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24 de maio de 2026

Tecnologia do Agro

Bayer leva portfólio integrado para as culturas de soja e milho à Tecnoshow

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Rio Verde, 6 de abril de 2026 – De 6 a 10 de abril, a Bayer estará presente na 23ª edição da Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO). Durante o evento, a empresa apresentará um portfólio que inclui novidades em tecnologias para proteção de cultivos, sementes de alto desempenho e biotecnologia. Entre as inovações estão herbicidas pré-emergentes e pós-emergentes, além de um novo fungicida eficaz no combate a doenças no campo.
Os lançamentos acompanham o protagonismo de Goiás, consolidado como o terceiro maior produtor de soja do país. Com uma colheita estimada em 20,2 milhões de toneladas para a safra 2025/26, o estado é peça-chave para o recorde nacional projetado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de 177,9 milhões de toneladas do grão. O aumento de 3,7% na produção brasileira de soja, em relação ao ciclo anterior, reforça a necessidade de soluções que ajudem o produtor, especialmente em um cenário de desafios climáticos e fitossanitários crescentes.
Com um investimento global de 2 bilhões de euros anuais em pesquisa e desenvolvimento, a Bayer é uma das empresas que mais investem em inovação no setor. Somente no Brasil, a previsão é de que mais de 20 formulações sejam lançadas pela companhia até 2030.

Manejo integrado para combater pragas e doenças nas lavouras

No manejo de plantas daninhas, a companhia apresenta na Tecnoshow soluções voltadas ao controle de espécies de difícil manejo, como caruru e pé-de-galinha, que seguem entre os principais desafios das áreas agrícolas do Cerrado, devido ao elevado potencial competitivo e ao impacto direto na produtividade quando não são controladas adequadamente.
Entre os destaques está o Xtendimax 2, nova geração da tecnologia à base de dicamba. A formulação foi desenvolvida para reduzir os riscos de volatilidade e de deriva e para ampliar a segurança operacional e a flexibilidade de uso na cultura da soja. Inserido em programas de manejo integrado, o produto contribui para o controle de plantas daninhas, como a buva e o caruru, e tem previsão de chegada ao mercado na safra 2026/27.
O portfólio é ampliado com o lançamento do Convintro Duo, que traz um ativo inédito (diflufenican com DFF Technology) ao país para o manejo de ervas resistentes na pré-emergência da soja. Para a cultura do milho, a companhia apresenta o Adengo, herbicida também para pré-emergência com amplo espectro de controle.
No tratamento de sementes, a Bayer apresenta o lançamento do Bayer Guardião, solução desenvolvida para o controle de pragas, doenças e nematoides que afetam o estabelecimento inicial das lavouras de soja, milho, trigo e algodão.
Para uma lavoura de alta performance, a companhia traz o Verango Prime, nematicida de alta performance, eficiente contra fungos de solo e seletivo para organismos benéficos, que alia flexibilidade de uso, com modalidades de aplicação no sulco de plantio ou em barra de aplicação. Em complemento à proteção da parte aérea, o inseticida Curbix atua no controle de percevejos e cigarrinhas, e conta com a tecnologia NanoTrust, exclusiva da Bayer, para oferecer rápido efeito de choque e período prolongado de controle nas culturas de soja e milho.
No manejo de doenças, o portfólio da Bayer tem a Família Fox, composta por Fox Xpro, Fox Supra e pelo recente lançamento Fox Ultra. Composto por protioconazol, impirfluxam e trifloxistrobina, o Fox Ultra inaugura um novo patamar no controle da ferrugem asiática, da podridão das vagens e dos grãos, da mancha-alvo e das doenças de final de ciclo. A tecnologia de formulação Leafshield proporciona maior flexibilidade no momento da aplicação, mesmo em condições climáticas adversas, com 80% do produto absorvido em até uma hora para garantir a proteção da lavoura.
Sementes e biotecnologias

O investimento em pesquisa e desenvolvimento foca ainda na cultura do milho, essencial para a estratégia anual do agricultor goiano. A Bayer leva à Tecnoshow híbridos do cereal com materiais de alto teto produtivo e adaptação regional. Entre os da Dekalb, estão: DKB 360 PRO3, com estabilidade produtiva; o DKB 356 PRO4, que alia produtividade e sanidade; e o DKB 358 PRO4, material com sanidade foliar e de colmo. Na linha Agroceres, estão: AG 8701 PRO4, tolerante ao complexo de molicutes e viroses; o AG 8450 PRO4, para ambientes acima de 100 sacos/ha; e o novo AG 8000 PRO4 (8602PRO4), com tolerância ao complexo de bipolaris e integridade de colmo.

Já na Agroeste, compõem o portfólio o AS 1868 PRO4, com boa adaptabilidade e estabilidade; o AS 1877 PRO4, moderadamente tolerante ao complexo de enfezamento; além do lançamento AS 1951 PRO4 (8709PRO4), com performance produtiva em ambientes acima de 150 scs/ha.
No âmbito nacional, em 2026, a empresa lançará nove híbridos; desses, três para a safra de verão e seis para a safrinha, o que consolidará um portfólio com mais de 50 híbridos comerciais, com foco em soluções completas e regionalizadas para os produtores.
Para soja, a Bayer leva a Rio Verde o portfólio da Monsoy, com materiais da biotecnologia Intacta 2 Xtend (i2x), que reúnem alto potencial produtivo, adaptação de plantio, bom suporte de planta e resistência ou tolerância a doenças e nematoides. Entre as variedades estão: M 7535 i2x e a M 7222 TF i2x, com teto produtivo e estabilidade; e as cultivares precoces M 6930 i2x e a M 7601 i2x, com resistência ao nematoide de galha e material adaptado às áreas de reforma de cana-de-açúcar, respectivamente.
Os visitantes também terão a oportunidade de conhecer a próxima geração de biotecnologia para soja, Intacta 5+. Com previsão de comercialização na safra 2027/28, a tecnologia oferecerá tolerância a cinco herbicidas e proteção contra as principais lagartas que afetam o ciclo da cultura.

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Agro Mato Grosso

Valtra: Ganha protagonismo e marcam nova geração de máquinas agrícolas no biocombustíveis 

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Uma tendência que havia sido antecipada na coletiva de lançamento da Agrishow 2026 ganhou materialidade nos estandes da feira e deu pistas sobre uma mudança em curso no desenvolvimento de máquinas agrícolas no Brasil: a aposta nos biocombustíveis como alternativa viável e cada vez mais central para o funcionamento de motores no campo. São tecnologias que buscam conciliar eficiência operacional, redução de custos e menor impacto ambiental.

Segundo a organização da Agrishow, o desenvolvimento desses equipamentos ficou mais acelerado por causa das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que provocam oscilações nos preços dos combustíveis fósseis – o Brasil importa cerca de 30% de seu consumo de diesel, tradicionalmente usado nas máquinas agrícolas. Para João Carlos Marchesan, presidente da feira, o País tem condições de reduzir essa dependência apostando em sua sólida cadeia produtiva de etanol e biodiesel.

Etanol

Um dos destaques foi a apresentação do primeiro motor para tratores movido a etanol da AGCO Power, grupo do qual fazem parte empresas como a Massey Ferguson, a Valtra e a Fendt. O projeto, desenvolvido integralmente no Brasil, está sendo preparado para chegar ao mercado em 2028.

A tecnologia foi concebida ao longo de três anos e passou por mais de 10 mil horas de testes, incluindo aplicações em culturas como cana-de-açúcar e grãos. De acordo com Fernando Silva, coordenador comercial da AGCO, o motor atende a uma faixa de potência entre 200 e 300 cavalos e mantém desempenho equivalente ao do diesel, sem perda de torque ou capacidade de tração.

Além da performance, o apelo ambiental está na ordem do dia. Segundo a fabricante, o uso do etanol, que poderá ser proveniente de qualquer tipo de matéria-prima – como cana, trigo, milho, entre outros – pode reduzir em até 90% as emissões de gases de efeito estufa.

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Outro fator relevante é o impacto econômico. Com as oscilações nos preços do diesel, o etanol surge como opção competitiva, especialmente para produtores com capacidade para fabricá-lo no próprio sítio ou fazenda, o que reduz custos e aumenta a previsibilidade operacional.

A John Deere também desenvolve uma tecnologia a etanol. Trata-se de um conceito de motor que foi revelado, inicialmente, em 2023, durante a Agritechnica, na Alemanha, e depois passou a ser adaptado às condições brasileiras no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Indaiatuba (SP), voltado à agricultura tropical.

Apresentado pela primeira vez no Brasil durante a Agrishow de 2024, o projeto vem avançando. Na edição de 2025 da feira, já aparecia integrado a um trator da linha 8R. Agora em 2026, a companhia deu mais um passo ao exibir o trator equipado com o protótipo do motor acoplado a uma plantadeira, simulando operações reais no campo e reforçando a aplicação prática da solução em diferentes atividades agrícolas.

Dois protótipos operam em áreas de testes no Brasil há cerca de três anos, principalmente nos segmentos de cana-de-açúcar e grãos, setores em que o etanol possui ampla disponibilidade e infraestrutura consolidada. Segundo a empresa, a proposta busca unir sustentabilidade e desempenho, mantendo rendimento semelhante ao diesel por meio de ajustes específicos de software no motor.

 

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Biometano

Trator 'falante' é uma das novidades da Agrishow 2026 em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Érico Andrade/g1

Trator ‘falante’ é uma das novidades da Agrishow 2026 em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Érico Andrade/g1

A Valtra apresentou um trator equipado com motor movido a biometano, combustível renovável obtido a partir do biogás, que, por sua vez, é gerado na decomposição de matéria orgânica. Esse processo ocorre quando resíduos como esterco, restos de culturas agrícolas, lixo ou subprodutos da indústria se decompõem por digestão anaeróbica, ou seja, sem a presença de oxigênio.

É o primeiro trator a biometano da empresa voltado ao mercado agrícola. A proposta, segundo o diretor de Vendas, Cláudio Esteves, é gerar um ciclo de reaproveitamento. As usinas sucroenergéticas de cana-de-açúcar poderão utilizar a própria biomassa de cana-de-açúcar e de milho para fornecer energia aos veículos que operam em suas lavouras. A previsão é de que, na Agrishow de 2027, a máquina já esteja disponível para comercialização.

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A Valtra apresenta a Série M5: a evolução de um dos tratores mais confiáveis do Brasil, agora com mais tecnologia, eficiência operacional e conforto para o campo.

Diesel verde

A adoção de combustíveis renováveis compatíveis com motores convencionais, como o HVO100, conhecido como diesel verde, também esteve em evidência na Agrishow. A Fendt apresentou um motor preparado para operar com esse tipo de combustível, sem necessidade de modificações estruturais relevantes.

Rodrigo Bezerra, engenheiro de conformidade de emissões da AGCO, explica que essa compatibilidade permite que produtores reduzam emissões de carbono de forma imediata, utilizando combustíveis alternativos em equipamentos já disponíveis no mercado. Ao mesmo tempo, contribui para ampliar o leque de opções energéticas no campo, especialmente em regiões onde o acesso ao etanol ou biometano pode ser mais limitado.

Ainda segundo Guerra, o motor, cujo desenvolvimento começou em 2012, poderá ser adaptado para operar com qualquer tipo de combustível, como etanol, biometano e hidrogênio verde. Por causa dessa e outras funcionalidades, como 25% menos componentes, o que ajuda a reduzir a vibração e o deixa mais estreito, permitindo maior raio de giro, foi eleito o trator de 2026 pela revista britânica Powertrain International, especializada em engenharia de sistemas de propulsão.

Contexto

O avanço dos biocombustíveis nas máquinas agrícolas não ocorre por acaso. É impulsionado por uma combinação de fatores econômicos e ambientais. Se, de um lado, o aumento do custo do diesel pressiona as margens do produtor rural e estimula a busca por alternativas mais baratas e previsíveis, de outro cresce a demanda por práticas mais sustentáveis, tanto por exigências de mercado quanto por compromissos climáticos assumidos pelo setor.

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Nesse contexto, tecnologias que conciliam produtividade e redução de emissões tendem a ganhar espaço. Matheus Pintor, da Bosch, afirma que a possibilidade de gerar créditos de carbono, por exemplo, passa a ser um incentivo adicional para a adoção de soluções baseadas em biocombustíveis.

Por isso, o Brasil, com sua tradição na produção de biocombustíveis, aparece, na visão dos organizadores da feira, em posição estratégica para liderar esse movimento.

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Agro Mato Grosso

Valtra apresenta soluções em mecanização para a cultura do café I MT

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Série A3F garante alta performance e economia de combustível em cultivos adensados

No dia 24 de maio é celebrado o Dia Nacional do Café, data que marca o início da colheita nas principais regiões produtoras do país. E por se tratar de um dos principais exportadores mundiais de café, os produtores brasileiros necessitam cada vez mais de máquinas agrícolas adaptadas aos seus desafios. Entre os principais obstáculos no dia a dia da cafeicultura está a operação em áreas de difícil acesso e em cultivos adensados, onde a ergonomia e o design do maquinário se tornam fatores decisivos para a produtividade.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta crescimento de pouco mais de 17% na atual safra de café, em relação ao ciclo anterior, estimando que a produção brasileira supere as 66 milhões de sacas beneficiadas. Segundo eles, a expansão é explicada pela entrada de novas áreas em produção, pela combinação de condições climáticas favoráveis e pelo uso crescente de tecnologias e insumos. É exatamente para atender a esse aumento de demanda produtiva, que o produtor precisa tomar decisões bem pensadas na escolha do maquinário.

“Operar em espaçamentos reduzidos sem danificar a lavoura e proporcionar um conforto operacional exige um projeto específico. Para operar nessas condições indicamos um trator como a Série A3F, resultado de sete anos de pesquisa e desenvolvimento com a participação direta de produtores do setor, sendo criado sob medida para o trabalho no café”, ressalta Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator Valtra.

Para garantir alta produtividade, o sistema hidráulico da Série A3F (com modelos de 69 a 99 cv) foi desenvolvido considerando os desafios da cultura: o levante de três pontos possui a maior capacidade de levante da categoria (25% superior à média), além de válvulas de controle remoto de alta vazão capaz de operar com as colhedoras mais modernas do mercado. Além disso, os motores 3 cilindros da Série proporciona uma redução de até 12% no consumo de combustível, mantendo a sustentação da rotação mesmo nas operações mais pesadas, como o uso de trinchas.

Além do bem-estar interno, a máquina precisa “vestir” a lavoura. Para evitar a propagação de pragas e prejuízos físicos às plantas e aos frutos, o trator conta com uma cabine estreita, mas ao mesmo tempo muito ampla e um design externo arredondado, ideal para operações nas entrelinhas da cultura adensada sem causar interferências. A agilidade nas manobras, fator crítico em espaços limitados, é assegurada pelo excelente raio de giro de sua categoria.

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A Valtra acompanha de perto a evolução da cafeicultura no Brasil e entende que essa cultura exige soluções específicas. É por isso que investimos continuamente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer maquinários que respeitam as particularidades da lavoura e colocam a segurança e o conforto do operador no centro de uma operação produtiva em constante crescimento”, conclui Winston Quintas.

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Agro Mato Grosso

Tratores Valtra são os mais desejados entre os produtores rurais MT

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Modelos das linhas A2R, BM, BH, T CVT e Série S6 conquistam agricultores em todas as regiões do país e simbolizam a trajetória da marca no agro brasileiro

Com a autoridade de quem atua há 65 anos no mercado brasileiro, a Valtra reforça seu protagonismo no agronegócio nacional ao destacar os modelos mais vendidos e adorados por produtores em todo o território: as linhas A2R, BM, BH e T CVT. Consideradas as “queridinhas da marca”, conquistaram o campo brasileiro por sua versatilidade, eficiência, robustez, economia de combustível, conforto, design e alto desempenho.

“Essa diversidade de produtos acompanha a complexidade do agronegócio nacional, com soluções específicas para culturas como grãos, cana-de-açúcar, frutas cítricas e café. A Valtra fornece tratores potentes, eficientes e com menor impacto ambiental. Tudo para melhor atender aos mais diversos perfis de produtores do nosso país”, afirma Fabio De Biase, Gerente de Vendas Valtra.

A série A2R, uma das linhas mais antigas do portfólio da Valtra, oferece mais economia, sendo um grande atrativo para o produtor. Seu motor trabalha com alto torque e baixa rotação, reduzindo o consumo do combustível em até 10% durante as atividades diárias. Sua capacidade de levante é 6% superior às opções do mercado, o que permite trabalhar com implementos maiores e mais pesados, aumentando a possibilidade de operações.

Em relação às transmissões, essa é uma máquina multiuso no campo, disponível em quatro versões: standard, para transmissão de simples operação; multiplicador, para quem busca precisão na velocidade de trabalho; redutor, para aqueles que precisam de alto torque em baixas velocidades de deslocamento; e reversão mecânica, para mais agilidade nas manobras. “Além da versão plataformada, todos os modelos da Série A2R da Valtra estão disponíveis com cabine de fábrica, uma característica que traz mais conforto no trabalho diário”, explica Biase

A tecnologia é um dos fatores atrativos dos tratores para entrarem na lista de preferidos dos produtores, como a Série T CVT. Para os produtores que demandam alta potência e precisão, o Trator T CVT se apresenta como a solução ideal, com transmissão contínua variável e faixas de potência de 195 cv a 250 cv. Em conjunto com a Plantadeira Valtra Momentum, o modelo entrega alto rendimento, robustez e economia.

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Linha Série S6: família de tratores de maior potência da Valtra

Com potência excepcional, tecnologia inteligente integrada e design focado em eficiência e conforto, a Série S6 foi projetada e fabricada na Finlândia e chega ao Brasil para atender às demandas de produtores que buscam alto desempenho em operações pesadas, como na produção de grãos e sucroenergética.

A nova Série S6 é a família de tratores de maior potência da Valtra. Foi criada para operadores experientes que valorizam alto desempenho e precisam de um torque responsivo, eficiente e confiável, com baixo custo de operação. Conta com três modelos, S346, S376 e S416, com potências máximas de 345 cv, 375 cv e podendo chegar até 425 cv e torque de até 1.750 Nm.

Linha BM: 25 anos de tradição e robustez no campo

A tradicional linha BM é uma referência entre os produtores brasileiros, reconhecida pela durabilidade, confiança e baixo custo operacional. É a primeira opção dentro da sua faixa de potência e tem o maior índice de satisfação entre os clientes da Valtra. Com mais de duas décadas de mercado, os modelos BM115 e BM135 — com até 135 cv — São tratores versáteis, utilizados em diversas operações rurais.

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Os tratores dessa linha contam com motor AGCO Power de 4 cilindros, com injeção mecânica e transmissão sincronizada Multitorque, que garante até 15% de economia de combustível. Além disso, a linha BM oferece versões plataformada e cabinada, com opções como ar-condicionado e assentos ajustáveis, assegurando produtividade com conforto.

BH HiTech: Força de trabalho aliada à alta tecnologia agrícola

Os tratores BH HiTech maximizam o rendimento com maior aproveitamento da área de plantio. A linha é sinônimo de robustez para atividades pesadas sem perder a eficiência na lavoura. Com a transmissão inteligente HiTech3 PowerShift, o BH HiTech aumenta em até 8% o número de hectares trabalhados por hora. Em conjunto com o Motor AGCO Power, é possível, ainda, economizar 10% em combustível.

Para ganhar ainda mais precisão e autonomia, há um sistema de piloto automático Valtra Guide que, quando utilizado com nível de precisão centimétrico.

Série T CVT: alta performance e eficiência para rentabilidade no campo

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A Série T chegou no portfólio da Valtra há menos de 10 anos, mas já se tornou o queridinho da marca pela tecnologia da CVT, que tem como marca o baixo consumo e a robustez. A Série T CVT, é reconhecida pela melhor performance, eficiência e economia de combustível. Tem grande apelo com o produtor, devido a rentabilidade que proporciona. Agrega tudo de mais moderno e tecnológico que existe nos dias de hoje. As máquinas são ideais também para o trabalho no segmento de cana-de-açúcar, uma das principais culturas do Brasil, que exige máquinas robustas e potentes.

Os modelos são equipados com transmissão CVT, tecnologia pioneira no Brasil, que proporciona aumento de até 30% no rendimento das operações, sem elevação nos custos. A eficiência é tamanha que, em apenas um ano, é possível ter o retorno obtido no investimento em um novo sistema de piloto automático. O motor eletrônico com sistema AGCO Power garante maior controle de potência e velocidade, resultando em até 25% de economia no consumo de combustível.

Sobre a Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 290 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais cerca de 170 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

Sobre a AGCO

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A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO entrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio diferenciado de marcas, incluindo as líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO possibilita aos agricultores alimentarem o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, na Georgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente US$11,7 bilhões em 2024. Visite o site www.agcocorp.com.

AGCO – Imprensa

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