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28 de setembro de 2026

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a primeira decisão da safra pode definir o lucro do algodão

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A busca por produtividade no algodão começa antes da semeadura e passa por uma decisão que pode influenciar o resultado de toda a safra: a escolha da semente. Em Mato Grosso, onde o produtor enfrenta custos elevados, oscilações de mercado e condições climáticas que podem dificultar o estabelecimento da lavoura, a qualidade do material é um dos fatores considerados na estratégia de produção.

O investimento ganha relevância porque o desempenho da cultura não depende apenas da tecnologia genética utilizada. O vigor, a germinação, a sanidade e a uniformidade das sementes também interferem na formação inicial das plantas e nas condições para condução do manejo.

No Grupo Itaquerê, que cultivou cerca de 7 mil hectares de algodão nesta temporada 2025/26, em Primavera do Leste, a escolha do material faz parte das decisões voltadas à eficiência da produção. O vice-presidente da empresa e produtor rural, Édio Brunetta, relaciona a qualidade da semente ao potencial de rendimento da lavoura.

Em um ano que considera desafiador pelos custos, Édio destaca a necessidade de buscar eficiência e produtividade. Para ele, o investimento em sementes de qualidade contribui para alcançar bons resultados, já que o material representa a base do desenvolvimento da lavoura. “Com uma semente de alta qualidade, você com certeza vai chegar lá na frente e vai ter uma produtividade elevada, um grande rendimento de fibra e uma qualidade dessa fibra muito boa”, pontua.

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O produtor defende que não se deve economizar na escolha da semente, especialmente diante da necessidade de obter maior rendimento e qualidade da fibra. “Não há motivo para economizar na semente, que é a base, o esteio da alta produtividade”, afirma ao Canal Rural Mato Grosso.

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Clima e solo ampliam a importância do vigor

A fase inicial do algodoeiro é marcada pela necessidade de estabelecer um sistema radicular capaz de sustentar o desenvolvimento da planta. Em Mato Grosso, esse processo ocorre em condições que podem incluir alta pluviosidade e períodos com menor disponibilidade de luz.

Adalberto Cardoso da Silva Filho, do Desenvolvimento de Mercado da BASF, explica que o vigor e a sanidade da semente são características importantes para enfrentar os desafios do ambiente de produção. Nos primeiros 30 dias, a planta utiliza grande parte da energia disponível para desenvolver as raízes.

“Uma semente com vigor, bem sadia vai conseguir superar todos esses desafios”, frisa Adalberto. Segundo ele, o sistema radicular desenvolvido nessa fase pode contribuir para que a planta tenha condições de enfrentar períodos posteriores de menor disponibilidade de água.

Esse desenvolvimento também depende das características do solo onde a semente será implantada. A compactação e a drenagem estão entre os aspectos que precisam ser considerados no estabelecimento da lavoura. “Então é importante também que o solo tenha características que não esteja compactado, tenha uma capacidade de drenagem”, explica Adalberto.

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Essas condições favorecem o desenvolvimento inicial e podem contribuir para uma emergência mais uniforme. A regularidade da emergência tem reflexos sobre a condução das operações agrícolas, o aproveitamento dos insumos e o planejamento do manejo.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Testes avaliam a qualidade antes da chegada ao campo

A avaliação de um lote inclui procedimentos relacionados à germinação, ao vigor, à pureza física e à sanidade. Na produção de sementes FiberMax, conforme a multinacional, o controle também contempla análises internas destinadas a verificar diferentes características do material.

Os procedimentos incluem testes de germinação em baixa temperatura, utilizados na avaliação do vigor, e de emergência em canteiro. Leonir Flach, coordenador de Qualidade de Sementes, explica que essas avaliações fazem parte do processo de certificação. “São esses testes que vão permitir que a certificação da semente seja emitida”.

O processo também envolve a verificação da integridade genética, utilizada para avaliar a pureza da tecnologia presente no lote. Além desses procedimentos, são realizadas análises sanitárias.

O conjunto de avaliações busca verificar se o material apresenta as características necessárias para ser comercializado e utilizado no campo. O controle, porém, não se restringe ao laboratório.

Durante a produção são realizados monitoramento do campo, coleta de dados e acompanhamento das condições que podem afetar o lote até sua entrega ao produtor. José Ribeiro dos Santos, gerente de Produção de Sementes da BASF, destaca a importância da rastreabilidade em todas as etapas.

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“Isso envolve todo o monitoramento, toda a rastreabilidade, do começo até a entrega da semente ao nosso cliente”, detalha José. O trabalho, frisa, é acompanhado por um agrônomo, que monitora as condições da produção e os dados coletados durante o processo.

Entre os aspectos observados estão a ocorrência de doenças e de plantas daninhas que possam representar contaminantes e a integridade da biotecnologia. O objetivo é acompanhar as condições do material e verificar os critérios de qualidade ao longo do processo.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Qualidade busca reduzir riscos no início da safra

A qualidade da semente também é relacionada à necessidade de reduzir incertezas no início do ciclo. Em um cenário de possível influência do fenômeno El Niño, a atenção ao material utilizado ganha espaço entre os fatores que podem contribuir para o estabelecimento da lavoura.

Leonir Flach considera que sementes de alto vigor podem oferecer melhores condições para enfrentar variações ambientais durante a semeadura e a fase de pré e pós-emergência. “Utilizar sementes de qualidade, principalmente no efeito em que se aproxima um possível efeito El Niño, vai ser a chave realmente para você ter maior segurança, maior previsibilidade”, afirma.

O especialista cita situações de excesso de chuva, aumento de temperatura e queda de temperatura como condições que podem desafiar o desenvolvimento inicial. Para ele, o vigor do material é um fator importante para enfrentar essas variações.

“Eu posso ter tanto um excesso de chuva, quanto também aumento de temperatura ou queda de temperatura”, explica Leonir. A resposta da planta, contudo, não depende exclusivamente da qualidade da semente, mas da interação entre o material, o solo e o ambiente de produção.

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O cenário de possível influência do El Niño acrescenta uma variável ao planejamento da próxima safra. Conforme Leonir, o vigor das sementes pode contribuir para o estabelecimento da lavoura diante de diferentes condições de temperatura e umidade, mas o desempenho também está relacionado às condições encontradas no campo.


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Derivado da cúrcuma combate fungo causador de micoses, aponta estudo

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Um estudo conduzido na Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) revelou que um composto sintético derivado da curcumina – o princípio ativo da cúrcuma ou açafrão-da-terra – possui dupla ação contra o Trichophyton rubrum, fungo responsável pelas micoses mais comuns.

Em parceria com a Universidade de Saskatchewan (Canadá), os pesquisadores demonstraram que a molécula não apenas inibe o crescimento do patógeno, como também ajuda a controlar a resposta inflamatória do organismo.

O microrganismo é o principal agente de infecções superficiais na pele, pelos e unhas no mundo. No entanto, ele tem sido cada vez mais associado a doenças invasivas, particularmente em indivíduos imunocomprometidos e diabéticos.

“Nesses casos, os fungos podem ultrapassar a barreira cutânea, atingindo camadas mais profundas, incluindo a derme e a hipoderme, com potencial disseminação para os linfonodos e, em casos mais graves, para a corrente sanguínea”, conta Ana Lucia Fachin Saltoratto, pesquisadora da Unidade de Biotecnologia e professora do Curso de Medicina, Farmácia e Nutrição da Unaerp.

Combate

Um dos fatores que dificultam a eliminação desse patógeno é o fato de que, em geral, ele desencadeia respostas inflamatórias fracas no organismo, ou seja, ocorre uma discreta ativação do sistema de defesa do corpo.

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Além disso, algumas linhagens do T. rubrum apresentam resistência aos antifúngicos comerciais utilizados atualmente. Isso tem gerado um crescente interesse no desenvolvimento de novos agentes capazes de combater a infecção, particularmente os formulados com compostos naturais ou seus derivados.

Nesse cenário, a curcumina tem sido extensivamente pesquisada, pois estudos recentes demonstraram que a substância e seus análogos apresentam amplo espectro de atividades farmacológicas, incluindo efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios, antimicrobianos e antifúngicos, e agem sinergicamente com antifúngicos clássicos, promovendo a morte de diferentes espécies de fungos causadores de doença.

No entanto, a aplicação clínica da substância é limitada por sua baixa solubilidade em água, instabilidade química e baixa biodisponibilidade, ou seja, apenas uma pequena fração da substância consegue efetivamente chegar à circulação sanguínea e fazer efeito no organismo. Mesmo em altas doses, sua eficácia terapêutica é comprometida pela rápida degradação e eliminação.

Por essa razão, os pesquisadores se propuseram a analisar a ação antifúngica de moléculas sintéticas inspiradas na curcumina. Os compostos foram aplicados em diversas concentrações sobre o fungo cultivado em laboratório em condições controladas. A molécula denominada 2102 foi a que se mostrou mais efetiva, ou seja, foi necessária uma concentração menor desse curcuminoide para paralisar o crescimento do fungo.

O grupo então testou o efeito do composto 2102 em cultura de macrófagos humanos, células que constituem a primeira linha de defesa do sistema imune. Os resultados indicam que a substância não é tóxica e foi bem tolerada.

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Na sequência, foi feito um ensaio visando mimetizar uma infecção profunda pelo T. rubrum. “Usamos uma linhagem celular [de macrófagos humanos] que permite estudar a interação entre o fungo e as células imunológicas presentes nesses tecidos”, explica a pesquisadora.

Avaliação

Os pesquisadores então avaliaram nessa linhagem celular a liberação de citocinas – substâncias secretadas pelos macrófagos que atuam como mensageiros químicos para regular a inflamação.

Para isso, compararam macrófagos infectados pelo fungo sem nenhum tratamento (grupo-controle) com macrófagos infectados e tratados com o análogo da curcumina.

Observou-se que as células tratadas com o composto 2102 liberaram menos citocinas (indicando um efeito anti-inflamatório) e aumentaram a produção de substâncias oxidantes (a “munição” usada pelas células de defesa para matar patógenos).

Apesar da resposta promissora obtida no experimento, ainda são necessários alguns passos para que a substância possa ser aplicada na prática, como testes em animais e ensaios de segurança em humanos.

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O próximo passo da equipe da Unaerp será sequenciar o material genético do T. rubrum a partir de amostras obtidas de pacientes infectados.

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Cursos gratuitos oferecem 34 vagas para capacitação na área rural

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A Secretaria Municipal de Pesca e Agropecuária está com inscrições abertas para novas vagas nos cursos gratuitos de capacitação profissional que serão realizados durante o mês de outubro, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Projeto de Educação Ambiental Rede Observação. As formações acontecerão no Centro de Apoio ao Produtor Rural, em Cantagalo.

Ao todo, estão disponíveis 34 vagas, distribuídas em três cursos: Equideocultura: ferrageamento e casqueamento, Mulheres em Campo e Avicultura: estrutura de legalização. As capacitações são voltadas a pessoas interessadas em ampliar conhecimentos e desenvolver atividades relacionadas ao meio rural.

Para participar, é necessário ter idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental incompleto. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.

Inscrições

As inscrições serão realizadas exclusivamente de forma presencial, no dia 30 de setembro, das 8h às 17h, no Centro de Apoio ao Produtor Rural, em Cantagalo, Rio de Janeiro. No momento da inscrição, os interessados deverão apresentar RG, CPF e comprovante de residência.

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Cursos e datas

  • Equideocultura: ferrageamento e casqueamento: será realizado de 5 a 10 de outubro e contará com 10 vagas.
  • Mulheres em Campo: terá encontros nos dias 6, 13, 20 e 27 de outubro, das 9h às 17h, com 12 vagas.
  • Avicultura: estrutura de legalização, SIM e SISB: será realizado de 21 a 23 de outubro, também das 9h às 17h, com 12 vagas.

O resultado da seleção será divulgado no dia 2 de outubro, no Jornal Oficial do Município de Rio das Ostras.

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Oito mitos e verdades que todo consumidor deveria conhecer sobre azeite

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Os azeites virgens e extra virgens concentram compostos fenólicos, propriedades antioxidantes benéficas à saúde humana. De acordo com a coordenadora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, o produto é rico em gorduras monoinsaturadas, particularmente o ácido oleico (ômega 9), além de conter ômega 6 e ômega 3.

“Esses ácidos graxos são benéficos para a saúde cardiovascular, ajudando a melhorar o perfil lipídico, aumentar o colesterol bom (HDL) e reduzir o colesterol ruim (LDL). Além disso, o azeite é repleto de antioxidantes, como o hidroxitirosol, que exerce uma ação protetora no coração e no cérebro. Ele também é uma rica fonte de vitaminas E e K e esteróis vegetais, que auxiliam no controle do colesterol”, afirma a especialista.

O produto está cada vez mais presente no dia a dia do prato dos brasileiros. Segundo o Conselho Oleícola Internacional (IOC), o Brasil importou 80.768 toneladas de azeite na safra 2024/25, respondendo por cerca de 9% das importações mundiais e 3,1% do consumo global. Entre outubro de 2025 e março de 2026, as importações cresceram 40,5% na comparação com o mesmo período da safra anterior.

O diretor da Filippo Berio no Brasil, Eduardo Casarin, ressalta que o azeite é um ingrediente que reúne atributos nutricionais e gastronômicos. “O ácido oleico e os compostos fenólicos estão entre os componentes que despertam o interesse da ciência, enquanto o aroma, o sabor, o amargor e a picância ajudam a definir a experiência à mesa. Entender essas características é uma forma de fazer escolhas mais conscientes e aproveitar melhor o produto no dia a dia”, afirma.

Com o aumento do consumo e da oferta, também crescem as dúvidas sobre como escolher, utilizar e conservar o azeite. Confira alguns mitos e verdades:

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“O azeite é fonte de gordura monoinsaturada”

VERDADE

O ácido oleico é o principal ácido graxo do azeite e está associado a um perfil de gordura considerado favorável dentro de uma alimentação equilibrada.

VERDADE

Os compostos fenólicos estão presentes nos azeites virgens e extra virgens, obtidos diretamente das azeitonas por processos exclusivamente mecânicos. Esses compostos bioativos são estudados por suas propriedades antioxidantes, e sua concentração pode variar de acordo com fatores como a variedade da azeitona, o estágio de maturação e as condições de produção e armazenamento.

“Quanto mais picante, melhor o azeite”

MITO

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Amargor e picância são características sensoriais que podem estar relacionadas à presença de compostos fenólicos, mas não são, isoladamente, indicadores de qualidade.

“O azeite pode ser usado para cozinhar”

VERDADE

O azeite pode ser utilizado em diferentes preparações, incluindo refogados, assados e grelhados. Como outros óleos, não deve ser levado a temperaturas que provoquem fumaça excessiva.

MITO

A categoria extra virgem apresenta características específicas de qualidade e composição, mas diferentes tipos de azeite podem ser utilizados na alimentação, de acordo com a finalidade e a preferência do consumidor.

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VERDADE

Pode ser utilizado no preparo e na finalização de legumes, verduras, massas, grãos, peixes, carnes, molhos e marinadas, além de algumas sobremesas.

“A cor mais verde significa que o azeite é melhor”

MITO

A tonalidade pode variar conforme a variedade da azeitona, seu grau de maturação e outros fatores, e não deve ser utilizada isoladamente para avaliar a qualidade.

A forma de conservação influencia a qualidade

VERDADE

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Luz, calor, oxigênio e tempo podem acelerar a deterioração do azeite; por isso, depois de aberto, o produto deve permanecer bem fechado e protegido da luz e do calor.

Amargor é sinal de azeite estragado

MITO

Em azeites virgens e extra virgens, certo grau de amargor pode ser uma característica sensorial natural e estar relacionado à presença de compostos fenólicos.

Além das características sensoriais, pesquisas científicas vêm investigando a relação entre o consumo de azeite e diferentes indicadores de saúde. Uma meta-análise publicada em 2024 pelo European Journal of Preventive Cardiology, que reuniu 30 estudos e mais de 2,7 milhões de participantes, encontrou associação entre maior consumo de azeite e menor risco de doenças cardiovasculares e mortalidade.

“Mais do que saber se um azeite é mais suave ou mais intenso, é importante entender suas características e como elas se relacionam com a forma de consumo. Azeite é um ingrediente versátil, que pode trazer sabor às refeições e fazer parte de uma alimentação equilibrada”, acrescenta Casarin.

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