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17 de setembro de 2026

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Com investimento de R$ 27 milhões, Governo entrega nova escola e amplia unidades na região do CPA

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Bairros CPA 2 e 4 receberam novas salas climatizadas, quadras e laboratórios. Seduc também esclareceu mudança de endereço de escola citada em programa eleitoral

A construção de uma nova escola e as obras de reforma e ampliação de outras duas unidades reforçaram a estrutura da Rede Estadual de Ensino na região do CPA, em Cuiabá. As intervenções abrangem escolas localizadas nos bairros CPAs 2 e 4 e incluem novas salas de aula, blocos educacionais, quadras poliesportivas, refeitórios, biblioteca e laboratório.

A obra mais recente foi entregue em fevereiro deste ano, com a inauguração da Escola Estadual Professora Maria Hermínia Alves, no CPA 4. Foram investidos R$ 11,6 milhões na construção da unidade, que possui 3.181,69 metros quadrados de área construída e 16 salas de aula. A escola, que foi construída para ampliar a oferta da Rede Estadual na região, tem capacidade para receber até 480 estudantes por turno e atende 902 alunos, distribuídos em 30 turmas.

As intervenções no Grande CPA também chegaram a escolas que já atendiam estudantes da região. No CPA 2, a Escola Estadual Professora Ana Maria do Couto passou por reforma e ampliação, entregue em outubro de 2025, após um investimento de R$ 7,95 milhões.

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Além da recuperação da estrutura existente, a escola recebeu um novo bloco educacional, quadra poliesportiva, vestiários, refeitório, playground e outras adequações. Com a ampliação, a unidade passou a contar com 18 salas de aula climatizadas e capacidade para atender até 1.080 estudantes, sendo 540 por turno, em uma unidade de mais de 3 mil metros quadrados.

No CPA 4, a Escola Estadual Leovegildo de Melo também passou por reforma geral e ampliação. A intervenção foi entregue em fevereiro de 2025 e teve investimento de R$ 8,1 milhões. A obra incluiu a construção de um novo bloco, além de refeitório, cozinha e quadra poliesportiva. A unidade passou a dispor ainda de 16 salas de aula, biblioteca, laboratório e sala de música.

Ainda na região, a Escola Estadual Almira de Amorim Silva, antes localizada no CPA 3, que foi citada no programa eleitoral desta quarta-feira (16.9), do candidato ao Governo Wellington Fagundes, foi transferida para o prédio da antiga Escola Estadual Militar Tiradentes, no bairro CPA 1. O antigo prédio da unidade está em processo de cessão para o município de Cuiabá.

Novas unidades em Cuiabá

As obras realizadas na região do CPA fazem parte de um conjunto de intervenções na infraestrutura da Rede Estadual na Capital.

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Desde 2019, nove novas escolas foram entregues pelo Governo de Mato Grosso em Cuiabá, com investimento de R$ 132,4 milhões da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), entre elas quatro Colégios Estaduais Integrados. As unidades são consideradas referência em infraestrutura, com salas climatizadas e tecnológicas, além de possuírem laboratórios, quadra poliesportiva e piscina semiolímpica.

A construção de novas escolas ocorre paralelamente às reformas e ampliações de prédios que já fazem parte da rede. As intervenções incluem recuperação de salas de aula, redes elétricas e hidráulicas, climatização, acessibilidade, quadras esportivas, refeitórios, laboratórios, bibliotecas e áreas administrativas.

A estratégia permite atender situações diferentes da rede: em algumas regiões, a demanda exige a abertura de novas escolas; em outras, a intervenção ocorre em unidades já existentes, com ampliação da capacidade ou substituição e recuperação de estruturas.

Atualmente, a Rede Estadual de Mato Grosso possui 631 escolas, com mais de 318 mil estudantes matriculados.

Obras avançam no interior

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O programa de infraestrutura escolar também mantém obras em diferentes municípios do Estado. Desde 2019, 52 novas escolas foram entregues pela Rede Estadual. Outras 64 unidades permanecem em construção.

A recuperação dos prédios existentes representa outra frente das intervenções. No mesmo período, 106 escolas tiveram obras de reforma concluídas e outras 95 estavam com serviços em andamento.

Entre as 52 novas escolas entregues, sete seguem o modelo de Colégio Estadual Integrado (CEI). Outras 11 unidades desse modelo estão entre as construções em andamento. O planejamento apresentado pela Educação prevê ainda 32 CEIs para 2026 e 2027.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT revela safra marcada por contrastes nos EUA

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Em dez dias, comitiva percorreu 13 estados, registrou perdas severas nas Dakotas e encontrou lavouras de alto potencial no leste do Cinturão do Milho

A quinta temporada do América Clima e Mercado, expedição da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) pelas lavouras dos Estados Unidos, chegou ao fim em Ohio. Em cerca de dez dias, o presidente da entidade, Lucas Costa Beber, o produtor Lino Costa, do núcleo de Canarana, e o delegado coordenador do núcleo de Itanhangá, Ivam Franceschet, cruzaram 13 estados. O retrato da safra de 2026 é de forte variabilidade, com as maiores perdas nas Dakotas e no norte de Minnesota e as lavouras de melhor padrão em Wisconsin, Illinois, Indiana e Ohio.

A viagem começou no Texas, onde havia poucas lavouras no trajeto até Dallas e parte do milho já estava colhida. Em Oklahoma, a comitiva encontrou soja semeada após o trigo, cultura plantada em outubro, que passa o inverno dormente sob a neve e retoma o desenvolvimento na primavera.

No Kansas, praticamente todas as lavouras nesse sistema foram consideradas perdidas. No sul do estado, o produtor Jason Boyd relatou que 2025 e 2026 foram dois anos ruins e que a expectativa é colher cerca de 25 bushels por acre, abaixo do padrão histórico da propriedade. No Missouri, o cenário mudou, com milho e soja de excelente padrão.

No sudoeste de Iowa, o milho também estava em boas condições, apesar de alguma perda de potencial. Nebraska surpreendeu. O contraste entre áreas irrigadas e de sequeiro, muito marcado em 2023, diminuiu, e a comitiva encontrou espigas grandes e bem granadas. Ainda assim, a maioria dos produtores de sequeiro falou em perdas de 10% a 15% na soja e no milho.

Dakotas concentram as maiores perdas
A partir de Dakota do Sul, o potencial produtivo caiu. No sul e no centro do estado, a comitiva encontrou lavouras relativamente fracas, e os produtores estimaram perdas de 5% a 10%.

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Dakota do Norte foi o estado que mais preocupou. Em 2025, foi o 9º maior produtor de soja e o 8º de milho dos Estados Unidos. Logo na entrada, perto de Forman, a comitiva acompanhou a primeira colheita de soja da viagem, na Arlen Hanson Farm. Segundo o produtor Brandt, a lavoura produziu 45 bushels por acre (50,4 sacas por hectare) no ano passado e deve render 35 bushels por acre (39,2 sc/ha) agora, uma redução de cerca de 22%.

Pelo estado, o grupo encontrou soja de porte reduzido, falhas no enchimento do terço superior, grãos pequenos e vagens mal preenchidas. No milho, havia sinais de maturação forçada. “Alguns produtores falaram em perdas acima de 10%, chegando a 50%, e no norte do estado a quebra da soja pode chegar a 30%.

A passagem pelo estado terminou na região de Breckenridge, na divisa com Minnesota, com o acompanhamento do brasileiro Paulo Zorzanello. Na propriedade visitada, a última chuva significativa havia caído em 4 de julho. A soja, que historicamente produz perto de 50 sc/ha no local, tem expectativa de apenas 22 a 28 sc/ha. No milho, que chega a cerca de 200 sc/ha em anos favoráveis, a estimativa caiu para 126 a 146 sc/ha.

Em Dakota do Norte, a percepção de campo é mais negativa que a projeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), principalmente na soja. O órgão estima para o estado 38,1 sc/ha, praticamente estável em relação às 38,7 sc/ha de 2025.

Minnesota melhora rumo ao sul

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No norte de Minnesota, na região próxima a Fargo, os relatos de perdas se pareciam com os de Dakota do Norte. Descendo pelo estado, o cenário mudou. Perto de Montevideo, a comitiva encontrou milho uniforme e sadio e uma soja de excelente desenvolvimento vegetativo e boa carga de vagens, mas com muita fumagina. Em Worthington, já perto da divisa com Iowa, o produtor Kevin relatou pouca chuva durante o enchimento de grãos e espera colher pelo menos 10% menos milho que no ano passado.

Iowa mostra realidades opostas em poucos quilômetros

Em Iowa, maior produtor de milho e segundo maior de soja dos Estados Unidos em 2025, a comitiva encontrou o retrato mais claro da variabilidade da safra. O novo trecho começou pelo oeste, no Vale do Missouri, região de Sioux City. Ali, uma lavoura de milho foi estimada abaixo de 120 sc/ha, com rachaduras no solo e espigas com a chamada “chupeta”, quando o enchimento não chega até a ponta. A apenas 10 quilômetros, outra lavoura tinha potencial acima de 200 sc/ha, mas mostrava o mesmo sinal de estresse hídrico. Um produtor da região espera colher cerca de 15% menos milho.

A caminho do centro do estado, o cenário melhorou. Em Carroll, uma lavoura de soja pronta para colher, com a colheita já iniciada em parte da área, tinha potencial acima de 70 sc/ha, podendo se aproximar de 80 sc/ha. Na região de Beaver e Boone, um produtor falou em áreas de milho com potencial próximo de 250 bushels por acre, cerca de 262 sc/ha, resultado de boas chuvas e manejo eficiente, inclusive com fungicidas. Mesmo nas lavouras de milho com espigas grandes, a “chupeta” voltou a aparecer. O USDA projeta para Iowa 229,1 sc/ha de milho e 71,7 sc/ha de soja. Na avaliação da comitiva, mesmo as boas lavouras do estado não tinham o tamanho de espiga nem a uniformidade de 2025.

Leste do Meio-Oeste reúne as melhores lavouras

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Wisconsin foi a grande surpresa. Perto de Barneveld, a oeste de Madison, o milho foi estimado em cerca de 230 sc/ha e a soja em cerca de 65 sc/ha, com bom enchimento de vagens e grãos pesados. Lucas Costa Beber, que esteve no estado em 2024 e encontrou alta pressão de mosca-branca, destacou que o problema não apareceu nesta temporada e que o manejo de plantas daninhas e de doenças está em bom nível. Illinois, maior produtor de soja e segundo maior de milho do país em 2025, apresentou um dos padrões mais homogêneos da viagem. Ainda assim, dentro dos talhões a realidade era mais complexa. No norte, as lavouras pareciam ter menos desenvolvimento vegetativo.

No centro, soja e milho eram muito bons, mas uma cooperativa da região estimou perdas de 5% a 10%. Em Rockford e Washburn, sojas de alto potencial visual apresentaram vagens com falhas no enchimento, e na segunda também havia ataque de lagartas e doenças fúngicas.

Em Alvin, no leste do estado, perto de Danville, a propriedade de Charlie Rademaker recebeu cerca de 457 milímetros de chuva em um mês, com alagamentos e perda de áreas, e depois enfrentou falta de água no enchimento. O produtor estima que a produtividade da soja caia de 81,8 sc/ha para cerca de 65 sc/ha, e a do milho, de 256 a 262 sc/ha para cerca de 199 sc/ha. O USDA projeta para Illinois 74,0 sc/ha de soja e 218,6 sc/ha de milho.

Em Indiana, perto de Kokomo, a comitiva acompanhou a colheita de soja na propriedade de Stan Downing. Segundo o produtor, a média ficou próxima de 80 bushels por acre, cerca de 89,7 sc/ha, acima da projeção do USDA para o estado, de 70,6 sc/ha. A lavoura era uniforme e não apresentava o nível de vagens falhadas visto em outras regiões.

Ohio encerra o percurso

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No trajeto até Ohio, as lavouras de soja e milho estavam mais atrasadas, sem novas áreas em colheita. Em Marysville, uma soja que impressionava da rodovia mostrou outra realidade por dentro, com perda de vagens no baixeiro, desfolha, mofo-branco e cancro da haste. O potencial foi estimado em cerca de 65 sc/ha.

O fechamento foi perto de Columbus, com o acompanhamento de Eduardo Scabeni, brasileiro que trabalha em uma fazenda de cerca de 10,5 mil acres a 30 quilômetros da cidade. Diferentemente da maior parte dos estados, as perdas na região vieram do excesso de água, e não da falta. Entre o fim de abril e o início de maio, temperaturas negativas surpreenderam os produtores, situação muito rara na região. Depois, o excesso de chuva matou o milho nos pontos de acúmulo de água. Ainda assim, a comitiva encontrou ali um milho com potencial acima de 250 bushels por acre (261,5 sc/ha), bem acima da média projetada pelo USDA para Ohio, de 202,9 sc/ha.

Segundo Eduardo Scabeni, investir em manejo de fungicida ainda não é prática comum entre os produtores da região.

Controle de doenças aparece como ponto fraco

No balanço geral, as lavouras de Illinois, Ohio, Indiana e parte de Minnesota estavam mais atrasadas que as dos demais estados, e a colheita do milho começava em Illinois. Ao longo do percurso, a comitiva observou que nem toda perda de potencial vem do clima. Em muitas áreas, o manejo menos rigoroso de doenças foliares também reduz a produtividade, e esse controle nem sempre segue o padrão de eficiência buscado pelo produtor brasileiro.

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“Visualmente, as lavouras do Meio-Oeste americano estão boas, mas ainda precisamos ver se os grãos vão pesar. O relatório oficial mostra a média, e o nosso objetivo foi justamente entender o que existe por trás dela. Entramos nas lavouras, conversamos com quem produz e confrontamos as projeções com o que encontramos no campo, para levar ao produtor brasileiro uma leitura real da safra americana”, afirma o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber.

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Forças de segurança criam protocolo de ação rápida contra agressores que violarem tornozeleira

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Gabinete da Mulher e órgãos de Justiça preparam força-tarefa em MT para definir cerco imediato a suspeitos e evitar novos casos de feminicídio

O Gabinete de Enfrentamento à Violência contra a Mulher reuniu, nesta quarta-feira (16.9), representantes do sistema de Justiça e das forças de segurança para aprimorar o atendimento em casos envolvendo agressores monitorados por tornozeleira eletrônica.

Participaram da reunião a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário representantes do Gabinete da Mulher, Poder Judiciário, Ministério Público, Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), Polícia Civil e Polícia Militar.

A reunião buscou estabelecer um protocolo de atuação de como cada instituição deverá agir quando o monitorado retirar ou danificar o equipamento, entrar em uma área proibida, aproximar-se da vítima ou descumprir uma determinação judicial. O fluxo também deverá contemplar situações nas quais a mulher se sinta ameaçada ou identifique algum risco.

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O protocolo indicará quem receberá o alerta, qual equipe deverá ser acionada e quais providências serão adotadas. Também definirá onde a vítima poderá buscar ajuda, quais informações deverão constar na decisão judicial e como os dados serão compartilhados entre os profissionais responsáveis pelo acompanhamento do caso.

Para a secretária do Gabinete de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, a definição de um fluxo integrado permitirá que os órgãos atuem com mais rapidez diante de situações de risco.

“Estamos unindo esforços para aperfeiçoar os fluxos de atendimento e fortalecer a atuação das instituições. Esse trabalho amplia a capacidade de resposta da rede e reforça a proteção das mulheres em situação de violência”, afirmou.

Como próximo passo, o Gabinete criará um grupo de trabalho na Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (RedeVim), formado por representantes das instituições envolvidas.

Após a elaboração do protocolo, policiais, delegados, operadores do sistema de monitoramento e profissionais dos demais órgãos participarão de uma capacitação conjunta. A medida busca reduzir o tempo de resposta e evitar que uma situação de risco avance para uma agressão ou um possível feminicídio.

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Agro Mato Grosso

Fendt avança na automação de máquinas para o algodão

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Portfólio em destaque no Congresso Brasileiro do Algodão reunirá tratores, plantadeira, pulverizador e soluções digitais

A cotonicultura brasileira opera hoje com um dos mais altos níveis de tecnificação do mundo — e é nesse ambiente que a Fendt apresenta seu portfólio durante a 15ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva da fibra no país, realizado entre 22 e 24 de setembro, em Belo Horizonte (MG).

Durante o evento, os visitantes do estande da Fendt, fabricante alemã de maquinário de alta potência e inovação, terão a oportunidade de conhecer as máquinas e tecnologias desenvolvidas para os desafios específicos do algodão, com destaque para os lançamentos mais recentes da marca e para soluções que contribuem para elevar a produtividade, a eficiência operacional e a sustentabilidade no campo.

“O Congresso Brasileiro do Algodão reúne produtores altamente tecnificados e entre os mais exigentes do mundo. Para a Fendt, estar presente nesse ambiente é fundamental para fortalecer o relacionamento com o setor, entender as necessidades do campo e demonstrar como nossas tecnologias podem contribuir para uma produção cada vez mais eficiente e sustentável”, afirma Rafael Antonio Costa, diretor Comercial da Fendt.

Entre os destaques estão os novos tratores Fendt 1000 Vario Gen4 e Fendt 800 Vario Gen5, desenvolvidos para atender operações de médias e grandes propriedades. Os modelos incorporam recursos voltados à redução do consumo de combustível, maior conforto ao operador e aumento da eficiência nas atividades agrícolas. A Fendt também apresenta a nova geração da plantadeira Fendt Momentum, equipada com tecnologias de distribuição de peso e controle individual das linhas de plantio, que favorecem a uniformidade da semeadura e a otimização do uso de insumos.

Ainda no campo das operações de alta demanda, a marca destaca o pulverizador autopropelido Rogator 934H, projetado para o elevado número de aplicações exigido pelo algodão. Com alta capacidade operacional e tecnologias que permitem aplicações mais precisas, o equipamento contribui para otimizar o manejo fitossanitário e reduzir custos operacionais.

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A conectividade e a gestão de dados também ganham espaço com as plataformas digitais FarmENGAGE e Panorama, desenvolvidas para integrar informações de máquinas, monitorar operações em tempo real e apoiar a tomada de decisão no campo.

Inovações na lavoura

Outro tema que a Fendt leva ao CBA é o TIM (Tractor Implement Management, na sigla em inglês), conceito de gestão integrada em que o implemento deixa de ser um equipamento passivo e passa a comandar as funções do trator que realizam o trabalho — tomada de força, válvulas auxiliares e levante hidráulico -, além da velocidade de deslocamento e direção, de acordo com o que a operação exige em cada momento. Na prática, a máquina se ajusta sozinha ao trabalho que está sendo executado, sem depender da leitura e da reação do operador.

A aplicação mais recente desse conceito pela Fendt é o projeto de automação do subsolador, em desenvolvimento de acordo com os protocolos ISOBUS atuais. Nele, o implemento atua sobre um mapa de compactação, carregado no monitor do trator, realizando o trabalho conforme profundidade indicada no mapa, uma vez que o subsolador faz os ajustes necessários de profundidade em tempo real. Ao mesmo tempo, o sistema informa a profundidade real executada.

“O resultado esperado é uma descompactação mais precisa, com menor consumo de combustível, menor patinagem e menor desgaste do conjunto — ganhos especialmente relevantes em áreas de cana de açúcar e algodão, onde o tráfego intenso de máquinas pesadas torna o manejo da compactação uma decisão agronômica importante”, destaca Elizeu dos Santos, gerente de Marketing de Produto da Fendt e responsável pela apresentação do painel sobre o tema.

A participação da Fendt no Congresso Brasileiro do Algodão também reforça o compromisso da marca com o desenvolvimento da cadeia produtiva. Há quatro anos, a marca apoia o movimento Sou de Algodão, iniciativa que promove a valorização da fibra nacional e incentiva práticas sustentáveis em toda a cadeia, do campo à indústria têxtil.

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Agro MT