 0,26%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,78%, negociado a R$ 5,2256 para venda e a R$ 5,2236 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1915 e a máxima de R$ 5,2266.
Sustentabilidade
Farsul reforça cobrança à ANP sobre diesel no RS – MAIS SOJA

A Farsul protocolou, nesta sexta-feira (25/9), dois novos ofícios junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para reforçar a cobrança por medidas urgentes diante da crise no abastecimento de diesel no Rio Grande do Sul. O protocolo ocorre um dia depois de o presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, ter se reunido novamente com representantes da agência para tratar do tema, que já se arrasta desde os preparativos para o início do plantio da safra de verão.
A entidade vem denunciando o problema desde o dia 11 de setembro, quando alertou para restrições e atrasos na entrega de diesel aos produtores, em um cenário semelhante ao vivido no início de 2026, durante a colheita de arroz e soja. Na ocasião, Domingos ponderou que “o plantio tem uma janela que não pode ser adiada indefinidamente. Sem diesel, o produtor perde o momento adequado, pode reduzir a área plantada e comprometer a produtividade”, e cobrou que o subsídio federal de R$ 1 por litro anunciado em 9 de setembro se traduzisse em preço e em combustível de fato disponível no campo.
Em 15 de setembro, a Farsul protocolou o primeiro ofício sobre o tema junto ao diretor-geral da ANP, Artur Watt Neto, pedindo fiscalização imediata das distribuidoras no Estado, divulgação regionalizada de estoques e entregas, esclarecimento dos critérios de alocação de volumes e um plano de contingência. Dias depois, em 23 de setembro, o presidente esteve em Brasília onde intensificou as tratativas com a agência, resumindo a urgência do problema, “Precisamos da solução para ontem”.
Os novos documentos, Ofício nº 100/2026 e Ofício nº 101/2026, foram assinados por Domingos e endereçados respectivamente a Artur Watt Neto, diretor-geral da ANP, e a Diogo Valério, superintendente de Distribuição e Logística do órgão. Ambos tratam do mesmo assunto, a atualização sobre restrições no abastecimento e a elevação dos preços do óleo diesel no Rio Grande do Sul, e trazem um levantamento coletado na própria sexta-feira junto a produtores rurais, sindicatos rurais e agentes de diferentes regiões do Estado.
Segundo a Farsul, os relatos confirmam que persistem restrições relevantes na oferta de diesel, sobretudo do tipo S500, além de limitação nas quantidades comercializadas, atrasos nas entregas e forte elevação de preços. Um quadro que, segundo os ofícios, permanece disseminado em diferentes regiões do estado, com empresas sem produto, entregas parciais e prazos incertos.
Entre os casos listados nos ofícios estão Girúá, sem disponibilidade de S500 há mais de 15 dias; Cruz Alta e Santa Maria, com ausência do produto e forte restrição até do S10; e São Vicente do Sul, onde pedidos de dez mil litros têm sido atendidos com apenas cinco mil. Em Tupanciretã, um produtor relatou ter recebido somente 4.500 litros do volume solicitado, sem disponibilidade de S500 para entrega na propriedade. Candelária e Pelotas também aparecem entre os relatos mais recentes, com TRRs sem previsão de fornecimento ou sem S500 disponível.
Os preços informados variam de R$ 6,09 a R$ 8,00 por litro conforme a região e o tipo de diesel. No agregado, a Farsul aponta que o litro do combustível passou de R$ 5,60 em agosto para R$ 7,15 em setembro (alta de aproximadamente 27,7% em um único mês) e de R$ 5,77 em maio, o que representa aumento de cerca de 23,9% no período.
Diante do cenário, a Farsul solicita à ANP a verificação imediata das condições de abastecimento de diesel no Rio Grande do Sul, com foco especial na disponibilidade do S500, nos volumes disponibilizados a TRRs e postos revendedores e nas razões para as restrições verificadas nas diferentes regiões do Estado. A entidade pede ainda manifestação da agência sobre as condições atuais de estoques, produção e distribuição, as perspectivas de normalização do abastecimento e a adoção das providências de fiscalização que a ANP entender cabíveis.
“A Farsul permanece à disposição para fornecer informações adicionais e colaborar com o acompanhamento da situação”, registram os ofícios, “reiterando a urgência de medidas que assegurem regularidade e previsibilidade no fornecimento de combustível aos produtores rurais gaúchos”. Com a safra de verão já em plantio, a entidade deve manter a cobrança junto à ANP e ao governo federal nos próximos dias, à espera de uma resposta concreta sobre a normalização do fornecimento.
Fonte: Farsul
Autor:Farsul
Site: Farsul
Sustentabilidade
Patente reconhece tecnologia da Embrapa que produz e estabiliza fungos para controle de pragas – MAIS SOJA

Inovação permite produzir blastosporos de fungos entomopatogênicos em fermentação líquida, com maior tolerância à dessecação e estabilidade para armazenamento
A Embrapa obteve, em agosto de 2026, a concessão de uma patente de invenção pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para uma tecnologia voltada à produção, estabilização e uso de blastosporos fúngicos no controle biológico de insetos-praga. A patente BR 112016006613-8, intitulada “Métodos para produção, estabilização e uso de blastosporos fúngicos”, tem como titulares a Embrapa e o Agricultural Research Service, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA/ARS). Entre os inventores está o pesquisador Gabriel Mascarin, da Embrapa. A patente foi expedida em 25 de agosto de 2026 e tem prazo de validade de 20 anos, contado a partir de 11 de setembro de 2015.
De acordo com o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Gabriel Mascarin, a tecnologia trata de um dos desafios para transformar fungos entomopatogênicos em produtos de controle biológico: produzir grandes quantidades de células fúngicas, mantê-las viáveis depois da secagem e garantir estabilidade durante o armazenamento. O método desenvolvido utiliza fermentação líquida para produzir blastosporos de Beauveria bassiana e Cordyceps javanica, fungos capazes de infectar e matar diferentes espécies de insetos-praga.
Os blastosporos são células vegetativas semelhantes a leveduras produzidas pelos fungos em determinadas condições de cultivo líquido. Diferentemente dos conídios, tradicionalmente empregados em muitos bioinseticidas fúngicos, essas estruturas apresentam dificuldades de tolerância à dessecação. A invenção busca justamente superar essa limitação, criando condições de cultivo capazes de gerar blastosporos mais resistentes à secagem e com maior estabilidade durante o armazenamento.
Fermentação líquida reduz tempo de produção
Segundo Mascarin, a produção convencional de conídios de fungos entomopatogênicos em substrato sólido pode exigir semanas de cultivo, além de envolver maior demanda de mão de obra e risco de contaminação. A fermentação líquida, por sua vez, permite reduzir o tempo de produção, facilitar a recuperação do produto e possibilitar maior controle das condições nutricionais e ambientais durante o processo.
A tecnologia patenteada combina condições específicas de cultivo, entre elas elevada aeração, pressão osmótica superior a 0,5 MPa – unidade de medida de pressão osmótica e concentrações adequadas de fontes de carbono e nitrogênio. Em uma das formas de realização descritas, o meio contém pelo menos 6% de uma fonte de carbono, como glicose, e pelo menos 1,5% de uma fonte de nitrogênio, que pode ser farelo de semente de algodão ou caseína hidrolisada.
“Os resultados apresentados na patente indicam que a combinação desses fatores permite obter rapidamente altas concentrações de blastosporos. Em culturas de B. bassiana, por exemplo, condições de elevada aeração, concentração de nitrogênio superior a 15 gramas por litro, carbono igual ou superior a 60 gramas por litro e pressão osmótica acima de 0,5 MPa proporcionaram produção elevada em períodos mais curtos que os observados em processos anteriores”, destaca o pesquisador. “E além disso, com a patente de blastosporos, se torna mais fácil de ser licenciada em território nacional pelas empresas interessadas”.
Maior resistência à secagem
Um dos principais avanços da tecnologia está na capacidade de produzir blastosporos que sobrevivem ao processo de desidratação. Nos experimentos, a secagem dos blastosporos até umidade inferior a 4% permitiu avaliar sua capacidade de germinação após a reidratação. Alguns isolados de B. bassiana, como ESALQ1432 e ESALQ447, apresentaram viabilidade, após secagem e reidratação, de 71% a 79% quando produzidos utilizando farelo de algodão como fonte de nitrogênio.
A patente também descreve diferentes estratégias de secagem, incluindo secagem em corrente de ar, secagem a vácuo, leito fluidizado e secagem por atomização, esta última conhecida como spray-drying. O processo pode utilizar carreadores ou estabilizantes destinados a melhorar a fluidez, a ressuspensão, a tolerância à dessecação e a estabilidade durante o armazenamento.
A formulação pode ainda ser acondicionada em embalagens herméticas, com absorvedores de umidade e oxigênio. Em determinadas condições, mais de 60% dos blastosporos permaneceram viáveis após reidratação depois de períodos superiores a seis meses de armazenamento à temperatura ambiente de 28 °C.
Pressão osmótica aumenta produção e pode favorecer infectividade
Outro resultado importante está relacionado à pressão osmótica do meio de cultivo. Os experimentos mostraram que o aumento dessa pressão promoveu maior produção de blastosporos. Além disso, as células produzidas sob pressão osmótica elevada apresentaram morfologia diferente: são menores, esféricas e distintas dos blastosporos alongados obtidos em condições convencionais. Segundo a patente, essa forma esteve associada a maior virulência contra as pragas-alvo.
A combinação das condições de cultivo, portanto, não está relacionada apenas ao aumento da quantidade de células produzidas. A estratégia também busca obter estruturas com características que favoreçam sua sobrevivência durante a formulação e sua capacidade de infectar os insetos.
Blastosporos foram mais eficientes contra mosca-branca
A eficácia biológica da tecnologia foi avaliada contra a mosca-branca. Em bioensaios realizados com ninfas de segundo estádio do inseto, os blastosporos de B. bassiana apresentaram maior virulência que os conídios aéreos. De acordo com os resultados descritos na patente, foi necessária uma concentração de blastosporos quatro vezes menor para provocar a morte de 50% das ninfas em comparação com os conídios aéreos.
A tecnologia pode ser empregada para o controle de uma ampla variedade de artrópodes de importância agrícola, incluindo moscas-brancas, pulgões, tripes, lagartas, besouros, cigarrinhas, cupins, ácaros e outras pragas. A patente descreve aplicações tanto na parte aérea das plantas quanto no solo e em substratos de cultivo.
Tecnologia amplia possibilidades para bioinseticidas
A obtenção de formulações fúngicas com maior estabilidade é considerada uma etapa importante para viabilizar a produção e o uso de agentes de controle biológico em escala comercial. A patente descreve formulações que podem manter a viabilidade ou a eficácia inseticida por períodos que variam de semanas a até dois anos, dependendo das condições de armazenamento e da composição utilizada.
O desenvolvimento também abre possibilidades para o aproveitamento de fontes de nutrientes de menor custo. O documento destaca o uso de subprodutos agrícolas e alimentares, como farelos de algodão e soja, como fontes de nitrogênio para a fermentação, em substituição a componentes mais refinados e de maior custo.
A patente representa, assim, um avanço na transformação de fungos entomopatogênicos em insumos biológicos com características mais adequadas à produção, formulação, armazenamento e aplicação. A tecnologia combina conhecimentos de microbiologia, fermentação e formulação para superar limitações que historicamente dificultaram o aproveitamento comercial de blastosporos de Beauveria e Cordyceps.
Com a concessão pelo INPI, a invenção passa a ter proteção formal no território nacional, consolidando uma tecnologia desenvolvida em parceria entre a Embrapa e o USDA/ARS e que tem como um de seus inventores, o pesquisador Gabriel Mascarin.
Fonte: Embrapa
Autor:Cristina Tordin (MTb 28499/SP) Embrapa Meio Ambiente
Site: Embrapa
Sustentabilidade
A correção do solo pode ser o caminho para uma soja mais eficiente na fixação de nitrogênio? – MAIS SOJA

O nitrogênio (N) é o elemento mineral mais requerido pela soja, devido à sua utilização na produção de proteína no grão e de importantes biomoléculas. Essa demanda de N é suprida principalmente pela fixação biológica de nitrogênio (FBN) e por outras fontes de N (mineralização da matéria orgânica, água de irrigação, entre outras). Na soja, o N derivado via FBN pode variar de 0 a 98% (Salvagiotti et al. 2008). Devido a isso, a inoculação com cepas efetivas de Bradyrhizobium para aumentar a capacidade da FBN é de extrema importância. Porém, mais do que aumentar a dose de inoculante ou investir na aquisição de cepas de alta eficácia, a correção química do solo para potencializar a função da FBN apresenta importância igual ou maior do que os fatores comentados anteriormente.
Um estudo conduzido por Alves et al. (2021), em um sistema de integração lavoura-pecuária sob plantio direto, avaliou o efeito da calagem sobre a nodulação, a FBN e a produtividade da soja em um solo ácido (pH inicial de 4,0 e saturação por alumínio de 50%). Ao longo de duas safras, os resultados mostraram que, entre todos os fatores avaliados incluindo estratégias de fertilização e pastejo, a calagem foi o único que apresentou efeito significativo sobre essas variáveis.
O trabalho demostrou que pH do solo e a saturação por alumínio foram as propriedades químicas mais determinantes da fixação biológica de nitrogênio, respondendo por 76% da variação observada: em solos com pH igual ou superior a 5,1, o nitrogênio fixado alcançou em média 335 kg ha⁻¹, contra apenas 129 kg ha⁻¹ em solos mais ácidos e com saturação por alumínio superior a 32% (Figura 1)
Figura 1. Árvore de inferência condicional para o efeito das propriedades químicas do solo (pH e saturação por alumínio) sobre o N-fixado (kg ha⁻¹) em um Argissolo ácido, com ou sem calagem, no sul do Brasil (apenas para a safra 2018/19). O retângulo central do boxplot abrange do primeiro ao terceiro quartil dos dados. A linha sólida dentro do retângulo representa a mediana, o “×” representa a média, e as linhas verticais acima e abaixo da caixa estendem-se até os valores mínimo e máximo, respectivamente.
Esses resultados evidenciam que a calagem vai muito além da simples correção da acidez do solo: ela cria as condições químicas necessárias para que a fixação biológica de nitrogênio ocorra em seu potencial máximo, refletindo em maior nodulação, maior crescimento das plantas e, consequentemente, maior produtividade.

Referências:
ALVES, A.F. et al. Biological N2 fixation by soybeans grown with or without liming on acid soils in a no-till integrated crop-livestock system. Soil & Tillage Research, v. 209, 104923, 2021. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0167198720307054 >, acesso: 24/09/2026.
SALVAGIOTTI, F. et al. Nitrogen uptake, fixation and response to fertilizer n in soybeans: a review. Field Crops Research, V. 108, n.1, p. 1-13, 2008. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378429008000555 >, acesso: 20/09/2026
WINCK, J.E.M et al. Ecofisiologia da soja visando altas produtividades. 3era Edição, 2025.

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