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3 de junho de 2026

Sustentabilidade

Colheita da soja chega a 50% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita da soja avançou de forma descontínua e alcança 50% da área cultivada nesta safra 2025/2026, que é de 6.624.988 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (16/04), a recorrência de precipitações em volumes heterogêneos entre as regiões manteve elevada umidade no solo e nas plantas, restringindo a trafegabilidade e impondo interrupções às operações de colheita. Predominam lavouras em maturação (36%), e 14% ainda se encontram em enchimento de grãos e floração, refletindo a amplitude de épocas de semeadura.

As produtividades da soja apresentam elevada variabilidade, tanto entre regiões quanto dentro de um mesmo município, influenciadas pela irregularidade das chuvas ao longo do ciclo, especialmente durante o período crítico de enchimento de grãos. Em áreas com melhor distribuição hídrica e manejo mais tecnificado, os rendimentos estão adequados. Nas áreas afetadas, as perdas são expressivas, e há registros de produtividade abaixo do custo de produção em algumas lavouras. A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar é de 2.871 kg/ha.

Milho – A colheita de milho evoluiu de forma parcial e se aproxima do final, atingindo a média estadual de 86% da área cultivada, que é de 803.019 hectares. Restam lavouras implantadas no final ou fora da janela preferencial, onde as condições climáticas do período, como a reposição hídrica, têm favorecido a manutenção do potencial produtivo, mesmo que parte das lavouras tenha sido impactada anteriormente por déficit hídrico e temperaturas elevadas durante o período reprodutivo, o que provocou a redução no número de grãos por espiga e da massa de grãos.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a produtividade média estadual do milho nesta safra é de 7.424 kg/há, apesar da variabilidade produtiva observada, e grãos com boa qualidade. Há registros localizados de perdas associadas ao atraso na colheita e à elevada umidade. Em lavouras ainda em desenvolvimento, especialmente safrinha, persistem os riscos fitossanitários, como a ocorrência de pragas, e o potencial comprometimento da qualidade dos grãos em função de eventuais danos em espigas e maior suscetibilidade a patógenos em ambientes úmidos.

Milho silagem – A colheita de milho destinado à silagem alcança 83% de uma área de 345.299 hectares cultivados nesta safra. Houve avanço limitado em função da elevada umidade nas lavouras no período, a qual dificultou tanto a operação de corte quanto o adequado enchimento e compactação dos silos. Nas áreas remanescentes, predominam lavouras em enchimento de grãos, com vegetação adequada. Porém, o porte das plantas está inferior ao desejado devido ao déficit hídrico em fases anteriores. A reposição de umidade do solo tem beneficiado a manutenção da área foliar verde até a base das plantas no momento do corte, o que contribui para a qualidade da silagem e permite ajustes na altura de corte para compensar parcialmente a menor produção de biomassa. A estimativa da Emater/RS-Ascar indica produtividade média de 37.840 kg/ha.

Feijão 1ª safra – A colheita de feijão da 1ª safra está concluída no RS, incluindo a região dos Campos de Cima da Serra, responsável por cerca de 40% da área cultivada. Nessa região, o desempenho produtivo foi impactado por condições climáticas menos favoráveis nos meses de janeiro e fevereiro, período que coincidiu com a fase reprodutiva das lavouras, resultando em redução nos rendimentos. Em alguns municípios, observam-se quedas expressivas de produtividade, que chega em torno de 1.200 kg/ha, o que tende a influenciar negativamente o resultado estadual, atualmente estimado em 1.781 kg/ha pela Emater/RS-Ascar. Nas demais regiões, onde o plantio ocorreu de forma mais antecipada, as lavouras não sofreram impactos significativos e mantiveram o potencial produtivo esperado. A área cultivada com feijão 1ª safra está estimada em 23.029 hectares no Estado.

Feijão 2ª safra – Com uma área projetada pela Emater/RS-Ascar de 11.690 hectares, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, sustentado por condições adequadas de umidade do solo, pela ocorrência de precipitações e pela manutenção de temperaturas relativamente elevadas para a época do ano. Esse cenário tem contribuído para a boa evolução fenológica, para elevada carga de vagens, para o ótimo enchimento de grãos e para manutenção do potencial produtivo.

A colheita avançou de forma gradual nas áreas mais adiantadas, enquanto a maior parte das lavouras ainda se concentra nas fases de florescimento e enchimento de grãos. Os resultados iniciais obtidos apontam perspectiva de desempenho satisfatório na safra. A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar é de 1.401 kg/ha.

Arroz – A colheita de arroz avançou, apesar da ocorrência de precipitações frequentes. Houve leve desaceleração das operações de campo em relação ao período anterior em razão da elevada umidade do solo e dos grãos, que reduziu a janela operacional e ocasionou interrupções pontuais na colheita. A área colhida totalizou 74% de uma área de área cultivada de 891.908 hectares, segundo o Instituto Riograndense do Arroz. De maneira geral, os rendimentos estão satisfatórios. Os grãos colhidos apresentam boa qualidade, evidenciada por elevados índices de rendimento de engenho. As lavouras remanescentes se encontram em fase de maturação e maduras para colheita, indicando proximidade do encerramento do ciclo produtivo. A produtividade está projetada pela Emater/RS-Ascar em 8.744 kg/ha.

PASTAGENS E CRIAÇÕES – O período se caracterizou por uma transição no sistema forrageiro, marcada pela perda gradual de qualidade das pastagens de verão e pelo avanço na implantação das espécies hibernais. Ainda que haja oferta de volumoso em diversas regiões, sua qualidade nutricional encontra-se em declínio. As chuvas das últimas semanas têm sido determinantes para a germinação e o estabelecimento inicial das pastagens de inverno, influenciando diretamente o planejamento alimentar dos rebanhos a curto prazo.

BOVINOCULTURA DE CORTE – O cenário da atividade é marcado por estabilidade nas condições corporais e no desempenho dos rebanhos. Ainda há oferta de forragem, embora já em transição. Estão ocorrendo ajustes na alimentação, como aumento do uso de volumosos conservados. O calor e a alta umidade têm imposto desafios ao manejo, e há potencial impacto sobre o desempenho reprodutivo e o bem-estar animal.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, os dias de calor excessivo geraram preocupação entre os pecuaristas quanto a possíveis perdas reprodutivas, especialmente reabsorção embrionária no início da gestação e eventuais abortos por estresse térmico. O estado corporal dos bovinos está adequado, uma vez que ainda não houve restrição alimentar. Na região de Passo Fundo, o estado nutricional e o escore corporal dos animais estão satisfatórios para suas fases. Em propriedades com Integração Lavoura Pecuária (ILP), os lotes têm sido mantidos em áreas de campo nativo. As condições sanitárias estão dentro do esperado.

BOVINOCULTURA DE LEITE – Em parte das regiões, houve redução de produção nos sistemas mais dependentes de pastagens, em função da transição entre ciclos forrageiros e da queda na qualidade do pasto. As condições meteorológicas, especialmente temperaturas elevadas associadas à irregularidade das chuvas, têm intensificado o estresse térmico e impactado o desempenho dos animais. Por essa razão, tem sido intensificado o uso de alimentos conservados e ajustes na dieta. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em Manoel Viana, os produtores assentados estão investindo na atividade com recursos do Pronaf-A, com vistas à renovação e à melhoria genética do rebanho. Observa-se também elevada demanda por esse recurso em municípios com bacia leiteira desenvolvida e expressivo número de assentados, como Santana do Livramento, Hulha Negra e Candiota.

Na região de Santa Rosa, as chuvas ao longo do período resultaram na formação de barro nas áreas próximas às instalações, exigindo maior cuidado no manejo e na higiene. Além disso, as temperaturas elevadas em alguns períodos do dia geraram desconforto térmico nos animais, que passaram a buscar sombra com maior frequência, reduzindo o tempo de pastejo, o que impactou seu desempenho. Foram realizados ajustes nas dietas, como aumento da oferta de silagem e melhoria na qualidade das rações. Esse cenário tem sido favorecido pela excelente qualidade nutricional da silagem de milho desta safra, que está superior à dos anos anteriores, o que tem permitido reduzir a dependência de concentrados na alimentação dos animais.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Às vésperas de feriado no Brasil, saiba como as cotações de soja fecharam o dia

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Reprodução Aprosoja Brasil

O mercado brasileiro de soja registrou uma sessão de bons negócios nesta quarta-feira (3), impulsionado principalmente por prazos de pagamento mais longos e pela valorização do dólar, que ajudaram a sustentar as operações mesmo diante da queda na Bolsa de Chicago.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o diferencial dos prazos alongados chegou a variar entre R$ 1,50 e R$ 2,00 por saca ao mês, em alguns casos até mais, o que estimulou a comercialização ao longo do dia. No mercado interno, houve momentos de melhora nas cotações, enquanto nos portos também foram registrados negócios para embarques em julho.

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Silveira destacou ainda que a forte queda em Chicago acabou parcialmente compensada pela valorização do dólar e pelos bons níveis dos prêmios na curva de exportação. “Foi uma sessão com bons negócios”, resumiu o analista.

Soja no Brasil (preços):

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 114,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 113,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 132,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após iniciar o dia com bons ganhos, seguindo a alta de mais de 2% do petróleo, o mercado sucumbiu ao cenário fundamental.

As condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, a ampla oferta mundial e a falta de demanda pelo produto americano compuseram um quadro de pressão. Os fundamentos suplantaram o desempenho do petróleo, em meio à renovada tensão no Oriente Médio.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 0,96%, a US$ 11,54 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,58 1/4 por bushel, com retração de 10,25 centavos de dólar ou 0,91%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 5,40 ou 1,65% a US$ 320,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 78,71 centavos de dólar, com ganho de 0,30 centavo ou 0,38%.

Câmbio

O câmbio, por sua vez, fechou em alta, com o dólar comercial avançando 1,11% e encerrando o dia a R$ 5,0658, fator que contribuiu para sustentar parte dos preços no mercado interno brasileiro.

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Sustentabilidade

Chicago sobe e deve trazer suporte ao mercado brasileiro de soja – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve ter um dia de preços sustentados, acompanhando o desempenho da commodity na Bolsa de Mercadorias de Chicago. Lá fora, a oleaginosa busca uma recuperação frente às perdas consistentes de ontem. O dólar abriu em alta ante o real, o que também traz suporte as cotações. Neste contexto, a comercialização pode ganhar algum ritmo.

Na terça, o mercado brasileiro de soja teve um dia de pouca movimentação, com cotações entre estáveis e mais altas na maior parte das praças. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a mudança de mês ajudou a sustentar os preços, mesmo com o recuo dos contratos futuros em Chicago ao longo da sessão.

A queda na Bolsa de Chicago limitou um movimento mais consistente de valorização, mas não impediu ajustes positivos em parte do mercado físico. Ainda assim, não houve reporte de movimentações mais expressivas em termos de volume negociado.

“O produtor continua buscando preços melhores”, destaca Silveira. Segundo ele, o spread entre as indicações de compra e venda segue mais aberto, o que dificulta o fechamento de negócios.

O resultado foi uma comercialização mais lenta, com compradores e vendedores encontrando dificuldades para convergir em níveis de preço. No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos avançou de R$ 125,50 para R$ 126,00, enquanto em Santa Rosa (RS) foi de R$ 126,50 para R$ 127,00. Em Cascavel (PR), as cotações passaram de R$ 120,50 para R$ 121,00. Já em Rondonópolis (MT), os preços subiram de R$ 109,00 para R$ 110,00, enquanto em Dourados (MS) permaneceram em R$ 114,00. Em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 112,00 para R$ 113,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) passou de R$ 131,50 para R$ 132,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as referências também avançaram de R$ 131,50 para R$ 132,00.

CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera em alta de 0,57%, com o contrato julho/26 do grão cotado a US$ 11,72.

O mercado é sustentado por um movimento de correção técnica após a oleaginosa atingir os menores níveis em dois meses na sessão anterior. Os preços também acompanham a alta do petróleo em Nova York, impulsionada pela renovação das tensões no Oriente Médio. O aumento dos confrontos entre Estados Unidos e Irã elevou a cautela dos investidores.

CÂMBIO

O dólar comercial registra alta de 0,24%, a R$ 5,0177. O Dollar Index registra avanço de 0,17%, a 99,357 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

As principais bolsas da Ásia fecham em alta. China, +0,22%. Japão, +2,50%.

As principais bolsas na Europa operam em baixa. Paris, -0,25%. Frankfurt, -0,87%. Londres, -0,32%.

O petróleo opera em alta. Julho do WTI em Nova York: US$ 96,26 o barril (+2,66%).

AGENDA
Quarta-feira (03/06)
  • 11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.
  • 15:00 – Resultado da balança comercial de maio.
  • 15:00 – EUA: Livro Bege do Federal Reserve.
Quinta-feira (04/06)
  • Brasil: Feriado Corpus Christi – mercados fechados.
  • Alemanha: Feriado Corpus Christi.
Sexta-feira (05/06).
  • 06:00 – Zona do Euro: PIB final (1º trimestre).
  • 09:30 – EUA: Relatório de Emprego/payroll (maio)

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Perda de cotilédones impacta o crescimento e produtividade da soja? – MAIS SOJA

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Embora a soja apresente certa capacidade de compensação frente à redução da área foliar, danos ocorridos nas fases iniciais de desenvolvimento podem comprometer significativamente o crescimento, o estabelecimento da lavoura e o potencial produtivo da cultura. Pragas, doenças e outros agentes bióticos podem atacar as plantas logo após a emergência, causando lesões severas nos cotilédones, comprometendo o desenvolvimento inicial ou até mesmo levando à morte das plântulas.

Figura 1.  Lagarta do gênero Helicoverpa atacando planta de soja.

Durante os primeiros dias após a emergência, as plântulas de soja dependem das reservas armazenadas nos cotilédones para sustentar seu crescimento inicial (Tagliapietra et al., 2022). Dessa forma, danos que resultem na redução parcial ou total dessas estruturas podem comprometer o desenvolvimento da cultura, especialmente nas fases iniciais de estabelecimento.

Ao avaliarem o impacto da integridade dos cotilédones sobre o desenvolvimento inicial da soja, Amaral et al. (2026) verificaram que a remoção parcial ou total dessas estruturas compromete significativamente o crescimento vegetativo das plantas. No estudo, foram avaliados cinco níveis de dano: remoção total dos cotilédones (T1), remoção de 75% (T2), remoção de 50% (T3), remoção de 25% (T4) e preservação completa dos cotilédones (T5).

Os resultados obtidos pelos autores demonstram que o aumento da intensidade dos danos reduziu significativamente variáveis importantes do crescimento, como altura de plantas, diâmetro do caule e número de nós. De acordo com Amaral et al. (2026), houve relação linear entre o nível de dano e a redução dessas características, sendo observada diminuição média de 0,0727 cm na altura das plantas e de 0,013 nó por planta para cada 1% de aumento nos danos aos cotilédones. Esses resultados evidenciam a importância da preservação dos cotilédones para o adequado estabelecimento da lavoura e para a expressão do potencial produtivo da soja.

Figura 2. À esquerda: altura das plantas de soja em função da porcentagem de dano nos cotilédones. À direita: Número de nós das plantas de soja em função da porcentagem de dano nos cotilédones.
Adaptado: Amaral et al. (2026)

Considerando que características como altura de plantas e número de nós estão relacionadas à capacidade produtiva da soja, a redução da área dos cotilédones pode impactar indiretamente a produtividade da cultura. Essa hipótese é reforçada pelos resultados obtidos por Barbosa et al. (2012), que, ao avaliarem os efeitos de diferentes tipos de injúrias em cultivares de soja de hábito de crescimento determinado e indeterminado, observaram redução próxima de 10% na produtividade (≈ 401,22 kg ha⁻¹) em plantas submetidas à perda de um cotilédone, em comparação com a testemunha sem injúrias.

Esses resultados evidenciam a importância dos cotilédones para o adequado estabelecimento inicial da cultura, uma vez que danos a essas estruturas podem comprometer o crescimento vegetativo e refletir negativamente sobre a produtividade final. Nesse contexto, a adoção de estratégias de manejo que preservem a sanidade da lavoura e assegurem a integridade dos cotilédones durante os estádios iniciais de desenvolvimento torna-se fundamental para a manutenção do potencial produtivo da soja. Dessa forma, o controle eficiente de pragas, doenças e demais agentes causadores de injúrias aos cotilédones deve ser considerado uma prática essencial para maximizar o desempenho agronômico da cultura.

Confira o estudo completo realizado por Amaral e colaboradores (2026) clicando aqui!



Referências:

AMARAL, M. E. C. et al. IMPACTO DA INTEGRIDADE DOS COTILÉDONES NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DA SOJA. Revista Agri-Environmental Sciences, 2026. Disponível em: < https://revista.unitins.br/index.php/agri-environmental-sciences/article/view/11445/6722 >, acesso em: 03/06/2026.

BARBOSA, G. C. et al. IMPACTO DE DIFERENTES NÍVEIS DE INJÚRIAS SOBRE A PRODUTIVIDADE DE CULTIVARES DE SOJA DE HÁBITO DE CRESCIMENTO DETERMINADO E INDETERMINADO. VII Jornada Acadêmica da Embrapa Soja, 2012. Disponível em:  <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/67783/1/ID-33358.pdf> acesso em: 03/06/2026.

TAGLIAPIETRA, E. L. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 2, 2022.

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