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Sustentabilidade

Massey Ferguson celebra 65 anos no Brasil com nova geração de máquinas e tecnologias – MAIS SOJA

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A Massey Ferguson celebra 65 anos de atuação no Brasil em 2026, consolidando uma trajetória marcada pela contribuição direta à transformação e modernização da agricultura nacional. Ao longo dessas mais de seis décadas, a marca acompanhou e impulsionou a evolução do campo, desde a chegada das primeiras tecnologias de mecanização até a atual era digital.

A história da Massey Ferguson no país está diretamente ligada a marcos importantes do agronegócio brasileiro. Ainda antes de instalar sua primeira fábrica no Brasil, em 1961, a marca participou da primeira colheita mecanizada do país, em 1939, abrindo caminho para a modernização das operações agrícolas. Na década de 1960, lançou o MF 50, um dos primeiros tratores produzidos no país, que se tornou símbolo da mecanização no campo.

A empresa esteve presente em momentos decisivos, como o avanço do sistema de plantio direto e a evolução da agricultura de precisão. Na década de 1970, alcançou recordes de produção e consolidou modelos que se tornaram referência entre os produtores. Mais recentemente, passou a integrar soluções digitais e conectadas às operações, ampliando o uso de dados na tomada de decisão no campo.

A Massey Ferguson acumulou mais de 175 anos de experiência global na produção para a indústria agrícola e celebra 65 anos de Brasil este ano. Em sua trajetória, construiu uma relação próxima com o agricultor brasileiro, oferecendo soluções práticas, confiáveis e adaptadas às diferentes realidades do campo. “Celebrar 65 anos no Brasil é enaltecer a evolução da agricultura e o papel do produtor nesse processo. Seguimos desenvolvendo soluções alinhadas às necessidades do campo, com foco em eficiência operacional, simplicidade e sustentabilidade e reforçamos nosso compromisso com o futuro da agricultura, por meio de tecnologias que ampliam a produtividade, reduzem custos e contribuem para um sistema produtivo mais sustentável”, afirma Breno Cavalcanti, diretor de Marketing da Massey Ferguson.

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Com mais de 400 lojas distribuídas pela América Latina, das quais mais de 200 no Brasil, a marca conta com uma rede de concessionárias sólida e amplamente consolidada, além de ocupar posição de destaque como exportadora de máquinas agrícolas.

As fábricas na América Latina ficam localizadas no Brasil – em Canoas/RS (tratores), Santa Rosa/RS (colheitadeiras), Ibirubá/RS (plantadeiras e implementos), Mogi das Cruzes/SP (tratores, motores, pulverizadores e laboratório de controle de emissões), sendo em Jundiaí/SP o Centro de Excelência de Transmissões Reman, o AGCO Experience Center e a unidade da AGCO Academy. Na Argentina, General Rodriguez/BUE (tratores, colheitadeiras e motores) e em Haedo, onde está localizado o Centro de Distribuição de Peças. No México, a fábrica de tratores está localizada em Querétaro, na região central do país.

Futuro do agro 

Com foco na próxima etapa da agricultura, a Massey Ferguson apresenta, em 2026, um conjunto de 11 lançamentos que refletem a evolução das operações no campo, cada vez mais orientadas por dados, automação e eficiência no uso de recursos. As novidades reforçam a estratégia da marca de integrar máquinas, tecnologia e serviços em um ecossistema conectado.

Entre os destaques está o trator MF 9S, que representa uma nova geração de máquinas de alta potência no Brasil, com modelos de até 425 cv. Equipado com recursos de automação, como piloto automático e telemetria, o modelo amplia o controle das operações, reduz falhas e contribui para o melhor aproveitamento das janelas de trabalho.

No plantio, a plantadeira Momentum, nas versões de 30 e 40 linhas, integra esse pacote de inovações com tecnologias de distribuição inteligente de peso e controle de insumos, que garantem maior uniformidade na emergência e ganhos reais de produtividade. O equipamento também traz avanços logísticos, permitindo transporte sem desmontagem e reduzindo o tempo de deslocamento entre áreas.

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A digitalização do campo é representada pela plataforma digital FarmENGAGE, desenvolvida pela PTx, que permite a gestão integrada da operação agrícola em tempo real, reunindo dados de máquinas de diferentes marcas em um único ambiente. A solução amplia a capacidade de análise do produtor e contribui para decisões mais eficientes ao longo de todo o ciclo produtivo.

Para a colheita, a série MF 9005S traz melhorias voltadas à qualidade do grão e à conservação do solo, com sistemas que garantem melhor fragmentação e distribuição da palha, favorecendo o plantio direto e contribuindo para a manutenção da umidade e da estrutura do solo.

Outro avanço relevante é o motor a etanol, desenvolvido no Brasil, que integra a estratégia de sustentabilidade da marca ao oferecer uma alternativa para redução de custos operacionais e emissões de carbono, além de ampliar a autonomia energética do produtor.

O portfólio de lançamentos inclui ainda a ampliação das linhas de tratores MF 5M e MF 6M, com acesso a tecnologias de agricultura de precisão, e soluções versáteis como o MF 3700, voltado a diferentes perfis de produção. 

Sobre a Massey Ferguson

A Massey Ferguson, marca pertencente ao grupo AGCO, acumulou mais de 175 anos de experiência global na produção para a indústria agrícola. É a maior exportadora de máquinas agrícolas da América Latina e referência no mercado brasileiro há seis décadas. Os tratores, colheitadeiras, plantadeiras, implementos, pulverizadores, enfardadoras e produtos e serviços de agricultura de precisão Massey Ferguson são comercializados para mais de 80 países, principalmente África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bolívia, Chile e Paraguai. As fábricas na América do Sul ficam localizadas no Brasil – em Canoas/RS (tratores), Santa Rosa/RS (colheitadeiras), Ibirubá/RS (plantadeiras e implementos), Mogi das Cruzes/SP (tratores, motores, pulverizadores e laboratório de controle de emissões) e também na Argentina, General Rodriguez/BUE (tratores, colheitadeiras e motores). Possui uma extensa e estabelecida rede de concessionárias no Brasil, com mais de 200 lojas. Mais informações clicando aqui.

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Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.  

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Adubação com Enxofre pode contribuir para o aumento de nódulos da Fixação Biológica de Nitrogênio em soja – MAIS SOJA

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A fixação biológica de Nitrogênio (FBN) é a forma mais eficiente, sustentável e econômica de fornecer o Nitrogênio (N) necessário para boas produtividades de soja. No entanto, a eficiência da FBN e sua capacidade em suprir todo o N demandado pela soja depende de uma série de fatores, dentre eles, o número de nódulos viáveis da FBN por planta.

Estudos científicos indicam que o pH do solo é um dos principais fatores que regulam a nodulação da soja, influenciando diretamente a quantidade e a eficiência dos nódulos. Em geral, solos ácidos reduzem o número e a massa nodular, resultando em menor fixação biológica de nitrogênio (Alves et al., 2021). Além do pH, fatores como temperatura do solo, qualidade do inoculante, uso de determinados herbicidas e o desequilíbrio nutricional também interferem nesse processo.

Enxofre e a nodulação da soja

De acordo com Deak (2020), o Enxofre é essencial para a nodulação, pois participa da síntese de compostos que estimulam a formação de nódulos. Sua deficiência reduz e atrasa a nodulação em leguminosas, além de comprometer a atividade da nitrogenase pela menor síntese dos aminoácidos cisteína e metionina. Nódulos deficientes em S apresentam menores teores de leghemoglobina, glicose, ATP e ferredoxina, o que limita o suprimento de oxigênio e energia, reduzindo a eficiência da fixação biológica de nitrogênio.

Avaliando a relação da adubação com enxofre com a inoculação e a coinoculação sobre a nodulação, produtividade e qualidade de grãos de soja durante as safras 2017/18 e 2018/19 em Santa maria e Augusto Pestana (RS) Deak (2020) observou que a adubação com S-elementar, associada a coinoculação da soja, pode beneficiar a nodulação das plantas, promovendo uma maior nodulação, acúmulo de matéria seca das plantas, produtividade e qualidade dos grãos de soja. O estudo foi composto por três formas de inoculação [Testemunha (não inoculado), Inoculação com Bradyrhizobium spp., e Coinoculação com Bradyrhizobium spp. + Azospirillum brasilense] com quatro doses de S (0, 20, 40 e 60 kg ha-1).

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De acordo com os resultados obtidos por Deak (2020), o número de nódulo (NN) foi influenciado pelas doses de S e a utilização do Enxofre promoveu incremento no NN em todos os experimentos analisados. Na safra 2017/18, em Santa Maria, a máxima nodulação foi obtida com 31 kg ha⁻¹ de S (+36%), havendo redução em doses acima de 40 kg ha⁻¹, possivelmente devido à acidificação do solo e menor disponibilidade de sulfato. Nos demais experimentos (Augusto Pestana, 2017/18; Santa Maria 2018/19 e Augusto Pestana, 2018/19), a resposta foi crescente até 60 kg ha⁻¹ de S, com incrementos de 27% a 46% no número de nódulos por planta.

Figura 1. Número de Nódulos (NN) em função doses de enxofre (0, 20, 40 e 60 kg ha-1) em: A – Santa Maria (2017/18); B – Augusto Pestana (2017/18); C – Santa Maria (2018/19) e D – Augusto Pestana (2018/19).
Adaptado: Deak (2020)

Apesar das variações entre safras e locais de cultivo, os resultados de Deak (2020) indicam que a adubação com enxofre favorece a nodulação da soja. Os efeitos positivos são mais evidentes com doses entre 20 e 40 kg ha⁻¹ de S, especialmente quando associadas à coinoculação, podendo inclusive refletir em ganhos de produtividade. Embora sejam necessários mais estudos para quantificar esses efeitos em diferentes condições, o trabalho evidencia o potencial do enxofre em atuar de forma sinérgica na melhoria da nodulação. Confira o trabalho completo desenvolvido por Deak (2020) clicando aqui!

Referências:

ALVES, L. A. BIOLOGICAL N2 FIXATION BY SOYBEANS GROWN WITH OR WITHOUT LIMING ON ACID SOILS IN A NO-TILL INTEGRATED CROP-LIVESTOCK SYSTEM. Soil and Tillage Research, 2021. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0167198720307054 >, acesso em: 27/04/2026.

DEAK, E. A. ADUBAÇÃO COM ENXOFRE E COINOCULAÇÃO NA CULTURA DA SOJA: PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DE GRÃOS. Tese de Doutorado, Universidade Federal de Santa Maria, 2020. Disponível em: < https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/23187/TES_PPGAGRONOMIA_2020_DEAK_EVANDRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y >, acesso em: 27/04/2026.

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Sustentabilidade

Maio será chuvoso? Início do mês terá precipitações de até 200 mm e tempo seco em algumas regiões; saiba onde

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Foto: Pixabay

A previsão do tempo para os próximos dias indica um contraste importante nas condições climáticas em diferentes regiões do Brasil. Entre 28 de abril e 2 de maio, o tempo firme se estabelece sobre o Brasil central, abrangendo desde o centro-norte de São Paulo até o sul do Maranhão. Essa condição é caracterizada pela ausência de chuvas, favorecendo dias mais abertos e secos.

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Por outro lado, os maiores volumes de chuva se concentram no Norte do país e avançam até áreas do Norte do Nordeste. Estados como Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte e regiões do Maranhão devem registrar precipitações mais intensas ao longo desse período. Nessas localidades, a presença de instabilidades mantém o tempo carregado, com pancadas frequentes e acumulados elevados.

Sambaíba (MA)

No Maranhão, o cenário apresenta variações importantes. Em Sambaíba, por exemplo, onde ainda há áreas de soja em fase de colheita, a previsão indica ausência de chuvas não apenas nos próximos cinco dias, mas também ao longo dos próximos 30 dias. Essa condição favorece diretamente os trabalhos no campo, permitindo o avanço das operações de colheita sem interrupções. Em contrapartida, o solo mais seco pode prejudicar o desenvolvimento de culturas que ainda dependem de umidade.

3 a 7 de maio

Já no período entre 3 e 7 de maio, o padrão se mantém semelhante, com destaque para chuvas ainda mais intensas na região Norte. O norte do Amazonas pode registrar acumulados superiores a 200 mm, indicando um cenário de precipitações volumosas. O Pará e o norte do Maranhão também seguem com previsão de chuvas.

Enquanto isso, a região Centro-Oeste permanece com chuvas mais irregulares e volumes reduzidos, reforçando a tendência de tempo mais seco.

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Sustentabilidade

Registros de emissão de CPR chegam a R$ 560 bilhões em março – MAIS SOJA

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Os registros de emissão de Cédula de Produto Rural (CPR) alcançaram R$ 560 bilhões em março, resultado 17% superior ao verificado no mesmo mês do ano passado. Foram R$ 35 bilhões em cédulas emitidas, frente a R$ 30 bilhões registrados em março de 2025. Considerando o estoque total, o volume chegou a 402 mil cédulas.

Os dados constam no Boletim de Finanças Privadas do Agro, elaborado mensalmente pelo Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

No acumulado da safra atual, de julho de 2025 a março de 2026, o valor registrado apresentou retração de 5%, passando de R$ 299 bilhões na temporada anterior para R$ 283 bilhões na atual, considerando o mesmo período de comparação.

Registros de emissão de CPR chegam a R$ 560 bilhões em março

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) alcançaram estoque de R$ 583 bilhões em março, valor 6% superior ao registrado há um ano. Desse montante, no mínimo 60% deve ser obrigatoriamente reaplicado pelas instituições financeiras emissoras no financiamento rural.

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Em março, o valor total a ser reaplicado foi de R$ 350 bilhões, crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2025. Desse total, ao menos 45% deve ser destinado obrigatoriamente ao crédito rural, alcançando R$ 157 bilhões no período analisado.

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentou crescimento de 15% no valor dos estoques nos últimos 12 meses, demonstrando o bom desempenho do título ao longo da série histórica.

No caso dos Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), houve recuo de 8% no valor do estoque em março, na comparação com o ano anterior, totalizando R$ 35 bilhões. O resultado ainda reflete o crescimento momentâneo e extraordinário ocorrido em agosto de 2024, revertido gradualmente nos meses seguintes.

Outro destaque de março foram os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro), cuja atualização de dados foi retomada em dezembro, após breve interrupção. Em março, o patrimônio líquido dos Fiagro alcançou R$ 56 bilhões, alta de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, 221 fundos operavam regularmente, número 60% superior ao registrado em igual intervalo de 2025.

Para mais informações, acesse a publicação completa.

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Fonte: MAPA


FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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