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18 de junho de 2026

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Aos 84 anos, Carlos Bezerra é internado em UTI de hospital de São Paulo com pneumonia

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O ex-governador de Mato Grosso Carlos Bezerra, de 84 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, para tratamento de um quadro de pneumonia.

Segundo informações repassadas pelo advogado Francisco Faiad, amigo da família e correligionário do MDB, Bezerra está consciente e acompanhado da esposa, Teté Bezerra.

Antes da transferência para a capital paulista, o ex-governador estava internado no Hospital Santa Rosa, em Cuiabá. De acordo com pessoas próximas, o estado de saúde inspira cuidados.

Uma das principais lideranças políticas da história de Mato Grosso, Carlos Bezerra já ocupou cargos como governador do Estado, senador, deputado federal, deputado estadual e prefeito de Rondonópolis. Em 2025, deixou a presidência estadual do MDB, função que passou a ser exercida pela deputada Janaina Riva.

Nos últimos anos, Bezerra enfrentou outros problemas de saúde. Em 2024, precisou ser internado em uma UTI por conta de uma infecção renal e, posteriormente, voltou a ser hospitalizado após sofrer uma queda e bater a cabeça.

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Fogo atinge caixa de energia de apartamento em MT e vizinho usa extintor de carro para evitar tragédia

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Caso ocorreu em Primavera do Leste. Bombeiros orientaram o desligamento da chave geral pelo telefone e fizeram a dispersão da fumaça no local

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, na quarta-feira (17.6), um princípio de incêndio em um apartamento localizado em um edifício residencial no município de Primavera do Leste (a 245km de Cuiabá).

A equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada por volta das 16h22. De acordo com as informações repassadas, o fogo teve início em uma caixa de energia, também conhecida como quadro de distribuição elétrica.

Durante o contato telefônico inicial, os bombeiros orientaram o morador do apartamento atingido a desligar a chave geral de energia do imóvel, interrompendo o fornecimento elétrico e reduzindo os riscos de propagação das chamas.

Ao chegar no local, a equipe constatou que o incêndio havia sido controlado por um morador do edifício, que utilizou um extintor de incêndio que mantinha em seu veículo.

Em seguida, os militares realizaram uma inspeção na área afetada para verificar a existência de possíveis focos residuais. Como medida de segurança, também promoveram a ventilação do ambiente para dispersar a fumaça acumulada no apartamento.

O morador foi orientado a não permanecer no imóvel até a completa renovação do ar e a não restabelecer o fornecimento de energia elétrica antes da avaliação e liberação por um profissional eletricista habilitado. Não houve registro de feridos.

Com Assessoria 

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‘Quem produz sabe que nenhuma safra é igual. Lidamos com desafios, mas o sojicultor se une com a resiliência, diz presidente da Aprosoja MS

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Foto: Junner Schmidt

É dia de conhecer os vencedores do Personagem Soja Brasil 25/26. O evento, realizado em Campo Grande (MS), marca a celebração da 14ª temporada do Projeto Soja Brasil, com uma programação que destaca temas que movimentam o agronegócio, como política agrícola, mercado, tecnologia, meteorologia e análises de especialistas.

A edição também marca um momento especial, já que o Projeto Soja Brasil completa 15 anos em 2026, enquanto o Canal Rural celebra 30 anos de história, levando informação, conhecimento e conexão ao campo.

Durante o evento, lideranças do setor reforçaram a importância da comunicação no agro, do reconhecimento aos produtores e da união de todos os elos da cadeia produtiva.

O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, destacou a trajetória do projeto e a importância da aproximação com os produtores. “Estamos aqui em Campo Grande para mostrar como o agro é importante e conversar sobre comunicação no agro. O projeto surgiu para aproximar os produtores e, depois, passou a ser também uma forma de celebrar. É isso que estamos apresentando aqui, revelar os heróis da safra, aqueles que se destacaram e merecem toda a reverência”, disse.

O presidente licenciado da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, ressaltou o reconhecimento aos produtores após uma temporada marcada por dificuldades. “É muito importante este momento junto ao Canal Rural e toda essa equipe que acompanha o projeto durante o ano. A todos os produtores que participaram e a todos que votaram. Foi um ano desafiador, começamos com falta de chuva, depois tivemos uma safra difícil para colher, excesso de chuvas e problemas de qualidade de grãos. O produtor precisou se reinventar em um cenário de preços muito abaixo do necessário”, pontuou.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

O presidente da Aprosoja MS, Jorge Michelc, reforçou a importância do reconhecimento para o estado e destacou a realidade enfrentada pelos produtores. “Parabenizo os produtores. Para Mato Grosso do Sul, esse reconhecimento tem um significado especial. O trabalho realizado no estado, no coração do Brasil, tem impacto muito além das porteiras. Conheço de perto, como produtor rural, os desafios da atividade. Nenhuma safra é igual à outra, temos chuvas, excesso de chuvas, seca e situações que muitas vezes fogem do nosso controle. Mas o sojicultor se une pela resiliência”, comentou.

Michelc também destacou o compromisso dos vencedores com uma produção sustentável e a contribuição do projeto para o futuro do agro. “Parabenizo todos os vencedores desta edição pelo compromisso com a produção sustentável de alimentos. Que essa premiação continue ajudando produtores e pesquisadores a construírem cada vez mais uma trajetória de transformação no agro.”

A chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Soja, Carina Rufino, destacou a conexão criada pelo projeto entre os diferentes segmentos do setor: “O papel do Canal Rural é conectar os elos entre cada segmento. Essa é uma grande marca da transformação que tem servido de exemplo. É uma noite de festa e celebração, mas principalmente de olhar para os nossos homenageados, produtores e pesquisadores que trazem todos os anos histórias de vida e transformação.”

O pesquisador do Cepea/Esalq-USP, Mauro Osaki, analisou o cenário econômico e os próximos desafios para a cadeia produtiva da soja. “A boa safra trouxe um preço muito comprimido, parecido com os anos anteriores, reduzindo bastante as margens e trazendo dificuldade para pagar compromissos passados. Isso acende um alerta para toda a cadeia produtiva.”

Segundo Osaki, o milho também enfrenta desafios, principalmente relacionados ao armazenamento, e a próxima temporada exige atenção dos produtores. “2026/27 será um ano desafiador. Dependendo da taxa de câmbio, podemos ter uma margem bastante apertada, juros elevados, crédito mais escasso e um clima que pode trazer uma safra difícil. A lição de casa é trabalhar o solo para reduzir problemas, proteger a margem e continuar sendo sustentável.”

A realização do evento conta com o apoio dos parceiros e patrocinadores Aprosoja Brasil, Mitsubishi, Ihara, Intacta 2 Xtend, Profarm, Embrapa, Safras & Mercado e Climatempo.

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Agro Mato Grosso

Santuário de MT se prepara para receber elefanta ‘Baby’ 2 anos após fechamento de zoológico no Beto Carrero

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Baby, uma elefanta asiática de 34 anos que viveu por décadas em cativeiro, está a caminho da Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, para se tornar a mais nova moradora do Santuário de Elefantes Brasil (SEB). A transferência começou nesta semana, após a adaptação do animal à caixa de transporte usada na viagem de mais de 1.900 quilômetros entre Santa Catarina e o Santuário.

Segundo o Santuário, a equipe responsável pelo transporte já está na estrada e acompanha a elefanta em tempo integral. O trajeto será feito em ritmo definido pelo próprio animal, com paradas regulares para alimentação, hidratação, descanso e limpeza da caixa.

Ao chegar em Mato Grosso, Baby ficará temporariamente sozinha em uma área reservada da nova casa. A medida foi adotada por precaução e também para a realização de exames solicitados pela Justiça. Durante esse período, ela poderá explorar livremente o espaço, caminhar por longas distâncias e iniciar um contato gradual com as demais elefantas por meio de sons e cheiros.

De acordo com o SEB, será a primeira vez em décadas que Baby terá acesso a uma área ampla, projetada para reproduzir condições mais próximas do habitat natural da espécie. A expectativa é que a nova moradora passe por um processo gradual de adaptação antes de ser integrada ao restante do grupo.

Conheça a Elefante Baby

Elefanta Baby santuário dos elefantes

Nascida em 1992, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, Baby passou parte da vida em um circo antes de ser levada para o parque Beto Carrero World. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil

Nascida em 1992, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, Baby passou parte da vida em um circo antes de ser levada para o parque Beto Carrero World, em Santa Catarina, onde se tornou uma das atrações. Agora, ela inicia uma nova fase em um ambiente voltado à recuperação e ao bem-estar de elefantes resgatados.

A equipe do santuário afirma que ainda está conhecendo melhor o comportamento de Baby, mas relata que a elefanta demonstrou adaptação rápida ao processo de transferência. Apesar disso, ela chamou atenção por ser curiosa, vocalizar com frequência e buscar interação com os tratadores.

Os cuidadores observam ainda que Baby aparenta ter bastante energia e uma postura corporal diferente da observada em outros elefantes.

Segundo o santuário, características como manter a cabeça elevada podem estar relacionadas a hábitos adquiridos ao longo dos anos, desconfortos físicos ou até sinais de estresse, aspectos que deverão ser avaliados após a adaptação ao novo ambiente.

A elefanta se torna a segunda moradora mais jovem do Santuário, ficando atrás apenas de Guillermina, que possui 25 anos.

🐘 Conheça as outras elefantas do Santuário

 

Depois de 6 dias na estrada, elefanta Kenya chegou ao santuário em Chapada

Depois de 6 dias na estrada, elefanta Kenya chegou ao santuário em Chapada

Atualmente moram no Santuário as elefantas Maia, Rana, Mara, Bambo e Guillermina. Conheça um pouco sobre cada uma:

  • Maia

Maia, uma elefanta asiática de cerca de 50 anos, foi a primeira moradora do Santuário. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil

Maia, uma elefanta asiática de cerca de 50 anos, foi a primeira moradora do Santuário. Antes de chegar, em outubro de 2016, ela passou aproximadamente 30 anos em circos. Após ser retirada dessa situação, permaneceu por cinco anos acorrentada em uma fazenda, sem um local adequado para viver.

Conhecida pela personalidade dócil e pela energia intensa, Maia se tornou um dos símbolos do santuário. Segundo os cuidadores, ela superou os medos trazidos pelo passado em cativeiro e passou a demonstrar comportamentos mais naturais à medida que ganhou espaço para explorar.

Apaixonada por comida, especialmente mangas, a elefanta também é descrita como cooperativa e carinhosa, características que ajudaram em seu processo de adaptação e recuperação.

  • Rana

Rana, uma elefanta asiática de cerca de 65 anos, chegou ao Santuário em dezembro de 2018. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil

Rana, uma elefanta asiática de cerca de 65 anos, chegou ao Santuário em dezembro de 2018. Antes do resgate, ela viveu cerca de 40 anos em circos e passou os últimos anos em um zoológico no litoral brasileiro. Conhecida por sua capacidade de se adaptar aos outros elefantes, Rana é considerada pelos cuidadores uma espécie de “comitê de boas-vindas” do santuário.

Segundo a equipe do SEB, a elefanta passou por uma grande transformação após a chegada ao local. Inicialmente reservada e distante, ela se tornou uma das moradoras mais comunicativas do santuário, famosa pelas vocalizações que faz ao longo do dia. Rana também demonstrou evolução no convívio social com as demais elefantas e passou a explorar comportamentos naturais, como nadar, tomar banhos de lama e aproveitar os espaços abertos.

De acordo com os cuidadores, ela transmite sinais constantes de bem-estar e continua avançando em seu processo de recuperação após décadas em cativeiro.

  • Mara

Mara, uma elefanta asiática de cerca de 58 anos, chegou ao Santuário em maio de 2020. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil

Mara, uma elefanta asiática de cerca de 58 anos, chegou ao Santuário em maio de 2020. Nascida na Índia, ela foi levada ainda jovem para um zoológico na Alemanha e, posteriormente, para circos na América do Sul. Desde 1995, vivia no então Zoológico de Buenos Aires, na Argentina, onde permaneceu por mais de duas décadas até ser transferida para Mato Grosso.

Após uma vida marcada pelo confinamento, Mara chegou ao santuário com alguns problemas de saúde, incluindo lesões nas patas e no tornozelo dianteiro direito. Apesar de ter sido considerada agressiva em parte da vida, os cuidadores descrevem a elefanta como dócil, comunicativa e bastante afetuosa.

Conhecida pelas vocalizações frequentes, ela desenvolveu uma forte ligação com a elefanta Rana logo após chegar ao SEB. Segundo a equipe, Mara segue em processo de recuperação física e emocional, ganhando mais confiança e aproveitando a liberdade e os espaços amplos oferecidos pelo santuário.

  • Bambi

Bambi, uma elefanta asiática de cerca de 60 anos, chegou ao Santuário em setembro de 2020. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil

Bambi, uma elefanta asiática de cerca de 60 anos, chegou ao Santuário em setembro de 2020. Antes do resgate, ela passou mais de 40 anos em circos e, após ser apreendida, viveu por cerca de uma década em zoológicos no interior de São Paulo. Quando foi transferida para Mato Grosso, apresentava baixo peso, pouca massa muscular e perda da visão de um dos olhos.

Apesar das condições de saúde encontradas no momento do resgate, Bambi surpreendeu os cuidadores ao demonstrar uma personalidade ativa e curiosa. Descrita como brincalhona e facilmente empolgada, ela passou a explorar os espaços do santuário com entusiasmo e a apresentar comportamentos mais naturais. Segundo a equipe do SEB, a elefanta ganhou autonomia, cuidados individualizados e melhores condições de bem-estar, fatores que contribuíram para sua recuperação física e emocional após décadas de cativeiro.

  • Guillermina

Guillermina, uma elefanta asiática de 25 anos, nasceu no Ecoparque de Mendoza, na Argentina, e passou toda a vida em cativeiro — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil

Guillermina, uma elefanta asiática de 25 anos, nasceu no Ecoparque de Mendoza, na Argentina, e passou toda a vida em cativeiro antes de ser transferida para o Santuário. Filha das elefantas Pocha e Tamy, ela cresceu em um recinto com espaço extremamente limitado, onde tinha poucas oportunidades para explorar comportamentos naturais da espécie.

Descrita pelos cuidadores como curiosa, brincalhona e dona de uma personalidade marcante, Guillermina chegou ao santuário ainda muito dependente da mãe e insegura diante das novidades. Com a adaptação ao novo ambiente, passou a descobrir gradualmente elementos que nunca havia experimentado, como áreas amplas, vegetação, lama e o convívio com outros elefantes.

Segundo a equipe do SEB, a jovem elefanta segue desenvolvendo autonomia e habilidades sociais, enquanto explora o espaço e constrói novas relações após uma vida inteira em confinamento.

Conheça o Santuário

Para conhecer o Santuário não é preciso ir lá, até porque os elefantes vivem soltos e se escondem na mata, e a intenção é justamente que eles não sejam uma atração como foram durante a vida toda nos cativeiros onde viveram.

No entanto, nas redes sociais e no portal é possível acompanhar os relatos do dia a dia destes animais, assim como assistir aos vídeos que os tratadores conseguem fazer durante o atendimento a elas.

Quem quiser ajudar de forma mais efetiva, pode participar da campanha “Adotar um Elefante”, enviando recursos especialmente para os cuidados de qualquer uma das moradoras.
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