Agro Mato Grosso
Drones e câmeras térmicas ajudam PRF a fiscalizar freios de caminhões em rodovias de MT

Objetivo da fiscalização é evitar acidentes, segundo a PRF. Imagens servem para analisar temperatura dos eixos dos veículos na frenagem.
Drones e câmeras térmicas ajudam a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a fiscalizar se há problemas nos freios dos caminhões que trafegam na BR-364, próximo à Serra de São Vicente.
O objetivo da fiscalização é evitar acidentes, segundo a PRF. “Essa tecnologia utiliza a análise térmica, ou seja, o calor que é produzido pelo freio para identificar”, afirmou o chefe de segurança viária da PRF, Henrique Candine.
Essa análise começa antes mesmo da abordagem. Com os drones no ar, a PRF consegue selecionar os veículos que serão parados.
Já as câmeras térmicas, os agentes analisam a temperatura dos eixos. Diferenças entre as rodas acendem o alerta para possíveis falhas no sistema, segundo Candine.
“Quando nós identificamos ali no eixo algum que não está produzindo calor, ou seja, ele está frio, próximo do resto do conjunto, nós já conseguimos fazer essa triagem e identificar que nós temos um problema naquele eixo específico do freio”, explicou.
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Drones e câmeras térmicas ajudam PRF a fiscalizar freios de caminhões em MT — Foto: TV Centro América
Os motoristas contam que, em caso de defeito, sempre dão um jeitinho para seguir viagem, de acordo com o motorista José Arino da Silva.

“É comum porque quando a catraca quebra, se não isolar ele não sai nem do canto porque a roda trava. Aí você solta o freio e isola para poder chegar na oficina para poder trocar a catraca”, contou.
Mesmo sendo uma saída emergencial, esse improviso coloca em risco a segurança e pode gerar multa.
Para se ter uma ideia, uma carreta foi flagrada trafegando em Rondonópolis sem 14 dos 16 pneus. O veículo seguia apenas com dois pneus e em péssimas condições, o que compromete diretamente a frenagem e a estabilidade.
Na operação da PRF, os equipamentos podem ser levados para diferentes pontos da rodovia, o que amplia a fiscalização.

Em caso de irregularidade, o motorista tem prazo de até dois dias para deixar tudo adequado.
Em casos mais graves, o veículo fica detido. Além da retenção, tem multa, pontos na carteira e restrição até a regularização.
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Defensivos para milho verão avançam 21% no ciclo 2025/26

Levantamento da Kynetec Brasil destaca aumento na área plantada e impulso na intensidade dos tratamentos
O mercado de defensivos para o milho verão teve recuperação de 21% na safra 2025/26, frente ao ciclo anterior. O valor passou de R$ 2,4 bilhões para R$ 2,9 bilhões. As informações são do relatório FarmTrak, divulgado nesta quarta-feira (13/5) pela Kynetec Brasil.
De acordo com o gerente de pesquisas da consultoria, Lucas Alves, o resultado decorreu, principalmente, do aumento da área plantada, de 3,9 milhões de hectares (+9%) e da variação, de 17 para 18, no número de tratamentos realizados, em média, nas propriedades, um crescimento de 6%.
O FarmTrak Milho Verão da Kynetec apontou ainda que os herbicidas seguem na posição de principal categoria de produtos, com 31% do mercado total ou R$ 900 milhões. Inseticidas movimentaram R$ 826 milhões, equivalentes a 28% e fungicidas, R$ 580 milhões, 20%. Tratamentos de sementes, nematicidas e outros insumos representaram 14%, 3% e 4%, respectivamente, R$ 594 milhões no total.
Conforme Lucas Alves, o estudo FarmTrak trouxe à luz o registro de alta na utilização de fungicidas em geral. “São dados relevantes. A adoção saiu de 67% em 2019-20 para 75% no último ciclo”, esclarece o executivo. “Mesmo em áreas destinadas à silagem, essa relação foi de 24% para 52% no período”, complementa.
“Das mudanças de comportamento, apuramos que os fungicidas ‘stroby mix’, que historicamente constituíam a principal ferramenta, permanecem importantes, mas foram superados pelos produtos ‘premium’”, revela.
Na safra 2019-20, enfatiza Alves, os ‘stroby mix’ correspondiam a 52% da área tratada por fungicidas. “Estes produtos permanecem importantes. Contudo, somam hoje 30% da área tratada, ao passo que os ‘premium’ já responderam por 38% na safra 2025-26”, avalia.
Segundo a Kynetec Brasil, o levantamento FarmTrak Milho Verão resultou de quase 2 mil entrevistas feitas, pessoalmente, com produtores das principais áreas de milho do Brasil: Goiás, Mapiba – Maranhão, Piauí e Bahia -, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.
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