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3 de junho de 2026

Sustentabilidade

Pragas quarentenárias: ameaças à soja que podem afetar sua lavoura; você sabe como agir?

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Foto: Fernanda Farias/Canal Rural

A preocupação com a presença de pragas quarentenárias nas lavouras brasileiras levou a Aprosoja Brasil a lançar uma cartilha voltada à conscientização e ao manejo preventivo desses organismos. O material foi apresentado nesta terça-feira (2), em Brasília, às vésperas do Congresso Brasileiro dos Produtores de Soja.

Produzida em parceria com a Corteva Agriscience e com apoio técnico do professor e engenheiro agrônomo Mauro Antônio Rizzardi, a publicação busca orientar produtores sobre riscos fitossanitários que podem afetar a competitividade da soja brasileira nos mercados internacionais.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), pragas quarentenárias são organismos, como insetos, fungos, bactérias, vírus e plantas daninhas, que representam alto risco econômico e ameaçam a sanidade vegetal. Por isso, são alvo de controle oficial, tanto para impedir sua entrada no país quanto para erradicação e contenção quando já presentes.

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Segundo a classificação técnica apresentada por Rizzardi, essas pragas podem ser divididas em três grupos: quarentenárias ausentes, quando ainda não estão presentes no país; quarentenárias presentes, quando existem no território, mas sob controle oficial; e não quarentenárias regulamentadas, que têm impacto econômico e são controladas conforme exigências de países importadores.

Entre as principais recomendações da cartilha está o manejo outonal, prática realizada na entressafra, entre a colheita e o novo plantio. A estratégia consiste na eliminação de plantas daninhas e voluntárias que servem de abrigo para pragas e doenças, reduzindo a pressão fitossanitária sobre a próxima safra.

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Para a entidade, o controle preventivo é essencial para proteger a produtividade e, também, para preservar a reputação da soja brasileira no mercado internacional. Além do lançamento da publicação, a iniciativa incluiu capacitações técnicas e ações de conscientização para produtores e consultores.

Manejo outonal e risco fitossanitário

O manejo outonal é descrito como uma “janela de segurança” no campo, voltada ao controle de plantas daninhas logo após a colheita da soja e antes da próxima safra. O objetivo é eliminar as chamadas “pontes verdes”, que mantêm pragas e doenças ativas na área.

Segundo especialistas envolvidos no material, essa prática reduz o banco de sementes de invasoras e diminui o risco de contaminação durante colheita e beneficiamento, além de contribuir para a qualidade do grão exportado.

Para Rizzardi, a introdução e disseminação de espécies vegetais no sistema produtivo é também uma questão de soberania nacional. Ele destaca que tanto a entrada quanto a saída de organismos via exportação podem afetar diretamente a competitividade do agronegócio brasileiro.

Fabrício Morais Rosa, diretor executivo da Aprosoja Brasil, diz que os episódios recentes de devolução de 20 navios pela China mostram que a conformidade fitossanitária não é opcional. “Com esta cartilha, a Aprosoja continua com o compromisso de alertar os produtores sobre a identificação equivocada de pragas quarentenárias a fim de manter em alta a reputação da soja brasileira frente aos compradores externos”, afirma.

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Principais pragas quarentenárias

O Mapa lista entre as principais pragas quarentenárias:

  • Ácaro hindustânico (Schizotetranychus hindustanicus)
  • Broca-do-caroço-da-manga (Sternochetus mangiferae)
  • Cancro cítrico (Xanthomonas citri subsp. citri)
  • Cancro da videira (Xanthomonas campestris pv. viticola)
  • Cancro europeu das pomáceas (Neonectria ditissima)
  • Caruru-palmeri (Amaranthus palmeri)
  • Greening dos citros (Candidatus Liberibacter asiaticus e americanus)
  • Moko da bananeira (Ralstonia solanacearum raça 2)
  • Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
  • Vassoura-de-bruxa da mandioca (Rhizoctonia theobromae)

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Semeadura atinge 41,1% no país com realidades distintas entre os estados – MAIS SOJA

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Trigo: 41,1% semeado. No RS, a semeadura avança em ritmo inicial e as lavouras emergidas apresentam boas condições de desenvolvimento. Nas regiões de semeadura mais tardia, os produtores realizam preparo do solo e planejamento das atividades.

No PR, as temperaturas mais baixas e as precipitações recentes favoreceram o estabelecimento das lavouras já implantadas, que apresentam bom desenvolvimento e condições adequadas para o perfilhamento.

Em SC, a semeadura avança, principalmente, nas regiões produtoras do Oeste e Extremo Oeste. A boa disponibilidade hídrica, associada às temperaturas amenas, favorece o preparo das áreas, a emergência e o estabelecimento inicial das lavouras.

Em SP, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo. As temperaturas mais baixas e a ausência de chuvas favoreceram os aspectos fitossanitários. Em MS, as chuvas ocorreram de forma isolada, porém a umidade remanescente no solo manteve condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.

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Parte das áreas mais adiantadas ingressa no perfilhamento, com boa sanidade. Em MG, restam áreas irrigadas a serem semeadas. As lavouras de sequeiro apresentam menor porte em parte das regiões do Triângulo e Alto Paranaíba.

Em GO, as áreas de sequeiro mais adiantadas encontram-se em pré-colheita. O predomínio de temperaturas elevadas e a escassez prolongada de chuvas durante o estádio reprodutivo
comprometeram o desenvolvimento das lavouras de sequeiro. As áreas irrigadas seguem com boas condições sanitárias. Na BA, o plantio foi iniciado.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Preços apresentam quarta alta mensal consecutiva

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As cotações do algodão em pluma avançaram no mercado brasileiro em maio pelo quarto mês consecutivo.

Segundo pesquisadores do Cepea, a postura firme dos vendedores que ainda detêm lotes remanescentes da safra 2024/25, especialmente de qualidade superior, manteve os preços em alta no mês. Ao mesmo tempo, a cautela de compradores limita a liquidez do mercado, resultando em negociações pontuais e na disputa entre agentes quanto aos preços.

Neste cenário, o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma (pagamento em oito dias) avançou 3,31% entre 30 de abril e 29 de maio, encerrando o período a R$ 4,2793/lp, o maior valor nominal desde 16 de junho de 2025, quando atingiu R$ 4,3643/lp.

Fonte: Cepea

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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª safra chega a 84,6%; safrinha atinge 0,6% – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra – 84,6% colhido.

Em MG, a colheita se aproxima da finalização, com boas produtividades sendo alcançadas. No RS, 98% da área foi colhida e as produtividades superam as estimadas inicialmente. No PI, a colheita avança no estado, inclusive em áreas da agricultura familiar. Em SP, PR e SC, a colheita foi finalizada.

Milho 2ª Safra – 0,6% colhido.

Em MT, a colheita avança gradualmente no estado, inclusive em áreas de sequeiro. No PR, as perdas devido às geadas ocorridas há duas semanas começam a ser contabilizadas. Em MS, a colheita se aproxima do início no sul do estado, enquanto em Chapadão do Céu as lavouras ainda demandam precipitações para encerrar o ciclo.

Em GO, a persistente falta de chuvas vem encurtando o ciclo do cereal e a colheita foi iniciada. Em SP, apesar da redução das chuvas, as lavouras ainda apresentam bom desenvolvimento.

Em MG, as perdas de produtividade devido ao estresse hídrico aumentam na maior parte do estado. No TO, a colheita foi iniciada, com boas produtividades sendo obtidas. No MA, as lavouras semeadas tardiamente apresentam perda do potencial produtivo devido à falta de chuvas.

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No PI, a redução da umidade no solo já prejudica o desenvolvimento de lavouras tardias. No PA, a colheita avança nos polos de Redenção e da BR-163. Em Paragominas e Santarém, as condições climáticas favorecem o cereal.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

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Site: Conab

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