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9 de setembro de 2026

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Inteligência rastreia carro de luxo e desfalca frota de grupo que aterroriza comerciantes

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Motorista acaba detida em Paranatinga após sistema estadual de monitoramento cravar a localização exata do alvo do Gaeco

Com auxílio de câmeras do Vigia Mais MT, um veículo Toyota Corolla Cross, alvo da Operação Acqua Ilícita, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Polícia Civil e da Polícia Militar, foi apreendido nesta segunda-feira (25.6), em Paranatinga (a 373 km de Cuiabá).

Após a identificação do veículo pelo programa de monitoramento, uma equipe da Polícia Militar foi acionada e realizou a abordagem, verificando que o automóvel era compatível com a ordem judicial para o sequestro do bem. Em seguida, o Toyota foi apreendido. A condutora foi conduzida para a delegacia da Polícia Civil para o registro do boletim de ocorrência.

O automóvel, avaliado em cerca de R$ 145 mil, está entre os 33 veículos com medidas cautelares patrimoniais de sequestro de bens expedidos pela Justiça em 2025. À época, foram expedidos 55 mandados de busca e apreensão domiciliar, 12 mandados de prisão preventiva e o bloqueio de 42 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, em Cuiabá, Várzea Grande, Nobres e Sinop.

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A investigação apura a atuação de uma facção criminosa voltada à prática de extorsão, lavagem de dinheiro e financiamento de atividades ilícitas, que cobrava um alto preço pela liberdade e pelo controle econômico de comerciantes.

 

Vigia Mais MT

Desde sua criação, em março de 2023, o Programa Vigia Mais MT já ajudou a recuperar cerca de 600 veículos e devolveu R$ 23 milhões em patrimônio à sociedade com a recuperação de carros, caminhões, motos e outros automotores.

As câmeras do programa estadual de videomonitoramento em segurança pública estão presentes nos 142 municípios, auxiliando na prevenção, repressão e investigação de crimes.

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Com Assessoria 

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Nilson Leitão volta a defender menos parlamentares e melhor uso do dinheiro público

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Proposta diminui a Câmara de 513 para cerca de 395 deputados e limita cada estado a dois senadores

A menos de um mês das eleições de outubro, o candidato a deputado federal pelo Progressistas (PP) de Mato Grosso, Nilson Leitão, voltou a defender uma bandeira que carrega desde 2018, a redução do número de parlamentares no Brasil como forma de enxugar o custo do Estado, sem, segundo ele, diminuir a representatividade das unidades da federação e da população.

Autor da PEC 431/2018, que reduz o número de senadores e de deputados federais, estaduais e distritais, Leitão afirmou que, se eleito, pretende retomar a articulação para destravar a proposta, que segue sem avanço na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

Ao voltar ao tema, o candidato explica a lógica do corte e compara o tamanho do Parlamento brasileiro com o dos Estados Unidos.

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“Tem uma lógica de diminuir a quantidade de deputados de 513 para 395, porque os Estados Unidos têm 100 milhões de habitantes a mais e têm 435 deputados. Por que que nós temos 513 com um orçamento muito menor do que o americano?”

Na avaliação de Leitão, o tamanho atual da Câmara não se justifica nem pela estrutura disponível. O plenário Ulysses Guimarães tem 396 assentos tradicionais e dois adaptados para pessoas com necessidades especiais.

Para o candidato, o problema não é falta de cadeiras, mas de resultado, razão pela qual ele se diz contrário a propostas de ampliação do número de vagas, como a aprovada no ano passado, que elevava de 513 para 531 deputados federais.

“Eu sou contra aumentar deputado. Não tinha que ter 10 deputados em Mato Grosso. Tinha que ter oito que trabalhem, que peguem o boi pelo chifre, que façam as coisas acontecerem.”

O que prevê a proposta

Apresentada em julho de 2018, quando Leitão exercia mandato na Câmara, a PEC 431/2018 altera os artigos 27, 45 e 46 da Constituição Federal para reduzir de três para dois o número de senadores por estado e pelo Distrito Federal e diminuir em cerca de 23% o número de deputados federais, de 513 para cerca de 395, além de reduzir o total de deputados estaduais e distritais nas assembleias legislativas.

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Na justificativa da proposta, o autor estimou uma economia de R$ 1,3 bilhão por legislatura (quatro anos) com a redução dos parlamentares federais e de outros R$ 2,1 bilhões com o enxugamento das assembleias estaduais, uma economia que, na visão do autor, não compromete a representatividade dos estados e da população.

A proposta chegou a ser arquivada em janeiro de 2019, no fim da legislatura, e foi desarquivada em março daquele ano por requerimento. Em outubro de 2019, recebeu parecer favorável à admissibilidade na CCJC. Desde então, porém, a discussão foi sucessivamente adiada e a matéria trocou de relator em diferentes ocasiões.

A última movimentação registrada ocorreu em 19 de março de 2025, quando o relator designado deixou a comissão sem apresentar parecer. De lá para cá, a PEC 431/2018 permanece na CCJC aguardando a designação de um novo relator.

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Acusado de matar policial em projeto social vira réu em Várzea Grande

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Jonathan Vieira dos Santos responderá por homicídio triplamente qualificado, posse e porte ilegal de arma

A Justiça aceitou a denúncia contra Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, pela morte do cabo da Polícia Militar Renato Oliveira Aragão, de 31 anos. A decisão foi proferida no dia 4 de setembro pelo juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande. O processo está sob sigilo.

Renato, que também era professor de jiu-jitsu, foi morto em 4 de agosto enquanto ensinava a modalidade em um projeto social do 25º Batalhão da PM, desenvolvido no Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

Conforme a acusação, Jonathan entrou no espaço com um revólver calibre 38 e efetuou seis disparos. O militar morreu no tatame, diante dos participantes da atividade, entre eles crianças e adolescentes.

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Após o ataque, alunos imobilizaram o acusado e o mantiveram contido até a chegada da Polícia Militar. Um estudante ficou ferido durante a ação.

O Ministério Público de Mato Grosso atribui ao réu homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e uso de meio que provocou perigo comum. A denúncia sustenta que Renato foi surpreendido e não conseguiu reagir.

Segundo o promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, o assassinato teria sido motivado por vingança. Jonathan suspeitava que a esposa mantinha um relacionamento extraconjugal com Renato havia aproximadamente dois anos.

Para o Ministério Público, os tiros disparados em um ambiente ocupado por crianças e adolescentes também expuseram as demais pessoas a risco. Jonathan responderá ainda por posse e porte ilegal de arma de fogo.

Com a abertura da ação penal, o caso seguirá em tramitação na 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, com a oitiva de testemunhas e o interrogatório do acusado.

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Na lanterna dos afogados, Galvan e Buzetti têm menos de 4% para o Senado

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Bem distantes de Brasília! Antonio Galvan e Margareth Buzetti aparecem bem longe do pelotão principal na disputa pelo Senado. Pesquisa realizada em Mato Grosso mostra os dois candidatos empatados, com 3,9% das intenções de voto.

O desempenho os deixa abaixo dos cinco primeiros colocados. Pedro Taques, imediatamente à frente, registra 15,6%. Mauro Mendes e Janaina Riva aparecem em primeiro lugar, praticamente eleitos com 55% e 31,5% respectivamente.

O levantamento ouviu 1.352 eleitores e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-01505/2026. Como duas vagas ao Senado estão em disputa, cada entrevistado pôde citar até dois candidatos.

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