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9 de setembro de 2026

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O fruto da Mata Atlântica que transformou o norte capixaba

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Foto: divulgação

Tem perfume no ar no norte do Espírito Santo. E ele nasce no meio da restinga, entre o vento do litoral, a areia clara e a vegetação nativa da Mata Atlântica. Pequena, vermelha e aromática, a pimenta-rosa deixou de ser apenas um fruto encontrado espontaneamente no campo para se transformar numa das cadeias produtivas mais promissoras do agro capixaba.

Hoje, ela está presente em pratos sofisticados, drinks, óleos essenciais e perfumes internacionais. Mas a história da pimenta-rosa capixaba começou de forma muito mais simples — e quase por acaso.

Na Fazenda Lagoa Seca, em São Mateus, uma conversa de família mudaria o destino da aroeira no Espírito Santo. No fim dos anos 1980, um pequeno vidro com especiarias chamou atenção do avô da produtora rural Ana Paula Martins Machado.

Sentado à cabeceira da mesa da fazenda, ele olhou para aquele produto vindo do exterior e desconfiou: “Acho que eu conheço isso aqui. Isso aqui é a aroeira”, disse.

Na época, pouca gente imaginava que aquela árvore espalhada pelas áreas de restinga escondia uma especiaria valorizada internacionalmente.

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“Isso aqui era praga de mato, praga de pasto, e ninguém dava valor”, relembra Ana Paula.
A partir dali, começaram as primeiras coletas na região do Sapê do Norte. O material foi enviado para a Europa e veio a confirmação: o Espírito Santo possuía uma pimenta-rosa comparável às mais valorizadas do mundo.

Pimenta-rosa. Foto: divulgação

De onde vem a pimenta-rosa

Apesar do nome popular, a pimenta-rosa não é exatamente uma pimenta. Ela é o fruto da aroeira — árvore nativa da Mata Atlântica e muito comum nas áreas de restinga do litoral brasileiro.

Segundo a coordenadora de Recursos Naturais do Incaper, Fabiana Gomes Ruas, a planta encontrou no norte capixaba um ambiente praticamente perfeito para se desenvolver. “Ela encontrou aqui as condições ideais de temperatura, vento e solo. Produz aqui como em nenhum outro lugar”, conta.

A pesquisadora afirma que São Mateus possui uma combinação rara de fatores ambientais: solo arenoso, umidade presente no subsolo e clima quente, que favorece tanto a produtividade quanto a concentração dos aromas.

“A gente fala pimenta-rosa, mas na realidade ela é uma fruteira, o fruto da árvore aroeira, nativa da Mata Atlântica”, diz.

Fabiana também destaca que a ligação emocional com a planta é quase inevitável para quem trabalha com ela. “Quem é mordido pelo mosquitinho da pimenta-rosa acaba se viciando nisso”, brinca.

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O aroma característico da planta acabou se tornando um dos maiores diferenciais da cadeia produtiva capixaba. “Você entra num galpão de beneficiamento ou numa lavoura de pimenta-rosa e sente aquele cheiro. Aquilo transmite bem-estar”, conta.

Foto: divulgação

O perfume escondido na floresta

Foi justamente esse aroma que chamou atenção da indústria internacional. A pimenta rosa
capixaba começou a ganhar espaço primeiro na gastronomia. Depois vieram os óleos
essenciais, os cosméticos e os perfumes.

Segundo pesquisadores, o fruto possui notas aromáticas suaves, doces e frutadas, além de
propriedades antioxidantes e potencial medicinal.

“Ela lembra manga verde, aquele cheiro que toma conta do ambiente”, diz Fabiana.

A ligação com a perfumaria cresceu tanto que a produção capixaba passou a abastecer grandes marcas do setor. O momento mais simbólico dessa trajetória aconteceu em 2024. Depois de cinco anos de pesquisas, análises e acompanhamento técnico, Ana Paula Martins foi anunciada como fornecedora de pimenta rosa para uma linha de perfumes da Natura.

“Eles falaram assim: você não pode contar pra ninguém”, lembra Ana Paula.

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O anúncio aconteceu durante um festival da própria pimenta-rosa. “Quando eles falaram meu nome, eu tomei um susto e comecei a chorar”, revelou.

Segundo ela, o reconhecimento chegou num momento muito delicado da vida pessoal. “Foi
uma satisfação muito grande saber que de onde surgiu a pimenta-rosa no Espírito Santo hoje nós somos referência para a Natura e para o mundo.”

Protagonismo feminino

Transformar uma planta extrativista em negócio exigiu coragem. E persistência. Administradora de formação, Ana Paula deixou a indústria para entrar na agricultura praticamente sem experiência no campo. “Eu entrei na agricultura meio que no ‘vai ou vai’”, conta.

No começo, quase não existiam informações técnicas sobre cultivo comercial da pimenta-rosa. Ela testou espaçamentos, podas, manejo e produtividade praticamente no dia a dia da
fazenda. “No primeiro ano produziu pouquíssimo”, relembra.

O crescimento da demanda trouxe outro problema: a falta de mão de obra. Foi aí que surgiu
uma das soluções mais curiosas da propriedade.

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“No desespero eu falei: vou criar uma máquina.”

A produtora desenvolveu um equipamento próprio para ajudar na colheita da pimenta-rosa. Hoje, outros produtores já utilizam sistemas semelhantes. Além da inovação, Ana Paula também enfrentou os desafios de empreender num ambiente predominantemente
masculino.

“Veio uma mulher que não entendia nada de agricultura começar a produzir bem e virar referência.”

Ela resume a própria trajetória de forma simbólica: “A pimenta-rosa é o meu rubi.”

Pesquisa transformou extrativismo em negócio

Durante muitos anos, a coleta da pimenta-rosa acontecia apenas de forma extrativista. As comunidades colhiam os frutos diretamente da vegetação nativa, sem manejo técnico ou planejamento produtivo.

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Isso começou a mudar a partir dos estudos conduzidos pelo Incaper ainda nos anos 2000. A pesquisa ajudou a definir manejo, poda, espaçamento, seleção genética e produtividade da cultura. “Hoje nós já temos materiais clonais e excelente produtividade”, afirma Fabiana.

Segundo ela, o desenvolvimento técnico foi essencial para atender a um mercado cada vez mais exigente. “A indústria precisa de quantidade e qualidade.”

Atualmente, produtores conseguem colher já no primeiro ano de plantio, com crescimento acelerado da produtividade nos anos seguintes. Além disso, a pimenta-rosa conquistou em 2023 a indicação geográfica (IG) de São Mateus, reconhecimento que fortalece a identidade territorial e agrega valor ao produto capixaba.

“Você consegue comercializar um produto com IG até 30% mais caro”, relata Fabiana.

A floresta que produz

Mas talvez o aspecto mais interessante da cadeia da pimenta-rosa esteja na ligação entre
produção e conservação ambiental. Na Reserva Natural Vale, em Linhares, a aroeira é utilizada em projetos de restauração ecológica e sistemas agroflorestais. A ideia é unir espécies nativas da Mata Atlântica com geração de renda para comunidades tradicionais.

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“A Reserva Natural Vale é um laboratório a céu aberto”, diz a pesquisadora ligada ao projeto.

Segundo ela, a aroeira possui um papel estratégico na recuperação ambiental. “A aroeira cresce rápido, ajuda a recuperar áreas e serve de alimento para a fauna.”

Ao mesmo tempo, a planta cria oportunidades econômicas para produtores da região. “Ela tem potencial alimentício, medicinal e econômico.”

A espécie também já faz parte da cultura tradicional do litoral norte capixaba, principalmente
em comunidades extrativistas. “A aroeira pode conviver muito bem com a floresta de pé”, resume Fabiana.

Parte da produção cultivada dentro da Reserva Vale é beneficiada em parceria com produtores da região, fortalecendo um modelo que une conservação, pesquisa e empreendedorismo rural.

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O futuro da pimenta-rosa

Hoje, a pimenta produzida no Espírito Santo já chega à Europa e aos Estados Unidos, e começa a avançar em mercados asiáticos. Mas o setor acredita que esse movimento ainda está só começando.

“Nós ainda temos muito o que caminhar”, afirma Fabiana Ruas.

Novos mercados ligados a bioinsumos, cosméticos, bebidas, fitoterápicos e produtos naturais seguem surgindo. Enquanto isso, o fruto vermelho da restinga continua espalhando aroma e oportunidades pelo Espírito Santo.

Da Mata Atlântica capixaba para cozinhas sofisticadas, perfumes internacionais e projetos de restauração ambiental, a pimenta rosa deixou de ser invisível: virou identidade, virou desenvolvimento, virou símbolo de um território inteiro.

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EUA registram venda de 440 mil toneladas de soja para 2026/27

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Exportadores dos Estados Unidos relataram a venda de 440 mil toneladas de soja com entrega prevista para o ano comercial 2026/27, informou nesta quarta-feira o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Do volume total negociado, 340 mil toneladas têm como destino a China, principal mercado para a soja norte-americana. As outras 100 mil toneladas foram vendidas para destinos desconhecidos, conforme os dados divulgados pelo órgão.

Por lei, os exportadores são obrigados a informar ao USDA qualquer venda de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity realizada em um único dia. Também precisam ser reportadas, até o dia seguinte, operações de 200 mil toneladas ou mais destinadas a um mesmo país ou mercado.

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Plantio da soja 2026/27 começa no Paraná e milho verão avança em áreas do país

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Foto: Pedro Silvestre

O plantio da safra de soja 2026/27 já começou em áreas do Paraná, com algumas regiões do estado tendo encerrado o vazio sanitário em 1º de setembro. Segundo levantamento da AgRural, até quinta-feira, dia 3, as áreas paranaenses semeadas correspondiam a 0,05% da área estimada para a safra brasileira, acima dos 0,02% registrados no mesmo período do ano passado.

Além do encerramento do vazio sanitário, as chuvas registradas no início da semana passada contribuíram para melhorar as condições de umidade do solo e permitiram o início da semeadura em algumas áreas do Paraná.

Semeadura em Mato Grosso

Em Mato Grosso, onde o vazio sanitário terminou na segunda-feira, dia 7, a expectativa é de avanço inicial do plantio em áreas irrigadas por pivô que serão destinadas ao cultivo de algodão na segunda safra. Nas áreas de sequeiro, porém, a maior parte dos produtores deve aguardar uma melhora das condições de umidade antes de iniciar os trabalhos, de acordo com a AgRural.

Milho verão mantém ritmo acelerado

O plantio da safra de milho verão 2026/27 também avançou em ritmo acelerado na última semana. Conforme levantamento da AgRural, 17% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil estava semeada até quinta-feira, dia 3. O percentual representa avanço em relação aos 11% registrados uma semana antes e também supera os 12% observados no mesmo período do ano passado.

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Neste período do calendário agrícola, a semeadura permanece concentrada nos estados da região Sul. O Rio Grande do Sul lidera o avanço do plantio e é o principal responsável pelo ritmo mais acelerado registrado até agora.

Com a evolução das condições de umidade e o encerramento do vazio sanitário em diferentes regiões produtoras, a expectativa é de ampliação gradual das áreas semeadas nas próximas semanas.

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Brasil reduz área de algodão, mas produtividade deve bater recorde

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Foto: Guilherme Soares/Canal Rural BA

A produção brasileira de algodão deve crescer em produtividade mesmo com a redução da área plantada na safra 2025/26. Levantamento da Agroconsult, realizado durante a Etapa Algodão do Rally da Safra, aponta uma área de aproximadamente 2,07 milhões de hectares, queda de 6,3% em relação à temporada anterior.

Mesmo com menos lavouras, a produção está estimada em 4,41 milhões de toneladas de pluma. O resultado é explicado principalmente pelas condições climáticas favoráveis, pelo avanço da irrigação e pelas decisões de manejo adotadas pelos produtores.

O Mato Grosso, principal estado produtor, concentra a maior redução de área. Já Bahia e Mato Grosso devem registrar produtividades recordes.

Mato Grosso reduz área, mas supera expectativa

No Mato Grosso, a área cultivada com algodão recuou 9,4%, para cerca de 1,42 milhão de hectares. Segundo a Agroconsult, a redução foi principalmente uma decisão econômica dos produtores, diante dos preços do algodão e da maior atratividade e liquidez do milho na segunda safra.

A retração ocorreu em diferentes regiões do estado, com maior intensidade no Vale do Araguaia e no Médio-Norte.

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Apesar da menor área, a produtividade deve alcançar 337 arrobas de algodão em caroço por hectare, um novo recorde estadual, de acordo com a estimativa da Agroconsult. A produção de pluma está projetada em aproximadamente 3 milhões de toneladas.

O desempenho das lavouras foi favorecido pelo clima. Embora o plantio tenha começado mais tarde, houve aceleração na segunda quinzena de janeiro. As chuvas registradas em abril, maio e junho contribuíram para o desenvolvimento das plantas em grande parte do estado.

As equipes do Rally da Safra percorreram regiões do Sudeste, Médio-Norte e Oeste, passando por municípios como Rondonópolis, Primavera do Leste, Campo Verde, Cuiabá, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Campos de Júlio. As visitas cobriram cerca de 59,2% da área plantada com algodão no estado.

Bahia amplia irrigação e também deve ter recorde

Na Bahia, a área plantada ficou praticamente estável, em aproximadamente 425,7 mil hectares, alta de 0,2% em relação à safra passada.

O destaque, porém, está na mudança do perfil das lavouras. A área de sequeiro caiu 7%, enquanto a irrigada cresceu 12%. Com isso, a participação da irrigação passou de 39% para 44% da área cultivada.

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A produção de algodão em pluma no estado está estimada em 982 mil toneladas, aumento de 23,2% em relação à temporada anterior. A produtividade de algodão em caroço deve chegar a 368 arrobas por hectare, segundo a Agroconsult, configurando um recorde estadual.

As equipes percorreram o Oeste da Bahia, incluindo Correntina, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Barreiras. As visitas representaram 36,4% da área plantada no estado.

O clima também foi determinante para o resultado. As lavouras de sequeiro, plantadas até dezembro, tiveram desempenho superior ao das áreas irrigadas, implantadas entre janeiro e fevereiro.

De forma geral, as lavouras baianas apresentaram bons resultados tanto em produtividade quanto em qualidade, superando as expectativas iniciais.

Beneficiamento ainda pode alterar números

Apesar das estimativas positivas, a produção final ainda depende do avanço do beneficiamento. Até 3 de setembro, apenas 35% da pluma havia sido beneficiada.

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Segundo Heloisa Melo, sócia-diretora da Agroconsult e coordenadora da Etapa Algodão do Rally da Safra, a redução da área não deve resultar em queda da produção.

“Estamos diante de uma safra em que a redução da área não significa uma queda na produção. Observamos em campo um ganho importante de produtividade, resultado da combinação entre clima, tecnologia e manejo.”

Ela ressalta, porém, que os números ainda exigem cautela, já que cerca de dois terços da safra permanecem em processo de beneficiamento.

O excesso de chuvas também é um ponto de atenção em algumas regiões. Precipitações tardias afetaram pontualmente a qualidade visual da fibra, com redução de brilho e brancura. A umidade prolongada ainda atrasou a dessecação e aumentou a presença de impurezas no beneficiamento.

Caruru preocupa produtores

Entre os desafios tecnológicos identificados durante as visitas de campo está o avanço do caruru, principalmente no oeste de Mato Grosso.

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A preocupação pode aumentar nas próximas safras, já que há registros pontuais da planta daninha também em outras regiões produtoras, como a Bahia.

Para a safra 2026/27, a expectativa é de maior adoção de tecnologias e variedades que ampliem as alternativas de controle de plantas daninhas resistentes. O manejo da sucessão com a soja também deve ganhar atenção.

Brasil amplia espaço no mercado mundial

O desempenho de Mato Grosso e Bahia reforça a importância do Brasil no mercado internacional de algodão.

Na safra 2025/26, Mato Grosso aparece como o terceiro maior produtor mundial, à frente dos Estados Unidos. A Bahia também voltou a superar a Austrália em produção, movimento que havia ocorrido em 2019/20, quando o país registrou uma das maiores quebras de safra de sua história.

Para Heloisa Melo, o aumento da oferta brasileira ocorre em um momento de desafios na produção de outros países.

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“Para o produtor, ganhos de produtividade e qualidade permanecem fundamentais para ampliar a competitividade internacional e capturar oportunidades em um mercado bastante disputado.”

A Etapa Algodão do Rally da Safra foi realizada pela segunda vez em 2026. A iniciativa amplia o trabalho acumulado em 23 anos de atividades, período em que as equipes percorreram cerca de 1,5 milhão de quilômetros e avaliaram 35 mil lavouras de soja e milho.

*Com informações da assessoria de imprensa

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