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17 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Anomalia da soja e os patógenos relacionados – MAIS SOJA

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Nas últimas safras, um problema recorrente vem assolando lavouras de soja, em especial no estado do Mato Grosso e regiões produtoras de soja na região. Trata-se da  anomalia da soja (podridão dos grãos) e quebramento da haste, problema ainda sem causa definida, com distribuição que contempla a região médio-norte do Mato Grosso, Rondônia, assim como nos estados do Paraná e de Santa Catarina (Embrapa, 2024).

A doença tem apresentado elevada capacidade em reduzir a produtividade, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos. Pesquisas desenvolvidas pela Fundação MT, demonstram que algumas cultivares apresentam maior sensibilidade ao fenômeno do que outras, apresentando ainda, variação com relação às reduções da produtividade de 7% a 33% em função da cultivar e época de semeadura (Fundação MT, 2023).

Quando ocorre?

Os sintomas da doença começam a ser observados principalmente no início do período de enchimento de grãos, a partir do estádio R5.1, ocorrendo nos diferentes estádios subsequentes.

Figura 1. Sintomas típicos da anomalia da soja (podridão dos grãos) e quebramento da haste.
Fotos: M. C. Meyer.
Condições favoráveis e patógenos relacionados

A podridão de grãos é favorecida por condições climáticas quentes e úmidas, especialmente desde o enchimento da vagem (R5) até a maturidade fisiológica (R8) (Embrapa, 2024). Dentre os principais patógenos associados ao fenômenos, destacam-se algumas espécies de fungos como os gêneros Colletotrichum, Fusarium, Phomopsis/Diaporthe e Cercospora. De acordo com Belufi & Pittelkow (2025), patógenos como Colletotrichum truncatum, Cercospora kikucchii, Fusarium spp. e Phomopsis sp., têm sido encontrados nos legumes e grãos das plantas infectadas.

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A partir de análises moleculares, os autores identificaram a presença de: Colletotrichum plurivorum, Colletotrichum gloeosporioides;  Diaporthe ueckerae, Diaporthe longicolla e Fusarium incarnatum equiseti nas plantas infectadas. Entretanto, não é possível afirmar até o presente momento que os fitopatógenos associados aos sintomas sejam a causa ou a consequência da podridão de grãos e sementes ou que possam contribuir com o desbalanço na relação fonte/dreno. Porém, em condições de alta umidade e temperaturas amenas, os fitopatógenos encontrados contribuem significativamente para redução da qualidade dos grãos, acarretando perdas significativas para os produtores (Belufi & Pittelkow, 2025).

Figura 2. Porcentagem de fungos associados a vagens e grãos com sintomas de podridão em 60 amostras na safra 2021/2021. Fundação Rio Verde, Lucas do Rio Verde-MT. 2023.
Fonte: Belufi & Pittelkow (2025)
Manejo

O principal controle da podridão de grãos é por meio de seleção de cultivares menos suscetíveis (Embrapa, 2024). No entanto, a aplicação de fungicidas pode ser utilizada para reduzir a incidência do fenômeno. Para tanto, deve-se posicionar adequadamente os fungicidas nos períodos de maior ocorrência da doença, bem como utilizar fungicidas registrados para o controle da anomalia, trabalhando sempre com doses e tecnologia de aplicação dentro do recomendado.



Referências:

BELUFI, L. M. R.; PITTELKOW, F. K. ANOMALIAS EM SOJA: PODRIÇÃO DE GRÃOS E SEMENTES. Fundação Rio Verde, Comunicado Técnico 01/2023. Disponível em: < https://www.fundacaorioverde.com.br/wp-content/uploads/2025/07/13-Anomalias-em-soja-Podridao-de-graos-e-sementes.pdf >, acesso em: 09/04/2026.

EMBRAPA. QUEBRAMENTO DE HASTE E PRODRIDÃO DE GRÃOS DE SOJA. Embrapa, Nota Técnica, 2024. Disponível em: < https://www.embrapa.br/documents/1355202/1529289/Nota+Tecnica+jan2024_quebramento+e+podridao.pdf/df22bcb3-a1b9-794a-39df-bcdff0e3a0e0 >, acesso em: 09/04/2026.

FUNDAÇÃO MT. PODRIDÃO DE GRÃOS E VAGENS E QUEBRAMENTO DE HASTES: PESQUISAS DA SAFRA 2022/23 TRAZEM NOVOS RESULTADOS SOBRE PODRIDÃO DE GRÃOS E VAGENS E QUEBRAMENTO DE HASTES DE SOJA. Fundação MT, 2023. Disponível em: < https://www.fundacaomt.com.br/noticias/podridao-de-graos-e-vagens-e-quebramento-de-hastes-2cff# >, acesso em: 09/04/2026.

 

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Sustentabilidade

Farsul cobra ANP por ações urgentes contra risco de diesel no RS – MAIS SOJA

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A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) protocolou, nesta segunda-feira (14 de setembro de 2026), um ofício urgente direcionado ao Diretor-Geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Artur Watt Neto. O documento manifesta profunda preocupação com os novos relatos de restrições e atrasos na entrega de óleo diesel aos produtores rurais gaúchos, justamente no momento em que se inicia o plantio da safra de verão.

No ofício assinado pelo presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes, a entidade lembra que um cenário semelhante ocorreu entre março e abril deste ano, durante a colheita do arroz e da soja. Naquela ocasião, mesmo com a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) operando normalmente e com estoques suficientes no estado, produtores, Transportadores-Revendedores-Retalhistas (TRRs), postos e municípios enfrentaram severas limitações de fornecimento, com registros de operações agrícolas interrompidas e preços do diesel comercializado chegando a alcançar até R$ 9,00 por litro. As dificuldades atingiram cerca de 170 municípios, afetando serviços públicos essenciais.

Estudos da Assessoria Econômica da Farsul apontam que a alta de 21,1% no preço do diesel S10 (que saltou de R$ 5,97 para R$ 7,23 por litro) poderia acrescentar R$ 612,2 milhões aos custos diretos das operações mecanizadas nas principais lavouras do estado. Em um cenário mais crítico, com o combustível a R$ 9,00 por litro, as perdas potenciais poderiam chegar a R$ 1,47 bilhão.

Agora, o problema reaparece em um momento de janela agronômica bastante limitada. A Farsul adverte que a falta de combustível pode atrasar a implantação das culturas, reduzir a área plantada e comprometer a produtividade. Além disso, o encarecimento do diesel encarece a produção e o transporte, gerando reflexos diretos na economia e nos preços dos alimentos ao consumidor.

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A entidade também destaca que, conforme boletim da Abicom, o preço nacional do diesel permaneceu abaixo da paridade de importação durante todo o mês de agosto, com defasagem de até R$ 2,56 por litro. A subvenção de R$ 1,00 por litro anunciada pelo Governo Federal em 9 de setembro é vista como uma medida que precisa resultar urgentemente em oferta efetiva, regularidade de entregas e redução de preços.

Solicitações à ANP

Diante da urgência imposta pelo calendário agrícola, a Farsul cobra da ANP a adoção imediata das seguintes providências:

  1. Fiscalização imediata das distribuidoras que operam no Rio Grande do Sul, com foco no atendimento aos TRRs, postos independentes e municípios do interior;
  2. Divulgação atualizada e regionalizada dos estoques, pedidos recebidos, volumes entregues, recusas e prazos de atendimento;
  3. Esclarecimento dos critérios utilizados pelas distribuidoras na alocação dos volumes disponíveis;
  4. Apuração de eventuais recusas injustificadas, retenção de produto, discriminação entre compradores ou limitação artificial da oferta;
  5. Informações sobre o calendário de importações e os efeitos práticos da subvenção anunciada pelo Governo Federal;
  6. Apresentação dos resultados das apurações realizadas durante a crise de março e abril, bem como de um plano de contingência para os períodos de plantio e colheita.

Por fim, a Farsul reforça que permanece à disposição para encaminhar informações que auxiliem na identificação dos pontos de restrição, reiterando que o acesso a diesel disponível no momento adequado e a preço economicamente viável é condição indispensável para a produção de alimentos, a manutenção de empregos e a proteção do consumidor brasileiro.

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Sustentabilidade

Subsolagem ou escarificação? Diagnóstico do solo define operação mais adequada no campo – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A presença de camadas compactadas no solo pode limitar o desenvolvimento das raízes, dificultar a infiltração de água e comprometer o estabelecimento das culturas. Para corrigir o problema, operações como escarificação e subsolagem podem ser utilizadas, mas a escolha deve partir de um diagnóstico da área, principalmente da profundidade em que está localizada a camada compactada.

De acordo com Henrique Moscatelli, engenheiro agrônomo, inteligência de mercado e marketing da Piccin Equipamentos, a profundidade de trabalho é o principal fator que diferencia as duas operações. “A subsolagem é mais profunda, podendo chegar a 45 centímetros, com hastes mais robustas e maior espaçamento entre elas, o que também exige mais potência do trator. Já o escarificador atua nas camadas mais superficiais, até cerca de 30 centímetros, com possibilidade de menor revolvimento e manutenção da palhada na superfície”, explica.

Antes de levar o implemento ao campo, é importante identificar em qual profundidade a compactação ocorre. Alguns sinais podem ser observados diretamente na lavoura, como manchas de plantas com menor desenvolvimento, germinação desuniforme, pontos de encharcamento e alterações no crescimento das raízes. “Ao retirar uma planta com cuidado, é possível observar se as raízes estão verticalizadas e aprofundando normalmente ou se apresentam crescimento lateralizado, como se estivessem achatadas. Mas, para uma análise mais precisa, o penetrômetro é o equipamento mais indicado porque permite identificar em qual profundidade está a camada compactada”, afirma o especialista.

Em áreas maiores, diferentes pontos podem ser avaliados para a elaboração de um mapa de compactação do talhão. A abertura de trincheiras também permite observar diretamente o perfil do solo e o comportamento das raízes. A Embrapa recomenda que o diagnóstico combine observações de campo, análise do sistema radicular, abertura de trincheiras e uso de equipamentos capazes de medir a resistência do solo à penetração.

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Quando a compactação está concentrada nos primeiros 30 centímetros, condição que pode ocorrer em áreas com histórico de gradagens e tráfego de máquinas, a escarificação pode atender à necessidade com menor mobilização do perfil. Dependendo da configuração do equipamento, a operação também pode contribuir para a manutenção da palhada na superfície e ser utilizada em situações específicas dentro de sistemas de plantio direto, desde que constatada a necessidade de intervenção.

Já quando a camada de impedimento está abaixo desse limite, a subsolagem pode ser uma alternativa. Entre as situações que podem exigir atuação em maior profundidade estão áreas com histórico de pisoteio animal, integração lavoura-pecuária, cabeceiras de talhões e pontos submetidos repetidamente ao tráfego de máquinas.

Mais profundidade não significa melhor resultado

Um dos erros mais comuns é associar uma operação mais profunda a uma descompactação necessariamente mais eficiente. Na prática, trabalhar abaixo da camada que precisa ser rompida aumenta o esforço de tração, o consumo de combustível e o desgaste do equipamento, sem necessariamente proporcionar ganho agronômico.

O problema inverso também pode ocorrer. Quando o equipamento trabalha acima da camada compactada, rompe apenas a parte superficial do perfil e mantém o impedimento ao desenvolvimento das raízes. “Operar mais fundo do que o necessário aumenta a exigência de potência, o consumo de combustível e o desgaste do conjunto sem ganho. Se trabalhar mais raso que a camada compactada, existe uma impressão de que o serviço foi realizado, mas o impedimento continua ali e o comportamento da raiz não muda”, destaca Moscatelli.

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O diagnóstico também ajuda a evitar que problemas de outra natureza sejam confundidos com compactação. Limitações químicas do solo, como acidez ou deficiência de nutrientes, por exemplo, exigem estratégias específicas de correção e não serão solucionadas apenas com uma operação mecânica.

Umidade interfere na eficiência

Além da profundidade, a condição de umidade do solo no momento da operação é determinante. O ideal é que o perfil esteja em condição friável, quando apresenta umidade suficiente, mas se desfaz com facilidade ao ser pressionado. Com o solo muito úmido, a haste pode comprimir as paredes do sulco em vez de promover a ruptura desejada.

Em condições excessivamente secas, aumenta a resistência à passagem do implemento e, consequentemente, a demanda de tração. “O solo precisa estar friável. Nessa condição, a haste consegue romper uma faixa maior do que apenas a linha de contato da ponteira. Solo úmido demais não traz bom resultado e solo seco demais exige muita tração”, explica o especialista.

O espaçamento das hastes também influencia a qualidade da operação. Segundo Moscatelli, uma referência é trabalhar com distância equivalente a aproximadamente uma a 1,5 vez a profundidade de atuação. Espaços excessivos podem deixar faixas sem rompimento, enquanto uma configuração muito fechada aumenta o revolvimento e a demanda energética. Orientações técnicas da Embrapa também apontam relações próximas a essa faixa para favorecer a ruptura do solo entre as hastes.

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Nivelamento do implemento e estado das ponteiras completam os cuidados. O equipamento deve permanecer paralelo ao terreno para manter profundidade uniforme, enquanto ponteiras desgastadas podem perder eficiência de penetração e aumentar a demanda de potência.

Equipamento deve acompanhar a necessidade da área

A definição da profundidade de trabalho também deve orientar a escolha do equipamento. Para diferentes condições de campo, a Piccin possui linhas de escarificadores e subsoladores com configurações distintas. Entre os escarificadores está o EPCR 300, com configurações de cinco a 25 hastes e trabalho de até 260 milímetros de profundidade.

Para operações mais profundas, a empresa dispõe da linha de subsoladores SP, com versões de três a 11 hastes e profundidades entre 200 e 450 milímetros, além de configurações com sistemas de desarme para situações com pedras e outros obstáculos. Na linha com controle remoto, o SPCR 500 pode atingir 500 milímetros. A fabricante também possui a linha Advanced, com configuração modular e trabalho entre 200 e 550 milímetros de profundidade, além de opções de espaçamento e sistemas de desarme de acordo com a aplicação.

Para Moscatelli, a escolha deve começar pelo diagnóstico da área. “Observe como está a lavoura, faça uma avaliação com penetrômetro ou abra uma trincheira para descobrir em qual profundidade está a camada compactada. Com esse dado em mãos, é possível identificar o equipamento adequado para aquela condição. A profundidade da compactação é que deve definir a operação, e não o contrário”, conclui.

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Clima instável, produção menor – MAIS SOJA

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As lavouras de milho safrinha do Paraná enfrentaram condições climáticas adversas e distintas na temporada 2025/26. Estiagens pontuais e altas temperaturas afetaram o desenvolvimento das plantas na fase inicial da cultura.

No oeste do estado, Gabriel Redivo destinou 960 hectares ao milho. O plantio levou pouco mais de duas semanas, entre o final de janeiro e o dia 14 de fevereiro. As chuvas foram escassas em março e abril, e reduziram o potencial produtivo em 40%, conta o produtor. A média ficou entre 82 e 90 sacas/hectare.

A família de Gabriel atua no agronegócio do Paraná desde os anos 1970. O avô materno dele, Adolfo Oto Midding, deixou o município catarinense de Videira para arrendar a propriedade de um familiar na divisa de Santa Tereza do Oeste e São Pedro do Iguaçu, em 1977. Pouco depois, com recursos relativos a uma herança, comprou uma área de terra vizinha aproveitando uma época em que os valores não eram tão elevados. Era um período em que a mecanização recém estava se iniciando e os produtores costumavam apostar em três culturas. Era soja no verão e trigo no inverno. Naquela época, já pelo início dos anos 1980, Adolfo começou a fazer experimento com o plantio do milho com matraca no meio das linhas de soja. Como a colheita ainda era manual, permitia o consórcio das duas culturas. Era o esboço da safrinha nascendo já que naquela época o milho era um cultivo de verão.

Atualmente, a soja ocupa 100% da área no verão enquanto o milho cobre 70% do total no inverno. Seis anos atrás, Gabriel e o avô Adolfo decidiram apostar em uma terceira cultura. Passaram a dedicar 190 hectares ao feijão. O plantio normalmente é no final de fevereiro e a colheita acontece entre maio e junho. A última safra rendeu 38 sacas/hectare para um nível médio de investimento.

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Odelir, o pai de Gabriel, se ocupa de outra atividade da família em Santa Tereza do Oeste, próximo a Cascavel (PR). Assim, Adolfo, de 84 anos, é quem divide com Gabriel os afazeres e as decisões sobre a lavoura. “Ele se envolve e vai todo dia à lavoura”, diz o neto. Como um bom descendente de germânicos, ele fala fluentemente o idioma de seus antecessores. E foi no idioma de seus ancestrais, que ele lamentou a eliminação da seleção alemã de futebol pela derrota para o Paraguai pela Copa do Mundo.

Milho safrinha 2026

Produtividade média (sacas/hectare)

  • MT – 116,58 (+1,6%)
  • MS –    88,33 (+41,6%)
  • PR –     99,50 (+20,5%)
  • GO – 82,86 (-24,3%)
  • Brasil – 98,50 (-9%)

Produção por estado (milhões toneladas)

  • MT – 52,66 (-3,5%)
  • MS – 11,92 (-13,7%)
  • PR – 17,61 (-0,1%)
  • GO – 10,01 (-31%)
  • Brasil – 106,79 (-7,9%)
  • Fonte: IBGE, julho 2026
Centro-oeste        

Maior produtor agrícola brasileiro, o Mato Grosso colheu grandes volumes de milho apesar da redução da produtividade em 6,4%. Levantamento realizado pelo IBGE e divulgado em julho aponta a produção de 52,66 milhões de toneladas. Algumas regiões tiveram clima menos favorável que a área da atuação da C.Vale. “Os produtores conseguiram plantar, em sua grande maioria, dentro da melhor janela de plantio e o clima também ajudou com chuvas regulares e melhor distribuídas. Pragas e doenças foram bem manejadas e não tiveram impacto significativo. A soma destes fatores resultou em boas médias de produtividade”, avalia Renato Rambo, gerente da C.Vale para o Mato Grosso.

 Em Mato Grosso do Sul, a combinação de estiagens, ataque de lagartas e chuva no ciclo reprodutivo complicou o desempenho da cultura, segundo o gerente regional da cooperativa Jeferson Salatti. “Apesar dessas adversidades, a produtividade oscila entre 80 e 120 sacas por hectare, garantindo um resultado considerado normal para o estado. Segundo ele, o desempenho “comprova a eficiência da gestão do produtor no campo”.

Fonte: Assessoria de Imprensa C.Vale, disponível em Sistema Ocepar



FONTE
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Autor:Assessoria de Imprensa C.Vale, disponível em Sistema Ocepar

Site: Sistema Ocepar

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