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9 de julho de 2026

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Com foco no período de estiagem, CEDIF-MT formata cinturão de proteção para os biomas

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Planejamento antecipa a liberação de recursos para conter focos de calor antes do avanço da fumaça no interior

O Governo de Mato Grosso lança nesta segunda-feira (25.5), às 10h30, na Sala de Reuniões Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, o Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais para o ano de 2026.

O plano contempla recursos financeiros para a adoção de medidas voltadas à gestão, monitoramento, responsabilização, fiscalização, prevenção e combate, proteção da fauna e comunicação.

O planejamento foi elaborado pelo Comitê Estratégico para Combate ao Desmatamento Ilegal, Exploração Florestal Ilegal e Incêndios Florestais no Estado de Mato Grosso (CEDIF-MT).

Com Assessoria 

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Sefaz e MTI barram ataque hacker ao sistema financeiro de MT e evitam rombo aos cofres

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Ordem de pagamento atípica foi identificada e bloqueada antes de gerar prejuízo. Polícia Civil já investiga a tentativa de fraude no sistema estadual

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a Empresa Matogrossense de Tecnologia da Informação (MTI) identificaram uma tentativa de invasão aos sistemas financeiros do Estado, no último dia 28 de junho. A Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) da Polícia Civil foi acionada e já está investigando o caso.

Na ocasião, as equipes da Sefaz e MTI encontraram uma ordem de pagamento atípica, encaminhada à instituição bancária no mesmo dia, e a bloquearam imediatamente. Ou seja, a ação foi contida na origem e não gerou nenhum tipo de perda financeira ou ônus ao erário do Estado.

É importante destacar que o ponto de vulnerabilidade utilizado na tentativa de fraude foi prontamente desativado, e os ambientes do Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado (Fiplan) foram isolados, revisados e reconfigurados mantendo os padrões internacionais de segurança. O sistema opera em ambiente seguro e monitorado, garantindo a continuidade do processamento financeiro e das atividades do Estado com total estabilidade.

As equipes técnicas da MTI e da Sefaz permanecem atuando de forma ininterrupta no monitoramento preventivo de todo o ecossistema digital corporativo do Estado.

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Agro Mato Grosso

Expoagro projeta movimentar mais de R$ 20 milhões em leilões MT

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A 58ª Expoagro deve movimentar mais de R$ 20 milhões apenas em leilões de animais durante os dez dias de programação, entre 10 e 19 de julho, no Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro, em Cuiabá. O evento também deve gerar mais de 2 mil empregos diretos e indiretos e aquecer diferentes segmentos da economia da capital.

O impacto econômico se espalha por toda a cidade, beneficiando hotéis, bares, restaurantes, comércio, fornecedores, empresas de transporte, motoristas de aplicativo e prestadores de serviços. Pela abrangência da cadeia produtiva envolvida, a organização considera difícil mensurar toda a movimentação financeira gerada pela feira.

Dentro do parque, a programação contará com quatro leilões, incluindo animais de corte, Nelore PO e Cavalo Pantaneiro. A expectativa é superar R$ 20 milhões em comercialização, consolidando a Expoagro como uma das principais vitrines de negócios da pecuária mato-grossense.

Para o presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Celso Nogueira, os reflexos econômicos da Expoagro alcançam muito mais do que o parque de exposições.

“Toda a cidade se movimenta. São hotéis, bares, restaurantes, taxistas, motoristas de aplicativo, empresas de bebidas, fornecedores e prestadores de serviços. Temos mais de 2 mil pessoas trabalhando direta e indiretamente e quatro leilões que devem movimentar mais de R$ 20 milhões em animais. A Expoagro gera negócios dentro do parque, mas o reflexo econômico vai muito além dele”, destaca.

Neste ano, a feira terá portões abertos durante todos os dias de programação, com entrada mediante a doação de 1 kg de alimentos não perecíveis, destinados a instituições beneficentes. A programação inclui exposição pecuária, feira de produtores locais, máquinas e equipamentos agrícolas, vitrine tecnológica, fóruns técnicos, rodeio, atrações infantis e shows nacionais.

Fonte: Sindicato Rural de Cuiabá

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Agro Mato Grosso

Cesta básica mais cara do País; Cuiabá assume o posto de 2ª mais alta I MT

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O trabalhador brasileiro continua enfrentando uma dura realidade na hora de passar as compras no caixa do supermercado. No último mês de junho, o preço da cesta básica subiu em 17 capitais do país, impulsionado por vilões bem conhecidos do prato feito: o feijão, o arroz, a carne e o leite.

A alta não é um movimento isolado. No acumulado dos primeiros seis meses de 2026, absolutamente todas as capitais pesquisadas registraram inflação nos alimentos essenciais. Para quem vive em Cuiabá, o impacto é ainda mais profundo: a capital mato-grossense consolidou-se com o segundo custo de vida alimentar mais alto de toda a nação.

Para entender como a inflação dos alimentos afetou o seu bolso no último mês, confira os principais dados do levantamento do Dieese e da Conab:

  • As maiores altas de junho: Boa Vista liderou o ranking de aumento (+3,28%), seguida de perto por Palmas (+3,01%), Rio Branco (+2,20%) e Porto Alegre (+2,18%).
  • Onde o bolso respirou: João Pessoa teve a queda mais expressiva (-3,97%), acompanhada por Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).
  • O acumulado do ano: Em apenas seis meses, as altas acumuladas nas capitais variam de 4,02% (em São Luís) até assustadores 21,48% (em Fortaleza).

Onde a cesta básica pesa mais (e menos) no bolso

A liderança do ranking das cidades com os alimentos mais caros permanece na região Centro-Sul, enquanto o Nordeste concentra os valores mais baixos devido à diferença na composição dos produtos locais.

As capitais com as cestas mais caras:

  • São Paulo: R$ 965,47
  • Cuiabá: R$ 937,93
  • Rio de Janeiro: R$ 920,94
  • Florianópolis: R$ 918,42

As capitais com as cestas mais baratas:

  • Aracaju: R$ 630,40
  • São Luís: R$ 654,73
  • Maceió: R$ 671,41
  • Natal: R$ 686,07

Por que a comida subiu tanto?

O grande culpado pelo aumento generalizado foi o feijão, que encareceu em todas as cidades. Os técnicos explicam que dois fatores principais causaram esse cenário: os produtores reduziram a área de plantio da leguminosa e o clima adverso prejudicou tanto a primeira quanto a segunda safra do grão, diminuindo a oferta nos mercados.

A conta não fecha: O salário mínimo ideal

Diante do preço abusivo da alimentação básica, o Dieese calculou o tamanho do abismo entre o poder de compra real do brasileiro e o que determina a Constituição (garantir alimentação, moradia, saúde, educação, lazer e transporte).

  • Salário mínimo atual: R$ 1.621
  • Salário mínimo ideal para junho: R$ 8.110,92 (um valor 5 vezes maior do que o piso pago hoje no país).

*Sob supervisão de Gene Lannes

Fonte: Agência Brasil

 

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