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15 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Preços do milho pouco alterados no Brasil com foco no clima para a safrinha – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho teve uma semana de movimentação lenta, com o feriado na terça-feira ainda atrapalhando. As cotações ficaram pouco alteradas na maior parte das regiões. O dólar em patamares mais baixos complica ainda o andamento das exportações nos portos.

Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, o mercado mantém-se com o foco no clima para a safrinha, sobretudo em Goiás e Minas Gerais, com atenções para as chuvas.

Nesta quinta-feira, no Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 65,00/69,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 64,50/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 62,00/63,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 61,00/64,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 66,00/67,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 58,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/59,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 49,00/53,00 a saca em Rondonópolis.

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 82,850 milhões em abril até o momento (12 dias úteis), com média diária de US$ 6,904 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 326,803 mil toneladas, com média de 27,233 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 253,5.

Em relação a abril de 2025, houve alta de 184,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 205,4% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 6,8% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Autor/Fonte: Lessandro Carvalho – lessandro@safras.com.br (Safras News)

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Agro Mato Grosso

Syngenta leva inovações para os desafios da cotonicultura no 15º Congresso do Algodão

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Companhia destaca portfólio completo e reforça parcerias em prol da qualidade e sustentabilidade da fibra brasileira

A Syngenta participa da 15ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva da fibra no País, que acontece entre os dias 22 e 24 de setembro, em Belo Horizonte (MG). Durante o evento, a companhia apresentará soluções voltadas aos principais desafios da cotonicultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade das lavouras brasileiras.

 

Entre os destaques está o lançamento de INVENCIS®, inseticida de última geração desenvolvido para o controle do bicudo-do-algodoeiro, considerada a principal praga da cultura. A solução também oferece alta eficácia no manejo de ácaros, tripes e lagartas, contribuindo para um manejo integrado mais eficiente e sustentável. A empresa também destaca VICTRATO®, tratamento de sementes baseado na incomparável tecnologia TYMIRIUM®, que protege as lavouras contra doenças de solo e foliares e contra todos os nematoides, preservando o potencial produtivo da cultura.

 

O portfólio apresentado no congresso inclui ainda soluções biológicas, como o bioativador YIELDON™, desenvolvido para potencializar a produtividade e apoiar o desenvolvimento das culturas em fases estratégicas. Combinando inovação química, biológica e digital, a Syngenta reforça sua atuação como parceira do produtor na construção de sistemas agrícolas mais resilientes e competitivos.

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“O Congresso Brasileiro do Algodão é um dos momentos mais importantes para o setor, pois reúne produtores, pesquisadores, empresas e lideranças que ajudam a construir o futuro da cotonicultura nacional. Para a Syngenta, estar presente nesse encontro é uma oportunidade de apresentar tecnologias que respondem aos desafios atuais do campo e que contribuem para elevar os padrões de produtividade, qualidade e sustentabilidade da fibra brasileira”, afirma Rafael Borba, Gerente de Marketing Algodão da Syngenta.

 

“Nosso compromisso vai além da oferta de soluções. Trabalhamos lado a lado com o produtor rural e com entidades representativas do setor para fortalecer toda a cadeia do algodão. Essa parceria de longo prazo nos permite apoiar o desenvolvimento de uma produção cada vez mais eficiente, rentável e alinhada às demandas dos mercados globais, consolidando o protagonismo do algodão brasileiro no cenário internacional”, completa o executivo.

 

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Preocupação com qualidade sustenta preços no Brasil – MAIS SOJA

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Com o excesso de chuvas em regiões produtoras de trigo do Sul e do Sudeste do Brasil, triticultores têm se concentrado no manejo das lavouras, atentos aos possíveis impactos da umidade na qualidade dos grãos.

Segundo o Cepea, o cenário ocorre em meio ao avanço da maturação e da colheita em algumas regiões, o que aumenta as preocupações quanto ao rendimento e ao PH, além da possibilidade de doenças associadas à elevada umidade, fatores que contribuem para sustentar os preços no mercado doméstico.

Fonte: Cepea



FONTE
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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Algodão/IMEA: Avanço da colheita nos EUA, fim da safra em MT e queda nas cotações – MAIS SOJA

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A colheita de algodão nos EUA atingiu 8,00% da área até 13/09, igualando a média dos últimos cinco anos e ficando 1,00 p.p. menor ao mesmo período da safra passada. Entre os estados, os maiores avanços são concentrados no Texas e Arizona apresentando 21,00% e 37,00% da área colhida, respectivamente.

Apesar do ritmo adiantado, nesse período, as condições das lavouras seguem bastante heterogêneas entre as principais regiões produtoras. No Texas, apenas 18,00% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes, enquanto no Arizona esse percentual alcançou 97,00%. Esse contraste evidencia a diferença nas condições das lavouras entre regiões. No Sul das Grandes Planícies, importante região produtora de algodão nos EUA, o clima quente e seco tem reduzido a umidade do solo e elevado o estresse hídrico das lavouras, podendo limitar o potencial produtivo à medida que a colheita avança, cenário que já encontra respaldo na projeção do USDA, que aponta redução na produção nos EUA.

Confira os principais destaques do boletim:

  • FINALIZAÇÃO: a colheita do algodão foi encerrada em Mato Grosso, com o avanço semanal de 1,43 p.p.,ficando acima em 0,50 p.p. em relação ao mesmo período da safra passada.
  • QUEDA: o preço da pluma em MT, registrou queda de 0,37% na última semana, pressionado pela maior oferta de fibra no mercado interno após a conclusão da colheita.
  • DESVALORIZAÇÃO: no comparativo semanal, o contrato dez/26, na bolsa de NY, apresentou uma queda de 2,73%, ficando cotado na média de ¢ US$ 86,84/lb.
Na última sexta-feira, o USDA divulgou a estimativa de Oferta e Demanda mundial de algodão para a safra 2026/27 para set/26.

Pelo lado da oferta, a produção global foi projetada em 25,54 mi de t, queda de 3,80% ante 25/26, puxada principalmente pela redução da produção nos Estados Unidos, Turquia e Paquistão. Nos EUA, a produção deve recuar 5,01%, para 2,87 mi de t, refletindo a menor produtividade projetada.

Entre os principais produtores, a Índia avançou 0,84%, para 5,23 mi de t, reforçando a expectativa de uma boa safra e contribuindo para limitar a retração da produção global. Pelo lado da demanda, o consumo foi estimado em 26,76 mi de t, alta de 1,48%, superando a produção projetada em cerca de 1,22 mi de t. No comércio, as exportações devem alcançar 9,63 mi de t, acompanhando a necessidade de abastecimento dos mercados. Com a produção abaixo do consumo, os estoques finais devem recuar 7,23%, para 15,21 mi de t, indicando um balanço mundial apertado.

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Fonte: IMEA



 

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Agro MT