Sustentabilidade
TRIGO/CEPEA: Baixa oferta eleva preços em maio – MAIS SOJA

As cotações do trigo subiram no mercado brasileiro em maio, impulsionadas pela menor oferta interna e pela retração vendedora. À espera de preços mais altos, produtores permaneceram cautelosos nas negociações, o que manteve a liquidez reduzida ao longo do mês, de acordo com pesquisadores do Cepea.
O preço médio do trigo no Paraná foi de R$ 1.352,59/t em maio/26, avanço de 2,6% frente a abril, mas ainda 14,1% inferior ao registrado em maio/25, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI), conforme apontam dados do Cepea. No Rio Grande do Sul, a média atingiu R$ 1.299,65/t, alta de 7,6% no comparativo mensal – o maior patamar desde agosto/25 –, embora permaneça 9,2% abaixo da média observada há um ano.
Ainda de acordo com levantamento do Cepea, em São Paulo, o preço médio foi de R$ 1.467,25/t, com elevação de 5,2% frente a abril, mas queda de 10% na comparação anual. Em Santa Catarina, a média foi de R$ 1.285,99/t, aumento de 4,1% no mês, mas retração de 13,5% em relação a maio/25.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Trigo/BR: Semeadura atinge 41,1% no país com realidades distintas entre os estados – MAIS SOJA

Trigo: 41,1% semeado. No RS, a semeadura avança em ritmo inicial e as lavouras emergidas apresentam boas condições de desenvolvimento. Nas regiões de semeadura mais tardia, os produtores realizam preparo do solo e planejamento das atividades.
No PR, as temperaturas mais baixas e as precipitações recentes favoreceram o estabelecimento das lavouras já implantadas, que apresentam bom desenvolvimento e condições adequadas para o perfilhamento.
Em SC, a semeadura avança, principalmente, nas regiões produtoras do Oeste e Extremo Oeste. A boa disponibilidade hídrica, associada às temperaturas amenas, favorece o preparo das áreas, a emergência e o estabelecimento inicial das lavouras.
Em SP, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo. As temperaturas mais baixas e a ausência de chuvas favoreceram os aspectos fitossanitários. Em MS, as chuvas ocorreram de forma isolada, porém a umidade remanescente no solo manteve condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.
Parte das áreas mais adiantadas ingressa no perfilhamento, com boa sanidade. Em MG, restam áreas irrigadas a serem semeadas. As lavouras de sequeiro apresentam menor porte em parte das regiões do Triângulo e Alto Paranaíba.
Em GO, as áreas de sequeiro mais adiantadas encontram-se em pré-colheita. O predomínio de temperaturas elevadas e a escassez prolongada de chuvas durante o estádio reprodutivo
comprometeram o desenvolvimento das lavouras de sequeiro. As áreas irrigadas seguem com boas condições sanitárias. Na BA, o plantio foi iniciado.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Preços apresentam quarta alta mensal consecutiva

As cotações do algodão em pluma avançaram no mercado brasileiro em maio pelo quarto mês consecutivo.
Segundo pesquisadores do Cepea, a postura firme dos vendedores que ainda detêm lotes remanescentes da safra 2024/25, especialmente de qualidade superior, manteve os preços em alta no mês. Ao mesmo tempo, a cautela de compradores limita a liquidez do mercado, resultando em negociações pontuais e na disputa entre agentes quanto aos preços.
Neste cenário, o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma (pagamento em oito dias) avançou 3,31% entre 30 de abril e 29 de maio, encerrando o período a R$ 4,2793/lp, o maior valor nominal desde 16 de junho de 2025, quando atingiu R$ 4,3643/lp.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Milho/BR: Colheita da 1ª safra chega a 84,6%; safrinha atinge 0,6% – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra – 84,6% colhido.
Em MG, a colheita se aproxima da finalização, com boas produtividades sendo alcançadas. No RS, 98% da área foi colhida e as produtividades superam as estimadas inicialmente. No PI, a colheita avança no estado, inclusive em áreas da agricultura familiar. Em SP, PR e SC, a colheita foi finalizada.
Milho 2ª Safra – 0,6% colhido.
Em MT, a colheita avança gradualmente no estado, inclusive em áreas de sequeiro. No PR, as perdas devido às geadas ocorridas há duas semanas começam a ser contabilizadas. Em MS, a colheita se aproxima do início no sul do estado, enquanto em Chapadão do Céu as lavouras ainda demandam precipitações para encerrar o ciclo.
Em GO, a persistente falta de chuvas vem encurtando o ciclo do cereal e a colheita foi iniciada. Em SP, apesar da redução das chuvas, as lavouras ainda apresentam bom desenvolvimento.
Em MG, as perdas de produtividade devido ao estresse hídrico aumentam na maior parte do estado. No TO, a colheita foi iniciada, com boas produtividades sendo obtidas. No MA, as lavouras semeadas tardiamente apresentam perda do potencial produtivo devido à falta de chuvas.
No PI, a redução da umidade no solo já prejudica o desenvolvimento de lavouras tardias. No PA, a colheita avança nos polos de Redenção e da BR-163. Em Paragominas e Santarém, as condições climáticas favorecem o cereal.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
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