Connect with us
25 de julho de 2026

Business

17ª edição da Parecis SuperAgro começou nesta semana em Campo Novo do Parecis

Published

on


Foto: reprodução/Planeta Campo

A 17ª edição da Parecis SuperAgro começou nesta semana em Campo Novo do Parecis, no noroeste de Mato Grosso, reunindo 180 marcas e apresentando mais de 100 novidades voltadas ao produtor rural.

Considerada uma das principais vitrines de tecnologia agrícola da região, a feira destaca soluções que vão da lavoura ao mercado em um momento em que eficiência e gestão estratégica se tornam ainda mais essenciais dentro e fora da porteira.

Realizado no Chapadão dos Parecis, uma das regiões mais produtivas do país, o evento reúne lançamentos nacionais em máquinas, insumos, serviços financeiros e ferramentas voltadas ao aumento da produtividade no campo.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Antônio Brólio, o objetivo da feira é levar ao produtor “o que há de melhor em tecnologia no mundo”, além de oferecer oportunidades de negócio e acesso a informações estratégicas para enfrentar os desafios do setor.

Em meio a um cenário de margens apertadas e incertezas no agronegócio, a programação da Parecis SuperAgro também aposta em palestras e debates para orientar os produtores. A proposta é apresentar alternativas para melhorar a rentabilidade e preparar o agricultor para a próxima safra, mesmo diante das dificuldades enfrentadas nos últimos anos.

“O que nós temos melhor em tecnologia do mundo está aqui para apresentar ao agricultor. O expositor vem preparado para tentar fazer negócios com o agricultor da região e com boas negociações, com prazos e aqui dentro mesmo a gente tem instituições financeiras que ajudam nesse caso”, destaca Brólio.

Apesar do momento delicado, o setor produtivo da região mantém o otimismo. Campo Novo do Parecis ocupa posição de destaque no agronegócio nacional, tendo o quarto maior Produto Interno Bruto (PIB) agrícola do país, além de se destacar na pecuária dentro de Mato Grosso.

Expectativa

A expectativa é que entre 8 mil e 10 mil pessoas passem pela feira ao longo da programação, que segue até sexta-feira (17) com intensa movimentação e oportunidades de negócios.

Além de fortalecer a economia regional, a Parecis SuperAgro reforça a importância da inovação e da troca de conhecimento para garantir competitividade ao produtor rural em um cenário cada vez mais exigente.

O post 17ª edição da Parecis SuperAgro começou nesta semana em Campo Novo do Parecis apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Dívidas rurais, barter e tarifaço: os temas do novo Radar Rural

Published

on


Novo Radar Rural explica os entraves na renegociação de dívidas, as mudanças no barter e os efeitos do tarifaço dos EUA no agro

O novo episódio do Radar Rural, videocast do Canal Rural apresentado por Beatriz Gunther e Victor Faverin, aborda três assuntos que têm impacto direto sobre o caixa do produtor: as dificuldades para renegociar dívidas rurais, as mudanças tributárias nas operações de barter e a entrada em vigor das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Renegociação de dívidas ainda enfrenta entraves

Um dos principais temas do programa é a Medida Provisória 1.376/2026, publicada para criar condições especiais de renegociação de dívidas rurais. Apesar da expectativa gerada pela medida, produtores ainda encontram obstáculos para acessar os benefícios.

O principal motivo foi a demora na publicação das regras necessárias para a operacionalização da MP pelas instituições financeiras. A regulamentação foi publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na última quinta-feira (23), uma semana após a medida ser assinada.

O episódio também traz o relato de um produtor do Rio Grande do Sul, região castigada por sucessivas estiagens e enchentes nas últimas safras. Segundo Lucas Scheffer, a proposta ainda está distante da realidade enfrentada no campo, já que muitos produtores acumulam passivos desde 2020 e têm dificuldades para voltar a acessar crédito rural.

Outro ponto destacado é que, sem conseguir renegociar as dívidas, muitos agricultores também ficam impedidos de contratar novos financiamentos do Plano Safra. O programa lembra ainda que os recursos equalizados só começaram a ser liberados semanas após o lançamento oficial do plano.

Reforma tributária muda operações de barter

O Radar Rural também explica como a reforma tributária altera as operações de barter, modalidade amplamente utilizada pelo produtor para adquirir insumos utilizando parte da produção futura como pagamento.

A partir de 3 de agosto, entram em vigor novas exigências fiscais relacionadas à operação. Entre elas, está a necessidade de adequação às novas regras da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), etapa considerada preparatória para a implementação completa da reforma tributária.

Nesse contexto, produtores e empresas devem buscar orientação de contadores e advogados tributaristas para evitar erros no cumprimento das novas obrigações fiscais.

Além do barter, o episódio cita um estudo que aponta aumento potencial de até 414% na carga tributária de empresas especializadas no agenciamento de transporte de cargas do agronegócio em razão das novas regras tributárias.

Tarifaço dos EUA já está em vigor

Na reta final do programa, destaque para a entrada em vigor das tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. O episódio reforça que itens importantes do agronegócio, como café, carnes e suco de laranja, ficaram de fora da medida, enquanto produtos como etanol, madeira processada e máquinas foram atingidos.

Conforme estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), as novas tarifas podem causar perdas anuais de R$ 4,6 bilhões para o agro brasileiro.

Assista ao episódio completo

O episódio completo do Radar Rural está disponível no canal do Canal Rural no YouTube:

O post Dívidas rurais, barter e tarifaço: os temas do novo Radar Rural apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Cepea: Soja, milho e boi gordo encerram semana com novas altas

Published

on


Soja, milho e boi gordo fecharam a sexta-feira (24) em alta, acumulando valorização também ao longo da semana e do mês

Os principais indicadores acompanhados pelo Cepea encerraram a sexta-feira (24) em alta. Soja, milho e boi gordo registraram valorização diária e também acumulam ganhos na semana.

Soja

No mercado da soja, o indicador Cepea/Esalq Paranaguá fechou a R$ 148,37 por saca de 60 quilos, alta de 0,61% em relação à quinta-feira (23). Ao longo da semana, o indicador avançou de R$ 142,65 na segunda-feira (20) para o valor atual, uma valorização de 4,01%. No acumulado do mês, a alta chega a 11,07%.

No Paraná, o indicador Cepea/Esalq encerrou o dia em R$ 140,26 por saca, com ganho diário de 0,70%. Na comparação com a segunda-feira, quando o preço era de R$ 135,73, a valorização foi de 3,34%. Em julho, o indicador acumula alta de 10,07%.

Milho

O indicador do milho Esalq/BM&FBovespa fechou a sexta-feira cotado a R$ 65,74 por saca de 60 quilos, avanço de 0,29% frente ao dia anterior. Na semana, a cotação passou de R$ 65,22 para R$ 65,74, alta de 0,80%. No acumulado do mês, o ganho é de 3,40%.

Boi gordo

Já o indicador do boi gordo Cepea/Esalq encerrou o pregão em R$ 344,20 por arroba, valorização diária de 0,13%. Na comparação com a segunda-feira (20), quando o indicador estava em R$ 337,10, o avanço foi de 2,11%. Em julho, a alta acumulada é de 2,32%.

O post Cepea: Soja, milho e boi gordo encerram semana com novas altas apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Por que o brasileiro coloca tanto açúcar no café? Especialista explica hábito

Published

on


Foto: Pexels

Para quem acredita que tomar café é apenas uma forma de espantar o sono, uma pesquisa realizada pela Nestlé Cup 2025 Local Insights Report Brasil: Panorama Geral e Comportamento do Consumidor revela algo diferente: o principal motivo que leva os brasileiros a consumir a bebida é o prazer. 

O estudo destaca que 41% dos brasileiros afirmam beber café porque gostam da experiência, é um momento prazeroso, enquanto 33% o fazem por necessidade, como para despertar.

Segundo a Coffee Ambassador da Nespresso, Tatiana Nakamura, essa relação afetiva e relacionada à experiência do consumidor explica por que não existe uma maneira correta de consumir café. A especialista contou que é comum ouvir consumidores perguntando se é errado adoçar o café ou acrescentar leite. 

Para ela, essas escolhas são pessoais e não devem ser encaradas como um erro, o que realmente merece atenção é a qualidade do café servido na xícara. “Café é um momento de prazer, tem que ser do jeito que você gosta. Com açúcar, adoçante, leite, gelado ou quente, tudo bem, o importante é que seja um momento seu”, disse Nakamura. 

Ela relembrou o caso de uma cliente que visitou uma cafeteria e adicionou três sachês de adoçante no café. “Ela tomou aquele café como se fosse o melhor da vida. Para ela, estava perfeito. Era um café do jeito que ela gostava”, comentou.

Por que se coloca tanto açúcar no café?

Segundo Nakamura, o hábito de adoçar o café faz parte da cultura brasileira, muitas pessoas cresceram consumindo café coado com açúcar e mantiveram esse costume ao longo da vida.

No entanto, ela explica que esse comportamento também está relacionado à qualidade do produto consumido. Cafés de menor qualidade, como o tradicional e extraforte, costumam apresentar mais defeitos sensoriais, como amargor e sabores desagradáveis, o que leva o consumidor a recorrer ao açúcar para mascarar essas características.

Nakamura conta que o café é formado por diferentes camadas, o que chega à xícara é apenas a semente do fruto, enquanto casca, pergaminho e película são removidos ao longo do processamento.

Ela também destaca que existem duas principais espécies cultivadas comercialmente, o café arábica, conhecido pela maior complexidade sensorial e ampla variedade de cultivares, e canéfora (que inclui robusta e conilon), geralmente associada a bebidas de corpo mais intenso.

No caso da Nespresso, a seleção é feita com cafés especiais, escolhidos por apresentarem maior qualidade sensorial e menos defeitos. O café especial, explicou a especialista, é produzido com frutos maduros, que concentram maior teor de açúcares naturais e proporcionam uma bebida naturalmente mais doce.

Defeitos interferem diretamente no sabor

Outro ponto abordado foi a diferença entre cafés especiais e produtos classificados como tradicionais ou extrafortes.

Segundo a especialista, grãos com defeitos (verdes, pretos, mofados ou ardidos) podem comprometer significativamente o sabor da bebida. Esses grãos defeituosos, afirmou, ainda são encontrados em cafés de menor qualidade comercializados no mercado, enquanto os cafés especiais passam por uma seleção rigorosa para eliminar esse tipo de imperfeição.

Café/Fazenda Cachoeira da Grama, São Sebastião da Grama (SP)
Café da Fazenda Cachoeira da Grama, São Sebastião da Grama (SP). Foto: Canal Rural

Desperdício

Nakamura lembrou que é comum preparar uma garrafa inteira de café e descartar o restante horas depois, sem considerar todo o trabalho necessário para produzir aquele alimento. “A gente joga café na pia com muita facilidade, mas esquece que ele é uma fruta e que passou por um longo processo até chegar à nossa xícara”, destacou.

Para ela, enxergar o café como alimento é um passo importante para reduzir o desperdício. “Se fosse metade de uma garrafa de leite, talvez a gente pensasse duas vezes antes de jogar fora. Com o café, isso ainda não acontece”, comparou.

Maior dificuldade do produtor

Mais do que uma bebida presente na rotina dos brasileiros, o café é resultado de uma cadeia produtiva complexa, que envolve meses de trabalho no campo antes de chegar à xícara.

Segundo Nakamura, grande parte desse processo ainda depende da colheita manual, especialmente nas regiões montanhosas do sul de Minas Gerais, onde a mecanização é limitada por conta do grau de inclinação. “O principal desafio do produtor hoje é a mão de obra”, afirmou.

De acordo com ela, mesmo em propriedades mecanizadas há dificuldade para encontrar operadores qualificados, enquanto nas áreas de colheita manual a escassez de trabalhadores é ainda maior.

O post Por que o brasileiro coloca tanto açúcar no café? Especialista explica hábito apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT