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17 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Canola de segunda safra pode reduzir as emissões da aviação em até 55% – MAIS SOJA

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Uma avaliação do ciclo de vida do combustível sustentável de aviação (SAF, do inglês Sustainable Aviation Fuel) produzido a partir da canola de segunda safra no Brasil indica potencial de redução de até 55% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), dependendo do cenário de adoção, em comparação com o querosene fóssil Jet-A1. O estudo analisa todas as etapas do processo, desde o cultivo da matéria-prima até o uso final do combustível no avião, abordagem conhecida como Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), que permite compreender os impactos ambientais ao longo de toda a cadeia produtiva.

De acordo com Priscila Sabaini, analista da Embrapa Meio Ambiente, a avaliação mostrou que, em um cenário otimista — considerado hipotético —, a redução das emissões poderia chegar a 55%. Ela destaca, no entanto, que esse percentual representa um potencial máximo, baseado em condições ideais de adoção ainda não viáveis na prática. Atualmente, há limitações técnicas e regulatórias que, por exemplo, restringem a substituição do combustível fóssil tradicional.

Um dos entraves é que, no caso do SAF do tipo HEFA (produzido a partir de óleos e gorduras), a mistura com o querosene de aviação convencional está limitada a cerca de 50%. Isso significa que, mesmo com ampla adoção, ainda não é possível substituir integralmente o combustível para jatos por alternativas sustentáveis.

Dessa forma, os percentuais apresentados devem ser interpretados, segundo Sabaini, como uma estimativa do potencial de mitigação de emissões, e não como um resultado imediato ou garantido. O avanço dependerá de fatores como evolução tecnológica, ampliação da produção de SAF e mudanças nas regulamentações do setor.

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O trabalho de pesquisa é fruto de uma colaboração entre o Laboratório de Energia e Ambiente (LEA), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Mecânicas da Universidade de Brasília, a Embrapa Agroenergia (DF) e a Embrapa Meio Ambiente (SP), e contribui para o debate internacional sobre a descarbonização da aviação.

Cenários considerados

A análise foi conduzida considerando todas as emissões desde a produção da canola até a queima do combustível no avião. Foram utilizados dados reais de produtores brasileiros, representando condições tropicais de cultivo em sistema de segunda safra.

O estudo também inclui a modelagem da rota HEFA (Hydroprocessed Esters and Fatty Acids), tecnologia que transforma óleos vegetais em combustível de aviação por meio de processos de hidrotratamento. A produção de um megajoule (MJ, que equivale a um milhão de joules, unidade de medida de energia) de bioquerosene foi avaliada em três cenários: Jet-A1 fóssil; mistura 50% SAF/50% Jet-A1; e 100% SAF.

A análise dialoga com diretrizes internacionais como o Corsia, programa da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) para a redução e compensação de emissões de CO2 provenientes dos voos internacionais.  O trabalho também dialoga com políticas nacionais de descarbonização, incluindo a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) e a Lei do Combustível do Futuro.

“O setor aéreo precisa de alternativas tecnicamente viáveis para cumprir metas climáticas globais, e o SAF é hoje a principal estratégia de curto e médio prazo. Nosso diferencial foi analisar a canola cultivada como segunda safra no Brasil, em rotação com a soja, sob condições tropicais ainda pouco representadas na literatura internacional”, afirma Giulia Lamas, colaboradora da Embrapa Meio Ambiente e doutoranda da Universidade de Brasília.

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Agricultura ainda concentra emissões

Os resultados indicam que a fase agrícola responde pela maior parcela das emissões no ciclo de vida do SAF de canola. O cultivo contribui com aproximadamente 34,2 g de CO₂ eq./MJ, impulsionado principalmente pela produção de fertilizantes e emissões de óxido nitroso (N₂O) do solo. A etapa de conversão industrial via HEFA contribui com cerca de 12,8 g de CO₂ eq./MJ quando se utiliza hidrogênio de origem fóssil.

“A produção e o uso de fertilizantes, especialmente nitrogenados, representam o principal ponto crítico do sistema, tanto pelas emissões associadas quanto pelos impactos sobre água e ecossistemas”, alerta Alexandre Cardoso, pesquisador da Embrapa Agroenergia. O pesquisador destaca que os bioinsumos são uma excelente opção para diminuir as emissões na produção da canola.

Os impactos associados ao uso de fertilizantes foram classificados em categorias como eutrofização (excesso de nutrientes em ambientes aquáticos que pode causar proliferação de algas e redução do oxigênio na água) e toxicidade humana, indicando que a gestão eficiente de insumos é determinante para o desempenho ambiental do combustível.

“A análise evidencia que a sustentabilidade do SAF depende tanto de avanços industriais quanto de melhorias nas práticas agronômicas”, complementa o professor da UnB Edgar Amaral Silveira, orientador e coautor do estudo.

Hidrogênio verde é determinante

O estudo mostra que a origem do hidrogênio utilizado na produção do combustível é um fator decisivo para o desempenho ambiental.

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Quando o hidrogênio de origem fóssil é substituído por hidrogênio produzido a partir de energia renovável, como solar e eólica, há uma redução expressiva (variando entre 86 e 94%) das emissões na etapa industrial. Em cenários mais avançados, com integração de hidrogênio de baixo carbono, as emissões totais do combustível podem ser significativamente menores em comparação com o querosene fóssil.

“A integração entre bioenergia e hidrogênio renovável pode reduzir de forma importante a intensidade de carbono dos combustíveis de aviação”, destaca Silveira.

Uso da terra e especificidades brasileiras

O estudo também indica redução no uso de recursos fósseis ao aferir um indicador conhecido como depleção fóssil, que representa a quantidade de recursos não renováveis utilizados ao longo do processo.

Como esperado em biocombustíveis agrícolas, há impactos associados ao uso da terra, concentrados principalmente na etapa de cultivo. No Brasil, entretanto, há uma característica relevante: a canola é cultivada majoritariamente como segunda safra, em rotação com a soja. Portanto, esse cultivo aproveita áreas já utilizadas e aumenta a eficiência do uso da terra.

“O Brasil tem uma vantagem comparativa relevante: aqui a canola não entra como cultura principal que ‘disputa’ área, mas como opção de segunda safra no inverno e na safrinha, em sistemas integrados de rotação. Isso melhora o desempenho de sustentabilidade da canola brasileira em relação a regiões onde é cultivada como safra única”, destaca Bruno Laviola, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agroenergia e pesquisador responsável pela tropicalização da canola.

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O estudo também destaca que não foram consideradas as emissões associadas à mudança indireta do uso da terra (iLUC), uma limitação e oportunidade para pesquisas futuras.

Implicações para políticas climáticas e certificação

Os resultados evidenciam a importância de ferramentas regulatórias brasileiras para a expansão sustentável dos biocombustíveis.

Atualmente, a canola ainda não está contemplada na rota HEFA do RenovaCalc, ferramenta utilizada pelo RenovaBio para certificação da intensidade de carbono e emissão de Créditos de Descarbonização (CBIOs). A inclusão dessa matéria-prima poderá ampliar as opções de certificação e refletir melhor a diversidade agrícola nacional.

Além disso, o estudo contribui com dados que podem apoiar aprimoramentos metodológicos no RenovaCalc, especialmente quanto à intensidade de carbono do hidrogênio, emissões agrícolas e integração com energia renovável.

Sustentabilidade além do carbono

O estudo ressalta que a análise ambiental deve ir além das emissões de carbono, considerando também impactos sobre água, solo e ecossistemas.

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“A redução das emissões climáticas deve vir acompanhada de melhorias no uso de fertilizantes e na mitigação de impactos sobre água e ecossistemas”, destaca Sabaini,“O Brasil reúne condições favoráveis para integrar produção agrícola e energia renovável, o que pode ampliar ainda mais os benefícios climáticos do SAF”, acrescenta Marilia Folegatti, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente.

Estudo completo está disponível

O estudo completo, de Giulia Lamas, da Universidade de Brasília; Alexandre Cardoso, da Embrapa Agroenergia; Priscila Sabaini, da Embrapa Meio Ambiente; Sandra Luz, Maria dos Reis Borges, Tainara Costa e Thiago Gonzales, da Universidade de Brasília; Marilia Folegatti, da Embrapa Meio Ambiente; Bruno Laviola, da Embrapa Agroenergia; Thiago Rodrigues, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict); Patrick Rousset, do Cirad (França) e Edgar Silveira, da Universidade de Brasília, está disponível aqui.

Fonte: Embrapa



 

FONTE
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Autor:Cristina Tordin (MTb 28499/SP) Embrapa Meio Ambiente

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Efeitos da compactação do solo vão além da redução do volume de raízes – MAIS SOJA

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A compactação do solo constitui um dos principais fatores limitantes ao crescimento das plantas e, consequentemente, à produtividade das culturas agrícolas. Na soja, além de desempenharem funções essenciais na absorção de água e nutrientes, as raízes estabelecem uma importante relação simbiótica com bactérias do gênero Bradyrhizobium, responsáveis pela fixação biológica de nitrogênio (FBN), que constitui a principal fonte de N para a cultura.

Nesse contexto, a compactação do solo pode provocar uma série de efeitos negativos sobre o desenvolvimento da soja, abrangendo desde a restrição ao crescimento e à distribuição do sistema radicular, limitando o acesso das raízes às camadas mais profundas do solo, até alterações na nodulação e na fixação biológica de nitrogênio. Além disso, condições de compactação podem favorecer ambientes com menor aeração e drenagem, alterando as condições físicas do solo e podendo contribuir para o desenvolvimento de determinados patógenos de solo, de origem fúngica e parasitária.

Esses efeitos podem comprometer a formação dos componentes de produtividade e, consequentemente, o rendimento final da cultura. Entre as principais alterações físicas decorrentes da compactação estão o aumento da densidade e da resistência mecânica do solo e a redução do volume total de poros, especialmente dos macroporos (Debiasi; Santos; Gonçalves, 2021).

Conforme observado por Rosa et al. (2019), o aumento da resistência do solo à penetração decorrente da compactação pode refletir negativamente em diferentes características de crescimento e componentes de produtividade da soja. Os autores observaram alterações em variáveis como altura de plantas, diâmetro do caule, número de legumes e número de folhas, com impactos negativos sobre o desempenho produtivo da cultura.

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Resultados semelhantes foram observados por Savioli et al. (2021). Ao avaliar a influência da compactação do solo sobre os componentes de produtividade da soja, os autores verificaram que o número de legumes (vagens) por planta, o número de grãos por planta e a massa de grãos estiveram entre os componentes mais afetados. Os resultados indicaram influência negativa significativa da compactação sobre esses componentes a partir da densidade do solo de 1,3 g cm⁻³ (Mg m⁻³).

Figura 1. Massa seca de grãos de soja em função de diferentes densidade de solo. (1,1; 1,2; 1,3; 1,4 e 1,5 g cm-3).
Fonte: Savioli et al. (2021)

Esses resultados reforçam a importância das condições físicas do solo para o adequado desenvolvimento da soja e evidenciam os impactos que a compactação pode exercer sobre a formação dos componentes de produtividade e o rendimento final da cultura. Dessa forma, o diagnóstico e o manejo da compactação do solo devem integrar as estratégias de manejo da lavoura, buscando favorecer o crescimento radicular, a exploração do perfil do solo e o aproveitamento de água e nutrientes.

Além dos efeitos diretos sobre o crescimento e a produtividade, a compactação do solo também pode influenciar a capacidade das plantas de tolerar períodos de restrição hídrica. A redução do crescimento radicular e do acesso das raízes às camadas mais profundas pode limitar a exploração de água armazenada no perfil, especialmente durante períodos de déficit hídrico. Assim, o manejo adequado da estrutura do solo constitui uma importante estratégia para melhorar as condições de desenvolvimento da soja e contribuir para maior resiliência da cultura diante de condições de estresse hídrico.



Referências:

DEBIASI, H.; SANTOS, J. C. F.; GONÇALVES, S. L. COMPACTAÇÃO DO SOLO. Embrapa, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/soja/producao/manejo-do-solo/compactacao-do-solo >, acesso em: 16/09/2026.

ROSA, H. A. et al. INFLUÊNCIA DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM PARÂMETROS PRODUTIVIDOS DA CULTURA DA SOJA. Revista Técnico-Científica do CREA-PR, 2019. Disponível em: < https://revistatecie.crea-pr.org.br/index.php/revista/article/view/548/333 >, acesso em: 16/09/2026.

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SAVIOLI, M. R. et al. Componentes de produção da soja sob níveis de compactação do solo. Acta Iguazu, Cascavel, v.10, n.2, p. 1-12, 2021. Disponível em: < https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/26312 >, acesso em: 16/09/2026.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Exportações e expectativas de compras públicas sustentam preços – MAIS SOJA

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A concorrência entre os mercados interno e externo, somada à expectativa de compras governamentais, mantém os preços do arroz em casca firmes no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Cepea, negócios voltados ao fechamento de navios aconteceram a valores próximos de R$ 90/sc de 50 kg, no Porto do Rio Grande (RS), nos últimos dias, levando produtores a ampliar a oferta, especialmente nas regiões próximas ao terminal. Ao mesmo tempo, parte das indústrias domésticas reduziu a atuação diante da dificuldade em acompanhar os valores da exportação.

Segundo o Centro de Pesquisas, a disputa ocorre em um contexto de maior demanda das indústrias por matéria-prima. Em agosto, o beneficiamento de arroz no estado avançou, e os preços ao consumidor também registraram alta.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Depois de meses de alta, inadimplência dá primeiro sinal de trégua em MT e Cuiabá – MAIS SOJA

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Mato Grosso encerrou agosto de 2026 com uma leve queda na inadimplência dos consumidores no estado, 2,23% na comparação entre julho e agosto. Os números apurados pelo SPC Brasil para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) mostram que o mês trouxe o primeiro sinal de redução no ano entre quase 1,5 milhão de consumidores mato-grossenses em idade adulta que estão com restrição de crédito.

O mesmo recuo apareceu na quantidade de dívidas em atraso, que caiu 2,38% no mês, mesmo acumulando alta de 8,90% em 12 meses.

Entre os mato-grossenses inadimplentes, o perfil é majoritariamente masculino (53,42% ante 46,56% de mulheres) e concentrado na faixa entre 30 e 49 anos.

O valor médio das dívidas no estado é de R$ 6.119,63, somando-se todos os débitos por consumidor, com tempo médio de atraso de 29,5 meses. Em torno de 35,70% das dívidas estão em aberto entre um e três anos e outras 40,13% ultrapassam os três anos.

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Os bancos concentram a maior fatia dos débitos, com 54,81%, seguidos por comércio, com 21,94%, outros segmentos (10,91%), água e luz (8,17%) e comunicação (4,17%).

Cuiabá

Na capital, aproximadamente 258 mil consumidores adultos apresentaram restrição de crédito em agosto. Na comparação mês a mês, o SPC Brasil apontou queda de 2,52% no total de inadimplentes cuiabanos. Em relação à quantidade de dívidas em atraso, a redução foi de 2,95% no mês.

O perfil dos inadimplentes cuiabanos também é predominantemente masculino (52,10% ante 47,90% de mulheres), com idade média de 45,4 anos — ligeiramente acima da média estadual — e concentração também entre 30 e 49 anos.

Em Cuiabá, o valor médio das dívidas é de R$ 6.631,99, acima da média estadual, com tempo médio de atraso de 30,2 meses. Mais da metade das dívidas da capital, 58,28%, está em aberto há mais de um ano, distribuídas entre as faixas de um a três anos (34,93%), três a quatro anos (17,48%) e quatro a cinco anos (24,35%).

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Os bancos também lideram entre os credores na capital, com 61,09% das dívidas registradas, seguidos por comércio, 14,85%, água e luz (8,76%), outros segmentos (12,33%) e comunicação (2,97%).

“Os números mostram que a inadimplência ainda é uma realidade que pesa no bolso do consumidor cuiabano e mato-grossense, mas o recuo mensal é um indício importante de que as famílias estão conseguindo se reorganizar. Do lado do comércio, isso significa reforçar o diálogo com o cliente, oferecer condições de negociação viáveis e ajudar quem quer voltar a comprar e a pagar em dia. A CDL Cuiabá segue acompanhando esses indicadores para orientar o lojista sobre a melhor forma de negociar com o consumidor”, observou o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam.

CDL Cuiabá – Com 53 anos de história e cerca de 10 mil empresas associadas, a CDL Cuiabá tem como missão transformar a Capital em um dos melhores lugares para empreender e morar. Com origem no comércio varejista, hoje a entidade representa empresários e empresárias de diferentes setores, oferecendo facilidades como economia operacional, certificação digital, inteligência para concessão de crédito, telefonia móvel, redução de custos com energia e proteção de crédito em parceria com o SPC Brasil.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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