Connect with us
9 de setembro de 2026

Business

Plantio da soja 2026/27 começa no Paraná e milho verão avança em áreas do país

Published

on


Foto: Pedro Silvestre

O plantio da safra de soja 2026/27 já começou em áreas do Paraná, com algumas regiões do estado tendo encerrado o vazio sanitário em 1º de setembro. Segundo levantamento da AgRural, até quinta-feira, dia 3, as áreas paranaenses semeadas correspondiam a 0,05% da área estimada para a safra brasileira, acima dos 0,02% registrados no mesmo período do ano passado.

Além do encerramento do vazio sanitário, as chuvas registradas no início da semana passada contribuíram para melhorar as condições de umidade do solo e permitiram o início da semeadura em algumas áreas do Paraná.

Semeadura em Mato Grosso

Em Mato Grosso, onde o vazio sanitário terminou na segunda-feira, dia 7, a expectativa é de avanço inicial do plantio em áreas irrigadas por pivô que serão destinadas ao cultivo de algodão na segunda safra. Nas áreas de sequeiro, porém, a maior parte dos produtores deve aguardar uma melhora das condições de umidade antes de iniciar os trabalhos, de acordo com a AgRural.

Milho verão mantém ritmo acelerado

O plantio da safra de milho verão 2026/27 também avançou em ritmo acelerado na última semana. Conforme levantamento da AgRural, 17% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil estava semeada até quinta-feira, dia 3. O percentual representa avanço em relação aos 11% registrados uma semana antes e também supera os 12% observados no mesmo período do ano passado.

Advertisement

Neste período do calendário agrícola, a semeadura permanece concentrada nos estados da região Sul. O Rio Grande do Sul lidera o avanço do plantio e é o principal responsável pelo ritmo mais acelerado registrado até agora.

Com a evolução das condições de umidade e o encerramento do vazio sanitário em diferentes regiões produtoras, a expectativa é de ampliação gradual das áreas semeadas nas próximas semanas.

O post Plantio da soja 2026/27 começa no Paraná e milho verão avança em áreas do país apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Business

Brasil reduz área de algodão, mas produtividade deve bater recorde

Published

on


Foto: Guilherme Soares/Canal Rural BA

A produção brasileira de algodão deve crescer em produtividade mesmo com a redução da área plantada na safra 2025/26. Levantamento da Agroconsult, realizado durante a Etapa Algodão do Rally da Safra, aponta uma área de aproximadamente 2,07 milhões de hectares, queda de 6,3% em relação à temporada anterior.

Mesmo com menos lavouras, a produção está estimada em 4,41 milhões de toneladas de pluma. O resultado é explicado principalmente pelas condições climáticas favoráveis, pelo avanço da irrigação e pelas decisões de manejo adotadas pelos produtores.

O Mato Grosso, principal estado produtor, concentra a maior redução de área. Já Bahia e Mato Grosso devem registrar produtividades recordes.

Mato Grosso reduz área, mas supera expectativa

No Mato Grosso, a área cultivada com algodão recuou 9,4%, para cerca de 1,42 milhão de hectares. Segundo a Agroconsult, a redução foi principalmente uma decisão econômica dos produtores, diante dos preços do algodão e da maior atratividade e liquidez do milho na segunda safra.

A retração ocorreu em diferentes regiões do estado, com maior intensidade no Vale do Araguaia e no Médio-Norte.

Advertisement

Apesar da menor área, a produtividade deve alcançar 337 arrobas de algodão em caroço por hectare, um novo recorde estadual, de acordo com a estimativa da Agroconsult. A produção de pluma está projetada em aproximadamente 3 milhões de toneladas.

O desempenho das lavouras foi favorecido pelo clima. Embora o plantio tenha começado mais tarde, houve aceleração na segunda quinzena de janeiro. As chuvas registradas em abril, maio e junho contribuíram para o desenvolvimento das plantas em grande parte do estado.

As equipes do Rally da Safra percorreram regiões do Sudeste, Médio-Norte e Oeste, passando por municípios como Rondonópolis, Primavera do Leste, Campo Verde, Cuiabá, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Campos de Júlio. As visitas cobriram cerca de 59,2% da área plantada com algodão no estado.

Bahia amplia irrigação e também deve ter recorde

Na Bahia, a área plantada ficou praticamente estável, em aproximadamente 425,7 mil hectares, alta de 0,2% em relação à safra passada.

O destaque, porém, está na mudança do perfil das lavouras. A área de sequeiro caiu 7%, enquanto a irrigada cresceu 12%. Com isso, a participação da irrigação passou de 39% para 44% da área cultivada.

Advertisement

A produção de algodão em pluma no estado está estimada em 982 mil toneladas, aumento de 23,2% em relação à temporada anterior. A produtividade de algodão em caroço deve chegar a 368 arrobas por hectare, segundo a Agroconsult, configurando um recorde estadual.

As equipes percorreram o Oeste da Bahia, incluindo Correntina, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Barreiras. As visitas representaram 36,4% da área plantada no estado.

O clima também foi determinante para o resultado. As lavouras de sequeiro, plantadas até dezembro, tiveram desempenho superior ao das áreas irrigadas, implantadas entre janeiro e fevereiro.

De forma geral, as lavouras baianas apresentaram bons resultados tanto em produtividade quanto em qualidade, superando as expectativas iniciais.

Beneficiamento ainda pode alterar números

Apesar das estimativas positivas, a produção final ainda depende do avanço do beneficiamento. Até 3 de setembro, apenas 35% da pluma havia sido beneficiada.

Advertisement

Segundo Heloisa Melo, sócia-diretora da Agroconsult e coordenadora da Etapa Algodão do Rally da Safra, a redução da área não deve resultar em queda da produção.

“Estamos diante de uma safra em que a redução da área não significa uma queda na produção. Observamos em campo um ganho importante de produtividade, resultado da combinação entre clima, tecnologia e manejo.”

Ela ressalta, porém, que os números ainda exigem cautela, já que cerca de dois terços da safra permanecem em processo de beneficiamento.

O excesso de chuvas também é um ponto de atenção em algumas regiões. Precipitações tardias afetaram pontualmente a qualidade visual da fibra, com redução de brilho e brancura. A umidade prolongada ainda atrasou a dessecação e aumentou a presença de impurezas no beneficiamento.

Caruru preocupa produtores

Entre os desafios tecnológicos identificados durante as visitas de campo está o avanço do caruru, principalmente no oeste de Mato Grosso.

Advertisement

A preocupação pode aumentar nas próximas safras, já que há registros pontuais da planta daninha também em outras regiões produtoras, como a Bahia.

Para a safra 2026/27, a expectativa é de maior adoção de tecnologias e variedades que ampliem as alternativas de controle de plantas daninhas resistentes. O manejo da sucessão com a soja também deve ganhar atenção.

Brasil amplia espaço no mercado mundial

O desempenho de Mato Grosso e Bahia reforça a importância do Brasil no mercado internacional de algodão.

Na safra 2025/26, Mato Grosso aparece como o terceiro maior produtor mundial, à frente dos Estados Unidos. A Bahia também voltou a superar a Austrália em produção, movimento que havia ocorrido em 2019/20, quando o país registrou uma das maiores quebras de safra de sua história.

Para Heloisa Melo, o aumento da oferta brasileira ocorre em um momento de desafios na produção de outros países.

Advertisement

“Para o produtor, ganhos de produtividade e qualidade permanecem fundamentais para ampliar a competitividade internacional e capturar oportunidades em um mercado bastante disputado.”

A Etapa Algodão do Rally da Safra foi realizada pela segunda vez em 2026. A iniciativa amplia o trabalho acumulado em 23 anos de atividades, período em que as equipes percorreram cerca de 1,5 milhão de quilômetros e avaliaram 35 mil lavouras de soja e milho.

*Com informações da assessoria de imprensa

O post Brasil reduz área de algodão, mas produtividade deve bater recorde apareceu primeiro em Canal Rural.

Advertisement
Continue Reading

Business

Leilão de Pepro negocia 13 mil toneladas de laranja em cinco estados

Published

on


O leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural ou Cooperativa de Produtor Rural (Pepro) para apoio à comercialização e ao escoamento de laranja in natura da safra 2026/2027 negociou 13 mil toneladas da fruta. A operação foi realizada na quinta-feira (3), no âmbito do Aviso nº 57/2026 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e alcançou 36% das 36 mil toneladas ofertadas.

O leilão foi destinado a agricultores familiares e cooperativas da Bahia, do Pará, do Paraná, do Rio Grande do Sul, de São Paulo e de Sergipe que comprovassem a produção, a venda e o escoamento da laranja para indústrias de processamento. Houve negociação em cinco estados. O lote de São Paulo não teve arremate.

O Rio Grande do Sul registrou o maior volume negociado, com 5,3 mil toneladas. Sergipe apareceu na sequência, com cerca de 4,4 mil toneladas. Bahia somou 1,8 mil toneladas, Pará 1,2 mil toneladas e Paraná 285,6 toneladas.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Advertisement

Entre os arremates no Rio Grande do Sul, a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares de Liberato Salzano e Região (Coopsalzano), de Liberato Salzano, ficou com 2,5 mil toneladas. A Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar de Economia Solidária (Cecafes), de Erechim, arrematou 2,3 mil toneladas. Produtores de Constantina e Centenário negociaram, em conjunto, 515 toneladas.

Em Sergipe, a Cooperativa Nordestina de Industrialização de Produtos Agropecuários Ltda., de Poço Redondo, arrematou 3 mil toneladas. A Cooperativa de Produção, Comercialização e Prestação de Serviços dos Agricultores Familiares de Cristinápolis ficou com 1,4 mil toneladas. Na Bahia, a Cooperativa dos Citricultores do Estado da Bahia, de Rio Real, arrematou 1,2 mil toneladas, e a Cooperativa Agropecuária do Litoral Norte da Bahia (Coopealnor), também de Rio Real, levou 600 toneladas.

No Pará, foram arrematadas 1,2 mil toneladas em Capitão Poço. No Paraná, o volume negociado foi de 285,6 toneladas em Alto Paraná. As operações ocorreram em leilões públicos por meio de Bolsas de Mercadorias credenciadas.

Pelas regras da operação, o Pepro prevê o pagamento de prêmio negociado em leilão diretamente ao produtor rural ou à cooperativa que comprovar a produção, a venda e o escoamento da laranja para a indústria de processamento. Para este leilão, o preço mínimo foi fixado em R$ 28,76 por caixa de 40,8 quilos.

Fonte: gov.br

Advertisement

O post Leilão de Pepro negocia 13 mil toneladas de laranja em cinco estados apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Colheita avança em MT enquanto nova safra sustenta exportações brasileiras de algodão

Published

on


Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Mato Grosso chega à reta final da colheita de algodão no momento em que a produção da safra 2025/26 começa a ganhar espaço no comércio internacional. Até 4 de setembro, 97,30% da área plantada havia sido colhida, enquanto os primeiros embarques do novo ciclo comercial já mostravam a força do Estado nas exportações brasileiras.

Em agosto, o Brasil embarcou 106,35 mil toneladas de pluma, alta de 37,28% em relação ao mesmo mês de 2025. Mato Grosso respondeu por 58,32% desse volume, reforçando a importância da produção estadual para o desempenho do país no mercado externo.

No campo, o ritmo também chama atenção. A colheita está 2,06 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos, de 95,24%, e supera em 5,07 pontos o percentual registrado na mesma época da safra passada, de 92,23%.

Somente entre 28 de agosto e 4 de setembro, o avanço foi de 8,64 pontos percentuais. A conclusão dos trabalhos em diversas propriedades acelerou a retirada do algodão e deixou a safra praticamente fora do campo, enquanto o produto beneficiado começa a alimentar o fluxo de exportações.

Advertisement

Da lavoura para o mercado internacional

A relação entre os números da colheita e os embarques está no próprio calendário da cultura. O algodão retirado das lavouras a partir de junho passa pelo beneficiamento antes de se transformar em pluma disponível para exportação. Por isso, a produção da safra 2025/26 começa a aparecer nos embarques a partir de agosto, já dentro do ciclo comercial 2026/27.

É justamente nesse período que Mato Grosso amplia sua importância na oferta brasileira. A estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) é de que a produção da safra 2025/26 resulte em 2,09 milhões de toneladas destinadas às exportações estaduais ao longo do ciclo comercial que começou em agosto.

O volume projetado para Mato Grosso ocorre em um mercado no qual o Brasil já consolidou uma posição de liderança. Desde a safra 2022/23, quando ultrapassou os Estados Unidos, o país ocupa o primeiro lugar entre os exportadores mundiais de pluma.

A vantagem brasileira deve continuar no novo ciclo. Conforme projeção do USDA, os embarques do país em 2026/27 devem ficar 24,39% acima dos volumes dos Estados Unidos, mantendo o Brasil na liderança internacional.

Lavouras entram na etapa de pós-colheita

Com 97,30% da área já colhida, o trabalho nas propriedades entra em uma fase diferente. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) orienta os produtores a priorizarem o manejo de pós-colheita, começando pela retirada dos fardos que ainda permanecem nas lavouras.

Advertisement

A eliminação das soqueiras também ganha importância nesse momento. A medida busca reduzir a presença do bicudo-do-algodoeiro nas áreas e diminuir a pressão da praga sobre o próximo ciclo.

O preparo do solo completa as operações previstas para o encerramento da safra. A organização dessas atividades permite que as propriedades avancem para a próxima temporada depois de uma colheita que chegou à reta final em ritmo superior ao histórico.

Enquanto essas operações são concluídas no campo, a pluma da safra 2025/26 já começa a percorrer o caminho do mercado externo. Com mais da metade dos embarques brasileiros de agosto originados em Mato Grosso e uma projeção de 2,09 milhões de toneladas para o ciclo comercial, o desempenho estadual segue diretamente ligado à manutenção da liderança brasileira nas exportações de algodão.


Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.

O post Colheita avança em MT enquanto nova safra sustenta exportações brasileiras de algodão apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT