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10 de junho de 2026

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Pivetta convoca 283 policiais penais e autoriza novo concurso para a Sejus

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Medidas reforçam o quadro de servidores do sistema penitenciário de Mato Grosso e acompanham a ampliação de vagas nas unidades prisionais

O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta terça-feira (9.6), a convocação de mais 283 policiais penais, oriundos do concurso de 2016 para atuação no Sistema Penitenciário. E também autorizou a realização de um novo concurso público para a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT).

“Estou convocando hoje 283 policiais penais para cuidar dos nossos presídios, e estou também assinando um novo concurso público para o sistema prisional. São medidas que integram o conjunto de ações que já estamos adotando nos últimos sete anos, voltadas ao fortalecimento da segurança pública e à ampliação da capacidade operacional das unidades prisionais”, afirmou o governador.

Para o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado, o reforço no quadro de servidores é considerado fundamental para acompanhar o crescimento da capacidade instalada e garantir a segurança nas unidades.

“A convocação desses 283 policiais penais e o anúncio de um novo concurso público demonstram o compromisso do Governo de Mato Grosso com o fortalecimento do sistema prisional. Estamos ampliando a estrutura física das unidades e, ao mesmo tempo, investindo em pessoas, garantindo que tenhamos profissionais qualificados para atuar na segurança, na disciplina e nas ações de ressocialização. Esse reforço permitirá oferecer melhores condições de trabalho aos servidores e mais eficiência na gestão penitenciária”, destacou o secretário.

O Governo de Mato Grosso ampliou o número de servidores no Sistema Penitenciário. Em 2019, eram 521 servidores, e em 2025, o número passou para 805. Além disso, desde 2019, Mato Grosso criou 6.516 novas vagas no sistema prisional e mantém obras em andamento que irão acrescentar outras 1.728 vagas nos próximos meses.

 

Com Assessoria

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Colisão entre picape e caminhão deixa duas pessoas feridas na MT-383

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na manhã desta terça-feira (9.6) para atender uma ocorrência de acidente de trânsito, registrada na MT-383, em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá), envolvendo uma picape e um caminhão-trator.

O 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) recebeu o chamado via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e prontamente as equipes se deslocaram ao local indicado.

Ao chegar, foi constatado que duas vítimas estavam presas no interior da picape. Ambas encontravam-se inconscientes, sendo que uma delas já recebia atendimento de uma equipe de Suporte Básico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Os militares iniciaram imediatamente os procedimentos de desencarceramento, seguindo os protocolos operacionais da corporação. As vítimas foram retiradas com segurança das ferragens e entregues às equipes de Suporte Avançado e Suporte Básico do Samu, responsáveis pelo encaminhamento à unidade hospitalar.

O condutor do caminhão-trator foi avaliado no local e optou por não receber atendimento médico, assinando o termo de recusa.

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Agro Mato Grosso

MT assina plano para ampliar florestas plantadas e garantir abastecimento sustentável da indústria

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Agro Mato Grosso

Acordo impede uso de biomassa de desmatamento para abastecer indústrias em MT

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A partir de agora, está proibido o uso de madeira nativa extraída de desmatamento por grandes consumidores em Mato Grosso. Na segunda-feira (8), um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) proposto pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e assinado pelo Governo do Estado revogou a instrução normativa estadual 06/2022. O objetivo é zerar o consumo de biomassa nativa e fomentar as florestas plantadas no território mato-grossense.

Fausto Takizawa, presidente da Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), avaliou positivamente a nova regra. “Enfim, nosso estado começa a construir uma trajetória clara para o florestamento no Estado, substituindo a biomassa de desmatamento pela biomassa de fonte sustentável, renovável, escalável e perene, como é o caso das florestas plantadas”, afirmou.

 

Em Mato Grosso, indústrias e grandes consumidores priorizam o eucalipto de reflorestamento como principal insumo para suas caldeiras, devido à eficiência energética e à origem sustentável. No entanto, uma instrução normativa estadual passou a permitir, em 2022, o uso em larga escala de biomassa de desmatamento – prática vedada pelo Código Florestal Brasileiro.

Com o TCA, Mato Grosso adotou um novo cronograma para a redução gradual do uso de biomassa nativa até sua eliminação completa, em 2034. Para garantir a viabilidade econômica e operacional das indústrias, foi estipulado um prazo de transição de sete anos, tempo equivalente ao ciclo completo de plantio e colheita do eucalipto.

A partir de agora, o governo assumiu o compromisso de não expedir mais licenças ambientais para novos empreendimentos ou ampliações dos já existentes que dependam de matéria-prima nativa. Caso contrário, haverá sanções administrativas, multas e bloqueio na renovação de licenças.

De acordo com o presidente da Arefloresta, o setor florestal ganha mais transparência e rastreabilidade com a entrada em vigor do TCA. “O governo terá que criar um sistema informatizado para acompanhar se os grandes consumidores estão, de fato, executando seus Planos de Suprimento Sustentável (PSS). Ou seja, se estão investindo em florestas plantadas de forma proporcional ao consumo previsto”, explicou Takizawa.

Conforme o TCA, o governo tem 30 dias para editar o Decreto do Plano de Desenvolvimento Florestal e Biomassa (2026/2040) e 120 dias para regulamentar os mecanismos de rastreabilidade.

Desde o ano passado, a Arefloresta tem alertado tanto o setor produtivo como órgãos públicos sobre o déficit de biomassa de eucalipto reflorestado em Mato Grosso. De 2022 a 2025, a participação das florestas plantadas no mercado de biomassa estadual caiu de 59% para 47,5% – num sinal claro do avanço da biomassa de desmatamento.

Atualmente, Mato Grosso tem 165 mil hectares com plantio de árvores. Considerando apenas a demanda gerada pelas indústrias de etanol de milho, essa área deveria alcançar 436 mil ha em 2030.

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