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Líderes do Atacado e Distribuição se reúnem em VG para definir rumos do setor

A abertura do Encontro Regional do Setor Atacadista e Distribuidor 2026 reuniu, nesta sexta-feira (10), em Várzea Grande, empresários, lideranças e representantes do segmento com o objetivo de promover a atualização de conhecimentos e o fortalecimento do setor em Mato Grosso.
O evento acontece no Pantanal Hits Hotel e segue ao longo do dia com programação voltada à qualificação das lideranças e ao debate de temas estratégicos para a atividade.
Com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e organizado pela Associação Mato-grossense de Atacadistas e Distribuidores (Amad) e pelo Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Mato Grosso (Sincad-MT), o encontro também conta com a participação de varejistas e representantes comerciais de diversas regiões do Estado, ampliando o diálogo institucional e incentivando o desenvolvimento econômico regional.
Durante a abertura, a Secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, destacou o papel essencial do setor para o funcionamento da cadeia produtiva em Mato Grosso. “Eu diria que não há cadeia produtiva sem vocês, que estão na ponta. Por isso, é muito importante que estejam aqui hoje, participando desse diálogo. O trabalho que vocês realizam em Mato Grosso é fundamental. O Estado é uma potência em diversas áreas, mas, sem vocês para garantir o escoamento da produção, isso não faria sentido”, afirmou.
Na sequência, o presidente do Sincad-MT, Oscar Prado Filho, ressaltou a relevância econômica do segmento e sua abrangência no território estadual. “O setor atacadista movimenta mais de R$10 bilhões por ano no Estado de Mato Grosso e leva produtos da indústria aos 142 municípios. Dessa forma, temos uma participação muito relevante dentro do segmento e ao longo de toda a cadeia de abastecimento do Estado”, pontuou.
A programação do encontro inclui palestras sobre temas como inteligência artificial, reforma tributária na prática, liderança e inteligência emocional, com foco na reciclagem de conhecimento e na preparação das empresas para os desafios e oportunidades do mercado.
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Colheita da safra 2025/26 de soja atinge 86% no Brasil, aponta consultoria

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 86% da área plantada até o dia 10 de abril, segundo levantamento da Safras & Mercado. O ritmo dos trabalhos avançou de forma em relação à semana anterior, quando o índice era de 78,9%.
Apesar do progresso, o desempenho atual ainda está abaixo do observado no mesmo período do ano passado, quando a colheita já atingia 89,5% da área.
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Por outro lado, o índice está praticamente alinhado à média histórica para o período, estimada em 86,9%, indicando um ritmo considerado dentro da normalidade para esta fase da temporada.
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Agro Mato Grosso
Rota do Café reposiciona Mato Grosso no cenário nacional da cafeicultura

Com apoio da Seaf-MT, pesquisa da Empaer valida cultivares e impulsiona renda e a agricultura familiar no Norte e Noroeste do Estado
A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e pesquisadores da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), consolidaram nesta quinta-feira (9.4) um marco para a cafeicultura mato-grossense. Após cinco anos de pesquisas da “Rota do Café”, foram validadas variedades de clones de alta performance que garantem produtividade recorde e qualidade superior para o mercado. A expedição técnica, encerrada em Nova Monte Verde, percorreu os municípios estratégicos de Colniza, Aripuanã, Cotriguaçu, Juína e Nova Bandeirante entregando aos produtores locais o suporte tecnológico necessário para transformar a economia regional.
Durante a rota, propriedades rurais foram visitadas e produtores tiveram a oportunidade de dialogar diretamente com os pesquisadores, conhecendo na prática os avanços tecnológicos e as possibilidades de ampliação da cafeicultura na região.
A “Rota do Café” foi idealizada pelos pesquisadores Danielle Müller, Dalilhia Nazaré dos Santos e Wininton Mendes, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), além de prefeituras municipais, sindicatos rurais, associações de produtores, cooperativas e instituições de ensino e pesquisa.
Vilson Bortolini, produtor rural. Foto: Assessoria Seaf/Empaer
O engenheiro agrônomo Adalberto Junior, produtor rural e atual secretário de Agricultura e Pecuária de Juína, ressaltou a trajetória da cultura cafeeira no município. Segundo ele, desde a colonização, em 1979, o café sempre esteve presente na economia local, chegando a contar com 15 milhões de pés. Após um período de declínio, a retomada com o café clonal trouxe novos resultados. “Hoje temos cerca de três milhões de pés, com produtividade entre 60 e 100 sacas por mil pés. Isso é resultado do acompanhamento técnico da Empaer e dos investimentos da Seaf em máquinas, insumos e implementos, em parceria com a prefeitura”, destacou.
Secretário de Agricultura e Pecuária do município de Juína, Adalberto Junior. Foto: Assessoria Seaf/Empaer
Outro exemplo é o produtor Wellington Zock, de Castanheira, que participou do evento em Juína, iniciou o cultivo em 2023 e realizou a primeira colheita em 2025. “Ter acesso a uma pesquisa validada para nossa região fará toda a diferença. Agora, aprendi a classificar melhor as variedades e melhorar a produção”, disse.
De Santa Terezinha, o produtor Julio Cezar percorreu cerca de 950 km para participar do evento. “A palestra foi muito esclarecedora. Mesmo sendo uma região mais quente e diferente de Minas Gerais, fiquei animado ao ver que é possível investir no café no Araguaia”, relatou.
O secretário de Agricultura de Santa Terezinha, Diego Comel, também destacou o potencial da cultura. “A questão da polinização chamou muito a atenção para alcançar boa produtividade. Vamos levar esse conhecimento para nossa região e incentivar os produtores com base nas novas tecnologias”, afirmou.
O prefeito de Nova Monte Verde, Marino, ressaltou a parceria com o Governo do Estado. “Sempre fomos bem atendidos pela Seaf e pela Empaer. A agricultura familiar é fundamental para a segurança alimentar e o desenvolvimento de Mato Grosso”, pontuou.
Durante o evento, o município lançou o Programa Municipal de Incentivo à Cafeicultura (Procaf), voltado ao fortalecimento da produção de café. A iniciativa prevê apoio direto aos pequenos produtores com fornecimento de mudas, calcário, preparo do solo, assistência técnica e equipamentos.
O programa deve atender até 20 agricultores por ano, com foco na geração de renda, fortalecimento da agricultura familiar e incentivo à produção sustentável. “É uma oportunidade concreta de impulsionar a cafeicultura no município, com critérios técnicos e responsabilidade na execução”, destacou o prefeito.
Conforme a pesquisadora Danielle Muller, as pesquisas em outras regiões do estado devem continuar. “O nosso estado é imenso, nós temos sim a perspectiva de iniciar pesquisas para outras regiões”, anunciou.
Para a Seaf, a “Rota do Café” representa mais um avanço no fortalecimento das políticas públicas voltadas à agricultura familiar, promovendo inovação, aumento de produtividade e melhoria na qualidade de vida dos produtores rurais mato-grossenses.
Agro Mato Grosso
Soja é responsável por 44% do valor da produção do agro em MT

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou que a nova estimativa para o Valor Bruto de Produção (VBP) da agropecuária em Mato Grosso, a projeção para o Estado é de R$ 208,32 bilhões. Embora esse montante se configure como o segundo maior da série histórica do Instituto, ainda assim está 2,18% abaixo da sexta estimativa para 2025, após um período marcado por recordes de produção. No que se refere à agricultura, a soja segue reafirmando seu protagonismo na matriz produtiva mato-grossense, sendo responsável por 44,51% do VBP total, o equivalente a R$ 92,74 bilhões, representando retração de 1,26% em relação ao valor estimado para 2025.
O IMEA avalia que “esse resultado é reflexo, principalmente, da desvalorização do preço médio do grão em comparação à safra anterior, o que, por consequência, reduz o valor gerado pela cadeia. Assim, com a produção já consolidada no estado, o comportamento dos preços segue como principal fator de influência para as próximas estimativas do VBP, sobretudo diante do volume ainda a ser comercializado”.
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