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Sustentabilidade

Cepea: Milho sobe em março com oferta restrita no mercado spot brasileiro – MAIS SOJA

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Os preços do milho avançaram ao longo de março, impulsionados pela restrita disponibilidade do cereal no mercado spot brasileiro. Vale destacar que a oferta esteve limitada mesmo com a colheita da safra de verão já em andamento e diante de estoques de passagem confortáveis.

A Conab indicou, em relatório divulgado no dia 13 de março, que a safra 2025/26, que começou em fevereiro, conta com estoque inicial de 12,68 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao das 1,88 milhão de toneladas da temporada 2024/25.

Produtores priorizaram as atividades de campo no decorrer do mês (como a semeadura da segunda safra de milho), em detrimento de novas negociações. Além disso, agentes estiveram concentrados nas entregas de soja. Paralelamente à restrição de vendedores, compradores elevaram o interesse pela recomposição dos estoques na segunda e terceira semanas de março, buscando garantir o cereal para os períodos seguintes. Esse movimento foi intensificado pela disputa por frete, decorrente da alta nos custos de combustíveis, influenciada pelos conflitos no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

Apenas no final do mês que os preços voltaram a ceder, pressionados pelo fato de que compradores estiveram retraídos das negociações e/ou ofertaram preços inferiores aos de vendedores, devido à maior disponibilidade do cereal no mercado spot.

A média do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) foi de R$ 70,90/saca de 60 kg em março, a maior desde maio de 2025 (a série foi deflacionada pelo IGP-DI fev/26), com avanço de 4,5% frente a fevereiro. No comparativo anual, por sua vez, houve queda expressiva de 18%, também em termos reais, devido às incertezas geopolíticas.

Na média das regiões levantadas pelo Cepea, os aumentos foram de 3,5% no mercado disponível (negociação entre empresas) e de 4,9% no balcão (preço pago ao produtor) de 27 de fevereiro para 31 de março. Na B3, os preços acumularam altas expressivas no acumulado de março, impulsionadas pelo dólar. Os vencimentos Maio/26 e Jul/26 subiram 2% e 5%, de 27 de fevereiro para 31 de março, passando para R$ 71,36 e R$ 71,38/sc de 60 kg na quarta, 31. A moeda norte-americana fechou a R$ 5,191 no dia 31, alta de 1,1% em relação ao dia 27 de fevereiro.

CAMPO

Até o dia 28 de março, apesar de atrasados em relação aos do mesmo período do ano anterior, os trabalhos de campo se mantiveram iguais à média das últimas cinco safras, segundo dados da Conab. Para a segunda safra, o atraso em relação à temporada passada é de 2,4 p.p., o que deixa produtores receosos quanto a possíveis adversidades climáticas. Até o dia 28 de março, 95,5% da safra nacional havia sido semeada, segundo a Conab.

Quanto à safra verão, até o dia 28 de março, a colheita somava 45,7% da área nacional, em linha com os 45,8% da média dos últimos cinco anos (de 2021 a 2025), mas abaixo dos 53,3% da temporada anterior, ainda de acordo com a Conab.

Na Argentina, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires apontou que a colheita chegou a 19% da área nacional, com 73,1% da área em boas e excelentes condições. Por enquanto, a estimativa de produção segue em 57 milhões de toneladas.

INTERNACIONAL

Nos Estados Unidos, os valores do milho subiram em março, impulsionados pela boa demanda pelo cereal desse país. Além disso, a forte valorização do petróleo no mês também deu suporte aos preços – a valorização da commodity melhora a competitividade relativa do etanol, que é feito principalmente com milho no país norte-americano.

O contrato Maio/26 negociado na CME Group se valorizou 2% no acumulado de março, indo para US$ 4,5775/bushel (US$ 180,21/t) no dia 31. O vencimento Jul/26 registrou alta de 2,7% no mesmo comparativo, fechando a US$ 4,6825/bushel (US$ 184,34/t).

ESTIMATIVAS

Dados da Conab divulgados em março mostram que a produção nacional de milho em 2025/26 pode somar 138,27 milhões de toneladas, 2% abaixo da safra anterior – que, vale lembrar, foi recorde. Esse cenário é resultado das reduções nas produtividades. Para a segunda safra do cereal, ajustes negativos foram realizados pela Conab em relação ao relatório de fevereiro, com a produção estimada em 108,43 milhões de toneladas, 4% inferior à safra passada. Já para a primeira safra, a Conab praticamente manteve os números comparativamente a fevereiro. A estimativa é de aumento de 9,7% na oferta nacional, que totalizaria 27,35 milhões de toneladas. Quanto à terceira safra, a produção pode ter queda de 17%, a 2,48 milhões de toneladas.

No total, a colheita de 2025/26 está prevista em 138,27 milhões de toneladas, que, adicionada às 12,68 milhões de toneladas dos estoques iniciais e às importações, de 1,7 milhão de toneladas, geram disponibilidade interna de quase 153 milhões de toneladas. Destas, 94,56 milhões de toneladas devem ser consumidas internamente e 46,5 milhões de toneladas devem ser exportadas (entre fevereiro/26 e janeiro/27). O estoque no final de janeiro/27 seria, então, de 11,59 milhões de toneladas, semelhante aos atuais estoques, segundo informações da Conab.

Em relação à produção mundial da temporada 2025/26, deve somar 1,29 bilhão de toneladas, alta de 5% sobre a temporada passada, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O consumo deve crescer 3% no mesmo comparativo, indo para 1,3 bilhão de toneladas. Com isso, os estoques mundiais totalizarão 292,74 milhões de toneladas.

CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO

O atual conflito entre os Estados Unidos e o Irã vem deixando agentes em alerta, sobretudo exportadores. Isso porque o Irã se tornou recentemente um importante comprador do cereal brasileiro – em 2025, o país foi o maior destino do milho nacional, recebendo 9 milhões de toneladas, praticamente o dobro do que no ano anterior (4,33 milhões de toneladas), segundo dados da Secex. No entanto, como as exportações brasileiras de milho tendem a ser intensificadas apenas no segundo semestre, agentes, por ora, apenas acompanham os possíveis impactos para os próximos
meses.

Fonte: Cepea



 

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Sustentabilidade

Agro dos EUA acumula quatro anos no vermelho com alta de custos e queda de preços – MAIS SOJA

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Hélio Sirimarco, vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), comenta sobre as quatro safras no prejuízo nos EUA. Confira!

Entre economistas do setor agrícola norte-americano, circula uma avaliação direta que resume o momento atual: o país caminha para o quarto ano consecutivo de resultados negativos na economia rural. A afirmação foi feita por Faith Parum, economista da American Farm Bureau Federation (AFBF), em entrevista à National Public Radio (NPR), no dia 1º de abril.

A análise não tem viés político e nem tom alarmista. Trata-se da leitura técnica de quem acompanha os dados financeiros de milhões de propriedades distribuídas pelo Meio-Oeste, Sul e planícies do Norte dos Estados Unidos. O cenário indica uma sequência inédita de safras operando no vermelho.

Retrospectiva

Para compreender esse quadro é preciso retornar a 2022, quando o setor registrava lucros recordes, impulsionados por preços elevados das commodities e forte demanda global no pós-pandemia. Soja, milho e trigo estavam valorizados, permitindo investimentos, renovação de máquinas e redução de dívidas.

Desde então, houve uma mudança brusca. Os preços das commodities recuaram significativamente. A soja, por exemplo, caiu cerca de 40% em relação ao pico de meados de 2022, passando de US$ 16,40 por bushel para, aproximadamente, US$ 11,00 em 2025/26. Ao mesmo tempo, os custos de produção seguiram em alta, pressionados pela inflação pós-pandemia, pelos impactos da guerra na Ucrânia sobre fertilizantes e combustíveis, e ainda pelas tarifas da política comercial de Donald Trump.

O resultado é um desequilíbrio crescente entre receitas e despesas. Dados da Farm Bureau mostram aumentos expressivos nos custos por acre (1 acre equivale a 0,4 hectare) desde 2021, quando juros de empréstimos subiram 71%, mão de obra 47%, fertilizantes 37%, combustíveis e lubrificantes 32%, manutenção de equipamentos 27% e defensivos agrícolas 25%.

Projeção do USDA

Mesmo em anos de produção elevada, os preços de mercado não são suficientes para cobrir esses custos. O USDA projeta que a renda líquida agrícola em 2026 será cerca de US$ 30 bilhões inferior ao recorde de 2022, passando de US$ 182 bilhões para US$ 153,4 bilhões.

Acúmulo de perdas

Um levantamento da Farm Bureau publicado em janeiro deste ano aponta que, mesmo com seguros rurais e auxílios emergenciais, os produtores acumularam perdas próximas de US$ 50 bilhões nos últimos três anos. Considerando nove culturas principais: milho, soja, trigo, algodão, arroz, cevada, aveia, amendoim e sorgo, os resultados negativos anuais chegaram a US$ 20,2 bilhões, US$ 34,8 bilhões e US$ 34,6 bilhões antes de qualquer compensação pública.

Aumento do uso de crédito

Na prática, isso se traduz em produtores adiando investimentos, recorrendo à compra de equipamentos usados e ampliando o uso de crédito. Em 2025, o valor médio dos empréstimos operacionais cresceu 30% em relação ao ano anterior, com prazos mais longos. Dados do Federal Reserve de Kansas City mostram que o volume de contratos de crédito agrícola aumentou quase 40% no quarto trimestre de 2025.

Redução na venda de máquinas agrícolas

Outro indicador da crise é a queda nas vendas de máquinas agrícolas. Segundo a Association of Equipment Manufacturers, as vendas de tratores de grande porte e colheitadeiras recuaram entre 35% e 45% em 2025. A John Deere registrou queda de 12% na receita anual e redução de 29% no lucro líquido, além de demitir cerca de 1.800 funcionários em Iowa. A empresa projeta nova retração entre 15% e 20% nas vendas em 2026, impactada também por tarifas sobre aço e alumínio, que devem gerar custo adicional de US$ 1,2 bilhão.

Aumento das falências

O aumento das falências agrícolas reforça o cenário. Em 2025, os pedidos de recuperação judicial pelo Chapter 12 cresceram 46%, totalizando 315 casos. Estados como Montana, Pennsylvania e Georgia registraram altas expressivas. Apesar de representarem pequena parcela das 1,9 milhão de fazendas do país, esses números indicam dificuldades estruturais. Muitos produtores sequer entram nas estatísticas por dependerem de renda externa, o que os desqualifica do mecanismo legal.

Desequilíbrio estrutural

Desde 2017, mais de 160 mil fazendas deixaram de existir nos EUA. Embora o governo tenha destinado mais de US$ 30 bilhões em auxílio direto desde 2025, incluindo US$ 12 bilhões para compensar impactos de tarifas, especialistas apontam que os recursos não resolvem o desequilíbrio estrutural. Uma pesquisa da Universidade de Purdue indica que grande parte desse dinheiro é usada para pagar dívidas antigas, sem gerar novos investimentos.

Conflito com o Irã

O conflito com o Irã, neste ano, agravou a situação. O fechamento do Estreito de Ormuz afetou o fornecimento de fertilizantes nitrogenados, elevando preços. O diesel também encareceu com a alta do petróleo. Com isso, produtores que não haviam antecipado compras enfrentaram aumento de custos às vésperas do plantio.

Menor safra de milho desde 1919

As consequências já aparecem nas do USDA, que prevê a menor safra de trigo desde 1919 e redução superior a 3 milhões de acres na área plantada de milho. O sentimento no campo é de preocupação crescente, como relatado por Mark Mueller, produtor de Iowa, que afirmou estar mais apreensivo do que em qualquer momento de suas três décadas na atividade.

Desdobramentos políticos e sociais

Além do impacto econômico, a crise tem desdobramentos políticos e sociais. Tradicionalmente base eleitoral de Donald Trump, os agricultores começam a demonstrar insatisfação com a falta de avanços concretos em acordos comerciais. Ao mesmo tempo, o Brasil amplia sua presença no mercado global, com exportações agropecuárias recordes de US$ 169,2 bilhões em 2025, sendo US$ 55,3 bilhões destinados à China.

Brasil

No Brasil, o cenário também preocupa. O deputado Pedro Lupion destacou que fatores geopolíticos, juros elevados e custos crescentes têm pressionado os produtores. Segundo ele, taxas próximas de 20% inviabilizam investimentos.

Diante disso, a Frente Parlamentar da Agropecuária articula a tramitação do Projeto de Lei 5.122/2023, que propõe a renegociação ampla de dívidas rurais com recursos do Fundo Social do Pré-sal. A proposta já foi aprovada na Câmara e aguarda análise no Senado.

Autor/Fonte: SNA – Por Larissa Machado / larissamachado@sna.agr.br
Com informações de National Public Radio (NPR), USDA e Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)
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Conab atualiza progresso da safra de soja no Brasil e dois estados concluem 100% da colheita

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Soja BA

A colheita de soja no Brasil atingiu 85,7% da área plantada, segundo o mais recente levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Na última semana, o índice era de 82,1%, o que representa um avanço de 3,6%.

Apesar do progresso, o ritmo segue ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 85,9%, com recuo de 0,2 ponto percentual. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando a colheita estava em 88,3%, a diferença é de 2,6 pontos percentuais.

Progresso de safra de soja por estado

Regionalmente, o avanço da colheita apresenta variações importantes entre os estados. Do maior para o menor percentual, Mato Grosso e São Paulo já concluíram os trabalhos, com 100% das áreas colhidas, seguidos por Mato Grosso do Sul (99%), Goiás (97%), Paraná (96%), Minas Gerais (94%) e Tocantins (90%). Na sequência aparecem Piauí (84%) e Bahia (75%).

Já os estados com maior atraso são Maranhão (53%), Santa Catarina (47,8%) e Rio Grande do Sul (45,0%).

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Sustentabilidade

Fendt redefine eficiência no campo com tecnologia e integração entre tratores e plantadeira – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Em um cenário global de incertezas e escalada nos preços de combustíveis e fertilizantes, a precisão tecnológica deixou de ser uma tendência para se tornar o pilar central da rentabilidade no campo. Atenta a esse desafio, a Fendt, fabricante alemã de maquinário agrícola do grupo AGCO, posiciona o Combo Suplantar, sendo a integração entre a plantadeira Fendt Momentum (modelos de 18 a 24 linhas) e os tratores da série 700 e 800 Vario como a solução mais eficiente do mercado para o gerenciamento inteligente de insumos e otimização energética.

O grande diferencial da Fendt Momentum reside na integração de tecnologias que atacam diretamente um dos maiores gargalos do produtor: o desperdício de fertilizante. Equipado com o sistema vApply Granular, o equipamento permite um controle rigoroso das seções de fertilizantes e variação entre linhas inferior a 10%. Na prática, essa precisão reduz a sobreposição de produtos em até 50%, especialmente em áreas de cabeceira, garantindo o uso racional de insumos e a proteção do potencial produtivo do solo.

A eficiência da plantadeira é potencializada pelo Combo Suplantar, que une os potentes tratores Fendt à Fendt Momentum. Essa combinação adapta-se impecavelmente a qualquer terreno, entregando uma solução que reduz o consumo de combustível e otimiza o uso do conjunto. O resultado para o produtor é claro: menor custo por hectare e rentabilidade máxima.

“Uma vez que o trator consegue, via sistema de transmissão Vario, ajustar a velocidade de acordo com a necessidade do implemento, e a plantadeira possui indicadores que apontam a velocidade ideal de plantio, essa combinação entrega melhor eficiência energética. Dessa forma, o agricultor pode explorar o máximo disponível do combo, buscando o melhor aproveitamento da janela sem abrir mão da qualidade de plantio”, destaca Leonardo Casali, coordenador de Marketing de Produto da Fendt.

Sustentabilidade na emergência de sementes

Para garantir que cada semente expresse seu máximo potencial, a Fendt Momentum utiliza o Fendt Smart Frame. O sistema mantém a pressão constante dos pentes em relação ao solo com uma angulação de até 40° proporcionada pelo Wing Flex. Além disso, o exclusivo sistema Weight Transfer redistribui o peso central da máquina para os módulos laterais, o que resulta em um aumento de 7% na emergência das plantas.

Além da performance operacional, a Fendt resolveu um dos maiores desafios logísticos do setor: o transporte. Mesmo nos modelos de grande porte, a plantadeira de 18 a 24 linhas atinge apenas 3,6 metros de largura quando dobrada. O processo é feito em 45 segundos, diretamente da cabine, permitindo que o agricultor mova o equipamento entre talhões com agilidade e segurança ímpares.

Sobre a Fendt

Fendt é a marca líder em alta tecnologia no Grupo AGCO para clientes com as mais altas exigências de qualidade de máquinas e serviços. Os tratores e colheitadeiras Fendt operam globalmente em fazendas profissionais, bem como em aplicações não agrícolas. Os clientes se beneficiam da tecnologia inovadora para aumentar o desempenho, a eficiência e a economia. O uso de tecnologias Fendt economizam recursos e ajudam os agricultores e empreiteiros a trabalharem de forma sustentável em todo o mundo. Em suas instalações alemãs em Marktoberdorf, Asbach-Bäumenheim, Hohenmölsen, Feucht, Waldstetten e Wolfenbüttel, a Fendt emprega mais de 6.600 pessoas em pesquisa e desenvolvimento, vendas e marketing, bem como em produção, serviço e administração.  

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Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. 

FOnte: Assessoria de imprensa AGCO



 



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