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Avião de pequeno porte cai e explode em estrada rural de Mato Grosso

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Um avião bimotor caiu em uma estrada rural entre os municípios de Campo Novo do Parecis e Brasnorte, nesta quarta-feira (22). Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre vítimas ou número de ocupantes da aeronave.

O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e atuam no atendimento da ocorrência. Logo após a queda, o avião explodiu e ficou destruído no local do acidente.

Segundo um morador da região, o piloto não foi localizado. Ele relatou que foram encontrados apenas rastros na areia que seguiam até uma área de cerrado desmatada.

A região onde o acidente ocorreu é de difícil acesso e atrapalha o trabalho das equipes. A ocorrência também é acompanhada por trabalhadores rurais da região.

As circunstâncias da queda ainda serão investigadas.

Bimotor caiu em área de difícil acesso, na zona rural de Mato Grosso — Foto: Arte g1

Bimotor caiu em área de difícil acesso, na zona rural de Mato Grosso — Foto: Arte g1

A queda foi registrada em uma área rural — Foto: Reprodução

A queda foi registrada em uma área rural — Foto: Reprodução

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Agro Mato Grosso

Agro em alta: Norte Show abre evento com mais de 30 mil visitantes no primeiro dia

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Programação segue até 24 de abril com palestras, exposição de tecnologias e oportunidades de investimento no agro

A Norte Show 2026 começou nesta terça-feira (21.4), em Sinop, reunindo visitantes, expositores e lideranças do agronegócio no Parque de Exposições da Acrinorte. O evento, que é uma das maiores feiras do setor no país, segue até 24 de abril com foco em tecnologia, negócios e debates sobre o agro. Com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), mais de 30 mil pessoas passaram pelo local no primeiro dia da feira.

Realizada às margens da BR-163, um dos principais corredores logísticos da produção agrícola nacional, a Norte Show reforça o papel estratégico de Sinop, considerada a capital do Nortão, na dinâmica econômica de Mato Grosso.

A relevância da rodovia para o escoamento da produção e para a integração entre as regiões do Estado foi destacada durante a solenidade de abertura, realizada no fim do dia, quando o governador Otaviano Pivetta ressaltou os investimentos em infraestrutura como fator determinante para o crescimento do agronegócio, especialmente na região norte.

““Quando o governo transforma o dinheiro dos impostos em patrimônio público, a população vê resultado. Foi assim que assumimos a responsabilidade de resolver problemas históricos, como a BR-163. Olhamos para o que realmente importa, que é o povo. Nós organizamos o Estado e passamos a investir cerca de 20% de todas as receitas correntes. Assim, começamos a assistir a uma grande quantidade de obras públicas em Mato Grosso, com 7.000 km de rodovias entregues até o final deste ano”, afirmou.

Reconhecida como uma vitrine de tecnologia, inovação e oportunidades de negócios, a Norte Show reúne 410 expositores, mais de 2 mil marcas e deve receber cerca de 130 mil visitantes ao longo dos quatro dias. A programação inclui palestras com especialistas de projeção nacional, abordando temas como inovação, liderança, economia, política e empreendedorismo.

A Sedec participa com estande institucional, onde apresenta linhas de crédito e incentivos voltados ao setor produtivo. A Invest MT também integra o espaço, ampliando o atendimento a empresários e investidores.
A secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, destacou a relevância estratégica da feira no fortalecimento do setor produtivo e na aproximação entre o poder público e os agentes do agronegócio. Segundo ela, a dimensão do evento e a concentração de produtores, empresas e investidores transformam a feira em um ambiente propício para o diálogo e a construção de parcerias.

“A Norte Show é hoje um dos principais pontos de encontro do agronegócio brasileiro e uma grande oportunidade para a Sedec dialogar diretamente com o setor produtivo. Aqui, conseguimos apresentar nosso trabalho, fortalecer o relacionamento com produtores e empresários, além de trocar experiências que contribuem para o desenvolvimento do agro em Mato Grosso”, declarou.

Entre as atrações, estão exposição de máquinas agrícolas, implementos e veículos, soluções para agricultura familiar e de precisão, espaço voltado à pecuária e ambientes para networking, consolidando a feira como um ambiente de conexão entre produtores, empresas e investidores.

O presidente da Acrinorte e da Norte Show, Moisés Debastiani, destacou o volume de público já no primeiro dia. “Nós tivemos um público hoje no parque que há muito tempo não se via. Foram mais de 30.000 visitantes dentro do evento hoje. Já consideramos um sucesso”, afirmou.

Na mesma linha, o presidente do Sindicato Rural de Sinop, Ilson Redivo, ressaltou a dimensão da feira e a qualidade da programação. “Nós temos 410 expositores e estamos oferecendo palestras que são de altíssimo nível. O número de visitantes que circularam na feira somente neste primeiro dia é motivo de bastante orgulho”, disse.

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Custo de produção altera para soja, milho e algodão em MT

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O custo de produção das principais culturas em Mato Grosso subiu para a safra 2026/27. Dados do Imea apontam alta mensal no custeio de soja, milho e algodão. O avanço reflete encarecimento de insumos, com destaque para fertilizantes e diesel.

Na soja, o custeio chegou a R$ 4.435,40/ha em março de 2026. Alta de 6,98% no mês. Fertilizantes responderam por 46,71% do total. O grupo subiu 10,77% e alcançou R$ 2.071,87/ha. O diesel avançou de R$ 6,35/l para R$ 7,21/l entre fevereiro e março. O aumento elevou despesas com operações mecanizadas.

No milho, o custeio atingiu R$ 3.686,80/ha. Crescimento mensal de 3,38%. Fertilizantes e corretivos subiram 5,67%. Defensivos avançaram 3,12%. A relação de troca piorou. O produtor precisa de 99,06 sc/ha para ureia, 125,37 sc/ha para MAP e 81,85 sc/ha para KCl, conforme gráfico na página 2.

No algodão, o custeio ficou em R$ 10.531,50/ha. Alta de 2,64% no mês. O custo total alcançou R$ 18.630,38/ha. Fertilizantes e corretivos subiram 6,27%. O avanço reverteu cenário frente à safra anterior e reduziu margem do produtor.

As três cadeias registraram impacto de tensões geopolíticas no Oriente Médio. O cenário elevou preços de petróleo e insumos. O movimento restringiu oferta de fertilizantes e pressionou custos logísticos.

O Imea alerta para relação de troca pressionada. O ambiente exige planejamento de compras.

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Calor e inseticida afetam fertilidade de inseto

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Estresse térmico na fase inicial reduz sucesso reprodutivo de machos suscetíveis

O aumento de temperatura durante o desenvolvimento reduz o sucesso reprodutivo de machos de inseto, com efeito dependente do genótipo e modulado por inseticida em baixa dose. Resultado surge de experimento com Drosophila melanogaster. Dados indicam impacto direto sobre fertilização, mesmo quando o comportamento de acasalamento mantém níveis próximos.

Pesquisadores criaram moscas desde embrião até fase adulta sob combinações de temperatura e exposição ao inseticida imidacloprido. Dois genótipos entraram no ensaio. Um apresenta resistência associada ao gene Cyp6g1. Outro apresenta suscetibilidade. O estudo aplicou temperatura média de 18 ºC ou 28 ºC. A dose de inseticida ficou em 0,1 ppm.

Redução da fertilização

O calor reduziu a fertilização em machos suscetíveis. A probabilidade caiu para 0,29 sob 28 ºC sem inseticida. Machos resistentes mantiveram alta fertilização. Valor chegou a 0,94 nas mesmas condições. Diferença indica maior robustez fisiológica associada ao gene de resistência.

A exposição ao inseticida alterou essa resposta térmica. Sob calor e inseticida, a fertilização convergiu entre genótipos. Valores variaram entre 0,80 e 0,86. Resultado sugere interação não aditiva entre estressores. O inseticida não ampliou o dano. O composto modificou o efeito do calor.

Comportamento de acasalamento

O comportamento de acasalamento apresentou padrão distinto. Frequência variou entre tratamentos, com influência do genótipo. Machos resistentes exibiram maior atividade em condição fria. Sob calor, essa vantagem desapareceu. Mesmo com mudanças no número de cópulas, a queda mais acentuada ocorreu na fertilização.

Análise mostra redução geral na frequência de acasalamento sob 28 ºC. Observa-se colapso na fertilização apenas em machos suscetíveis sob calor sem inseticida. Os dados indicam dissociação entre comportamento e sucesso reprodutivo.

Os autores apontam sensibilidade da espermatogênese ao calor como fator central. Temperaturas elevadas comprometem viabilidade dos gametas. O efeito ocorre antes de mortalidade. Fertilidade atua como gargalo populacional.

O inseticida em baixa dose pode induzir resposta fisiológica compensatória. O trabalho sugere efeito do tipo hormese. O estresse químico ativa mecanismos antioxidantes. Essa ativação pode reduzir danos causados pelo calor. A hipótese envolve vias metabólicas ligadas ao controle de estresse oxidativo.

O estudo também descarta seleção de indivíduos mais resistentes durante o desenvolvimento. A viabilidade de embrião a adulto manteve níveis elevados em todos os tratamentos. Resultado reforça papel da plasticidade fisiológica.

Outras informações em doi.org/10.3390/insects17040426

Imagem: doi.org/10.3390/insects17040426
Imagem: doi.org/10.3390/insects17040426
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