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Projeto leva alunos de escola rural para visita técnica à cadeia de exportação de café em Varginha


Alunos do 1º e do 3º anos do ensino médio da Escola Estadual da Fazenda Bela Vista, localizada na zona rural de Varginha (MG), participaram, nesta quarta-feira (16), de uma visita técnica à unidade Princesa da NKG Stockler. A atividade integra o projeto “Vivenciando a Prática: Café”, conduzido pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), pela NKG Stockler e pela associação De Olho no Material Escolar. O objetivo foi apresentar etapas da cadeia do café ligadas à exportação, além da produção no campo.
Durante a programação, os estudantes acompanharam apresentações sobre a atuação da NKG Stockler no Brasil e no exterior, incluindo operações e fazendas em países como México e Uganda. Também foram abordados temas como sustentabilidade, comercialização, rastreabilidade e certificações adotadas pela empresa.
A agenda incluiu conteúdos sobre o programa NKG Verified, voltado a boas práticas e rastreabilidade, e sobre a atuação técnica da empresa junto aos produtores. No setor de classificação, os alunos conheceram procedimentos de avaliação física e sensorial dos grãos. Em seguida, participaram de degustação de cafés com diferentes perfis de qualidade para observar a relação entre características do fruto e atributos da bebida.
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A iniciativa também apresentou áreas profissionais ligadas ao setor cafeeiro, como jurídico, logística, agronomia, mecânica e rastreabilidade. Segundo as instituições envolvidas, a escolha de uma escola da zona rural buscou ampliar a compreensão de estudantes já vinculados à cafeicultura sobre etapas da cadeia após a porteira. O número de alunos participantes não foi informado no material divulgado.
Na próxima semana, está prevista uma nova visita à NKG Stockler, encerrando a primeira etapa do projeto. No segundo semestre, será realizado um concurso de redação com o tema “Porque eu quero trabalhar com o café”, com premiação para os três melhores textos e seus professores orientadores.
A proposta do projeto é aproximar estudantes do meio rural de processos técnicos e operacionais da cadeia exportadora do café, incluindo classificação, qualidade, sustentabilidade e rastreabilidade. A próxima fase prevista pelas entidades é a consolidação das atividades educacionais com a etapa de premiação no segundo semestre.
Fonte: cecafe.com.br
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Conab entrega colheitadeira a comunidade rural de Vianópolis pelo Programa Arroz da Gente


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio da Superintendência Regional de Goiás (Sureg/GO), participou na terça-feira (22) da entrega de uma colheitadeira à Comunidade de Santa Rita, em Vianópolis (GO). A ação integra o Programa Arroz da Gente, iniciativa do Governo Federal voltada ao estímulo da produção de arroz pela agricultura familiar, com foco em diversificação produtiva e segurança alimentar.
Segundo a Conab, a entrega do equipamento busca dar suporte à etapa de colheita, considerada uma das fases mais sensíveis do ciclo produtivo por concentrar demanda de mão de obra, necessidade de agilidade operacional e risco de perdas no campo. Em sistemas familiares, a mecanização dessa etapa tende a reduzir o tempo de retirada do produto, melhorar a padronização do processo e ampliar a autonomia das comunidades atendidas.
Participaram da agenda o superintendente regional da Conab em Goiás, Luiz Carlos do Nascimento, os assistentes técnicos do programa nos Territórios da Estrada de Ferro, Luiz Carlos e Evandro Nesello, além do ponto focal do programa da Conab no estado, Assis Xavier. Também estiveram presentes autoridades locais, representantes de instituições ligadas ao setor agrícola e famílias cadastradas na iniciativa.
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Na descrição oficial, o Programa Arroz da Gente tem como objetivo incentivar o cultivo de arroz pela agricultura familiar, diversificar a produção e fortalecer a oferta de alimentos. Nesse contexto, a incorporação de máquinas à rotina produtiva pode reduzir a dependência de serviços terceirizados e melhorar as condições de trabalho na colheita.
A Conab não informou, até o momento, o número de famílias diretamente atendidas, a capacidade operacional da colheitadeira nem a área prevista para atendimento no município. Sem esses dados, não é possível dimensionar em números o ganho potencial de produtividade da iniciativa.
Do ponto de vista técnico, o efeito prático da entrega dependerá da organização do uso do equipamento, da área efetivamente colhida e da continuidade da assistência às famílias participantes do programa no município.
Fonte: gov.br
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Plano Safra deve ser mais robusto e ampliar recursos ao agro, diz ministro da Agricultura

O ministro da Agricultura, André de Paula, afirmou que o governo federal trabalha para lançar um Plano Safra 2026/27 mais robusto, com aumento no volume de recursos e foco em atender as demandas do setor produtivo.
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Em entrevista ao Canal Rural, durante a feira Brasil na Mesa, na sede da Embrapa Cerrado em Brasilía, ele destacou que a construção do plano envolve diferentes áreas do governo e deve considerar os desafios atuais, como crédito rural e impactos do cenário internacional.
“A determinação é avançar com um plano arrojado, que atenda as expectativas do setor e ajude a mitigar efeitos negativos, como os da guerra e das dificuldades de crédito”, afirmou.
Segundo o ministro, o acesso ao crédito continua sendo um dos principais gargalos para o produtor, especialmente para os pequenos.
Ele ressaltou que o desafio não está apenas no volume de recursos, mas também nas condições de financiamento.
“O ponto central é oferecer crédito com juros que viabilizem a participação do produtor. Esse equilíbrio é essencial”, disse.
Embrapa ganha reforço e amplia investimentos
O ministro também destacou o papel estratégico da Embrapa para o desenvolvimento do agro brasileiro.
Ele afirmou que a estatal foi decisiva para transformar o Brasil de importador de alimentos em protagonista global do setor.
Além disso, citou o aumento dos investimentos em pesquisa, que passaram de R$ 167 milhões para R$ 414 milhões, além da inclusão da empresa no PAC, com previsão de R$ 1 bilhão para manutenção da estrutura.
Outro destaque foi a retomada de concursos públicos após 14 anos, com a contratação de novos profissionais para reforçar a capacidade de pesquisa.
Abertura de mercados e cenário internacional
O ministro avaliou que, apesar do cenário global desafiador, o Brasil tem condições de seguir ampliando sua presença no mercado internacional.
Segundo ele, o governo trabalha para garantir competitividade e reduzir impactos de fatores externos, como conflitos geopolíticos, sobre o agronegócio.
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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior. No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. As informações são da governo do estado do Paraná.
Crescimento em comparação a 2025
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
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Soja em grão
Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Farelo de soja
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional, o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas. Houve redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
Exportação de milho
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período deste ano, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento e 9% nas importações em relação a 2025.
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