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29 de setembro de 2026

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Linhas de crédito da MP 1.376 atenderam apenas 9,9% da dívida rural gaúcha, diz Farsul

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Levantamento da Assessoria Econômica da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) mostra que a Medida Provisória 1.376/2026 resolveu, até o momento, uma pequena fração do endividamento rural do estado.

O estudo da entidade se baseou no painel de acompanhamento do Banco Central e ilustra que as operações contratadas no Rio Grande do Sul somam R$ 4,47 bilhões, o equivalente a 9,9% do saldo problemático do crédito rural gaúcho, de R$ 45 bilhões.

No Brasil, foram R$ 5,27 bilhões contratados com base na MP publicada em 15 de julho que autorizou a criação de linhas de crédito especiais para a composição, liquidação ou amortização de dívidas de produtores rurais afetados por quebras de safra e eventos climáticos. Assim, no total do país, apenas 2,5% do saldo problemático nacional, de R$ 207,4 bilhões, foi contemplado. O Rio Grande do Sul concentra 85% de tudo o que foi contratado.

A Farsul destaca que o baixo atendimento à resolução das dívidas confirma uma projeção realizada ainda em julho, quando uma análise de contratos da dívida de uma amostra de produtores indicou que apenas 11,7% do saldo devedor caberia nas regras da MP, mesmo com premissas favoráveis ao produtor.

Dívidas continuaram subindo

A Federação ressalta que enquanto a MP contratava R$ 4,47 bilhões no estado, o saldo problemático do Rio Grande do Sul seguiu subindo. Conforme os cálculos da entidade, entre abril e julho de 2026, o aumento foi de R$ 5,1 bilhões, mais do que tudo o que a medida contratou no território gaúcho.

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“Hoje, o saldo equivale a 41,3% de toda a carteira de crédito rural do estado e é cinco vezes maior do que em janeiro de 2024, antes da enchente”, cita o levantamento.

Na somatória das contratações, o custeio respondeu por 71,1% do valor e a rolagem de operações já renegociadas pela MP 1.314/2025, por 26,3%. Ao mesmo tempo, a linha de investimento ficou com 1%, enquanto CPR e capital de giro sequer aparecem no painel.

O levantamento mostra que Sicredi e Banrisul foram responsáveis por 89% do valor contratado, ao passo que o montante ofertado pelo Banco do Brasil foi de R$ 0,29 bilhão.

Relatório amplia o acesso

A Farsul aponta que o relatório do deputado Paulo Pimenta (PT/RS), relator da MP na Comissão Mista, corrige parte das distorções apontadas, uma vez que traz como principais mudanças em relação ao texto original os seguintes elementos:

  • Produtores em dia passam a poder acessar a linha sem ter renegociado antes, com perda comprovada;
  • Capital de giro, incluindo as linhas emergenciais abertas após a enchente, CPR em dia e dívida rural refinanciada fora do crédito rural ganham porta de entrada;
  • Investimento em dia entra, mas apenas pelas parcelas que vencem até 31/12/2026;
  • A data de corte da inadimplência passa de 31/05 para 31/08/2026;
  • CPR em atraso emitida a favor de cooperativas de produção e fornecedores de insumos passa a ser aceita;
  • Quem renegociou pela MP 1.314 poderá voltar a ter acesso se comprovar perda nova e posterior.

A Assessoria Econômica da Farsul aponta que cinco das sete propostas de redação apresentadas pela entidade em julho ao Governo Federal foram incorporadas ao texto do relator. Ficaram de fora o saldo de investimento que vence após 2026, as parcelas do Fundo Social, a CPR inadimplente com juros controlados e as dívidas com cerealistas.

Prazo é o maior risco

O levantamento ressalta que há uma corrida contra o calendário, visto que a MP perde a validade em 11 de novembro, enquanto a contratação finda no dia seguinte.

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“Antes disso, o parecer precisa ser votado na Comissão Mista, na Câmara e no Senado, seguir para sanção presidencial e ainda aguardar nova resolução do CMN. A Farsul considera fundamental que o relatório seja votado até quinta-feira, 1º de outubro. Do contrário, a lei chegará depois do plantio da safra de verão, com o crédito já decidido pelos bancos”, destaca o levantamento.

O presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, diz que a entidade concentrará esforços para que o tema vá à votação ainda nesta semana no Congresso Nacional. “A situação é de emergência e necessita agilidade. O período do plantio da safra de verão já iniciou”, afirma.

A Farsul ainda pontuou que continuará defendendo ajustes ao texto, como a contagem do prazo de contratação a partir da publicação da lei, a ampliação da janela de parcelas de investimento e a inclusão das parcelas do Fundo Social que vencem em 2026.

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Cooperativas respondem por quase metade do milho produzido em MT

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A produção de milho vinculada a cooperativas já representa 43% do volume colhido em Mato Grosso. Na última safra, foram 25,12 milhões de toneladas produzidas por produtores associados, de um total que superou 58 milhões de toneladas no estado.

A participação do cooperativismo também é expressiva em outras culturas. Entre os produtores associados, o sistema responde por mais de 31% da produção de soja e supera 57% da produção de algodão.

Os números fazem parte do Anuário do Cooperativismo Mato-Grossense, lançado nesta semana, e acompanham a expansão das cooperativas agropecuárias no estado. Atualmente, são 84, 12 a mais do que no ano anterior.

Além de ampliar a presença na produção, as cooperativas têm reunido produtores para ganhar escala na compra de insumos, na comercialização e na armazenagem. A atuação conjunta também alcança decisões dentro da propriedade, como escolha de sementes, produtos e manejo agronômico.

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“Eles conseguem comprar melhor. O custo de produção deles cai bastante pela compra em conjunto”, afirma o superintendente do Sistema OCB-MT, Frederico Azevedo, ao Mais Milho. Segundo ele, algumas cooperativas chegam a reunir 80 mil ou 100 mil hectares agregados para formar grandes volumes de compra, o que permite reduzir custos.

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Escala amplia alternativas para produtores

A formação de grandes volumes também interfere na comercialização da produção. Com maior quantidade disponível, as cooperativas conseguem negociar de maneira conjunta em um mercado no qual compradores buscam garantir o abastecimento.

A armazenagem é outro movimento observado no cooperativismo mato-grossense. Conforme Azevedo, cooperativas têm se unido para estruturar essa operação, com reflexos nos custos e na composição dos produtos comercializados, minimizando também um dos grandes gargalos do estado.

O trabalho conjunto ainda chega à parte técnica da produção. A discussão sobre materiais, sementes, produtos e manejo agronômico ganha espaço entre os produtores reunidos nas cooperativas, ampliando a troca de informações e a adoção de estratégias comuns.

“A gente tem visto que os produtores entenderam essa percepção de melhoria e cada vez mais têm partido para se juntarem em grupos de cooperativas para poder gerar essa rentabilidade para eles”, acrescenta Azevedo.

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Para o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer, o avanço acompanha uma evolução do próprio setor produtivo e responde a dificuldades estruturais de Mato Grosso, principalmente relacionadas às grandes distâncias e aos custos logísticos.

“Demonstra a evolução natural do setor. O cooperativismo vem para solucionar algumas dores do estado, principalmente pelas distâncias, seja a logística, seja pelas distâncias complementares com os custos de produção diferentes de outras regiões”, pontua Gauer.

O cooperativismo, segundo ele, atua inicialmente na redução de custos de aquisição e na comercialização conjunta. A construção de armazéns também permite que produtores tenham acesso a estruturas que, individualmente, poderiam não ser viáveis.

Cooperativismo ganha espaço na economia estadual

A expansão do modelo também aparece nos números gerais do setor. As cooperativas agropecuárias reúnem mais de 10 mil cooperados em Mato Grosso e empregam diretamente 3.661 pessoas.

No ano passado, elas registraram mais de R$ 37 bilhões em ingressos, valor equivalente a dois terços do total movimentado pelas 172 cooperativas em atividade no estado, considerando todos os ramos do cooperativismo.

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A avaliação é de que o crescimento observado nos últimos anos também acompanha a consolidação de cooperativas que já atuam há décadas no estado. “Apesar de terem surgido cooperativas novas, elas são muito estáveis”, frisa a gerente de Desenvolvimento e Inteligência de Cooperativas do Sistema OCB-MT, Sâmyla Sousa, ao Canal Rural Mato Grosso.

De acordo com ela, 60% das cooperativas estão há mais de 30 anos no mercado. A permanência dessas organizações é associada à geração de empregos, circulação de renda e manutenção de uma atividade econômica nas regiões onde estão inseridas.

Um estudo da FIP apresentado junto ao anuário também buscou dimensionar esse impacto. O levantamento aponta que, para cada R$ 1 movimentado em demanda pelo cooperativismo, são gerados R$ 1,34 de efeito na economia, o que representa mais de R$ 75 bilhões em valor bruto da produção.

O resultado amplia a discussão sobre o papel das cooperativas para além da produção e comercialização. A movimentação econômica gerada pelo setor alcança as comunidades onde essas organizações estão instaladas e pode influenciar atividades relacionadas à produção agropecuária.

“Aonde você tem cooperativa, você tem uma melhoria econômica para a região”, afirma Frederico Azevedo. Conforme ele, os dados do estudo permitem mensurar um efeito que já era percebido no cotidiano e podem subsidiar a discussão sobre políticas públicas voltadas à integração do cooperativismo ao modelo econômico de Mato Grosso.

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Farsul encaminha ofício à ANP com relatos de falta de diesel em regiões gaúchas

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A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) aprensentou nesta terça-feira (29) um ofício ao superintendente de Distribuição e Logística da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Diogo Valério, sobre reclamações de produtores sobre a falta de óleo diesel e preços elevados do combustível no estado.

Conforme o material divulgado pela entidade, há limites de volume, ausência de garantia de entrega e fornecimento irregular pelos Transportador-Revendedor-Retalhista (TRRs), problema ainda maior em relação ao S500.

O ofício da Farsul detalha o problema com base em reportes obtidos nas seguintes regiões:

  • Santa Bárbara: diesel S10 cotado a R$ 7,30/litro na bomba. Não há disponibilidade de S500 para entrega nas propriedades rurais.
  • Cruz Alta: os TRRs limitam os pedidos e não garantem entrega no curto prazo.
    Nos postos, o S500 está cotado, em média, a R$ 6,89/litro e o S10 a R$ 7,10/litro,
    apenas para abastecimento dos veículos na bomba.
  • Glorinha e Gravataí: há disponibilidade nos postos consultados. Para compradores sem cadastro, o volume é limitado a 1.000 litros; mediante cadastro, podem ser autorizadas quantidades superiores.
  • Caçapava do Sul: o TRR Fita Azul recebeu 10 mil litros de S500 para entrega
    imediata, ao preço de R$ 7,50/litro, com limite de 3 mil litros por produtor.
  • Pelotas: no TRR Coqueiro, o S500 está indisponível. O S10 foi cotado a R$
    7,29/litro, com prazo de pagamento de dez dias.
  • Rosário do Sul: foram informadas cotações de R$ 6,89/litro para o S500 e de
    R$ 7,09/litro para o S10.
  • Restinga Seca: o fornecedor Fuzzer indicou a possibilidade de atender apenas metade do pedido de S10, enquanto o S500 permanece indisponível. Os demais fornecedores consultados não apresentaram previsão de entrega; preço e disponibilidade serão definidos no momento da compra, com pagamento à vista.
  • Pedras Altas: não há diesel disponível para carregamento. O S500 não é fornecido há tempo e o S10 aparece de forma esporádica, atualmente a R$ 7,55/litro. Também foi relatada elevação de R$ 6,02 para R$ 7,40/litro em uma semana, com compradores em fila. A implantação de lavouras de arroz está paralisada por falta de combustível.
  • Dom Pedrito: o fornecedor Quero Diesel opera com algumas restrições de volume, mas sem maiores problemas de atendimento. Em 29 de setembro, os preços eram de R$ 7,19/litro para o S10 e de R$ 6,89/litro para o S500.
  • Espumoso: o TRR Ipiranga está sem combustível e sem cotação atual. O último preço praticado para o S500, na última entrega realizada, foi de R$ 6,49/litro.
  • Lavras do Sul: há oferta de S10 a R$ 7,70/litro, enquanto o S500 está indisponível.
  • Região Noroeste: o S500 está cotado, em média, a R$ 6,99/litro, com limite de 150 litros por abastecimento na bomba. O S10, com maior oferta, custa em torno de R$ 7,10/litro. Nos TRRs, o fornecimento é irregular, escasso e com reduzida margem de negociação.

De acordo com a Farsul, esse conjunto das informações evidencia um mercado desuniforme, visto que em algumas localidades há produto apenas na bomba e em pequenos volumes, enquanto em outras não existe previsão de entrega pelos TRRs ou o atendimento alcança somente parte dos pedidos.

“A indisponibilidade do S500 continua sendo o problema mais recorrente. A situação é especialmente grave para o setor agropecuário gaúcho, que depende do óleo diesel para o preparo do solo, a implantação das lavouras, o funcionamento de máquinas e o transporte de insumos e da produção”, destaca o ofício.

Segundo a entidade, o relato de atividades paralisadas em Pedras Altas demonstra que a restrição já afeta diretamente o calendário produtivo.

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Diante desse cenário, a Farsul solicita à ANP a verificação imediata das condições de abastecimento de óleo diesel no Rio Grande do Sul, especialmente quanto à disponibilidade do S500, aos volumes destinados aos TRRs e postos revendedores e às razões das restrições, limites e diferenças de preços observados nas diversas regiões do estado.

Por fim, a Farsul solicita a manifestação da ANP sobre a situação atual dos estoques, da produção e da distribuição, bem como sobre a previsão de normalização do abastecimento e as providências de fiscalização que serão adotadas diante dos relatos apresentados.

Ministro diz não haver escassez

Na terça-feira da semana passada (22), o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou que não há indicativos concretos de uma possível falta de óleo diesel no país.

“Isso [a falta de diesel] ainda está no campo da especulação, não há nenhum indicativo de que isso possa acontecer”, disse. Segundo ele, o governo acompanha os riscos de uma alta mais acentuada dos preços do combustível em decorrência dos conflitos internacionais.

“Quero lhe garantir que não há nenhuma expectativa, neste momento, que se funde em algo concreto em relação a um possível desabastecimento de diesel”, acrescentou, em fala à imprensa.

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Questionado especificamente sobre a situação gaúcha, de Paula afirmou ter conversado com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que o tranquilizou sobre a situação do abastecimento.

“Se isso aconteceu [problema de escassez de diesel], é possível que tenha sido uma questão local, que obviamente será olhada com muito carinho”, afirmou. O ministro reforçou que questões relacionadas diretamente ao abastecimento de combustíveis são acompanhadas pela ANP e pelo Ministério de Minas e Energia.

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Colheita do trigo no Paraná avança a 62%; plantio de soja chega a 28%

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A colheita do trigo no Paraná alcançou 62% da área até esta segunda-feira (28), ante 46% na semana anterior, informou nesta terça-feira (29) o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado. O órgão também atualizou o andamento do milho segunda safra e da implantação das lavouras de verão de milho e soja.

Segundo o Deral, as lavouras de trigo seguem avaliadas como boas em 64%, médias em 29% e ruins em 7%. O departamento informou que a colheita se aproxima do fim em parte do estado, mas ainda depende de janelas de tempo seco e do teor de umidade dos grãos.

Nas áreas ainda não colhidas, 1% está em desenvolvimento vegetativo, 8% em florescimento, 34% em frutificação e 57% em maturação. O Deral afirmou que as lavouras remanescentes continuam sujeitas a perdas adicionais caso persistam as condições úmidas.

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No milho segunda safra de 2026, a colheita atingiu 99% da área, ante 98% na semana passada. As lavouras são avaliadas como boas em 94% e médias em 6%. De acordo com o departamento, os trabalhos de campo estão perto do encerramento, apesar de as chuvas terem limitado o ritmo das operações e contribuído para redução de produtividade na reta final em algumas regiões. No oeste do Paraná, a colheita está praticamente concluída.

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Para a safra de verão 2026/27, o plantio do milho avançou para 72% da área prevista, frente a 56% uma semana antes. O Deral informou que 95% das lavouras estão em boas condições e 5% em condição média. Do total implantado, 26% estão em germinação e 74% em desenvolvimento vegetativo.

Na soja 2026/27, a semeadura chegou a 28% da área prevista, ante 15% há sete dias. O avanço ocorreu após melhora da umidade e abertura de períodos de tempo firme, embora tenha havido interrupções temporárias em algumas regiões por causa das chuvas. As lavouras estão majoritariamente em boa condição, com 58% em germinação e 42% em desenvolvimento vegetativo.

Os dados do Deral mostram avanço simultâneo da colheita de inverno e da implantação das lavouras de verão no Paraná, com trigo em fase adiantada de retirada do campo, milho segunda safra próximo da conclusão e aceleração do plantio de soja e milho 2026/27.

Fonte: Estadão Conteúdo

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